
Capítulo 13
Entomologista Do Clã Tang De Sichuan
O Clã Dang de Sichuan 3
Assim que se pisa em frente ao Portão Gujinmun, que se ergue imponente na entrada do clã Dang, as pessoas começam a surgir em massa.
Aqueles que saíram correndo saudavam o patriarca, parabenizando-o pelo seu retorno.
Como eu ainda não tinha sido apresentado como membro da família, vinha logo atrás do vice-comandante, observando-o de soslaio, quando as vozes dos guerreiros ecoaram em coro.
“A senhorita está descendo!”
“A jovem senhorita está vindo!”
Ao ouvir que a jovem senhorita estava se aproximando, olhei por cima do ombro do capitão em direção ao cume da montanha distante e vi uma mulher vestida de seda vermelha voando em minha direção como uma fada celestial.
‘Que loucura...’
Tive a ilusão de um feixe de luz explodindo do céu.
Será que ela tem uma aura própria?
Eu também era um YouTuber de bastante sucesso na minha vida anterior e, por incrível que pareça, veneno é um ótimo tema para associar a mulheres.
Não tenho medo de cobras.
Não tenho medo de insetos.
Muitas celebridades femininas e YouTubers bonitas já me pediram para fazer parcerias, querendo mostrar tanto uma imagem de mulher forte quanto aquela reação clássica de gritar de pavor, então eu achava que já estava bem acostumado a lidar com mulheres bonitas.
Até porque eu já tinha colaborado com três das atrizes consideradas as mais belas da Coreia do Sul.
Contudo...
Havia algo de diferente naquela moça.
Não era apenas a sua origem, mas sua linhagem, sua aura, sua própria existência era de outro nível.
Ela era o tipo de mulher que deixaria no chinelo qualquer uma que vi na minha vida passada.
Não, se aquela moça ficasse lado a lado com as mulheres que conheci na minha vida anterior, tenho certeza de que todas elas não passariam de meras decorações de prato perto dela.
Uma verdadeira ladra de cores humana.
‘Aquela é a filha do patriarca?! A esposa dele deve ser uma beleza extraordinária... A esposa salvou a genética da família. Com certeza.’
Foi exatamente nesse momento, ao pensar que a família fora salva pela matriarca e que o futuro do Clã Dang de Sichuan era radiante, que...
“Pai!”
“Hwa-eun, você está se sentindo bem?”
“Sim, meu pai. Peço perdão pelo transtorno.”
“Não precisa se desculpar, o que importa é que você está saudável. Ah! Tenho alguém para lhe apresentar.”
Assim que ela pousou suavemente diante do patriarca, fui subitamente apresentado.
Quando o capitão se afastou a comando do patriarca, minha aparência maltrapilha ficou exposta.
Afinal, eu estava há quase um mês sem tomar um banho decente.
Fiquei com tanta vergonha que quis me enfiar em um buraco, mas não podia ignorar as saudações como um novo contratado.
Intimidado por sua beleza e envergonhado por meu estado deplorável, dei um passo acanhado à frente, e então ouvi o patriarca me apresentar.
“Ah, So-ryong. Esta é minha filha, Dang Hwa-eun. O que você tinha dito mesmo? Cheiro de mato? Perfume de ervas? Ah! Isso mesmo. Um tufo de mato! Sim, esta criança é um tufo de mato.”
“Como?!”
“Como?!”
Os olhares surpresos dos guerreiros ao redor se voltaram para mim.
Eu já tinha ouvido muitas histórias de funcionários sendo esmagados como formigas devido às piadas sem graça de seus CEOs ou presidentes na minha vida passada, mas nunca imaginei que seria a minha vez.
Eu tinha verificado tudo minuciosamente antes de me juntar a eles, mas meu erro foi não perceber o desejo absurdo de fazer piadinhas de quem me contratou.
‘Esse é o tipo de piada que o CEO sempre contava, onde só ele se diverte enquanto os funcionários abaixo dele morrem de vergonha... Quem diria que o patriarca teria um desejo tão insaciável por piadas idiotas!’
