O Cavaleiro em Eterna Regressão

Capítulo 876

O Cavaleiro em Eterna Regressão

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AVISO: Muitos dos romances foram removidos porque podiam causar violações, das quais não tínhamos conhecimento antes.

876. Como Luta um Soldado Comum

Como comandante, não é fácil abandonar uma posição elevada que oferece uma visão clara durante um avanço. Por isso, foi natural que o comandante de Lichenstätten, ao descobrir o terreno montanhoso, decidisse atravessá-lo.

— Avançar.

Mantivemos a vigilância, mas não havia sinal do exército de Naurilia. Nem um único rastro estava visível. Naturalmente, o inimigo estaria despreparado.

‘Naquele momento, o exército de Lichenstein já havia atravessado o reino mágico.’

O comandante acreditava que essa única frase se tornaria o início de sua autobiografia.

O Reino Demoníaco era acidentado e perigoso, mas não sem esperança. O caminho era tortuoso e difícil de navegar, mas era suportável.

‘Eu não sabia que existia tal caminho.’

O moral das forças aliadas estava alto. A notícia sobre a proteção do Imperador se espalhou por toda a unidade. Metade disso era intenção do comandante, a outra metade eram as próprias palavras dos soldados.

‘Mesmo no inferno, o grande imperador olha por nós!’

O Reino Demoníaco é o inferno. Mesmo sem exagero, para alguns, essa afirmação seria a mais pura verdade.

Os monstros que encontrei enquanto vagava por aquele inferno abriram o caminho. Eles não buscaram sangue vermelho em troca de sangue negro. Os demônios e as bestas abriram o caminho. Se os soldados que suportaram todo esse processo não ficassem emocionados, não seriam humanos.

— Uaaaah!

O orgulhoso exército de gigantes de Lichenstein rugiu. Apesar de ouvirem o rugido, os olhos negros e sem cor dos monstros não continham nenhuma intenção assassina.

Alguns ghouls avançaram sem pensar duas vezes, mas nenhum dos monstros representou uma ameaça real para o exército.

— Mesmo no inferno!

— O grande imperador!

Foi por isso que esse slogan surgiu. Eles romperam o reino demoníaco e começaram sua marcha.

Mesmo sem demônios ou bestas, o ar no reino demoníaco era pesado e o solo lamacento. Não era um ambiente propício para humanos.

Algumas raças, como gigantes e sapos, conseguiram resistir, mas para os humanos e fadas, deve ter sido realmente árduo. Fazia três dias que haviam cruzado o reino demoníaco e pisado em terra normal. A marcha corria sem problemas. Mesmo com mais de mil soldados se movendo, parecia uma viagem.

‘Será que esta é a hora de baixar a guarda?’

O comandante não fez isso. Embora esta unidade incluísse dois cavaleiros, ele não acreditava que essa fosse a solução. O comandante de Lichenstätten era um homem lúcido. Ele entendia seu papel e era fiel a ele.

Por isso, observava atentamente os arredores enquanto avançava.

Não havia necessidade de acelerar a marcha. O Imperador dissera que não tinha intenção de prolongar esta guerra, mas

 não havia necessidade de pressa e de sofrer baixas desnecessárias.

O comandante olhou ao redor amplamente.

‘O espaço aberto nos mostra claramente.’

Por outro lado, colin[?25l[?25l[?25las e depressões oferecem uma maneira conveniente de esconder tropas depois que passam por elas e

e, por outro lado, oferecem uma visão mais clara. Tudo fica mais visível a partir de um ponto mais alto. Como os cavaleir

ros não podiam ser usados como arma, batedores, incluindo soldados com olhos afiados, avançavam constantemente.

[?25h

— Não há sinal deles.

O ajudante que estava compilando o relatório do grupo de reconhecimento disse:

— Qual é a rota de avanço?

Ao contrário do mapa, o terreno havia mudado em muitos lugares. Parecia que esta área havia passado por vários desast

tres naturais.

‘Havia várias colinas.’

O terreno não é acidentado. As colinas moderadas são fáceis de escalar e, uma vez alcançado o topo, ganha-se uma posi

ição elevada, o que é uma enorme vantagem. O desastre natural provou ser benéfico.

— Devemos seguir por uma rota que evite a floresta oriental.

— Aquela área é um bom lugar para emboscadas inimigas e, mesmo sem uma emboscada, a floresta é propensa a monstros e

 espíritos malignos.

O comandante tinha cinco ajudantes, todos ali para preencher as lacunas em seus pensamentos.

Eles escolheram a rota mais racional e vantajosa e avançaram. Pegaram o caminho mais eficiente. A navegação deles era

a tão habilidosa que teria sido inimaginável se fossem liderados por um cavaleiro como Ragnar.

Com o passar do tempo, os problemas de suprimento teriam se tornado um empecilho, mas isso poderia ser resolvido com

 apenas uma cidade.

