
Capítulo 111
Começando com o Nível SSS: Eu Ganho Uma Nova Habilidade a Cada Transmissão ao Vivo.
Tradutor/Revisor: miggigibe
[Aviso: este capítulo possui conteúdo +18 explícito. Caso prefira não ler esse tipo de cena, pule para o Capítulo 113.]
Uma hora antes, Kyle jamais teria imaginado que estaria ali, na casa de Amanda, enterrado entre as pernas dela e confortando-a daquele jeito.
Mas ali estava ele.
— Kyle… nngh… tão apressado… — ela gemeu, enfiando a mão nos cabelos dele enquanto a língua de Kyle lambia seus líquidos.
Kyle apenas rosnou contra a buceta encharcada dela em resposta, e a vibração fez os quadris de Amanda darem um tranco. Ele não estava apressado. Estava faminto.
Ele pressionou a língua contra ela, larga e firme, arrastando-a devagar desde a entrada que vazava até o clitóris inchado, antes de circular o ponto sensível com movimentos curtos e famintos.
O gosto dela inundou sua boca, doce e escorregadio, e Kyle gemeu como um homem que finalmente recebia água depois de dias no deserto.
As coxas de Amanda tremeram ao redor da cabeça dele enquanto era devorada.
Kyle chupou o clitóris dela entre os lábios, passando a ponta da língua rapidamente sobre ele enquanto dois dedos grossos deslizavam de volta para dentro daquele calor apertado.
Ele os curvou fundo, massageando aquele ponto macio a cada investida, enquanto sua boca a trabalhava sem descanso.
— Meu Deus… Kyle… bem aí… — ela choramingou, as costas se arqueando bruscamente para fora da cama.
Ele não diminuiu. Seus lábios beijaram cada centímetro das dobras encharcadas dela, chupando e lambendo de forma ruidosa, e os sons molhados da boca dele contra sua buceta preencheram o quarto.
Kyle alternava entre lambidas longas e lentas, que a abriam, e toques rápidos e trêmulos, que faziam os dedos dos pés dela se curvarem.
Cada ponto sensível recebeu toda a atenção dele.
Amanda se contorcia diante dele, os quadris se esfregando sem vergonha contra seu rosto enquanto o prazer a atravessava em ondas quentes.
— Sim… assim mesmo… não para…
A mão livre de Kyle subiu pelo corpo nu dela. A palma deslizou pelo ventre macio, depois mais para cima, até envolver um dos seios pesados.
Ele apertou o monte macio com firmeza, os dedos afundando na carne enquanto rolava o mamilo rígido entre o polegar e o indicador, beliscando com força suficiente para fazê-la gemer mais alto.
Kyle puxava e torcia o bico sensível enquanto sua boca continuava o ataque lá embaixo, sem desacelerar.
O outro seio dela saltava a cada movimento desesperado de seus quadris.
Kyle soltou o clitóris dela por um instante apenas para arrastar a língua para baixo outra vez, recolhendo a nova onda de umidade que escorria dela, antes de voltar a chupá-la com avidez.
Sua mão deixou o seio dela por um momento para descer, acariciando a cintura e o quadril, e então voltou a subir para amassar os dois peitos ao mesmo tempo, juntando-os enquanto ele enterrava o rosto ainda mais fundo entre as coxas dela.
Amanda estava perdendo o controle. Seus dedos se apertaram no cabelo dele, puxando-o com mais força contra sua buceta encharcada.
Seus gemidos ficaram mais altos, mais quebrados, transformando-se em soluços carentes conforme a pressão dentro dela crescia cada vez mais.
— Kyle… estou tão perto… porra… sua língua é tão boa…
Ele murmurou em aprovação, e a vibração profunda disparou direto pelo centro dela.
Seus dedos se moveram mais rápido dentro dela, curvando-se sem piedade enquanto os lábios se fechavam ao redor do botão inchado e sugavam com força.
A outra mão permaneceu nos seios de Amanda, massageando e beliscando os mamilos no ritmo de cada toque da língua.
O corpo inteiro dela ficou tenso. Suas coxas se fecharam ao redor da cabeça dele quando o orgasmo a atingiu sem aviso.
Um grito alto e rouco rasgou sua garganta enquanto sua buceta espasmava violentamente ao redor dos dedos dele.
Líquidos quentes e escorregadios jorraram, cobrindo a língua e o queixo de Kyle enquanto ela gozava forte sobre seu rosto.
— Kyle… estou gozando… estou gozando… ahhh!
Ele não se afastou. Continuou lambendo e chupando através de cada pulso, bebendo cada gota da liberação dela enquanto seu corpo tremia e se contraía sem controle.
Os quadris de Amanda se ergueram desgovernados contra a boca dele até que as últimas ondas finalmente começaram a desaparecer, deixando-a ofegante e trêmula.
Só então Kyle ergueu lentamente a cabeça de entre as pernas dela.
Seu rosto brilhava com o gozo dela, os lábios e o queixo úmidos e reluzentes. Ele olhou para Amanda com olhos escuros e satisfeitos, lambendo os lábios devagar.
O peito dela subia e descia enquanto tentava recuperar o fôlego. Sem dizer uma palavra, Amanda estendeu a mão até a mesa de cabeceira, pegou alguns lenços de papel e os ofereceu a ele com um sorriso tímido e sem ar.
