War Queen

Volume 2 - Capítulo 128

War Queen

<— Sargento *^&**^&*, Sexto *^&**^&*. Quanto mais você precisa, inse-… uh. Batedor!

— Quinze batidas. — Ele transmitiu a resposta dos vinte ou mais que perfuravam descontroladamente a casca do monstro de metal amassado, usando foices cegas para serrar placa após placa, apenas para encontrar mais por baixo. — Muitos humanitários hostis na colina. Todos os soldados foram obrigados a desencorajar o seu avanço. Os servos não têm foices para danificar o casco. — Alguns quebraram as esporas e as garras. Dos guerreiros- servos protetores, lanças e pedaços grosseiros de sucata de metal foram passados para cima, usados por arfadores sangrentos e membros torcidos enquanto cavavam e rasgavam.

<— Quinze. Não temos nem cinco, inseto. —> O azul permaneceu de joelhos, abaixado, as luzes pairando sobre seu braço piscando e girando em orientações que sem dúvida soletravam o que o alienígena já estava latindo. <— Ordene que suas tropas comecem a se retirar.

<— Você não pode fazer isso!

— Os ataques hostis estão enfraquecidos! Devemos atacar! Devemos atacar! — A canção, frenética e desafiadora, explodia dos soldados servis por toda a área. Os verdadeiros soldados que tentaram o cerco recuaram, abatidos enquanto tentavam subir a colina. A mais próxima, uma fêmea desnutrida e mal-formada, esfregou as pernas repetidamente no abdômen de Skthveraachk. — Nós protegeremos os humanitários! Vamos matar humanitários!

— Casca! Frenético sem música! Você permanece! Você distrai! Os soldados matarão, você morrerá pelos soldados! — Raiva nascida da desarmonia. A rejeição do novo, a aceitação da garantia do antigo. Skthveraachk tentou relegar ambos à linha de base, a batida, enquanto sua própria voz conduzia a composição. — Recebemos ordens de sair?

<— Ela não pode dar essa ordem, estes são homens de infantaria- <— O comandante Devries está retirando nosso apoio aéreo em pouco menos de duas batidas, sargento! Você quer ficar aqui sem cobertura de drone?!

<— Tenho pelo menos seis soldados ainda vivos lá, não vamos deixá-los para os Escavadores! Recebo minhas ordens do meu próprio comando, e o Coronel diz para não entregarmos nosso povo ao inimigo!

Conflito. Mais confusão. Pensadores discordantes.

‘Rainhas discordantes?’

Ele amaldiçoou os alienígenas e sua incongruência para as cavernas. Este não era seu papel.

— O que ocorrerá em duas batidas?

<— Eu acabei de dizer, perdemos nossos wyverns e robôs, você tem certeza de que o bracelete está funcionando corretamente?

— Não pretendo questionar a falibilidade dos dispositivos humanitas. — Descasque sua mente solta também: — O que significa perder essas coisas?

<— Que seremos alvejados tanto de cima como de frente.

Insustentável. Ele sabia qual seria a resposta muito antes de terminar a descrição dos eventos, enviá-los através do clamor da batalha e ouvir de volta do mais veterano dos soldados.

— Então devemos partir em menos de duas batidas. Começaremos a retirada.

<— Não! Você não pode- Desligou.

‘Ignore a garra que aponta e a perna, o braço e o apêndice balançando. Pense, como um pensador. Soldados, servos e cuspidores.’

A Rainha o enviou aqui para aconselhar, porque ele conhecia os Humanitas.

De que adiantava conhecê-los, quando não havia nada que ele pudesse fazer a respeito? Prioridade, salvar vidas da Soberania. Secundário, tudo mais. Ele era um batedor. Objetivo, à vista. Identifique o obstáculo.

— Podemos destruir o wyvern em duas batidas?

— Sim. Restam setenta e dois soldados, se todos fossem forem de volta.

— Destruir o Wyvern mataria os humanitas lá dentro.

— Podemos desmantelar o wyvern em duas batidas?

— Não, a velocidade só é possível se não houver precisão. Não é possível destruir o wyvern sem destruir os humanitários.

— Não podemos destruir o wyvern. Não podemos abrir o wyvern. Devemos mover o wyvern.

— Possível?

— HUMANITA EM PERIGO! — A fêmea desengonçada estava sobre ele antes mesmo que Skthveraachk registrasse completamente o sinal de alarme, sua garra romba enfiada dolorosamente na abertura de sua segunda perna. O aviso aproximando os outros soldados servis, os soldados alertando. Ele não tinha certeza de como o criado poderia ter visto; mesmo quando a cabeça do batedor virou, seus olhos avançados mal distinguiram a silhueta do inimigo que mirava na colina.

O ângulo, altura, do vermelho e do preto da casca do alienígena. A funda caiu. Escudo de carapaça e metal foi levantado. Os dois flashes brancos atingiram o centro da armadura, um após o outro, e queimaram direto.

A perna dianteira foi jogada para trás, o sangue fervendo, a carne se expandindo e o membro explodindo quando a fêmea caiu dele. Os servos agarraram e arrastaram o humanita congelado para perto de seu companheiro, deixando o drone onde ele havia caído.

— HUMANITA EM PERIGO! HUMANITA EM PERIGO!

— Humanita seguro! Papel bem-sucedido! Humanita segura! — Foi o que você cantou. Foi o que você aplaudiu. Soldado, pupa, designação híbrida malformada e não natural; papel era papel. O sucesso era tudo que havia. O servo continuou a ter espasmos, mas parou de emitir sinais de perigo. Exalando felicidade em meio à agonia. Skthveraachk sentiu o sangue na crista e tremeu como uma haste solitária. — Possibilidade incerta. Deve tentar independentemente. Chame todos os soldados.

