O Cão Louco da Propriedade do Duque

Capítulo 134

O Cão Louco da Propriedade do Duque

Capítulo 134. Será que Você Esqueceu da Minha Personalidade?

Na manhã seguinte, o quartel-general da Ordem dos Cavaleiros Oceanolobo, a Ilha Oceanolobo, ressoava com o choque de madeira e os ecos de grunhidos.

Thwack!

'Argh!'

'Caron!'

'Vocês dois ainda têm um longo caminho a percorrer', comentou Caron com um sorriso convencido, batendo sua espada de madeira contra as cabeças de Leo e Utula enquanto eles o atacavam.

'Tem certeza de que quer mostrar esse tipo de espetáculo para os novatos logo de manhã?', perguntou Leo.

Apesar do horário matinal, os campos de treinamento estavam cheios de cavaleiros ansiosos para testemunhar Caron e seus camaradas treinando. A maioria deles eram recrutas novos, observando com olhos fixos, determinados a não perder um único movimento.

Seus olhares intensos poderiam ter deixado outros desconfortáveis, mas Caron parecia prosperar sob a atenção. Ele se movia com um talento exagerado, desfrutando completamente do espetáculo.

À margem, ele captou trechos de sussurros entre os novatos.

'Aquele é mesmo Lorde Caron?', perguntou um novato.

'Shh! Abaixe a voz. Os cavaleiros veteranos nos avisaram para mantermos a boca fechada na frente dele', outro respondeu.

'Aquele cara ali, meio fora de si—é Lorde Leo, certo? Ouvi dizer que ele alcançou 6-Estrelas recentemente. E ainda assim, Lorde Caron está lidando com ele e um gigante ao mesmo tempo. Que tipo de pessoa ele é...?', exclamou um dos novatos, maravilhado.

'Dizem que ele já é um cavaleiro 7-Estrelas. E ele tem apenas dezessete anos', acrescentou outro.

O rumor de Caron ter alcançado 7-Estrelas se espalhou pelo Castelo Azureocean como um incêndio na véspera. O culpado era óbvio: era o Terceiro Ancião Ulrich, que adorava Caron. Ele praticamente gritou isso dos telhados.

Por causa disso, os olhos dos novatos brilhavam com uma admiração ilimitada. Os cavaleiros naturalmente idolatravam a força, e para esses novatos que tinham acabado de pisar na Ilha Oceanolobo, Caron inevitavelmente se tornou um objeto de reverência.

'Hmm', disse Caron, seus ombros estufados sob o peso de seus olhares maravilhados. Embora pudesse ter subjugado facilmente Leo e Utula, ele optou por uma exibição desnecessariamente extravagante de esgrima, saboreando a atenção.

Thwack!

'Ugh...' Leo gemeu ao cair no chão em um monte indesejável.

Thud!

'Argh!' Utula, que estava balançando um machado de madeira, foi enviado para trás.

Apontando sua espada de madeira para os dois oponentes caídos, Caron falou em um tom pesado e imponente. 'Vocês estão carentes de prática. Vocês precisam se dedicar à melhoria.'

Agarrando sua cabeça dolorida, Leo murmurou: 'Por que você está de repente fingindo ser legal?'

'É estratégia', respondeu Caron, com um sorriso malicioso no rosto.

'Que estratégia?', perguntou Leo.

'Causar uma forte impressão nos novatos agora significa que eles vão me ouvir mais tarde. É tudo parte do quadro geral', explicou Caron.

Leo olhou para Caron com ceticismo e perguntou: 'Eu faço parte desse seu 'quadro geral'?'

'Claro. Você é minha mão direita, afinal', respondeu Caron.

'...Bem, pelo menos eu não sou a mão esquerda. Obrigado por isso, eu acho', disse Leo.

'Chegar perto dos novatos tem seus benefícios. Mais tarde, posso orientá-los para transmitir minha sabedoria', acrescentou Caron.