A primeira impressão da filha do presidente foi parar no fundo do poço por causa da piada dele.
A filha do presidente me olhou com uma expressão perplexa.
E com razão, pois se você chama uma mulher de mato, que mulher gostaria disso?
Mesmo na minha vida passada, a palavra ‘mato’ era uma gíria usada para descrever uma mulher sem graça.
‘Droga! Minha vida nessa família já vai começar toda errada? E logo com a filha do chefe... Mas por que raios ele a chamou de matinho? E quando foi que eu me chamei de parasita?’
Em meio a esse absurdo, tentei me lembrar de quando teria dito que era um encostado.
Eu precisava entender a situação para ao menos me desculpar.
Caso contrário, teria apenas que deixar isso de lado como um mal-entendido.
“...Claro, não é por nada, mas minha filha é uma das Três Flores das Planícies Centrais[1], e...”
“Espere um instante!”
“O que você acabou de dizer?!”
“Hã? Ah, você é jovem, mas ainda é um homem, não é? Isso mesmo! Ela é uma das Três Flores das Planícies Centrais...”
“Não, não essa baboseira. Antes disso.”
“Hã?!”
‘Não... Não pode ser. Será? Não, é impossível.’
Era uma situação bizarra que excedia as funções cognitivas do meu cérebro.
Se bem me lembro, aquela fada — quer dizer, a filha do presidente — era um dos benefícios que o patriarca estava me oferecendo.
‘Wei Xiaolong, caia na real! Para ser sincero, ela é uma mulher linda, então é normal que no instante em que a veja você pense em coisas como: quando vamos nos casar? Ou qual será o nome do nosso terceiro filho? Qualquer um pensaria nisso, afinal, você é um homem.
Mas ela é a filha do presidente. Deve haver algo de errado com ela.
Isso é claramente uma falha na minha memória! Uma deusa dessas para um órfão como você, vinda de uma família tão grandiosa...’
É, isso era ridículo.
Tudo o que fiz para salvar a filha moribunda do patriarca foi indicar onde a Centopeia de Coroa Verde[2] poderia estar.
Mas me entregar a filha dele em casamento era um absurdo.
Recobrei a lucidez e a cumprimentei para tentar descontrair aquela situação embaraçosa.
“P-Patriarca, o senhor está muito... Fico feliz em conhecê-la, senhorita. Meu nome é Wei Xiaolong. Soube que estava muito doente, e fico feliz em ver que se recuperou.”
“Hã? Ah... É um prazer conhecê-lo. Meu nome é Dang Hwa-eun, a Flor Venenosa. Gostaria de agradecer ao jovem mestre por salvar minha vida. Eu, Dang Hwa-eun, jamais esquecerei este favor pelo resto da minha vida.”
Após os cumprimentos desajeitados, o patriarca sorriu e disse:
“Hwa-eun, você terá que pagar por este favor pelo resto da sua vida.”
“Sim, claro, meu pai. Não gravarei esse favor apenas na pedra, mas sim nos meus próprios ossos. Vou guardar essa gratidão profundamente e retribuí-la ao jovem mestre[3].”
“Essa é a minha filha.”
Terminada a conversa, o patriarca começou a subir as escadas com a filha à sua direita e eu à sua esquerda.
Foi quando segui o senhor e adentrei as dependências do Clã Dang de Sichuan.
— E então? Quer colher um louro?[4]
A voz do patriarca parecia ressoar diretamente na minha cabeça.
Tendo vindo até Sichuan, eu já tinha ouvido falar sobre a Transmissão de Som[5] no mundo das artes marciais e até presenciado uma demonstração do vice-comandante, então soube de imediato do que se tratava.
Assim, quando olhei para o rosto do patriarca, ele estava me encarando com um semblante travesso.
‘É-É verdade?! Então, quer dizer que o louro é aquela moça...’
Minha mão cobriu minha boca automaticamente em sinal de surpresa, e balancei a cabeça freneticamente antes mesmo de me dar conta da pergunta do patriarca.
Como se estivesse confirmando aquilo.
