
Capítulo 110
Começando com o Nível SSS: Eu Ganho Uma Nova Habilidade a Cada Transmissão ao Vivo.
Tradutor/Revisor: miggigibe
[Aviso: este capítulo possui conteúdo +18 explícito. Caso prefira não ler esse tipo de cena, pule para o Capítulo 113.]
Eles já tinham feito aquilo muitas vezes no passado. Por isso, Kyle não ficou chocado ao ver a namorada de repente tomando a iniciativa na cama. Ainda assim, a situação o pegou de surpresa.
Para ser sincero, vê-la com aquela lingerie preta era uma provocação enorme. Era a cor favorita dele, e esse era justamente o motivo de Amanda ter tantas peças íntimas daquele tom no armário.
Mesmo excitado ao vê-la daquele jeito, Kyle se agarrou ao pouco autocontrole que ainda tinha e decidiu confortá-la primeiro… só para acabar caindo na cama, com a namorada montada sobre ele.
Os olhos dela pareciam febris. Os lábios estavam pesados, e os quadris balançavam de leve sobre os dele. Ela sabia exatamente o que estava fazendo e, porra, estava funcionando.
— Amanda — ele murmurou, segurando-a pela cintura.
O corpo dela tinha o formato perfeito para suas mãos.
A pele fria de Amanda parecia queimar sob o toque dele, arrancando dela um gemido de prazer.
— Amanda… — ele chamou de novo. — Essa é a sua forma de fugir das coisas? Você está tão abalada que quer esquecer tudo desse jeito?
Kyle perguntou sem impedi-la, apenas tentando se certificar de que ela não estava confundindo as coisas.
Amanda apoiou a mão no peito dele e se inclinou para a frente.
Seus seios fartos se pressionaram contra ele. No escuro, seus olhos pareciam mais nítidos, e a respiração dela banhava o rosto dele.
De algum modo, ela estava ficando quente sob o toque dele. A simples presença dela era uma embriaguez à qual ele não conseguia resistir, muito menos ignorar.
— Kyle… importa por que isso está acontecendo? Eu senti sua falta… nós não fazemos isso há meses. Você parou de me tocar, e eu fiquei sozinha.
Ela pegou a mão dele e a levou ao próprio rosto.
Pressionando-a ali com firmeza, Amanda disse:
— Você nunca precisou de um motivo para me tomar.
Kyle soltou um suspiro breve e a virou na cama.
O colchão afundou mais quando ele ficou de joelhos, pairando sobre ela, com o antebraço apoiado ao lado do rosto dela e a outra mão envolvendo sua bochecha.
— Amanda… você sabe o quanto estou mal conseguindo me segurar aqui.
Os lábios dele se aproximaram do rosto dela, e então um beijo lento, quase um roçar, pousou na base de sua orelha esquerda, fazendo-a suspirar de prazer e inclinar a cabeça.
Os dedos dele deslizaram para baixo, descendo pelo pescoço dela e deixando um rastro ardente pelo caminho antes de alcançar seu seio.
Quando roçaram o bico sensível, Amanda tremeu sob o toque dele. Seu corpo ficou rígido, e o calor se acumulou entre suas pernas.
— Kyle… — ela gemeu, com uma voz carente que o instigou a ir mais longe.
A mão dele finalmente envolveu a parte de baixo do seio dela. O tecido do sutiã era grosso, mas Amanda ainda conseguia sentir o calor da pele dele atravessá-lo.
Ela esfregou as coxas uma na outra, mas Kyle não deixou que fizesse isso por muito tempo.
Com os pés, ele separou lentamente as pernas dela e arrastou o joelho para cima, esfregando-o contra sua parte mais íntima.
— Nngh… Kyle… eu…
Kyle sorriu. Talvez fosse por ter passado tanto tempo, mas ela estava sensível demais naquele momento.
— Olhe para mim — ele disse, e o tom baixo soou como uma ordem.
Amanda obedeceu, os olhos agora marejados.
— Você odiou tanto assim a ideia de pertencer a outra pessoa?
Os dedos dele abriram devagar o fecho frontal do sutiã.
Os seios pesados surgiram de imediato, derramando-se para os lados.
A mão dele ergueu lentamente o seio esquerdo dela, massageando-o enquanto a ouvia dizer:
— Sim… eu odeio a simples possibilidade de alguém ficar ao meu lado que não seja-mmm…
O gemido escapou perto do fim, quando os lábios dele encontraram os dela em um beijo ardente.
A boca de Kyle se chocou contra a dela, transmitindo uma fome evidente naquele contato. A língua dele passou pelos lábios de Amanda, reivindicando-a em um beijo profundo e úmido que não deixava espaço para palavras nem hesitação.
