
Capítulo 125
Família Moderna: Nova Vida
[Ponto de Vista da Willa]
O sol estava alto no céu, brilhando diretamente sobre as arquibancadas do campo de Palisades quando cheguei. Eu estava uns trinta minutos adiantada em relação ao horário que o Andrew e eu tínhamos combinado.
Não por ansiedade ou educação. Eu só… tinha tempo livre.
Minha mãe não estava em casa, e meu padrasto estava trancado no escritório trabalhando em uma de suas "obras-primas do cinema". Então, eu preferi isso.
Sentei-me sozinha, mais afastada, na lateral da arquibancada. Calça jeans escura, botas, uma camiseta branca básica por baixo da minha jaqueta preta. Cabelo solto. Eu poderia facilmente passar por mais uma aluna assistindo ao treino.
Mas eu não era. Percebi isso de imediato pelos olhares. Alguns caras me olharam de sossego. Não de um jeito ruim. Só curiosos.
Quem é ela? É aluna nova? É famosa?
Isso acontece bastante.
E, sendo bem honesta, eu não me importo.
Se eu fosse aluna de Palisades, provavelmente seria popular. Tenho certeza disso. Modéstia? Não, realismo.
Mas eu não estudo em Palisades, mesmo que fosse divertido ir para a escola com o Andrew, o Howard e o Leonard.
Então quase ninguém aqui me conhece. Talvez alguns tenham me visto nos jogos de sexta-feira à noite, sentada com a turma de amigos do Andrew.
Eu não sou fã de futebol americano.
Não ligo para quem ganhou quantas jardas ou qual formação de defesa eles usaram, mas eu entendo o jogo. Graças ao meu padrasto, que passou anos tentando me arrastar para os rituais de domingo dele em frente à TV.
E porque, desde que fiquei amiga do Andrew e dos outros amigos nerds dele como eu, acabei indo a mais jogos do que jamais imaginei.
Ainda assim, eu preferiria passar uma sexta-feira sossegada em casa assistindo à trilogia do Homem-Aranha ou algo assim.
Mas quando ele joga… é diferente. Meus olhos foram direto para o Andrew no campo.
De capacete. Movendo-se com facilidade. Sob o sol, chamando jogadas, organizando formações, lançando a bola com uma precisão irritante.
Ele é um nerd completo. Adora quadrinhos. Sabe demais sobre Star Wars. Tem opiniões fortes e polêmicas sobre a Marvel.
E, mesmo assim… ele é um quarterback ridiculamente talentoso. E quando digo ridiculamente, quero dizer RIDICULAMENTE.
É como assistir a uma máquina feita para vencer. Precisão, liderança, foco.
Na verdade, é meio irritante o quão bom ele é em tudo o que envolve futebol americano. O nome dele aparece em artigos locais, rankings estaduais, em conversas entre técnicos que dizem coisas como:
'Esse cara conseguiria jogar na Divisão 1 agora mesmo se quisesse.'
E, mesmo assim, lá está ele. Na Divisão 4. Liderando um time que costumava ser um zero à esquerda... até ele aparecer.
Há algo fascinante nisso.
Algo que eu não digo em voz alta.
Apoiei os cotovelos nos joelhos e cruzei as mãos, observando-o executar outra jogada.
E pensar que, daqui a algumas horas, eu vou ensiná-lo a fingir um ataque cardíaco.
É. Essa vai ser a nossa terceira aula de atuação.
Não que eu me considere uma grande professora, mas… eu sei o que estou fazendo. Tenho meus métodos. Respeito a arte.
E o Andrew… bem, o Andrew é péssimo. Mas ele se esforça com tudo o que tem, e isso o torna tolerável, e até meio adorável.
A primeira aula foi um desastre. A segunda foi melhor. Hoje, vamos ver se ele sobrevive à terceira sem que eu grite com ele pela milionésima vez.
O engraçado é que ele me deixa dirigir os ensaios. Ele me ouve e me respeita. E, apesar do meu tom ranzinza e das minhas exigências dignas de uma atriz de método de 40 anos, ele continua tentando.
Ele não desiste.
E eu gosto disso mais do que gostaria de admitir.
Embora, sendo sinceros, a ideia por trás da pegadinha seja insana. Fingir um ataque cardíaco na frente da própria família só para vencer uma guerra interna de Halloween com a tia…
Isso está a dois passos de psicopatia criativa.
Ainda assim, acho brilhante.
Exagerado? Sim.
Mórbido? Também sim.