Eu estava tão chocado que cheguei a tremer...
De verdade.
O cumprimento constrangedor que começou com a piada do pai havia terminado.
Ela havia imaginado várias facetas do misterioso jovem mestre, mas, ao contrário do que Dang Hwa-eun esperava, a primeira impressão dele era lamentável.
A viagem devia ter sido dura, mas, acima de tudo, ele parecia extremamente magro por não se alimentar direito, e suas roupas estavam em frangalhos.
Seu avô dissera que ele vivia nas montanhas caçando cobras e comendo pedras, então ela pensou que talvez fosse verdade.
No entanto, Dang Hwa-eun ficou muito satisfeita com o comportamento polido dele, considerando que vivera isolado nas montanhas.
Ela temia que ele pudesse ser um delinquente ou algo do tipo, já que decidira cuidar dele como um irmão mais novo de verdade, mas com aquela personalidade, não haveria com o que se preocupar.
Por isso, Dang Hwa-eun ordenou que suas servas preparassem refeições fartas todos os dias e prometeu providenciar pessoalmente roupas novas e banhos para ele.
Como havia recebido um grande favor, era natural retribuí-lo.
Assim, Dang Hwa-eun chegou diante dos aposentos do lado esquerdo do Sihewon[6], onde apenas a linhagem direta da Família Dang residia, acompanhada por seu pai e pelo jovem mestre.
Sua mãe e seu avô os aguardavam à frente, ambos contentes com o retorno do patriarca.
“Você voltou?”
“Este filho retornou, meu pai.”
“Sim, obrigado pelo seu árduo trabalho. Faz tempo que não temos visitas aqui. Por favor, sinta-se em casa.”
“Obrigado pela hospitalidade, senhor.”
“Você voltou? Venha para dentro.”
“Querida, como tem passado? Deve ter sido difícil para você.”
“Não passei por nada difícil. Quem sofreu foi o patriarca. A propósito, o jovem mestre que ajudou a salvar Hwa-eun é este rapaz? Muito obrigada, jovem mestre. Nossa família jamais esquecerá a benevolência do nosso benfeitor.”
“Não fiz grande coisa, mas agradeço imensamente pela recepção.”
Após mais alguns breves cumprimentos,
Como aquela era a área residencial privada da linhagem direta do Clã Dang, a mãe estava prestes a encaminhar o convidado para a ala de visitas.
“Servas, preparem o banho para o nosso convidado e ofereçam a ele o melhor quarto da ala de visitas...”
“Querida, por favor, acomode nosso convidado em um dos quartos dentro do Sihewon.”
“O quê?! Você está falando da Ala Leste?”
A mãe se surpreendeu com as palavras do marido.
O avô também arregalou os olhos e indagou:
“Você disse para acomodar o convidado nos aposentos internos?”
A parte interna do Sihewon, acessada após cruzar o Portão Suhwamun, era restrita exclusivamente aos membros da família. A Ala Leste, localizada ainda mais adentro, compartilhava o jardim traseiro, o que tornava a decisão espantosa.
Compartilhar aquele pátio interno era privilégio exclusivo dos parentes consanguíneos diretos e, além disso, aquele espaço dava acesso direto aos aposentos de Dang Hwa-eun.
As jovens senhoritas de famílias nobres não costumavam ultrapassar o Portão Suhwamun sem um motivo especial antes do casamento, por isso o espanto ao ceder a Ala Leste, que dividia o jardim interno dos fundos em vez do pátio externo.
Afinal, ele estava pedindo para compartilhar o mesmo espaço com a própria filha.
“Sim, meu pai. Por favor, entrem todos. Tenho um assunto urgente a tratar.”
Mesmo sendo um benfeitor, aquilo parecia excessivo.
O convidado, que parecia desconfortável sem entender o que acontecia, foi conduzido pelas servas à Ala Leste, enquanto Dang Hwa-eun acompanhou os adultos até o salão principal usado por seus pais.
Então, como esperado, o avô foi o primeiro a se pronunciar.