‘Saque.’

Para começar, o número de soldados não era tão grande. Em vez disso, apenas as unidades de elite mais rápidas foram t

trazidas.

Excluindo os dois cavaleiros, a unidade de gigantes contava com trinta membros, a cavalaria armada com cotas de malha

a contava com cinquenta, e a unidade de batedores era a infantaria ferradura, a melhor do sul para operações em pequena e

escala e com habilidades de combate de primeira classe. Eles totalizavam duzentos e, além disso, havia a infantaria regul

lar. Eles faziam parte da Legião Púrpura do Exército Ogi de Cinco Cores. O número total de soldados ali era de mil e duze

entos da Legião Púrpura.

Excluindo la unidade de gigantes, havia duas unidades de cerco, as orgulhosas forças especiais da Legião Púrpura. A m

maioria era de infantaria, mas isso era mais do que suficiente, já que os dois cavaleiros estavam com eles.

— Embora esta seja uma terra onde ninguém me dá as boas-vindas, sinto como se tivesse sido convidado.

Um dos ajudantes falou, com um tom de voz suave e desleixado.

Tchac!

O comandante brandiu sua espada e golpeou o ar. O couro, preso à extremidade em várias tiras, fez um barulho alto ao

 cortar o ar.

— Convidado?

Isso não era algo que precisava ser dito em uma autobiografia.

— Vou corrigir isso.

O ajudante abaixou a cabeça.

Eles haviam avançado com tanta facilidade. Isso plantou uma flor em suas mentes. A suavidade gera complacência. O com

mandante não queria isso. Ele era um homem durão. Um verdadeiro soldado, alguém que sabia como minimizar perdas e obter v

vantagens repetidamente.

Não importa o que o comandante dissesse, o clima na unidade inevitavelmente ficaria um pouco relaxado.

Eles passaram pela floresta e por três pequenas lagoas, cada uma com água em um local adequado. Uma colina relativame

ente alta, mais alta do que as que haviam cruzado até então, bloqueou o caminho deles.

— Vamos cruzar.

O cavaleiro não se daria ao luxo de perder tempo. O comandante não podia ignorar a opinião del cavaleiro.

[?25h

Acima de tudo, ele precisaria perder tempo para contornar as colinas diante dele.

Uma guerra que não precisava ser prolongada.

O objetivo deles não era a queda da capital, mas sim a sua destruição. Só isso já devastaria Naurilia, uma bagunça ca

aótica, como um ensopado feito por um cozinheiro novato e ganancioso, com vários ingredientes flutuando.

— Enviem a Infantaria Ferradura.

Mesmo assim, o comandante continuou cauteloso. Os dois cavaleiros nem se deram ao trabalho de repreendê-lo por isso.###TAG###<



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— Não há nada.

Eles cruzaram a colina. Não havia sinais de forças inimigas por perto. Os dois cavaleiros permaneceram em silêncio. E

Eles continuaram. Outra colina bloqueou o caminho. Devem voltar? Não, não havia necessidade. Seus olhos se encontraram br

revemente, e a testa do cavaleiro se franziu. Ele parecia descontente com algo. O comandante ordenou que o grupo de recon

nhecimento se movesse novamente. Isso os atrasou um pouco, mas não havia inimigos.

— Avançamos.

Além das colinas, a estrada era bem pavimentada e confortável para caminhar. Não havia pântanos ou terrenos acidentad

dos à vista. O chão, coberto de terra escura, parecia ter sido nivelado pessoalmente por alguém. Mas quem faria tal coisa

a? Não havia necessidade de gastar mão de obra e kronas em engenharia civil em um lugar como este, sem cidades ou qualque

er outra coisa por perto. Portanto, o comandante não tinha dúvidas. Depois disso, eles cruzaram quatro colinas pequenas e

e duas grandes.

— Não há desvio.

De repente, um caminho estreito apareceu, bloqueado de ambos os lados. Era um vale. Uma cordilheira, que exigiria um

 tempo considerável para contornar, bloqueou o caminho deles como se estivesse à espera. As sobrancelhas do comandante se

e franziram.

— Enviem a Ferradura.

A Infantaria Ferradura avançou novamente. A encosta era íngreme demais para subir pelo desfiladeiro. Deveriam fazer u

um desvio e verificar se havia algo escondido? Cem soldados da Infantaria Ferradura passaram pelo desfiladeiro. Nada acon

nteceu.

— Não podemos nos dar ao fluxo de perder tempo aqui.

Um dos cavaleiros falou. O comandante concordou. Eles continuaram caminhando pelo vale. Um dos cavaleiros olhou para

 a esquerda e para a direita.

— Não há emboscada.

