O Cavaleiro em Eterna Regressão

Capítulo 727

O Cavaleiro em Eterna Regressão

727. Vamos conversar

— O quê? Você quer que eu me ajoelhe também?

Ragna franziu a testa enquanto olhava para si mesmo. Encred balançou a cabeça. Os chefes das famílias que haviam se ajoelhado se levantaram um a um.[?25hO dia nublado havia passado e o sol havia nascido. O céu estava azul, sem uma única nuvem, e a luz do sol acariciava e secava o solo úmido. Mesmo assim, nem todos os vestígios deixados na terra desapareceriam. Encred decidira dar um passo à frente e garantir que ninguém morresse depois dele. No entanto, ainda houve mortes. Incluindo Hescal, as pessoas que ele matou e aqueles que o seguiram morreram. Pelo que ouvi, a vila dos caçadores mudou seus representantes. Um morto não pode representar a vila. Ele foi perseguido e morto por Cato. Bem, isso não era da conta de Encred. De qualquer forma, como o espaço vazio deixado pelos mortos existia, alguém estava deprimido, alguém estava com raiva e alguém estava feliz por estar vivo. Não havia certo ou errado para julgar suas ações. Todos provavelmente estavam curando sua dor à sua própria maneira. Encred se levantou de onde estava, mas ainda não estava nas melhores condições. Não estava totalmente recuperado. Descanso e recuperação podem parecer a mesma coisa, mas são diferentes.

“Descansei bem até agora.”

Era hora de focar na recuperação. Simplificando, descansar era passivo e se recuperar era ativo. Se dormir e repousar eram descanso, comer e se alongar levemente podiam ser considerados recuperação. Além disso, o corpo de Encred havia renascido como um corpo regenerativo através do treinamento, tornando-se um corpo que se curava mais rápido ao se mover. Foi assim que ele se levantou de onde estava. Por dois dias, Encred descansou, comeu e bebeu sem se envolver em treinos intensos. Ele também evitou empunhar sua espada, apenas repetindo exercícios de alongamento muscular e saltos leves. Claro, saltos leves eram considerados assim pelos padrões de um cavaleiro ou de Encred; se uma pessoa comum o visse, pensaria que ele estava correndo tanto que queria morrer. Isso porque metade do dia era gasta em saltos lentos.

— Nossa, você come muito bem.

Gigantes são grandes comedores. Anajera, uma dessas gigantes, olhou para Encred com admiração. A mesa para oito pessoas na mansão estava cheia de comida. O prato principal de hoje era porco cozido no vapor, cozido até ficar macio, e vegetais no vapor. Encred enfiava tudo na boca, mastigando e engolindo. Ele não comia rápido. Em vez disso, comia por um longo tempo. Como resultado, a refeição demorou o dobro do tempo normal. Em outras palavras, ele corria devagar e comia devagar, mas sem parar.

— Beba isso. Vai ajudar.

Anne, que estava sentada à mesma mesa, tinha acabado de terminar o pequeno prato que lhe cabia. Encred bebeu o frasco que Anne lhe entregou, virando-o na boca e bebendo tudo sem deixar cair uma única gota. Não tinha gosto. Era amargo e azedo. Mas ele não fez careta como uma criança. Anne disse, olhando para aquilo:

— Ué, tem alguém te perseguindo? Por que tanta pressa, sério?

Mover-se devagar, mas sem parar, pode parecer urgente para os outros. Encred estava mastigando com determinação, com a boca cheia de comida, então não pôde responder e apenas olhou para Anne. Ragnar, que comia ferozmente do outro lado, respondeu em seu lugar.

— Você quer se recuperar rápido para fazer alguma coisa. Imagino que seja principalmente esgrima.

— ...Então você quer treinar, é? Hein?

Anne falou como se aquilo fosse um absurdo, mas para Encred era a coisa mais natural do mundo.

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“Aprendi muito.”

Havia muitas coisas novas que eu tinha aprendido. Eu precisava organizá-las uma a uma na minha mente, mas não me sent

tia confiante sem colocar o corpo para trabalhar. Tinha que testá-las eu mesmo e estabelecer marcos. A Espada Quebra-Onda

as, a Espada do Acaso. Junto com as duas técnicas de espada, vários pensamentos flutuavam em minha mente. Teoricamente, e

eu já os tinha organizado até certo ponto. Além disso, havia muitas coisas que eu queria fazer, a começar por como contro

olar a Vontade. Tudo isso teria que ser feito depois de colocar meu corpo em ordem. Se eu me apressasse e costurasse um b

botão à força, não acabaria costurando no lugarerrado? Agora era um momento crucial. Era hora de seguir em frente, passo

o a passo, com calma e firmeza.