Divertido? Sem dúvida.
Mais um lançamento, outro passe perfeito, bem no alvo. Queria saber se ele erra alguma vez.
Nesse instante, o apito soou, e o Andrew e seus companheiros de equipe começaram a caminhar na direção do técnico.
Exatamente quando eu ia abaixar o olhar e checar o celular, percebi que o Andrew tinha me visto.
Ele pareceu surpreso por me ver tão cedo, mas levantou a mão e me cumprimentou com aquele sorriso entusiasmado de sempre.
E eu… sem pensar muito… acenei de volta. Levantei a mão também, tentando corresponder com um sorriso.
Um sorriso?
Que diabo eu estou fazendo?
Eu não sorrio.
Não automaticamente.
Foi gentil? Amigável? Estúpido? Não tenho certeza. Talvez eu só tenha tentado entrar na vibe dele.
Abaixei a mão devagar. O sorriso sumiu na mesma velocidade. Limpei a garganta, mesmo não havendo ninguém ali para quem eu devesse explicações.
Enfim, cerca de quinze minutos depois, o treino acabou. Vi o time começar a se dispersar. Alguns continuaram estirados na grama como se tivessem acabado de sobreviver a uma guerra.
O Andrew, como sempre, não parecia cansado. Como se o corpo dele funcionasse em um nível completamente diferente.
O vi olhando para mim, e ele veio em minha direção.
Caminhou direto para as arquibancadas, ainda usando a ombreira, com os braços marcados pelo sol da tarde.
'Você chegou cedo', disse ele, naquele tom amigável de sempre, enxugando o suor da testa com uma toalha.
'É, eu tinha um tempo livre…' respondi, dando de ombros.
'Você vai ter a grande honra de me ter como motorista', acrescentei com um sorriso. Eu tinha tirado minha carteira de motorista há pouco tempo.
'Será que eu ainda vou estar vivo depois da viagem?' perguntou ele com um leve sorriso de zombaria.
Franzi o cenho. Só esse idiota ousava criticar minhas habilidades ao volante bem na minha cara… e ainda por cima sorrindo.
'Eu dirijo rápido, sim. E daí?' retruquei, erguendo uma sobrancelha. 'Mas não sou criminosa. Nunca ultrapasso o limite de velocidade.'
Bem… quase nunca.
'Sempre ando exatamente no limite permitido. Tecnicamente legal. E meus reflexos são impecáveis. Tenho coordenação perfeita. Poderia desviar de cones de olhos fechados se quisesse.'
Ele não disse nada, mas o sorriso continuou, como se soubesse que estava me irritando de propósito.
'Mm… você parece bem confiante. Fazer uma coisa dessas, dirigir em alta velocidade de olhos fechados, não parece fácil', comentou ele.
'Você não tem moral para falar. Já te vi andando de bicicleta, sem capacete, rápido e sem freio…' respondi, estreitando os olhos para ele.
'Tá com medo?' acrescentei com um sorriso provocador.
'Não, claro que não', ele respondeu instantaneamente, soando meio ofendido.
'É que eu vim de bike hoje. Não posso deixar ela aqui', acrescentou.
'Relaxa, tenho espaço', eu disse. 'Vim de caminhonete. Dá para jogar ela na caçamba.'
O Andrew me olhou como se estivesse imaginando a cena por um segundo. 'Caminhonete? O que você é, sapatão?'
Não pude evitar e caí na gargalhada com o comentário. Ele com certeza seria cancelado se dissesse isso para outra garota.
'Não sou sapatão. Minha mãe pegou o carro, então fiquei com a caminhonete do meu padrasto. Ou era isso ou andar três milhas a pé', respondi sorrindo.
'Beleza', disse ele com um breve aceno de cabeça. 'Então vamos na sua caminhonete.'
Ele hesitou por um instante e acrescentou: 'Só espera cinco minutos, não mais que isso. Banho rápido e troca de roupa. Prometo que não vou cheirar a suor durante a nossa intensa sessão de atuação.'
'Agradeço por isso', falei, cruzando os braços.
Exatamente quando ele estava virando as costas, perguntei: 'E a Pippa?'
Perguntei sem tom nenhum, pura curiosidade. Ela tinha estado presente nas duas primeiras aulas.
Imaginei que fosse por motivos óbvios.
Não que eu fosse uma ameaça, mas eu também não era uma total desconhecida.
E, bem… nenhum namorado fica com uma cara muito boa ensaiando cenas dramáticas com outra garota sem levantar algum tipo de bandeira vermelha.