— A frente ficará exposta!

— Reatribua todos os servos e drones para a frente.

— Os híbridos não podem ter sucesso onde os soldados falham!

— Os híbridos defenderão até que os humanitários estejam seguros! Todo o resto é irrelevante!

— Somos soldados! — Não foi o drone caído quem cantou agora, mas os gritos que surgiram daqueles que apertavam as pernas em torno de hastes pontiagudas e apertavam escudos circulares contra seus corpos eram inabaláveis. — Somos cuspidores! Rainha comanda! Nós vamos matar!

— Terá oportunidade. Se nada mais. — O bracelete foi reativado e o balbucio do enviado do céu o alcançou. Percebendo que o alienígena ainda estava preso, com tanta delicadeza que infringiu a alegação de terror, por um par de pequenos servos. As ondas de suas antenas eram frenéticas enquanto ele as afastava. — humanita ferido? Humanitário danificado?

<— Por que isso faria isso? *^&**^&*, naquela distância eu não teria-…por que ele pularia assim, por que- — humanita! Você está ferido?! — O terreno estava vivo agora. Soldados, cuspidores esgotados, fluíram morro abaixo e em direção ao acidente sob as rajadas dispersas, mas ainda presentes, de lanças aquecidas. Serviçais, drones, híbridos, saltando de suas coberturas e do casco da nave, agarrando qualquer sucata ou salva que pudesse ser arrancada do wyvern, dos mortos ou dos moribundos. Cada casta guerreira enfiava suas mandíbulas na parte inferior da aeronave, empurrando, testando e agarrando em preparação. — Nós saímos! Humanitário deve partir!

<— Sargento, me escute, arrume suas fezes em uma fileira e volte! —> O azul não precisava de mais incentivo. Talvez olhando, mesmo que brevemente, para o casco balançando e gemendo do navio, mas nada mais. O vermelho não conseguia desviar o olhar do híbrido caído. Restos de suas duas patas dianteiras se contorcendo no ar, atordoados, conscientes o suficiente apenas para começar a se debater se outro se aproximasse demais.

<— Não vou embora sem eles!

— Vamos resgatá-los! Prioridade, preservar a vida humanita! Serei forçado a carregá-lo se você recusar. Não recuse. Por favor. — Não exatamente implorando, ele pediu com toda a paixão de sua voz. As memórias exibindo vividamente os danos causados pela luta, gritando o macho da Soberania que havia sido arrastado do ninho menor fora de Guir. O dano necessário para salvar vidas. — Nós vamos. Juntos.

— Levantem! Todos! Levantem! Juntos!

Os soldados feridos, ainda capazes de funcionar, abriram caminho até os destroços e, com pernas trovejantes, começaram a bater no casco. Para cantar. Para definir o ritmo e acompanhar o ritmo.

— Levantem! Todos! Levantem! Juntos!

Não era o cadáver de uma chaerilite, nem os restos de uma lucanita caçada; não podiam rasgá-lo em pedaços, transportá-lo aos poucos. Foi mesmo feito, projetado, nascido para ser movido assim? Não era o seu papel. Não era da sua conta.

Balançou, levantou-se e, quando se formou uma lacuna, os corpos se lançaram para baixo. Apoiados nas rochas, empurrando para cima com seus núcleos. Os que estavam nas bordas hesitaram por um momento, e dois abaixo da extremidade mais distante foram esmagados. O resto compensou.

— Levantem! Todos! Levantem! Juntos!

Se alguém hesitasse, seu irmão morreria. Se alguém se esquivasse de sua parte na carga, os destroços cairiam. Eles não eram humanitários. Eles não se desviaram. Eles não questionaram. Vinte corpos. Quarenta. Sessenta. Quatro morreram criando-o, mais morreriam largando-o. Mas se moveu.

<— Sargento! —> Garras batiam de acordo com a batida do coração, a respiração do núcleo. Soldados no topo dirigidos; soldados abaixo governavam. Eles cantaram sobre os Fundadores, sobre o imóvel Ch’e, sobre o represamento do Kheehrspass e sobre os dez mil afogados. Cada passo fazia o chão tremer, cada golpe da lança no casco enviava surtos de medo, mas eles marchavam como um só e com um só. <— Atrás daquele Wyvern, agora!

‘Hesitação. Mesmo agora?’

Ramos de ouro dançantes, que esperança teria a colônia se o batedor fosse alguém que a Rainha considerasse conhecedor. o Azul fugiu de volta, cercado e protegido. Vermelho deu um passo. Hesitou. Olhou para a híbrida feminina caída. E agarrou-se a isso.

<— Você! Batedor! Ajude-me!

— Guerreiro servil Skthveraachk! Não se mexa! Humanitário! Humanitário! — O terror abjeto da sombra do céu o encheu, um breve sonho acordado atraindo para ele a imagem potencial do drone ferido, se debatendo, cortando a cabeça do humanita. Misericordioso era o plano do compositor para a música do híbrido. Sentiu o toque. Registrei-o como estrangeiro. E congelou instantaneamente. — humanita, por favor, não é necessário- <— Me dê uma mão, descasque!

‘Uma mão?’

Havia mãos em algum lugar do campo de batalha. Não, ilógico. Idioma. Palavras que significavam mais do que significavam.

‘Ajuda. Por quê? Irrelevante.’

A prioridade foi realocada, o drone descartado foi marcado quando o batedor se aproximou e empurrou seu abdômen contra ele. Manchando-o com sinais para os consertadores e depois levantando-o com mandíbula e garra.

<— Vamos colocar… ela? Ele? —> Nervos frenéticos, desejo incerto anulado por impulso irracional. Nenhuma medida para questionar, nenhuma razão para ponderar.

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