Me Matou? Agora o Seu Poder é Meu!

Capítulo 76

Me Matou? Agora o Seu Poder é Meu!

Não eram apenas os Filhos do Fogo que reagiam ao aumento da reputação de Kaden.

Até mesmo o governante do Império Celestial—aquele que dizia representar o sol, a lua e até as próprias estrelas—estava sendo movido.

A grande e ilustre família Astéria.

Astéria — Castelo MorningStar

Dentro de um dos belos aposentos do castelo, na câmara particular do Primeiro Príncipe do Império Celestial—

"Ahhh… ahhh… mais, mais… me foda mais, meu príncipe." Um gemido ecoou enquanto uma mulher bonita de cabelos negros, vestida com roupa de empregada, deitada de costas numa grande e luxuosa cama, seu corpo sacudido a cada penetração do homem acima dela.

Animado.

Não… nem mesmo essa palavra conseguiria explicar sua beleza. Era uma beleza injusta.

Aquele tipo de beleza que faz as garotas se ajoelharem na sua frente e implorarem para engravidar dele, sem que ele sequer olhe na direção delas.

Ele tinha cabelos dourados que brilhavam como fogo líquido, mas seus olhos… seus olhos eram hipnotizantes—um azul suave, com pupilas em forma de lua.

Ele era Sirius Astéria, o Primeiro Príncipe do Império Celestial.

"Pede mais," Sirius disse para a empregada sob ele, um sorriso cruel curvando seus lábios.

"Por favor, meu senhor… por favor… me foda," a mulher implorou sem hesitar. Para ela, que o príncipe a fodesse era uma honra, e sabia que era melhor aproveitar, pois talvez fosse a última vez.

Sirius sorriu com aquilo e continuou a penetrá-la com intensidade selvagem, fazendo com que, minutos depois, a jovem empregada desmaiasse de prazer, com a boca cheia de saliva, os olhos revirados.

Ao ver isso, Sirius finalmente parou.

Ele clicou a língua. "Tsk. Ainda não gozei," reclamou, sentado nu na beirada da cama.

Um martelar na porta soou, e outra mulher entrou na sala.

Ela também vestia roupa de empregada, mas parecia mais madura, com o olhar focado e firme. Tinha cabelos azuis e olhos suaves da mesma cor.

Era Luna, a empregada pessoal de Sirius—a que estava com ele desde o momento em que nasceu.

Ela olhou ao redor do cômodo com completo desinteresse. Para ela… isso era rotina diária.

Ela se aproximou dele calmamente, ajoelhou-se diante dele e colocou o pênis dele na boca sem dizer uma palavra.

"Orrhh… Luna…" Sirius gemeu, sentindo sua boca quente e macia envolver seu membro.

Minutos depois, ele gozou.

"Ah, querido deus Celestial…" suspirou, bêbado de prazer.

"Agora, pode conversar, Sirius?" Luna perguntou, com uma voz casual, engolindo cada gota sem pestanejar.

Sirius sorriu. "Claro. Agora que liberei a manhã, posso falar. Então me diga, minha querida Luna… o que há de novo hoje?" perguntou, levantando-se lentamente, colocando a cueca e dando um aceno com a mão para teleportar a empregada inconsciente de volta ao quarto dela.

Depois, ele se sentou novamente na cama, esperando a resposta de Luna.

E ela não perdeu tempo.

"Um Guerreiro de Guerra apareceu, e ele até derrotou o herdeiro da Mão de Fogo," ela respondeu com franqueza, sentando-se ao lado de Sirius e apoiando a cabeça no seu ombro.

"Ele é aquele atrevido irmão mais novo do Dain?" Sirius perguntou, com diversão evidente na voz.

"Sim. Confirmei com o guarda na entrada."

"Meus pais sabem que ele está aqui?" perguntou.

"Ainda não. Mas logo saberão."

Ao ouvir isso, Sirius inclinou a cabeça e falou suavemente: "Esconda essa informação dos meus pais. E certifique-se de que essas malditas criaturas não vazem nada, ou desta vez eu mato todos eles."

As palavras dele fizeram os olhos de Luna se arregularem. Ela se levantou dele e olhou séria.

"O que você está planejando, Sirius?"