Era o olhar aguçado do cavaleiro. Era difícil enganar aquilo. Claro, não era impossível. Dificuldade também significa

a que existem aqueles que conseguem fazê-lo. Quanto tempo levou? A força principal estava completamente submersa no desfi

iladeiro.

Ruuuum.

Não havia ninguém no penhasco, mas havia inimigos suficientes para esconder sua presença do cavaleiro.

— …As rochas!

Os olhos do comandante se arregalaram. Com um estrondo, uma rocha imensa que poderia facilmente esmagar dez pessoas n

no vale despencou, sacudindo a poeira.

Era um deslizamento de terra. A rocha rolou e o monte de terra desmoronou. Mas aquilo não era o fim. O caminho fazia

 uma curva, obscurecendo a visão à frente e, portanto, além da visão ou audição do cavaleiro, algo grande voou com um baq

que ensurdecedor! Baque! Baque!

— Hunf!

Um dos cavaleiros bufou.

— Uoooah!

Ao mesmo tempo, trinta gigantes chamados Demônios de Sangue Vermelho formaram uma falange.

— Preparar todas as tropas!

O comandante gritou, com a voz falhando. Uma rocha rolou, separando os batedores da força principal.

Ruuuum! Craaac.

— Mas que diabos!

A cavalaria não conseguia encontrar uma maneira de contornar as rochas. Alguns correram para a frente, mas as rochas

 que rolavam eram mais rápidas que os cavalos.

Crec, crec.

O soldado que ficou preso sob a rocha que rolou não conseguiu gritar.

— Ahhh!

— Seus cães malditos!

Apenas os soldados cujas pernas ou braços ficaram presos tiveram a oportunidade de gritar. A poeira subiu. Uma nuvem

 de poeira preencheu todas as direções, obscurecendo a visão. Mesmo quando a visibilidade diminuiu a ponto de apenas a pe

essoa ao lado poder ser identificada, o comandante continuou a gritar e depois tossiu violentamente. A poeira havia entra

ado em sua garganta.


“Se vir um caminho fácil, qualquer comandante correto o pegará.”

Não seria fácil voltar depois de ser atraído para um lugar. Seria ainda mais difícil com um cavaleiro a tiracolo. Era

a o resultado de anos de trabalho árduo. Marcus se preparou para uma guerra que nunca aconteceria, imaginando a existênci

ia de um comandante sobre o qual nada sabia.

Mesmo que tudo terminasse em um desperdício vão e vazio de kronas, ele se preparou. Ele aterrou o pântano para pavime

entar um caminho, e juntou e empilhou terra, areia e pedras ao lado da colina original para atrair seus oponentes. Era um

ma armadilha construída ao longo do tempo. Até mesmo um cavaleiro teria dificuldade em sentir a sensação de déjà vu. E as

ssim, neste vale chamado "Capricho da Serpente", ele enfrentou o inimigo.

Não foi uma tarefa fácil. Ele havia gasto uma quantidade considerável da riqueza da família real nisso, e injetado kr

ronas suficientes para fazer o Marquês de Vaissar hesitar.

‘Se eu não tivesse colocado os pés na rota comercial ocidental, minha família teria perecido.’

Toda essa preparação, que estava destinada a terminar em vão, finalmente deu frutos. Se você não ficasse feliz, não s

seria humano. É difícil comemorar imediatamente, mas as coisas aconteceram exatamente como você queria.

Claro, as coisas nem sempre são positivas. Esta operação exigia aqueles preparados para morrer. In chess terms, eles

 são as iscas para atrair o oponente.

— Aesia, você tem algum arrependimento?

— É melhor que eu faça isso do que ver outra pessoa falhar, Marquês Baisar.

Foi uma breve conversa bem antes de tudo isso começar. Aésia, envolta em vermelho, dirigiu-se ao desfiladeiro sozinha

a.

O cerne de toda essa operação era rolar rochas escondidas em um monte de terra. Esconder uma unidade no penhasco seri

ia o suficiente para pegá-los. Mas com apenas um ou dois, até mesmo um cavaleiro teria dificuldade em detectá-los. Ningué

ém poderia substituir alguém que pudesse enganar dezenas de soldados enquanto evitava o olhar do cavaleiro. Aésia assumiu

u esse papel. Ela cortou a corda onde o desmoronamento começou e correu. Ela havia calculado a distância e escondido três

s catapultas. Elas haviam sido instaladas ali, cobertas com pano amarelo para camuflagem. Ela carregou as catapultas com

 pedras e as lançou.

‘Você consegue impedir uma rocha de cair do céu em uma situação caótica?’

Mesmo que eu não consiga matar o cavaleiro, posso ser capaz de desferir um golpe naquela unidade aqui. Se eu tiver so

orte, mesmo que seja um cavaleiro...

Cabum!