Por um momento, algo selvagem brilhou nos olhos de Caron—um brilho fraco, mas inconfundível, de loucura.

Leo não tinha dúvidas sobre isso: Caron estava de olho nos novatos. Ele não estava planejando nutri-los, no entanto; em vez disso, ele estava tramando transformar esses novatos de coração puro em cães raivosos como ele.

Eu tenho que relatar isso a Sir Zerath imediatamente, pensou Leo.

Ele resolveu que não podia deixar esse lunático corromper a orgulhosa Ordem dos Cavaleiros Oceanolobo. Pelo bem da Ordem dos Cavaleiros, pelo futuro da família Leston, isso não poderia ser permitido acontecer.

Caron já era mais do que suficiente para ser o cão raivoso do Castelo Azureocean.

'Bebam', disse Caron, jogando uma garrafa de água para Leo e Utula.

Os dois engoliram a água em grandes goles.

'Ufa!' Leo exalou, limpando a boca bruscamente com a manga encharcada de suor antes de olhar para Caron. 'Você ouviu falar de Leon, certo?'

Caron assentiu e disse: 'Sim, eu ouvi.'

A razão pela qual Leon invadiu o Castelo Azureocean ontem com uma expressão furiosa não era mistério. Rumores sobre seu casamento começaram a circular.

'...Tio Dales foi longe demais desta vez. Como ele pôde começar a organizar algo assim sem sequer discutir com ela?', disse Leo, seu tom carregado de frustração.

Caron assentiu, tomando outro gole de água antes de dizer: 'Parece algo que o Tio Dales faria.'

O acordo foi liderado por Dales, o filho mais velho do Duque Halo. E o noivo proposto era alguém com um nome que os deixou balançando a cabeça.

'De todas as pessoas, por que tem que ser aquele cara?', murmurou Caron.

'Woah, cuidado aí, Caron', disse Leo, fingindo horror. 'Você está falando do Sexto Príncipe, Revelio. Isso poderia ser considerado traição.'

'Tsc, tsc.'

De fato, o futuro noivo em questão era Revelio, o Sexto Príncipe. Dales parecia determinado a trazer o príncipe para a família por meio do casamento.

Leon, agora com vinte e sete anos, já havia passado da idade habitual para as nobres se casarem. No entanto, ela sempre resistiu a tais propostas, e a família respeitou seus desejos—até agora.

Caron foi capaz de prever facilmente por que o casamento de Leon estava sendo forçado sobre ela de repente.

É por minha causa, ele pensou.

Em uma casa sem um sucessor claro, Caron se tornou um fator imprevisível e poderoso. Inicialmente, Dales tinha apenas sido cauteloso com ele, mas agora as apostas eram mais altas. As notáveis realizações de Caron e seu potencial esmagador claramente deixaram Dales nervoso. Com sua posição aparentemente ameaçada, Dales estava tentando garantir sua influência trazendo o Sexto Príncipe para o grupo.

Eu nem me importo em me tornar o chefe da família, pensou Caron, um lampejo de desdém cruzando seu rosto. Ele não conseguia entender por que alguém cobiçaria uma posição tão tediosa. Ele preferiria empurrá-la para Leo do que tomá-la para si mesmo.

'O casamento é uma união sagrada', declarou Utula de repente, sua voz soando com convicção. 'É um laço para toda a vida. Se ela não quer, não deveria acontecer!'

Leo suspirou e balançou a cabeça, então respondeu: 'Utula, a maioria dos casamentos nobres são arranjados para fins políticos. E para uma família tão poderosa quanto a nossa, isso é ainda mais verdade.'

Ele hesitou antes de perguntar: 'O príncipe sequer sabe sobre isso?'

'Não, é altamente improvável que ele saiba', respondeu Caron.

Ele sabia que se Revelio soubesse, ele teria mostrado algum sinal disso quando o viram pela última vez. Mas Revelio, que eles encontraram brevemente em seu caminho de volta para o Castelo Azureocean, parecia completamente alheio a tais planos.