Ele questionou o filho, sem compreender a atitude dele:
“Por que trouxe o jovem mestre para a Ala Leste? Aquele é um local de convivência íntima. Acomodar um convidado ali me parece excessivo. Sem contar que Hwa-eun, que ainda é solteira, também mora lá.”
Enquanto a mãe e Dang Hwa-eun assentiam diante da indagação do avô, o pai explicou com um sorriso:
“Preciso lhes contar o que aconteceu primeiro. Foi depois que me separei do meu pai. Quase morri em um templo confucionista abandonado onde fui procurar um erudito.”
“O quê?!”
“Como?!”
Os adultos ficaram alarmados ao ouvir que ele quase perdera a vida.
Nesse instante, o pai tirou um livro de suas vestes e o colocou sobre a mesa.
“O que... o que é isso?!”
“A-Arte do Veneno de Sangue[7]! Como esse manual maldito veio parar em suas mãos?!”
Se você pertence ao Clã Dang, com certeza já ouviu falar disso ao menos uma vez.
Afinal, aquela era a técnica marcial de Tak Yun-yang, o grande demônio que outrora fora derrotado pelo avô.
“Parece que Tak Yun-yang não tinha morrido pelas mãos do meu pai, mas continuava vivo, remoendo seu ódio na Ilha de Hainan[8].”
“Aquele maldito Tak Yun-yang! E então, o que aconteceu? Se ele estava vivo, não deve ter sido nada fácil derrotá-lo!”
Seu avô costumava contar que precisou trocar quinhentos golpes com ele antes de conseguir desferir o golpe decisivo. Por isso, devia ter sido extremamente difícil para seu pai superá-lo.
Enquanto todos se indagavam sobre o desfecho da luta, a resposta do pai deixou os três estupefatos.
“Tak Yun-yang, o Rakshasa da Mão de Sangue, morreu pelas mãos do jovem mestre.”
“O quê?! Aquele rapaz?!”
“Como assim, aquele garoto?”
Os relatos que se seguiram para a família atônita foram tão extraordinários quanto a própria façanha.
Começando pelo fato de o jovem mestre ter chocado o ovo da Centopeia de Coroa Verde.
Ninguém conseguia acreditar na história de que o filhote do Rei de Coroa Verde havia derrotado Tak Yun-yang.
Todos ficaram maravilhados com a explicação do pai de que o jovem mestre possuía um talento genial para criar criaturas peçonhentas e uma habilidade extraordinária para identificá-las.
Ficaram igualmente impressionados com o fato de que, ao vasculhar a Ilha de Hainan em busca do esconderijo de Tak Yun-yang, o jovem mestre descobriu pessoas que sofriam de uma enfermidade estranha e desvendou que a causa de tudo era um verme parasita.
“Quer dizer que ele tem esse tipo de talento?”
“Sim, pensamos que havia sido apenas uma feliz coincidência, mas descobrimos que a verdadeira benção não foi a ajuda do jovem mestre, mas sim o próprio jovem mestre.”
“Haha. Eu jamais imaginaria que um tesouro desses existisse.”
E o desfecho da história contada pelo pai foi o ápice de tudo o que fora dito até então.
Pois, da boca de seu pai, surgiu o relato sobre ter visto o lendário Pássaro Jimjo[9], que todos julgavam ser apenas um mito, no covil de Tak Yun-yang.
*Clique.*
Dentro da caixa de madeira que selava venenos, repousava uma única e belíssima pena.
“Esta é a pena do Pássaro Jimjo.”
“Isso... isso é... Posso realmente sentir um veneno avassalador emanando de dentro desta pena.”
“É a pena do Jimjo. Ela é bela.”
Foi naquele momento que todos se viram cativados pela beleza e letalidade da pena do pássaro mitológico.
“Hwa-eun?”
Chamou o pai, com uma voz gentil.
Quando Hwa-eun desviou os olhos da pena do Jimjo para encarar o pai ao ouvir seu nome, ele disse algo inacreditável:
“Gostaria de tomá-lo como meu genro. O que você acha?”
“O jovem mestre como seu genro? Se ele for o seu genro... O quê?!”
