Flores São Iscas

Capítulo 106

Flores São Iscas

Ele se enterrou dentro dela em um movimento rápido. Penetrou fundo em suas paredes e, como ela não estava pensando direito por causa de todo o prazer, bateu a cabeça na parede. A cabeça grossa dele continuava entrando e saindo.

No momento em que chegaram em casa, Kwon Chae-woo tinha mordido os lábios de Lee-yeon. O toque que começou naquele momento levou a isso.

Ela foi levantada em cima das gavetas na sala de estar e ele a chupou até derreter. A mesa e o sofá se tornaram bagunças pegajosas logo depois. Lee-yeon tirou suas roupas e não sabia mais o que fazer enquanto era estocada por trás enquanto estava de pé. Seu coração batia sem parar com a presença do homem atrás dela.

Ela se apoiou na parede e esticou as costas. Foi um instinto que permitiu que ele deslizasse para dentro dela facilmente. Sua bunda bateu em seu quadril enquanto ele continuava a estocá-la loucamente.

“Eu senti tanto a sua falta hoje”, ele gemeu em seu ouvido. “Você também sentiu a minha falta, Lee-yeon? Você ficou feliz em me mandar para o trabalho enquanto estava sozinha com as árvores?”

Ela não conseguiu responder e apenas soltou um gemido.

“Eu realmente pensei que ia enlouquecer”, ele rosnou.

Lee-yeon sentiu arrepios na nuca quando sua respiração quente roçou sua pele. Sua palma áspera agarrou seu seio macio e ele o apalpou enquanto mordia seu pescoço. Ele continuou a entrar e sair dela lentamente.

“Você não pode simplesmente sair por aí pegando animais comigo?”, ele perguntou. “Às vezes, sinto que é uma pena quando solto os animais. Eu penso em você. Eu queria poder mantê-la presa assim.”

Ele agarrou o cabelo dela de repente. Ela mordeu os lábios enquanto podia sentir seus ouvidos zumbindo. Enquanto ela apoiava o cotovelo na parede, suas costas se arqueavam ainda mais. Sua bunda e coxas formigavam como se tivessem acabado de ser palmadas. Mas, acima de tudo, ela sentia que ia derreter de prazer.

Seu pau comprido se enterrou fundo dentro dela. Suas mãos por trás agarraram seus seios e os apertaram, um som molhado ecoando pelo quarto enquanto a pele batia contra a pele.

Lee-yeon arranhou um pouco a parede.

Kwon Chae-woo agarrou seu queixo e virou sua cabeça para encarar ele, então ele chupou seus lábios. Lee-yeon virou o pescoço o máximo que pôde enquanto gemia contra seus lábios. Seus olhos turvos se fecharam. Ele colocou o nariz em suas costas suadas e moveu sua cintura.

“Lee-yeon, Lee-yeon, Lee-yeon”, ele cantava o nome dela. Seus abdominais endureceram enquanto ele continuava a penetrá-la, suas veias saltando da parte de trás de sua mão para seus braços. Seu tamanho cresceu dentro dela.

Ela tremeu quando ele atingiu seu ponto. Seus dedos dos pés se enrolaram. Ela sentiu que ia morrer.

“Cada dia é tão precioso agora”, ele sussurrou enquanto pressionava os seios de Lee-yeon contra a parede. Ele estocou duramente e chupou seu lóbulo da orelha. Seus movimentos estavam ficando mais fortes.

Ele apertou o mamilo de Lee-yeon e continuou: “Lee-yeon, vamos continuar vivendo assim”, ele disse. “Podemos viver sem preocupação. Podemos simplesmente fazer isso o dia todo.”

Lee-yeon gemeu com suas palavras.

“Eu só preciso de você”, ele continuou. “Eu não preciso de mais ninguém. Eu só confio em você, Lee-yeon.”

Lee-yeon enterrou o rosto em seus braços e soluçou como uma criança. Kwon Chae-woo apenas olhou para ela.

“Não deixe essa mulher te enganar! Essa mulher é—” As palavras de Jang Beom-hee ecoaram em seus ouvidos.

Ele envolveu seus braços em volta da cintura de Lee-yeon e balançou a cabeça levemente. Mas por alguma razão, ele simplesmente não conseguia esquecer aquelas palavras.

***

“Isso se torna um problema porque você não me conta a tempo.” Choo-ja olhou para a folha e estalou a língua.

O Osmanthus fragrans que havia sido plantado no jardim estava morto. Lee-yeon estava examinando a árvore e pensou que ela parecia sombria. “Foi envenenada com drogas.”

Foi devido a pesticidas. Como era um problema comum, ela pensou que poderia salvar a árvore mesmo que parecesse um pouco murcha. “Choo-ja, você trouxe ácido nítrico, cálcio e potássio, certo?”

Choo-ja já os tinha retirado. Ela também continuava suspirando. “Simplesmente continua ficando mais doente…”

Lee-yeon estremeceu. Ela roeu as unhas e circulou ao redor de Choo-ja.

Choo-ja olhou para Lee-yeon e ergueu uma sobrancelha para ela, então ela viu algumas marcas. Ela estendeu a mão para levantar o cabelo do pescoço de Lee-yeon e ficou surpresa com o que viu. Choo-ja pensou que ele realmente tinha pegado pesado.

“E se eu contar tudo para ele?”

As palavras aleatórias simplesmente saíram da boca de Lee-yeon inesperadamente. Mas Choo-ja entendeu imediatamente.

“Contar para o Sr. Kwon?”

“Sim.”

Choo-ja olhou diretamente para ela. As duas ficaram ali em silêncio por um momento.

“Você acha que pode lidar com isso?”, Choo-ja finalmente perguntou.

Lee-yeon balançou a cabeça. “Eu não tenho confiança.”

Ela sabia que a verdade significava destruição. Ela se lembrou de como sua tia, tio e primos reagiram quando ela contou a verdade. Ela sentiu um calafrio só de pensar nisso.

Mesmo assim, Kwon Chae-woo foi a primeira pessoa a perceber o que ela sentia no fundo e realmente lhe estendeu a mão.

“Eu não tenho confiança”, ela repetiu. “Mas eu quero ser compreendida por ele.”

Nota da Tradutora: Oh, meu Deus…

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