Amanda gemeu dentro da boca dele, o corpo arqueando desesperado ao sentir a necessidade crua que vinha dele.
Ele interrompeu o beijo apenas para arrastar os lábios pelo maxilar dela, chupando e mordiscando a pele sensível de seu pescoço enquanto sua mão amassava o seio pesado. O polegar rolava sobre o mamilo endurecido, torturando-a com um prazer doce demais.
— Você já está pingando… dá para perceber. Foi mesmo frustração que fez você me empurrar, ou você só queria transar e armou toda essa situação?
As palavras dele a fizeram choramingar. Ela tentou fechar as coxas de novo, mas Kyle empurrou o joelho com mais força entre elas, pressionando o tecido áspero da calça jeans contra a calcinha encharcada.
Entre os gemidos baixos, ela reclamou:
— I-Isso é ruim? Querer meu namorado?
Ele sorriu e balançou a cabeça. Nem um pouco. Era obcecado demais por ela para rejeitá-la.
Sem aviso, Kyle abaixou a cabeça e prendeu um mamilo inchado entre os lábios. Chupou com força, a língua passando rápido pelo bico sensível enquanto seus dedos beliscavam e torciam o outro.
Amanda gritou, as costas se arqueando para fora da cama quando um prazer agudo disparou direto até seu centro.
— Ahh… Kyle! Sim… assim mesmo…
Ele soltou o mamilo com um estalo molhado, deixando um fio fino de saliva ligar sua boca ao bico brilhante dela. A mão de Kyle desceu mais, os dedos enganchando no cós da calcinha preta.
Com um puxão ágil, ele a arrancou pelas pernas dela e a jogou de lado, expondo sua buceta encharcada.
— Droga — ele sibilou, os olhos escurecendo enquanto encarava as dobras inchadas e escorregadias dela. — Você está toda molhada aqui embaixo.
Amanda pressionou o antebraço contra os olhos, envergonhada e excitada ao mesmo tempo.
Ele não teve pressa. Em vez disso, deixou as pontas dos dedos deslizarem sobre os lábios externos dela, mal tocando, apenas traçando círculos preguiçosos naquela pele úmida e inchada. Cada roçar leve mandava faíscas pelo corpo dela.
Amanda choramingou baixinho e tentou erguer os quadris em busca de mais atrito, mas Kyle a pressionou com delicadeza para baixo, a outra mão firme em seu quadril.
— Paciência, amor — ele murmurou, inclinando-se para beijar a lateral do pescoço dela. — Quero sentir cada centímetro de você primeiro.
Os dedos dele finalmente separaram suas dobras, deslizando pela umidade abundante. Ele a explorou devagar, mapeando-a com movimentos deliberados, traçando desde a entrada até o clitóris inchado e depois voltando, cobrindo os próprios dedos com o líquido dela. Os sons obscenos e molhados eram baixos no início, mas ficaram mais altos conforme ele brincava com ela.
Kyle circulou o clitóris dela com a polpa do dedo médio, aplicando pressão suficiente para fazê-la arfar. Então passou a estimulá-lo com toques leves, rápidos e ritmados, fazendo as coxas dela tremerem e a respiração falhar.
As mãos de Amanda se fecharam nos lençóis enquanto o prazer crescia em ondas lentas e provocantes.
— Kyle… meu Deus… — ela gemeu, a voz trêmula.
Seus líquidos agora fluíam livremente, escorrendo entre as nádegas e caindo nos lençóis. Kyle gemeu ao ver aquilo, o próprio membro duro forçando contra a calça jeans.
— Você está fazendo uma bagunça aí embaixo, Amanda. Ouça o quanto está molhada.
Por fim, ele deslizou dois dedos grossos fundo dentro dela, curvando-os para cima para massagear aquele ponto sensível e macio enquanto o polegar assumia o estímulo no clitóris. A dupla sensação fez Amanda gritar, as costas arqueando bruscamente para fora da cama.
— Meu Deus… Kyle… isso é tão bom…
Ele começou a mover os dedos devagar, saboreando a forma como as paredes dela se apertavam e tremulavam ao redor dele, cobrindo sua mão com ainda mais umidade. Então aumentou gradualmente o ritmo, penetrando-a com os dedos enquanto o polegar mantinha o ritmo implacável sobre o clitóris.
Justo quando o calor começou a subir e ela sentiu que se aproximava daquele pico depois de tanto tempo…
— Hora de provar você — Kyle disse, retirando os dedos antes de mergulhar entre as pernas dela.
Os olhos de Amanda se arregalaram… seu coração não estava preparado para aquilo!