Me tornei a filha adotiva do protagonista masculino.

Capítulo 107

Me tornei a filha adotiva do protagonista masculino.


"Leo."


Ferio chamou o nome da criança com a voz mais gentil e poderosa do mundo.


Quando ela olhou na direção do som, viu o Papai Besta parado na porta bem aberta, esperando.


“Papai!”


Leonia correu com passos rápidos e pequenos.


“Isto! Você me deu isso!”


Ao perceber que o olhar do pai havia caído sobre seu chapéu, Leonia o tirou para mostrar a ele.


No momento em que ela tirou o chapéu, o ar quente lá de fora bateu na sua pele.


Ferio pegou o chapéu, olhou-o por um momento e, então, olhou quietamente para Leonia.


“Hmm?”


A pequena fera inclinou a cabeça.


“Fica bem em você.”


Ferio disse, jogando as palavras de forma casual enquanto colocava o chapéu de volta na cabeça dela.


“É seu.”


“Não era meu desde o começo?”


“Se não fosse adequado, eu ia tirar de você.”


“Uau...”


Leonia fez uma careta de total descontentamento. Tirar um presente de volta era uma das coisas mais mesquinhas que alguém podia fazer.


Mesmo assim, ela não queria perder o chapéu, então o defendeu com ambos os braços, como se fosse uma fortaleza.


Ao vê-la assim, Ferio deu uma risadinha baixa.


“Não vou tirar de você.”


“Como posso ter certeza disso?”


“ É sério.”


“Então, me dá um abraço.”


Leonia reclamou, esticando os braços.


“......”


Ferio hesitou por um momento, depois soltou uma respiração profunda e a levantou no colo.


Incomodado com pensamentos sobre relacionamentos passados, Ferio vinha segurando sua afeição de forma inconsciente, sentindo culpa por Leonia.


Ele até tomou banho frio três vezes no meio da noite.


“Hehe, Papai. Papai.”


Leonia envolveu firmemente o pescoço dele com os braços, agarrando-se como se nunca fosse soltar.


“Você gosta assim tanto?”


“Sim!”


Suas pernas balançavam e chutavam no ar com empolgação.


Uma grande mão pairou por um tempo, incerta se devia bater nas costas dela. Então, como se entregasse, começou a acariciá-la suavemente.


A risada de Leonia ecoou mais alto.


“Sabe o que estou pensando agora?”


Ferio perguntou.


Ele passou a noite toda refletindo sobre seu passado. Não tinha direito de criticar a criança por ser pervertida ou por obsessão por músculos.


Era tudo por acaso do sangue.


“Provavelmente algo inútil.”


Leonia respondeu na hora.


“......Onde você aprendeu a falar assim?”


“Quem você acha que foi?”


Quem mais poderia ser?


Leonia estreitou os olhos e fez a pergunta.


Só uma pessoa nesta mansão tinha tanto poder de influência sobre ela — aquela que segurava ela agora.


O pai sem jeito fechou a boca.


“O que foi que pensou pra fugir de mim?”


Leonia falou com a voz abafada, lembrando como ele tinha estado estranho o dia todo ontem.


“Você nem segurou minha mão, nem me abraçou, nem deu um beijo na minha bochecha...”


Ela confessou o quanto tinha se machucado.


“Somos família.”


A pequena fera abaixou os ombros e sorriu de lado.


“...Desculpa por isso.”


Ferio pediu desculpas de coração por tê-la feito sentir assim.


Ele não tinha intenção, mas, enquanto se perdia em seus próprios pensamentos, parece que a criança tinha se sentido insegura e desconfortável.


Ele até tomou três banhos gelados no meio da noite.

“Hehe, Papai. Papai.”


Leonia apertou com força o pescoço dele, agarrando-se como se não fosse largar nunca.


“Você gosta muito assim?”


“Sim!”


Suas pernas balançavam e chutavam de empolgação.


Uma mão grande pairou por um tempo, hesitando se deveria bater nas costas dela. Depois, como se entregando, começou a acariciar suavemente.


