
Capítulo 112
Começando com o Nível SSS: Eu Ganho Uma Nova Habilidade a Cada Transmissão ao Vivo.
Tradutor/Revisor: miggigibe
[Aviso: este capítulo possui conteúdo +18 explícito. Caso prefira não ler esse tipo de cena, pule para o Capítulo 113.]
O jato quente do chuveiro caía sobre eles, a água morna escorrendo pela pele escorregadia dos dois e enchendo o banheiro de vapor denso.
Eles tinham ido ao banheiro para lavar o corpo depois de todo o suor e sexo, apenas para acabarem cedendo ao desejo mais uma vez.
Kyle estava atrás de Amanda, suas mãos fortes agarrando os quadris dela enquanto a penetrava fundo por trás.
A cintura dela tinha o formato perfeito para ele segurar.
O som de pele molhada batendo contra pele molhada se misturava ao tamborilar constante da água atingindo os azulejos.
— Nngh… Kyle… eu estou perdendo a cabeça.
Amanda apoiou as palmas espalmadas na parede fria e lisa, os dedos abertos para se equilibrar.
Cada estocada poderosa do pau grosso de Kyle mandava choques de prazer pelo corpo dela. Amanda teve que morder os lábios.
Sua voz ecoava demais ali dentro, mas o jeito como ele a tomava… Deus, ele sabia exatamente onde ela era sensível.
A água escorria por suas costas, desenhando cada curva antes de pingar dos seios que balançavam e correr em filetes entre suas coxas abertas.
O calor do banho fazia tudo parecer mais intenso.
A pele dela formigava onde o jato a beijava, enquanto o contraste da parede fria contra as palmas a fazia estremecer.
— Porra, você é incrível — Kyle gemeu baixo no ouvido dela, a voz rouca, enviando um arrepio eufórico por sua espinha.
Ele ainda desejava o corpo dela como no passado. A felicidade daquela constatação fez as paredes internas de Amanda se apertarem.
Kyle recuou quase por completo antes de entrar de novo, lento e deliberado no início, deixando-a sentir cada centímetro grosso esticar suas paredes apertadas.
A buceta dela se fechava com avidez ao redor dele, escorregadia e quente, a umidade da excitação se misturando à água do chuveiro que escorria pela haste dele.
Amanda gemeu baixinho, empurrando os quadris para trás para encontrá-lo. Seu traseiro ondulava a cada colisão, e o som da pele batendo agora era mais alto que os gemidos dela.
O ruído obsceno e molhado do pau dele mergulhando na buceta encharcada dela ecoava sob a água.
Ela conseguia sentir cada relevo e veia enquanto ele a preenchia por completo, a cabeça do pau roçando aquele ponto sensível no fundo dela a cada estocada.
Os mamilos dela endureceram em bicos rígidos por causa da água e do ar frio que entrava sempre que a cortina do box se movia.
O ritmo de Kyle acelerou. Seus quadris avançaram com mais força, penetrando-a em uma cadência firme que fazia os seios dela balançarem pesados.
A água respingava entre os corpos deles onde estavam unidos, transformando aquela junção em um deslizar bagunçado e escorregadio.
Ele passou a mão ao redor dela e a desceu pelo ventre, os dedos encontrando o clitóris inchado. Esfregou-o em círculos firmes, acompanhando as estocadas do pau, arrancando da garganta dela gemidos mais agudos e carentes.
— Me diga, como você se sente? — ele murmurou, os lábios roçando a concha da orelha dela. — Consigo sentir você me apertando toda vez que entro.
Amanda gemeu, incapaz de formar uma resposta. Aquilo… aquilo era injustamente prazeroso!
A cabeça dela tombou para a frente, a testa encostando na parede fria enquanto o prazer se acumulava no baixo ventre.
O jato do chuveiro continuava caindo sobre eles, aquecendo seus ombros e fazendo sua pele brilhar.
Amanda se empurrava de volta contra ele, perseguindo o atrito, a respiração vindo em arquejos curtos que embaçavam o ar ao redor de seu rosto.
— Kyle… não para… eu vou… ah…
De repente, Kyle passou um braço ao redor da cintura dela e a puxou contra o peito, mudando o ângulo.
As costas dela se colaram ao tronco dele, a pele escorregadia deslizando junto sob a água que caía.
As estocadas dele ficaram mais curtas, mais profundas, esfregando em vez de golpear.
A nova posição permitia que ele se enterrasse por completo dentro dela a cada rolar dos quadris, o pau mexendo seu interior em círculos apertados e íntimos.
Os olhos de Amanda reviraram, e o corpo ficou mole nos braços dele.
A mão livre de Kyle subiu para envolver um dos seios pesados, amassando a carne macia e molhada.
Os dedos afundaram na plenitude, apertando e erguendo enquanto ele beliscava o mamilo rígido entre o polegar e o indicador, rolando-o devagar.