'Então, vamos apenas ficar parados e deixar isso acontecer com Leon?', perguntou Leo, sua voz tingida de preocupação.

Caron sorriu e respondeu: 'Você deve ter se apegado bastante a ela depois de todo esse tempo em missões juntos.'

'Você sabe exatamente pelo que ela passou', disse Leo firmemente.

'Claro', respondeu Caron, seu tom suavizando.

Ninguém era mais dedicado à espada do que Leon. Era quem ela era.

'Eu até dei a ela o Orvalho da Árvore do Mundo', continuou Caron, sua voz se afiando novamente. 'Eu não vou deixar ninguém tirá-la de mim antes que eu tenha visto um retorno desse investimento.'

Todo o esforço que ele havia dedicado para guiá-la... Caron não ia deixar que isso fosse arrebatado assim. O pensamento o fez se arrepiar de indignação.

'Isso funciona perfeitamente, no entanto', disse ele, seu tom ficando perigosamente alegre. 'Eu estava planejando ficar no Castelo Azureocean por um tempo para treinar nas Artes da Espada Oceanolobo Forma 7. Eu também posso endireitar algumas coisas enquanto estou nisso.'

Os olhos de Leo se estreitaram ao perceber o brilho no olhar de Caron. Era o olhar que Caron sempre tinha antes de causar problemas.

'...O que você está planejando fazer?', perguntou Leo cautelosamente.

Caron cerrou o punho levemente, sua expressão calma, mas sinistra.

'Eu vou mostrar aos adultos quem nós somos', disse ele, um sorriso lento se espalhando pelo seu rosto.


Dentro da sala de treinamento aninhada no anexo do Castelo Azureocean...

Hugo, o neto mais velho de Halo, estava aprimorando sua mana ali desde o início da manhã, quando um visitante inesperado chegou.

'Bem, bem, Hugo! Faz um tempo. Como você tem estado?', veio uma voz familiar e astuta.

Hugo se virou para ver seu primo mais novo, sorrindo amplamente. Era Caron, a quem ele não via há quase quatro anos. Um leve sorriso cruzou os lábios de Hugo ao olhar para seu primo.

'Você parece bem', disse Hugo. 'Ouvi dizer que você passou por muita coisa em suas missões. Estou feliz em ver que você voltou em segurança.'

'É tudo graças à sua preocupação', respondeu Caron, seu tom tão tranquilo como sempre. Então, seus olhos brilharam maliciosamente quando ele acrescentou: 'Oh, eu deveria prestar meus respeitos à sua esposa também. Alguma boa notícia por esses dias?'

'Boas notícias?', perguntou Hugo, erguendo uma sobrancelha.

'Você sabe, como a notícia de um sobrinho ou sobrinha, por exemplo', gracejou Caron com um sorriso.

Hugo riu e disse: 'Haha... Você não mudou, Caron.'

Enquanto seu olhar permanecia em Caron, ele não pôde deixar de sentir a mana esmagadora irradiando deste último. Os rumores eram verdadeiros—Caron havia alcançado 7-Estrelas.

Você voltou ainda mais monstruoso do que antes, pensou Hugo.

Agora com trinta e dois anos, ele não estava nem invejoso nem ressentido pelas extraordinárias conquistas de Caron em uma idade jovem. O ciúme exigia um senso de competição, mas as habilidades de Caron estavam tão além da compreensão que tais sentimentos sequer surgiram. Hugo só podia se maravilhar com a pura extensão do talento de Caron.

'Treinando mana tão diligentemente de manhã... Você realmente faz jus à reputação do neto mais velho da Casa Leston', comentou Caron.

'Qual é a sua verdadeira razão para aparecer de repente e me bajular?', perguntou Hugo, seus lábios se curvando em um sorriso irônico.

'Vamos lá, é claro que eu deveria cumprimentá-lo primeiro quando estou de volta ao Castelo Azureocean. Nós não estamos em uma posição estranha, certo?', respondeu Caron, rindo.