A risada de Leonia ficou mais forte.

“Sabe o que estou pensando agora?”

Ferio perguntou.

Ele passou a noite toda refletindo sobre seu passado. Não tinha direito de criticar a criança por ser pervertida ou obsessiva por músculos.

Era tudo no sangue.

“Provavelmente algo sem importância.”

Leonia respondeu na hora.

“......Onde você aprendeu a falar assim?”

“Quem você acha?”

Quem mais? A própria Leonia desconfiou.

Ela estreitou os olhos e fez a pergunta.

Só uma pessoa nesta mansão tinha esse poder de influência sobre ela — a que a segurava agora.

O pai, sem palavras, fechou a boca.

“O que foi que pensou pra me evitar?”

Leonia falou numa voz baixa, lembrando como ele tinha estado estranho o dia todo ontem.

“Você nem segurou minha mão, nem me abraçou, nem me beijou a bochecha...”

Ela revelou o quanto tinha se sentido magoada.

“Nós somos família.”

A pequena fera abaixou os ombros e fez bico.

“...Desculpa por isso.”

Ferio disse de coração, sinceramente, que não quis fazê-la se sentir assim.

Ele não tinha intenção, mas, enquanto ficava perdido em seus pensamentos, parece que a criança se sentiu insegura, desconfiada.

Ele até tomou três banhos gelados à luz da lua.

“Hehe, Papai. Papai.”

Leonia apertou firmemente o pescoço dele, grudando-se a ele como se nunca fosse largar.

“Você gosta disso tudo?”

“Sim!”

Suas pernas balançavam e chutavam, empolgadas.

Uma mão grande pairou por um tempo, hesitando se devia bater nas costas dela. Então, como se entregasse, começou a batucar gentilmente.

A risada de Leonia ficou mais alta.

“Quer saber o que estou pensando agora?”

Ferio perguntou.

Ele passou a noite toda refletindo sobre seu passado. Não tinha direito de criticar a criança por ser pervertida ou obsessiva por músculos.

Era tudo na genética.

“Provavelmente algo inútil.”

Leonia retrucou na hora. “......Onde aprendeu a falar assim?”

“Quem você acha?”

Quem mais poderia ser? Leonia franziu o olhar e perguntou.

Só alguém na mansão tinha força suficiente para influenciá-la daquele jeito — a pessoa que a segurava agora.

O pai, sem se pronunciar, fechou a boca.

“O que pensou que me fez evitar assim?”

Leonia falou baixinho, lembrando como ele tinha estado estranho o dia todo ontem.

“Você nem segurou minha mão, nem me abraçou, nem me beijou a bochecha...”

Ela revelou como tinha se machucado.

“Somos família.”

A pequena fera baixou os ombros e fez bico.

“...Desculpa por isso.”

Ferio falou sinceramente, pedindo desculpas por fazê-la se sentir assim.

Ele não tinha intenção, mas, enquanto ficava perdido em seus pensamentos, parecia que a criança tinha ficado insegura e ansiosa.

Ele até tomou três banhos gelados no meio da noite.

“Hehe, Papai. Papai.”

Leonia apertou com força o seu pescoço, agarrando-se a ele como se nunca fosse largar.

“Você gosta disso tudo?”

“Sim!”

Suas pernas balançavam e chutavam de empolgação.

Uma mão grande pairou por um tempo, hesitando se deveria bater nas costas dela. Então, como se entregando, começou a acariciá-la suavemente.

A risada de Leonia ficou mais alta.

“Sabe o que estou pensando agora?”

Ferio perguntou.

Ele passou a noite toda refletindo sobre seu passado. Não tinha direito de criticar a criança por ser pervertida ou obsessiva por músculos.

Era tudo no sangue.

“Provavelmente algo sem importância.”

Leonia retrucou instantaneamente. “......Onde aprendeu a falar assim?”

“Quem você acha?”

Quem mais poderia ser? Leonia franziu os olhos e perguntou.

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