— Aqui… limpe o rosto — ela sussurrou, a voz ainda trêmula pela intensidade do orgasmo.
Ele jogou os lenços de lado.
— Não preciso disso agora.
Kyle a puxou para cima. A respiração dela ainda estava pesada, mas Amanda não hesitou e se deixou arrastar até ficar de joelhos, as costas inclinadas e o rosto bem diante da ereção dele.
Os olhos dela se fixaram no volume evidente, e sua boca salivou na hora. Amanda se inclinou para a frente, os seios pesados balançando enquanto aproximava o rosto e prendia a lingueta do zíper entre os dentes.
Com movimentos lentos e deliberados, ela puxou o zíper para baixo, e o som metálico pareceu alto no quarto silencioso. Quando ele estava totalmente aberto, Amanda usou os dedos para puxar a calça jeans e a cueca dele para baixo até que o membro grosso finalmente saltasse livre.
O pau pesado bateu direto contra a bochecha dela com um baque macio e carnudo.
O cheiro masculino forte e almiscarado a atingiu como uma droga. Era Kyle em estado puro, cru e intoxicante depois de tantos meses sem ele.
Sua cabeça girou, e a buceta se apertou com força quando uma nova onda de umidade escorreu por suas coxas. Ela quase gozou de novo só com o cheiro.
— Ah… — ela respirou, os olhos tremulando meio fechados em desejo vertiginoso.
Seus lábios se abriram, roçando com reverência ao longo da haste grossa e cheia de veias enquanto ela o inspirava profundamente.
Kyle gemeu baixo na garganta, enfiando uma das mãos com delicadeza nos cabelos dela.
— Dá para ver o quanto você sentiu falta disso.
A língua de Amanda saiu, provando a pele salgada. O sabor dele depois de tanto tempo era eufórico, intenso e viciante.
Ela gemeu alto com o contato, o corpo inteiro estremecendo de necessidade. Sem hesitar, abriu mais a boca e tomou a cabeça grossa entre os lábios, chupando com avidez enquanto girava a língua em torno da ponta que vazava.
— Mmmph…
O gosto explodiu em sua língua, fazendo-a chupar com mais força, afundando as bochechas enquanto movia a cabeça.
Amanda o tomou mais fundo a cada movimento. Seus lábios se esticavam ao redor da largura impressionante, enquanto a mão envolvia a base, acariciando o que ainda não conseguia acomodar.
Ela o chupava como uma mulher carente e desesperada, e sons molhados preencheram o quarto enquanto a saliva escorria pelo queixo dela e caía sobre seus seios balançando.
Seus olhos lacrimejavam, mas nunca deixavam o rosto dele, vidrados de puro desejo.
Ao mesmo tempo, sua mão livre deslizou entre as próprias coxas.
Dois dedos separaram as dobras ainda sensíveis e encharcadas, empurrando-se para dentro de sua buceta molhada.
Ela se penetrava no mesmo ritmo em que usava a boca no pau dele, e os sons obscenos se misturavam aos gemidos abafados em torno da grossura de Kyle.
Ele se apoiou para trás nos cotovelos, observando a cena com um olhar satisfeito.
— Meu Deus, olha só para você — ele rosnou, a voz carregada de prazer.
Amanda choramingou em torno dele em resposta, tomando-o ainda mais fundo até que a cabeça tocou o fundo de sua garganta.
Ela engasgou de leve, mas não recuou. Em vez disso, empurrou mais até que o nariz se pressionasse contra a pelve dele.
Lágrimas de esforço e excitação esmagadora escorreram por suas bochechas enquanto ela o mantinha ali, a garganta se apertando ao redor dele.
Amanda recuou com um arquejo molhado em busca de ar, fios de saliva ligando seus lábios inchados ao pau reluzente dele, antes de mergulhar de novo.
Seus dedos se moveram mais rápido entre as pernas, o polegar esfregando círculos apertados sobre o clitóris inchado enquanto ela o adorava com a boca.
Seus quadris balançavam sem vergonha, esfregando-se contra a própria mão enquanto movia a cabeça com entusiasmo molhado e carente.
A mão de Kyle se apertou nos cabelos dela, guiando o ritmo apenas o suficiente para mantê-la exatamente onde ele queria.
Ele gemeu fundo, os quadris estremecendo enquanto a boca quente e úmida de Amanda o trabalhava com perfeição. A visão dela de joelhos, o rosto sujo de saliva, os seios balançando e os dedos enterrados na própria buceta encharcada, estava deixando-o louco.
— Porra, Amanda… você fica gostosa demais assim — ele rouquejou, observando cada detalhe.
Ela gemeu alto em volta do membro dele em concordância, chupando com mais força, mais rápido, perdida no gosto e no cheiro eufóricos dele enquanto se levava para mais perto de outro orgasmo com os dedos ocupados.
Mas Kyle não ia gastar sua carga dentro da boca dela. O destino era outro.
Ele a parou de repente.
— Agora, seja uma boa garota e vire-se. Você sabe como eu gosto, amor.
O corpo inteiro dela esquentou.
Kyle a queria.
Sem pensar por um instante, Amanda se virou e inclinou a cabeça para a cama, com as costas arqueadas e o traseiro erguido, oferecendo-se inteira a ele.
Kyle sorriu de leve. Ela se lembrava bem demais da preferência dele.