Hugo suspirou e balançou a cabeça, então puxou uma cadeira do canto e fez um gesto para Caron se sentar. 'Aqui, venha se sentar.'

'Obrigado, Hugo', disse Caron, acomodando-se na cadeira com facilidade. Ele estudou Hugo cuidadosamente.

Seu talento é inegável, pensou Caron.

Aos trinta e dois anos, a mana de Hugo carregava o peso inconfundível de 7-Estrelas. A última vez que Caron o tinha visto, Hugo estava em 6-Estrelas, o que significava que ele tinha ascendido um nível nos últimos quatro anos. Esse tipo de avanço dizia muito sobre o treinamento exaustivo que Hugo deve ter suportado.

'Você fez um grande progresso, Hugo. Parabéns', disse Caron sinceramente.

Hugo respondeu com um sorriso fraco e agridoce, 'Eu não estou nem perto do seu nível.'

'Eu apenas tenho tido sorte como de costume', respondeu Caron levemente.

'Tenha cuidado para não deixar que o excesso de humildade pareça arrogância', aconselhou Hugo, seu tom gentilmente repreendendo.

'Obrigado pela sabedoria. A propósito, Hugo', disse Caron, sua voz caindo ligeiramente, 'Sobre seu sétimo mar... Parece bastante instável, não é?'

Para um olho destreinado, não teria sido aparente, mas Caron podia vê-lo claramente. O recém-aberto sétimo mar de Hugo estava cambaleando precariamente. Era evidente que ele tinha se esforçado demais para alcançar 7-Estrelas. Embora os insights que Hugo havia obtido fossem impressionantes, a mana dentro dele era instável, como se pudesse entrar em colapso a qualquer momento.

Ele apressou isso, pensou Caron.

As Artes da Dominação Oceânica exigiam domínio sobre o sexto mar antes de abrir o sétimo. Só então o sétimo mar poderia se estabilizar. A decisão de Hugo de avançar prematuramente era talvez louvável em termos de ambição, mas era, em última análise, imprudente.

A razão para sua pressa era óbvia, no entanto.

Dales deve tê-lo levado a isso, ponderou Caron, sua expressão escurecendo.

Dales, o pai de Hugo, provavelmente o pressionou implacavelmente, usando Caron como uma comparação para atiçar o senso de urgência de Hugo.

'Você realmente não perde nada, não é?', comentou Hugo, balançando a cabeça. Mas mesmo com o fardo que carregava, ele não abrigava nenhum ressentimento em relação a Caron. Ele simplesmente sorriu e deu as boas-vindas ao seu primo.

'Você não se ressente de mim?', perguntou Caron em um tom baixo e medido.

Hugo respondeu com uma risada fraca, 'Eu não tenho razão para me ressentir de você, Caron. Este é apenas o meu fardo para suportar.'

'Eu ouvi dizer que você não tem conseguido realizar missões adequadamente e que você tem ficado aqui na sala de treinamento. É por causa dos efeitos colaterais de se forçar a romper para 7-Estrelas, não é?', perguntou Caron.

Hugo deu de ombros, sua expressão calma ao responder: 'É tudo resultado de minhas próprias escolhas. Eu não tenho ninguém para culpar.'

Caron exalou um suspiro silencioso enquanto observava Hugo aceitar suas circunstâncias sem reclamar.

Halo pode ter sido terrível em cultivar e criar filhos, mas eles acertaram em cheio com seus netos. Embora, chamar isso de cultivo pareça um pouco estranho, ele pensou.

Ele também pensou no ganancioso primeiro e segundo filho de Halo. Que tais descendentes pudessem produzir alguém como seus primos parecia um milagre. Talvez fosse misericórdia divina, um presente concedido a Halo por ter que lidar com ele, Caron, como neto.

'Por quanto tempo você está planejando ficar na sala de treinamento? Eu ouvi dizer que você não sai há seis meses', disse Caron, inclinando a cabeça.