"Você já sabe como seus pais estão procurando o Dain Guerreiro, e que a única maneira de encontrá-lo é claramente pelo irmão mais novo dele, e agora você quer escondê-lo?" sua voz era séria, mas carregada de preocupação.

Sirius apenas sorriu.

"Você bem sabe por que não quero que eles o encontrem," ele disse suavemente.

"Minha posição estará em risco, afinal," acrescentou de forma seca—e Luna imediatamente entendeu.

Ela suspirou.

"Tudo bem…" aceitou, fazendo Sirius sorrir.

"Não se preocupe, só preciso encontrar aquele calabouço e obter aquele artefato. Nesse ponto, não precisarei mais me preocupar com minha querida irmãzinha," disse antes de inclinar a cabeça.

"A propósito, onde ela está? Ainda naquela castelo dourado?" perguntou com uma risada.

"Não. Ela voltou, e agora está fazendo sua missão de evolução."

"Entendi…" murmurou, antes de lentamente pegar Luna pela cintura.

"Agora, antes que eu me levante e continue minha pesquisa naquele maldito calabouço, que tal um tempinho a dois, minha querida?" disse com um sorriso lascivo.

Luna correspondeu ao sorriso.

"Me reivindique como sempre faz, meu príncipe."

E assim… os gemidos começaram a ecoar novamente pelo cômodo.

De verdade,

Que príncipe libidinoso.

Enquanto tudo isso acontecia, o próprio homem estava sentado dentro de uma pousada luxuosa, comendo sua comida com prazer.

"Nunca imaginei que ter dinheiro fosse tão bom," disse Kaden enquanto mordia um pedaço grosso de carne que o mestre da pousada dizia ser de uma besta de rank intermediário conhecida como Touro Fúria.

Estava delicioso.

"Tenho que fazer isso de novo. Espero que Kenan volte para me provocar… ou algum outro rico." Kaden não pôde deixar de ficar seduzido por mais dinheiro.

E foi nesse momento que começou a pensar que talvez ter alguma habilidade culinária não fosse uma ideia tão ruim assim.

Depois de comer e beber até satisfazer seu interesse, Kaden agora estava sentado no chão macio do seu quarto de luxo, com expressão séria e concentrada.

'Morte, diga-me quantos pontos de atributo eu tenho.'

[240 pontos de atributo.]

Apenas Mana e Percepção não estavam em 200. Mana em 170, Percepção em 175.

Primeiro—

'Morte, coloque-os em 200.'

Imediatamente, ele sentiu sua mana aumentar tanto em densidade quanto em qualidade, e sua percepção se aguçar, expandindo-se a novos limites.

E quando ambos alcançaram o limite máximo—

Kaden sentiu isso.

Era a parede.

Ele não podia ir mais além.

Havia algo profundo, primal, pulsando dentro dele. Uma pressão. Um chamado.

Uma necessidade de evoluir.

Ao sentir isso, ele fechou os olhos e respirou devagar.

'Limite, hein…' pensou.

Mas então, uma pergunta passou por sua mente—

Quem foi que decidiu esse limite?

Ele não se demorou nisso.

Porque não importava.

Se havia um limite—então ele o quebraria.

Ele tinha todas as ferramentas. Todas as peças. E assim—

'Morte, me diga como superar esse limite,' ordenou, sabendo que não seria fácil, e sem querer perder tempo adivinhando, já que o sistema provavelmente já sabia a resposta.

E, de fato—

[Você precisará de dezenas de anos de treinamento intenso em apenas uma estatística para superar esse limite. Mas…]

[Você tem mim. Você tem pontos de atributo. Basta injetar uma grande quantidade de pontos de atributo de uma só vez em uma estatística para ultrapassá-la. É claro que a dor será intensa—afinal, você tentará em um só instante o que leva décadas.]

Kaden, com os olhos ainda fechados, assentiu. Ele entendeu bem.

'Quantos pontos de atributo preciso colocar de uma só vez?' perguntou.

[150 pontos de atributo. Você precisará de 150 para passar de 200 para 201.]

Diante dessa resposta, Kaden não pôde deixar de sorrir. Era um sorriso genuíno, satisfeito.

Porque, se era assim de difícil ultrapassar o limite—então as recompensas valiam a pena.

Então, sem hesitar—

'Morte, coloque 150 pontos de atributo em Força.'

E então—

DING!!!!!!!!!!

—Fim do Capítulo 76—

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