— Essa é uma atitude digna de ser imitada.

Embora comessem separados, por algum motivo Anaheraficou de vigília perto da mesa como uma guarda e disse isso.

— Por que você?

Ragnar olhou para ela e perguntou. Anajera não tinha talento algum para esconder seus sentimentos. Ela era honesta e

 direta.

— Sinto muito por ter tentado te matar. Só me diga o que você quer. Posso até passar a no[?25lite com você, se quiser. Sim

m, é isso mesmo que você está pensando. Não é sempre que se tem a chance de passar o dia com uma gigante charmosa.

[?25h

— Eu recuso.

Encred engoliu a comida e falou. A resposta veio num piscar de olhos.

— Eu disse tudo o que queria dizer. Se precisar de mais alguma coisa, me avise.

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Anahera terminou o que queria dizer e se virou. Não sei dizer, mas deve haver um bom número de pessoas em uma situaçã

ão parecida com a de Anahera agora. Deve ser por isso que há pessoas rondandopor aí sem falar com elas. Mesmo agora, hav

via muitas pessoas vagando do lado de fora da mansão sem motivo algum. Um dos garotos veio fazer uma visita e chorou, ped

dindo desculpas. O garoto que usava as artes marciais de Ail Karaz agiu com confiança, dizendo que faria a mesma escolha

 se estivesse na mesma situação, então eu disse a ele para enfiar a cabeça na terra e pedir des[?25lculpas, e ele imediatament

te enfiou a cabeça no chão. Que pessoas inocentes. Jawoon é um lugar onde essas pessoas se reúnem. Encred repetiu os pens

samentos que teve enquanto lutava.

— Não é certo cuidar do corpo antes de sair? Por que isso?

Mesmo eu tendo salvado a família dele, Ragnar lançou algo parecido com uma bronca. Metade grato, metade envergonhado.

. Dois dias depois de acordar, ele disse isso. Ele realmente não consegue esconder seus sentimentos. Se você é grato, dev

veria dizer obrigado. Eu ia dizer para ele enfiar a cabeça no chão e agradecer, mas me contive. No momento, Ragnar pareci

ia estar fazendo uma pergunta genuína. Encred respondeu, colocando o braço que segurava o garfo sobre a mesa.

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— Se a mesma situação surgisse, eu faria a mesma escolha.

— Então, por quê?

Eu deveria falar sobre crenças? Foi por causa do juramento? Deveria dizer que foi porque agora havia uma chance de es

scolha e o poder de impor a Vontade? Tudo isso era verdade, mas havia outro motivo. Naquele momento, a técnica de espada

 tática do estilo Luagarne foi ativada. Calculei o ambiente ao redor e, após pensar sobre a situação, cheguei a esta conc

clusão.

— Eu confiei na Anne.

Tum— Anne ergueu a cabeça e olhou para Encred diante das palavras ditas tão casualmente. As sobrancelhas de Ragnar tr

remeram por um momento e depois pararam. O pensamento de Encred era de uma dimensão superior? Não. Era apenas que ele est

tava olhando para as coisas de forma diferente. Então, naturalmente, os ramos de seus pensamentos se estenderiam naquela

 direção e floresceriam. Se ele desse um passo à frente, não haveria razão para Jawoon se dividir. Ragnar não ergueria su

ua espada contra o próprio pai.

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“Pelo contrário, se meu corpo conseguir aguentar só mais um pouco, Jawoon tentará me salvar com todas as suas forças.

.”

Ele era alguém que se sacrificava pela família. Pelo que ouvi e vi no caminho até aqui, a curandeira chamada Milescia

a também era uma pessoa de habilidade notável. Não haveria alguma erva preciosa ou remédio que ela tivesse escondido? Alé

ém disso, Jawoon é um lugar lendário. Não haveria sequer uma relíquia preciosa? Ouvi dizer que Rhinox certa vez vagou pel

lo continente e estocou as relíquias que obteve. Com certeza deveria haver remédios e relíquias. Se a divisão de Jawoon f

fosse evitada, esses remédios e relíquias poderiam ser utilizados. Se Anne estivesse aqui, ela teria escolhido os necessá

ários e os usado.

— Dumuel disse que era uma doença, e se era uma doença, a Anne a curaria.

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Se você apenas ouvisse as palavras, pareceria fé cega. Eram como palavras de confiança sem qualquer interesse. As boc

chechas de Anne ficaram vermelhas com aquelas palavras. Os discípulos de Laban desconfiavam uns dos outros, e o próprio L

Laban não era exceção. Se Laban não tivesse morrido, teria tentado matar Anne. Portanto, ela raramente tinha suas habilid

dades reconhecidas. Diante disso, seu coração tremeu com a fé demonstrada pela figura central dos Cavaleiros Loucos e com

mandante da Guarda Fronteiriça, que arriscou a própria vida.