Um estrondo interrompeu meus pensamentos. Pedaços de rocha se estilhaçaram através de uma nuvem de poeira, voando em

 todas as direções. Um deles, envolto em uma nuvem de névoa amarela, atingiu a catapulta.

Cabum!

— Argh!

O impacto explodiu a cabeça do soldado que estava perto da catapulta, enviando seus membros pelo ar. Marcus cavalgou

 até a borda del desfiladeiro curvo e observou tudo acontecer.

— Recuar!

Ele gritou. Todos os soldados perto da catapulta recuaram. Cada movimento era rápido e contínuo, um testemunho de ano

os de treinamento.

— Para trás! Para trás!

— Recuem!

Com novos estrondos, mais duas rochas voaram pelas nuvens amarelas. Elas atingiram a catapulta sem falhar, despedaçan

ndo-a.

‘De forma impressionante, em um lugar onde ninguém podia ver.’

É por isso que os cavaleiros são verdadeiras catástrofes. Eles costumam fazer coisas que superam a imaginação humana.

. Eles partem rochas rolando, repelem-nas e destroem catapultas. Eles realizam atos difíceis de explicar mesmo quando tes

stemunhados em primeira mão, mas o fazem com extrema facilidade.

— Despejem.

Marcus ordenou a próxima operação. Agora era a luta real. Era assim que soldados comuns lutavam.

Glugue, glugue, glugue.

O óleo estava se espalhando pelo chão. Era por ali que as forças inimigas deveriam passar pelo desfiladeiro. Rolar al

lgumas rochas mataria a todos. Sem chance. O número de baixas não chegaria nem a cem. E os cavaleiros imediatamente se ad

diantaram e destruíram as catapultas.

— Arqueiros.

Vush!

As flechas flamejantes preparadas voaram dos arcos. As flechas caídas acenderam uma parede de chamas no chão.

[?25h

Kwooooh!

O som crepitante das chamas cortou o ar, quase ensurdecedor. Uma tempestade de fogo estava se formando. Parecia que u

um deus, enfurecido, estava prestes a queimar todos os que viviam nesta terra. Chamas carmesins subiram, manchando o rost

to de Marcus de vermelho. Isso foi realizado não apenas com a ajuda do óleo, mas também com os dispositivos mágicos dispo

ostos no chão.

Depois das rochas, as chamas. Esse era o fim? Não.

— Rolem!

A seguir, a névoa venenosa.

Ruuuum.

Os carrinhos rolaram para a frente, batendo nas rochas. Cada carrinho estava bem carregado com seis barris de carvalh

ho. Se contivessem álcool, seria o suficiente para abastecer mais de mil soldados.

— Detonem.

Enquanto Marcus falava, dois ajudantes gritaram.

— Atirar! Atirar!

— Agora! Explodam!

Um carrinho em movimento tombou, um barril de carvalho se despedaçou e uma névoa roxa e verde subiu, preenchendo os a

arredores.

Marcus procurou a ex-rainha e obteve a ajuda de uma bruxa que anteriormente servira como feiticeira da corte, uma mul

lher que era especialista em lidar com venenos.

— Mesmo que sejam cavaleiros, alguns goles podem causar problemas de saúde. É difícil dizer com certeza se os matará,

, mas eles também são humanos.

Essas foram as palavras da ex-maga da corte. Ao contrário de suas próprias palavras, ela expressara confiança de que

 mesmo um cavaleiro não ousaria ignorar seu veneno.

‘Podem vir.’

Marcus deu um passo atrás e observou os movimentos do inimigo.

Cabum!

Um estrondo ensurdecedor, como uma parede desmoronando, irrompeu. Aqui, algo inesperado, algo muito além das expectat

tivas de Marcus, ocorreu. O desfiladeiro era estreito. A entrada podia ser bloqueada por dezenas de cavalos alinhados lad

do a lado. Por isso, eles haviam construído uma parede de fogo e colocado uma cortina de fumaça na frente da entrada. E o

o estrondo ensurdecedor não veio diretamente da frente.

Craac!

Antes mesmo que a poeira baixasse após o desmoronamento, outra nuvem de poeira se somou a ela.

‘O que vocês estão fazendo?’

Marcus estreitou os olhos, observando a situação.

O cavaleiro inimigo não insistiu em avançar em linha reta. Ele rompeu a parede lateral, a parede do desfiladeiro. A p

parede pode separar um lado do outro, mas sem ela, o que os separa? Nada. As pessoas dividem o espaço e criam entradas ap

penas com uma parede. O que devem fazer se a entrada estiver bloqueada?

‘Apenas crie uma nova porta.’

É um princípio simples, mas difícil de recordar. Os cavaleiros inimigos fizeram o mesmo. Depois de ignorarem a parede

e de chamas e a barreira de névoa venenosa, abriram um novo portão.

Cabuuuum!

O som da porta se abrindo foi tão alto que ninguém pôde ignorá-lo.

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