Isso significava que, como seu pai queria aquele rapaz como genro, ele pretendia casá-lo com Hwa-eun, sua única filha.
Ela já havia alcançado o Reino dos Cem Venenos[10] e em breve atingiria o Reino dos Mil Venenos.
Ela sempre se esforçara para provar que traria muito mais glória ao clã, mesmo não sendo homem, mas agora seu pai dizia que a entregaria a um garoto que ela acabara de conhecer.
Se ele se tornasse o genro adotivo do Clã Dang, herdaria um prestígio imenso.
Parecia que ela tinha ficado com ciúmes da habilidade do garoto de cultivar venenos.
Mesmo sem ele, a família prosperaria através da própria Dang Hwa-eun.
Dang Hwa-eun ergueu-se de um salto e declarou:
“Eu também sou uma Dang. Compreendo as intenções do meu pai, mas farei questão de testar pessoalmente se este jovem mestre é digno de mim!”
Dito isso, retirou-se a passos rápidos em direção à Ala Leste.
‘Vou avaliar minuciosamente que tipo de pessoa você é, desde o seu talento até o seu caráter!’
Foi enquanto cruzava o pátio interno praguejando desse jeito que ela o viu.
O jovem estava sentado no pavilhão com a água ainda pingando de seus cabelos, recém-saído do banho.
Dang Hwa-eun aproximou-se num ímpeto e falou com ele:
“Com licença, jovem mestre. Estou com um pouco de pressa, poderia me dar a sua mão?”
O motivo de ela pedir minha mão era avaliar minha aptidão e julgar se eu era digno.
Ela pretendia apenas medir o meu pulso.
Embora não fosse tão precisa quanto o avô, Dang Hwa-eun conseguia ter uma boa noção do potencial de alguém.
O silêncio reinou por um breve instante.
O jovem mestre pigarreou e respondeu:
“Cof, cof... Eu não sei por que tanta pressa, mas não seria melhor se nos conhecêssemos um pouco melhor primeiro?”
Só então o rosto de Hwa-eun ficou vermelho como um pimentão, percebendo o duplo sentido da situação e o mal-entendido dele.
“Bem, eu não acharia ruim, mas...”
“O-O que você está dizendo?! Não é nada disso!”
A voice estridente de Hwa-eun ecoou pelo jardim dos fundos e reverberou pela montanha do clã Dang.
‘Achei que ele fosse só um garoto, mas parece ser bem mais crescidinho do que eu imaginava.’
[1] - Três Flores das Planícies Centrais: Título honorífico atribuído às três jovens mais belas e talentosas do mundo das artes marciais (Jianghu).
[2] - Centopeia de Coroa Verde (Qingban Wukong): Uma criatura venenosa espiritual extremamente rara e perigosa.
[3] - Gravar nos ossos (刻骨): Expressão idiomática oriental que significa guardar uma gratidão ou ressentimento de forma eterna e profunda, gravada na própria medula.
[4] - Colher um louro (折桂): Metáfora clássica para alcançar o sucesso nos exames imperiais ou, no contexto amoroso, obter a mão de uma mulher virtuosa de alta linhagem.
[5] - Transmissão de Som (Jeon-eum): Técnica marcial que projeta a voz diretamente aos ouvidos do interlocutor sem ruídos externos.
[6] - Sihewon (四合院): Estrutura residencial tradicional chinesa caracterizada por um pátio quadrangular cercado por edifícios nos quatro lados.
[7] - Arte do Veneno de Sangue (Hyeol-dok): Técnica marcial nefasta que utiliza o próprio sangue infundido com veneno corrosivo.
[8] - Ilha de Hainan (Haenam): Ilha no extremo sul da China, conhecida no Jianghu por abrigar seitas heterodoxas e exilados.
[9] - Pássaro Jimjo (鴆鳥): Criatura mitológica chinesa cuja plumagem é tão letal que uma única pena pode causar morte instantânea.
[10] - Reino dos Cem/Mil Venenos (Baekdok/Cheondok): Estágios de proficiência extrema no controle e cultivo de venenos.