'Bem, você não passou quase três anos aqui você mesmo?', Hugo rebateu com uma sobrancelha levantada.

'Hugo, você e eu não somos os mesmos', disse Caron.

Seu olhar mudou para a mana de Hugo. Se Hugo não conseguisse estabilizar seu sétimo oceano, seu crescimento estagnaria—e isso era algo que Caron não podia permitir. Ele não ficaria parado enquanto o talento mais promissor da família fosse esmagado sob a ganância de outra pessoa.

'Você ouviu falar sobre as negociações de casamento de Leon?', perguntou Caron, mudando de assunto.

Hugo assentiu fracamente e disse: 'Sim, eu ouvi.'

'Você sabe que ela é contra a ideia, certo?', perguntou Caron novamente.

'Leon há muito aspira a aperfeiçoar sua esgrima. Ela nunca se interessou por casamento. Mas, Caron, decisões como essas não são nossas para tomar. Elas estão com os anciãos da família. Se for considerado necessário para o futuro do ducado, então—' Hugo começou, mas foi interrompido.

'Ah, vamos!', interrompeu Caron, sua voz afiada. 'Se ela não quer, ela não quer.'

Com isso, ele enfiou a mão em seu casaco e puxou um pequeno frasco, segurando-o para cima. 'E isso me traz ao porquê de eu estar aqui hoje. Eu gostaria que você se juntasse a mim, Hugo.'

Hugo estudou o rosto de Caron cuidadosamente e se perguntou o que estava na mente de Caron.

Caron sorriu, encostando-se casualmente antes de continuar, 'Você vê, depois de terminar meu treinamento fechado e sair imediatamente para as missões, eu percebi que tenho negligenciado o Castelo Azureocean. É hora de restaurar a ordem.'

'Caron, não importa o que você diga, eu não vou—' Hugo começou, mas foi interrompido novamente.

'Aqui, Hugo. Este é um presente para você', disse Caron enquanto entregava o frasco para Hugo, e os olhos de Hugo se arregalaram ao sentir a mana pura irradiando dele.

'É o Orvalho da Árvore do Mundo', anunciou Caron. 'Eu trouxe isso só para você. E parece que você poderia usá-lo agora mesmo.'

'Como... Como você conseguiu isso?', perguntou Hugo, atordoado.

Caron deu de ombros despreocupadamente e disse: 'Eu consegui isso dos elfos, é claro. Eu pretendia dar isso para você.'

O Orvalho da Árvore do Mundo não tinha preço. Para Hugo, que estava sofrendo dos efeitos colaterais de sua apressada descoberta, era nada menos que um milagre. Poderia apagar suas lesões persistentes completamente.

'Como o neto mais velho, você precisa se recuperar rapidamente, Hugo', disse Caron suavemente. 'Se você fizer isso, isso mostrará união entre a nossa geração, você não acha?'

'Caron', Hugo começou, sua voz firme.

'Beba', insistiu Caron com um sorriso malicioso. 'Beba, e fique ao meu lado.'

Finalmente, Hugo entendeu o que Caron queria.

'Há uma ordem nesta família, Caron', disse Hugo. 'Nós não podemos questionar as decisões dos anciãos. É assim que sempre foi.'

'Hugo', respondeu Caron, seu sorriso se alargando, 'é justo denunciar o que está errado. Forçar sacrifícios—como isso pode ser chamado de lei ou tradição? E além disso...'

O sorriso de Caron se tornou perigoso. 'Você sabe qual é o meu sonho, não sabe?'

'...Ser um encrenqueiro', murmurou Hugo em voz baixa.

'Um encrenqueiro brilhante', corrigiu Caron com uma risada. 'E um encrenqueiro adequado não deixa que leis familiares bobas atrapalhem.'

Os filhos de Halo precisavam entender agora que o cão raivoso poderia mordê-los.

'Então', disse Caron, seus olhos brilhando com determinação. 'Você está comigo?'

Era hora do Castelo Azureocean acertar as contas com o cão raivoso que havia criado.

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