Amanda arfou, o corpo arqueando contra o toque dele. A sensação disparou direto até seu centro, fazendo sua buceta pulsar e escorrer ainda mais ao redor da haste grossa.
— Isso — Kyle respirou, a voz densa e destinada apenas a ela.
A outra mão dele permaneceu entre as pernas dela, os dedos ainda trabalhando o clitóris com movimentos firmes e escorregadios.
— Sinta, Amanda.
A água continuava cascateando sobre os corpos unidos. O cabelo dela grudava no rosto, e os lábios entreabertos deixavam escapar suspiros suaves toda vez que ele afundava de novo.
A água corria pelo peito dela, sobre a mão dele enquanto brincava com seu seio, e escorria entre suas coxas, onde o pau de Kyle continuava bombeando dentro de seu calor molhado.
O vapor deixava o ar denso e íntimo. Cada respiração parecia carregada com o cheiro de sabonete e sexo cru.
Os gemidos de Amanda ficaram mais altos, sem controle. A cabeça dela pendeu para trás contra o ombro dele enquanto Kyle continuava amassando seus seios, alternando de um para o outro, beliscando e puxando os mamilos até latejarem de prazer.
Os quadris dele nunca pararam as estocadas curtas e esfregadas. A cabeça do pau roçava com insistência aquele ponto áspero a cada movimento, construindo uma pressão profunda e espiralada dentro dela.
— Continua — ela sussurrou sem fôlego, uma mão alcançando para trás para agarrar a coxa dele, as unhas afundando na pele molhada. — Não para… é tão bom.
Kyle gemeu em resposta, os lábios encontrando a curva do pescoço dela. Ele chupou de leve a pele molhada ali enquanto seus dedos continuavam a exploração obscena.
A respiração de Amanda falhou bruscamente enquanto o prazer se enrolava cada vez mais apertado em seu ventre. Era demais.
O estímulo constante em seu clitóris, o atrito profundo do pau dele contra seu ponto G, o modo como a outra mão continuava amassando e beliscando seu seio pesado e molhado, rolando o mamilo rígido entre os dedos. E a forma como ele a beijava… Cada nervo do corpo dela parecia aceso e sobrecarregado.
— Kyle… meu Deus, eu não consigo… — ela arquejou, a voz se quebrando em um gemido carente.
Os joelhos dela cederam de repente. Suas pernas tremeram violentamente quando o orgasmo a atingiu sem aviso.
Um grito agudo rasgou sua garganta, ecoando pelos azulejos molhados. O corpo inteiro dela deu um solavanco forte contra ele, as costas se arqueando bruscamente enquanto ondas poderosas de prazer a atravessavam.
Sua buceta se contraiu violentamente ao redor do pau dele, pulsando e tremulando em espasmos ritmados que o ordenhavam com força.
Os quadris de Amanda tremiam sem controle, dando trancos nos braços dele enquanto ela gozava forte sobre a haste grossa.
Mais líquido escorregadio jorrou ao redor do pau dele, misturando-se à água do chuveiro e descendo por suas coxas em filetes quentes e bagunçados.
Suas paredes o apertavam em contrações fortes e ávidas, uma depois da outra, como se tentassem puxá-lo ainda mais fundo.
Kyle sibilou entre os dentes, o aperto em seu seio ficando mais forte ao senti-la desmoronar. Ele não parou de se mover.
Suas estocadas curtas e esfregadas continuaram durante o clímax dela, prolongando cada tremor e sobressalto que sacudia seu corpo.
A cabeça de Amanda tombou pesada contra o ombro dele, a boca aberta em gritos silenciosos enquanto seu corpo continuava tremendo.
Suas coxas tremiam, os dedos dos pés se curvando contra o piso molhado do box enquanto a buceta continuava pulsando ao redor dele em ondas longas e vibrantes.
O prazer avassalador embaçou as bordas de sua visão. Ela mal conseguia se manter de pé, dependendo completamente do braço forte de Kyle ao redor de sua cintura para não desabar.
— Droga, Amanda — ele murmurou com calor contra o pescoço dela, a voz carregada de excitação. — Você quase arrancou isso de mim.
O orgasmo dela parecia se estender para sempre, cada nova contração enviando outro choque por seus membros.
Seus seios subiam e desciam a cada respiração irregular, os mamilos doloridos pela atenção anterior dele, a água ainda escorrendo sobre a pele corada e sensível.
Os quadris dela deram um último movimento trêmulo contra ele antes que os espasmos intensos começassem a diminuir, deixando-a mole e tremendo nos braços dele, ofegante sob o jato morno.
Abrindo as pálpebras devagar, ela disse:
— Você pode continuar… eu sei que ainda não terminou…
Kyle soltou uma risada baixa.
— Bem, olhando para o seu estado, sinto que eu estaria só usando seu corpo para gozar.
— E eu quero que você faça exatamente isso.
Ela murmurou antes de plantar um beijo no canto dos lábios dele.
O membro quente dele teve um leve sobressalto.
Essa garota…