— Quem dera. Mas eu não posso. Eu tenho o Ragna.

— ...Do que você está falando?

Anne pigarreou e virou a cabeça, é claro, na direção de seu amado.

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— Como está se sentindo?

— Não estou tossindo nem sangrando.

— Por que não me contou antes em vez de sofrer assim? Hein?

Na época em que Encred superou o último dos venenos que Demuil lhe dera, Ragnar confessou seu estado a Anne. A reação

o de Anne foi diferente da de outras mulheres. Com certeza.

— O que você fez antes de começar a tossir? Comeu algo estragado ou coisa assim?

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Ele não parecia nem um pouco agitado. Era como se estivesse no campo de batalha com a espada em punho. Esse era o ter

rritório de Anne. Ela conhecia os Cavaleiros Loucos e Ragnar. Ela havia verificado a condição física dele várias vezes de

esde que chegara a Jawoon. Não viu sinais de nenhuma doença fatal. Claro, ela não conhecia todas as doenças que se espalh

haram pelo continente, mas não era comum que as pessoas morressem sem apresentar nenhum sintoma. Disseram que Ragnar vomi

itou sangue. Anne perguntou em detalhes sobre a condição de Ragnar, e ele disse que havia desmaiado várias vezes enquanto

o fazia experimentos em seu próprio corpo para alterar a Vontade.

— E você sentiu calafrios ou febre?

— Senti minha cabeça quente por um dia ou dois.

Esse garoto era lerdo ou meio louco? Anne ficou sem palavras, mas entendeu a situação.

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— Essa mudança no temperamento da Vontade não é pesada demais para o seu corpo?

— Foi um pouco demais, eu acho.

— Sua garganta doeu naquela época?

— Doeu.

Que diabo de garoto é esse? Anne expressou com o olhar. Ragnar olhou para ela daquele jeito e relembrou suas memórias

s por um momento. Ele estava um pouco impaciente porque Encred havia mudado tanto? Sim. Não era fácil induzir a Vontade a

a mudar intencionalmente de novo, mas ele simplesmente se jogou de qualquer maneira.

— Coma. E descanse por mais ou menos um dia. Não diga uma única palavra.

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Ragnar normalmente não fala muito. Quando fez o que ela mandou, a dor da tosse passou e não houve sangue. Ele se sent

tia melhor agora. Por algum motivo, quando matou o velho de três olhos explodindo a Vontade na última batalha, saiu sangu

ue de sua garganta.

— Da próxima vez que ficar doente, venha imediatamente. Eu vou ser o Remed Omnia, o Elixir.

— Entendido.

Ragnar terminou de falar, acariciando a cabeça dela com uma atitude indiferente.

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— Eu também quero estar ao seu lado, então faremos assim.

E assim aconteceu. Encred de repente olhou para os dois, que emanavam uma corrente estranha pelo olhar. Não era algo

 com que ele devesse se preocupar. Portanto, não importava o que acontecesse entre eles, Encred só precisava se concentra

ar em sua recuperação. Mas isso não significava que ele queria continuar vendo os dois trocando olhares.

— Saiam daqui. Vão namorar lá fora.

Anne fechou a boca com essas palavras, e Ragnar respondeu como se nada tivesse acontecido.

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— Preciso trazer o nascer do sol.

Encred assentiu, pensando que era isso mesmo. Odinkar passava por lá uma vez por dia e dizia o que bem entendia. Nem

 sempre fazia sentido.

— Acho que serei o próximo líder do Grande Clã Jawoon. Quando começamos a treinar?

Ele costumava soltar coisas assim. Seguindo Odinkar, Grida parecia ter aprendido alguma lição com as ações de Hescal.

.

— Ser um Guardião parece ser algo realmente terrível.

Eu poderia ter feito mais perguntas ao proprietário e ouvido mais coisas.

— Por que está me dizendo isso?

— Só comentei.



Anne raramente era vista. Dizia-se que ela estava ensinando o sucessor que Milescia criara secretamente. Ragnar havia

a voltado ao seu estado normal.

— Não está curioso sobre o que vai deixar para trás agora?

Quando Encred perguntou, Ragnar apenas deu uma risadinha. Era como se tivesse percebido algo e estivesse demonstrando

o generosidade, como se não se importasse em ser provocado. Foi por isso que Encred ficou com tanta aversão. Ele falou no

ovamente:

— Posso voltar e dizer para Rem, Rem ou Rem que você na verdade tem uma doença terminal?

— Você quer morrer aqui?

