Renascido como o Gênio da Família Mais Rica

Capítulo 436

Renascido como o Gênio da Família Mais Rica

Otto e os demais ficaram extremamente impressionados com a quantidade de pessoas que apareceu para comprar no estande do Michael.

Todo esse caminho deveria ter apenas vinte ou trinta pessoas passando por ali, mas ao olharem em volta, perceberam que centenas estavam reunidas em um grupo ao redor da área.

Os produtos do Michael tinham completely quebrado o mapa. Isso se tornou o centro de todo o movimento no Mercado Plaza. Não era apenas um estande que as pessoas passavam por perto. Era um lugar que as pessoas ativamente procuravam, atraindo até quem nem tinha a intenção de visitar o parque inicialmente.

Mas eles não podiam culpar os clientes. Os produtos do Michael eram de alta qualidade. E até os itens exóticos, que normalmente custariam uma fortuna, agora estavam bastante acessíveis.

Michael tinha dobrado suas vendas a cada dia. E parecia que o terceiro dia não ia decepcionar.

Depois de tudo, eles já tinham alcançado a marca de 4.000 vendas.

E, somando às vendas anteriores, atingiram oficialmente a meta de 7.000 vendas para o teste de permissão.

Quando contou tudo corretamente, Michael foi até os portões do parque e conversou com um dos funcionários da Associação que distribuía moedas especiais aos clientes.

— Com licença.

O funcionário olhou para ele, reconhecendo seu rosto. — É você! Você é do estande da Reborn Company!

Michael assentiu.

— Sabe quanto a nossa Associação tem estado ocupada por sua causa? As pessoas têm pedido mais moedas para gastar no seu estande!

Quase todo mundo na Associação sabia do milagre da empresa que conseguiu mais de 2.000 vendas em um único dia.

— O que posso fazer por você? — perguntou o funcionário.

— Quero que você confira minha pontuação de hoje, — disse Michael prontamente.

O funcionário olhou para ele com estranheza. — Como assim?

— Tenho moedas suficientes para passar na prova.

O funcionário quase cuspiu ao ver isso, achando que era uma brincadeira. Mas ao notar o semblante sério do garoto de cabelos dourados, não conseguiu evitar balançar a cabeça em negação.

— Pode repetir? Você passou na prova? Quer dizer que já conquistou 7.000 vendas?

Michael assentiu.

O funcionário ficou surpreso por um momento, sem saber como reagir. Ficou preso entre a descrença e a sensação de estar sendo enganado.

— Tenho as moedas comigo. Pode contar?

Ainda atordoado, o funcionário conseguiu puxar lentamente o baú mágico de baixo da mesa de madeira e entregá-lo a Michael. Primeiro, verificou se o contador indicava zero, e depois fez sinal para que Michael despejasse todas as moedas dentro.

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As moedas caíram pelo cofre de sombra na palma de Michael, e o contador do baú começou a subir lentamente.

Quando atingiu mil, o funcionário manteve-se firme. Quando passou de dois mil moedas, ele começou a olhar para o baú com olhos arregalados de descrença.

Ele achava aquilo impressionante, mas as moedas continuaram caindo sem parar!

O número foi subindo até chegar a três mil e, por fim, atingiu a marca final: 4.784 moedas.

O funcionário precisou se sentar novamente para assimilar a informação. Depois, pegou o pergaminho na mesa e olhou o atual total de vendas da Reborn Company.

Com o novo somatório, eles superaram facilmente os 7.000 pontos necessários para passar na prova.

— Você… você conseguiu a permissão… — disse o funcionário, ainda incrédulo.

Esse jovem garoto de cabelos dourados conseguiu obter a permissão em apenas três dias!

De alguma forma, Michael foi capaz de dobrar suas vendas a cada dia que estava aberto. E, no terceiro dia, atingiu seu objetivo quatro dias antes do previsto.

Mal podia acreditar que aquilo era verdade.

Se fosse qualquer outra situação, o funcionário teria imediatamente duvidado dos resultados. Era um score exagerado demais para alguém conquistar durante o teste de permissão.

Porém, bastava olhar ao longe para ver a verdade.

No centro do Mercado Plaza, entre as áreas verdes e a vegetação do parque, havia uma grande aglomeração de pessoas reunidas em um ponto específico: J5.

Isso tornava tudo ainda mais absurdo.

O dia ainda não tinha acabado!

Era meio-dia, com o sol ainda no auge! E mesmo assim, Michael já tinha conseguido atingir as 4.000 vendas necessárias para passar na prova!

Provavelmente, até o final do dia, ele dobraria esse número, chegando a mais de 8.000 vendas ao todo.

— Eu… isso é um sonho… — sussurrou o funcionário, desmaiando de tanto choque.


Enquanto isso, na Sede da Associação, Claudia Montgomery ouviu o som de passos apressados ecoando pelos pisos de mármore.

Ela até pensou em se levantar para repreender esse alvoroçador por interrompê-la enquanto organizava alguns papéis.

Mas ao sair do seu assento, a porta do cômodo se abriu de repente com estrondo.

— De novo sem bater? Quando é que vocês vão aprender? — ela repreendeu.

O funcionário ignorou e tentou recuperar o fôlego, parecendo ter corrido uma montanha inteira até ali.

— Haaa… haa… — conseguiu dizer, finalmente.

Depois de um tempo, o funcionário conseguiu balbuciar duas palavras.

— Olha… Reborn!

Claudia levantou-se da mesa e pegou o pergaminho na mão do funcionário.

Claudia Montgomery saiu às pressas pelas ruas de Metrópole, munida apenas de seu cavalo e de uma expressão ardente.

Ela queria ver com seus próprios olhos.

Queria entender como a empresa Reborn conseguiu mais de 7.000 vendas em apenas dois dias e meio de operação.

Ao entrar no Mercado Plaza, ela logo percebeu a grande concentração de pessoas no ponto J5. Tão muitas que ela mal conseguiu enxergar o grande lago ao lado do estande do Michael.

Com seu cavalo, ela abriu passagem pelo povo. Assim que viram sua toga branca, entenderam que ela era funcionária da Associação e deram espaço imediatamente.

Por fim, ela avistou: o estande móvel.

Viu as fileiras de mesas dispostas em frente ao caminhão, cada uma com produtos diferentes que ela nunca tinha visto antes.

No próprio estande, havia demi-humanos servindo alimentos quentes e em formato de roda que eram oferecidos aos clientes, que comiam suas encomendas nas mesas ao lado do caminhão.

E quem atendia os balcões com alegria era ninguém mais, ninguém menos que o garoto de cabelos dourados.

Ela desceu do cavalo e se aproximou de Michael.

— Você, seu safado. Conseguiu em apenas três dias? — ela perguntou, balançando a cabeça.

— Dois e meio, — ele corrigiu.

Claudia deixou escapar uma risada. Quanto mais ela conhecia Michael, mais entendia o que sua sobrinha via nele. O garoto desafiava todas as expectativas continuamente. E quando parecia que tinham acabado as surpresas, ele vinha com outra na manga.

Depois, ela tirou uma moeda vermelha grande de dentro da bolsa. Do tamanho da palma de um adulto, nem caberia na mão de Michael.

— Aqui. Você merece — disse, entregando a permissão para Michael.

Michael pegou a permissão com as mãos e assentiu.

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