Ragnar perguntou sério. Encred balançou a cabeça, dizendo que não. Ainda era demais para treinar. Mesmo assim, ele pe

ensou que não faria mal descansar mais um ou dois dias. Encred fazia suas tarefas enquanto organizava as técnicas de espa

ada na mente e planejava as coisas que queria fazer.

— Riley.

Uma delas era esta. Encred encontrou Riley. Era o início da noite. Enquanto o crepúsculo começava a dispersar sua últ

tima luz e a lua e as estrelas preenchiam o vazio, Riley estava sentado, olhando para o nada diante de um monte de terra.

. Seus olhos estavam vazios e as pontas de seus dedos estavam escuras, provavelmente por trabalhar com a terra durante di

ias.

— Veio me questionar sobre os meus pecados?

Por que ele questionaria Riley sobre um pecado que não havia questionado a mais ninguém? Ele falou novamente:

[?25h

— Veio me punir pelos pecados que meu pai cometeu?

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Antes de falar, parecia que ele havia deixado sua alma em algum lugar, mas quando falou, pareceu ter força. Riley fic

cou ali por metade do dia. Havia um túmulo rústico que alguém fizera. Em vez de uma lápide, havia um pedaço de madeira co

om letras esculpidas por uma adaga.

Hescal, durma aqui.

Riley não conseguia odiá-lo. Encred achou que Riley merecia saber, mesmo que ninguém mais soubesse. Riley era filho d

de Hescal.

Sua voz era desprovida de emoção para que o Gaju lhe contasse diretamente. Bem, esse não era necessariamente o papel

 de Encred, mas he simplesmente tomou a iniciativa porque se sentia mal. Houve um momento em que o Gaju deduziu e Encred

 percebeu algo lentamente. Riley apenas escutou em silêncio. E, ao final da história, a expressão de Riley era a mesma, m

mas ele estava chorando.

— Se eu te deixasse para trás, saberia que o Gaju pouparia você. Se eu quisesse desferir um golpe perfeito em Jawoon,

, teria matado você também. Você pode não ter experiência militar, mas aprendeu comando tático simples, não é?

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Encred perguntou. Riley não respondeu. Tudo aquilo era verdade. Seu pai também lhe ensinara aquilo. Hescal era inteli

igente e astuto, mas não conseguira abandonar completamente seu papel de pai. Ele não podia matar Riley. Não conseguia se

e forçar a fazer isso. Encred se virou, deixando Riley em lágrimas.


Foi mais ou menos na época em que a luz do sol secou o solo. Encred saiu ao amanhecer, como de costume, para alongar

 o corpo. Era também o dia em que ele estava decidindo, aos poucos, voltar a empunhar sua espada.

Toc, toc. Toc, toc.

Um homem mancando se aproxima, usando a espada na bainha como bengala. Ele tem uma expressão solene. Sua boca está fi

irmemente fechada e seus olhos estão cheios de vigor. Ele se ajoelha no chão seco, dobrando as pernas machucadas.

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— Serei seu escravo.

Essa seria a própria maneira de Riley de fazer as pazes. As palavras que ele cuspira para Encred, o herói que salvou

 Jawoon, teriam permanecido em sua mente. Depois de perceber que havia perdido o pai, ele saberia o que tinha que fazer.

 Ele tinha que limpar a fuligem que restaria no coração de Encred. Era isso que ele pensava. Ele se tornaria um escravo,

 e Encred não guardaria nenhum ressentimento contra Jawoon. Era isso que ele precisava fazer. No entanto, isso só faria s

sentido se a outra pessoa estivesse realmente magoada e com rancor, e só seria alcançado se a outra pessoa assim desejass

se.

— Não precisamos de escravos.

Encred foi direto como sempre. Assim como havia se aproximado deles em Jawoon sem se exaltar, Encred agiu da mesma fo

orma agora.

— Vamos duelar.

As palavras que ele soltou foram bem assim. Agora que parei para pensar, Encred era realmente desse jeito. A expressã

ão solene de Riley desapareceu de repente.

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— Que história é essa de escravos? E entre na fila, garoto. Você não é o primeiro.

Bem, Riley não era o único ali. Rhinox, o de um braço só, estava resmungando, e Odinkar, Grida, Magrun e Alexandra es

stavam todos reunidos no mesmo lugar. Então, esse era o momento que Encred tanto esperava. Isso era diversão e entretenim

mento para ele. A boca de Encred se contorceu, exibindo seus dentes da frente.

— Venham todos de uma vez.

As expressões daqueles que pertenciam a Jawoon se endureceram com aquelas palavras arrogantes.

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— Francamente, só porque você é o herói que salvou a vila...

Odinkar murmurou. Todos se sentiam da mesma maneira.

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