E mesmo que eu nunca fosse admitir em voz alta, eu detestava a ideia de alguém me colocar no esteriótipo da 'garota que dá em cima de caras comprometidos'.
Meu Deus, eu não sou dessas que ficam atrás de homem comprometido. E se um cara trai a namorada, eu sinto é nojo dele.
'Ela não vem', disse ele. 'Tem duas provas amanhã e precisa estudar. E com o Halloween hoje à noite, não vai ter muito tempo.'
Acentei com a cabeça sem dizer mais nada. Apenas o observei se afastar.
Ele literalmente voltou em cinco minutos, já trocado, com o cabelo ainda úmido e a mochila pendurada em um ombro só.
Fomos buscar a bicicleta dele. Caminhamos até o estacionamento da escola. Como era uma escola pública, a segurança não era exatamente um desafio. Entrei sem nenhum estresse. O Andrew colocou a bike na caçamba com facilidade.
Entramos, colocamos o cinto, dei a partida e fomos embora.
Por um tempo, nenhum de nós disse nada. Não estava um clima esquisito. Apenas… calmo.
'Isso não vai te trazer problemas?' perguntei enfim, olhando de sossego para ele sem desviar os olhos da estrada.
'Do que você tá falando?'
'Disso', eu disse. 'A aula. Na sua casa. Você e eu. Sozinhos. Sendo que você tem namorada.'
Houve uma breve pausa.
Não é como se eu estivesse esperando alguma coisa. Ele também não. Mas eu sabia como as garotas costumavam enxergar as coisas.
Até eu, se tivesse um hipotético namorado que passava tempo com outra garota na casa dele, tendo aulas de atuação… dependendo do contexto, provavelmente me sentia desconfortável.
Não por desconfiança. Só instinto.
'Não', ele respondeu sem hesitar. 'Ela não se importa.'
'Tem certeza?'
'Sim. Na verdade… fui eu quem a convidou para as aulas anteriores. Ela não se convidou sozinha.'
Franzi o cenho. Isso me pegou de surpresa. 'Sério?'
'É. Eu só pensei que, já que íamos estar na minha casa, eu não queria que houvesse nenhum mal-entendidos', disse ele, dando de ombros.
Fiquei em silêncio por um segundo.
'Pensei que tinha sido o contrário', acabei admitindo.
'Que ela tinha entrado porque, sei lá, não queria te deixar sozinha com outra garota. Sabe, o que se espera de qualquer adolescente namorando o quarterback popular', acrescentei com um sorriso.
O Andrew riu e continuou: 'Foi uma decisão minha. Não porque eu ache que você sinta algo por mim. Ou que vá tentar alguma coisa.'
'Obrigada pelo esclarecimento', falei com um meio sorriso, sem me ofender nem um pouco.
'É que eu já passei por uma situação parecida antes. Eu costumava correr com uma amiga, literalmente só correr, e bem… isso gerou alguns problemas. Agora tá tudo resolvido. Ela confia em mim. Mas ainda assim… prefiro evitar tensão desnecessária.'
Assenti em silêncio. Racional. Honesto. Prático.
A cara do Andrew.
Mas também… muito atencioso.
Quando chegamos à casa dele, garei na entrada da garagem. Descemos da caminhonete. Ele descarregou a bike com um braço só… Sério, qual é a força desse cara?
O jardim da frente estava enfeitado com fitas laranjas e morcegos de papelão balançando ao vento. Ficava claro que o Halloween era levado a sério naquela casa.
Lá dentro, o Cam estava na sala principal, inclinado sobre uma mesinhas com a Lily, que estava na cadeirinha de bebê, brincando toda feliz com um crânio sorridente e uma aranha de pelúcia. Tudo, é claro, em uma estética perfeitamente 'assustadoramente adorável'.
'Oi, querida!', disse o Cam, levantando os olhos com um sorriso. 'Ah, será que hoje vamos continuar com as intensas aulas de atuação com a famosa professora?'
'Famosa por gritar e rosnar', retrucou o Andrew sem o menor pudor, jogando a mochila no cabideiro.
'Cala a boca', sussurrei, ainda sorrindo, enquanto dava uma cotovelada nas costelas dele.
'Oi, Willa', disse o Cam, virando-se para mim com aquele calor de sempre. 'Você sabe que é bem-vinda nesta casa a hora que quiser, né?'
'Desde que ninguém me peça para usar fantasia, tá tudo certo', respondi, levantando a mão num gesto de paz.
O Andrew virou-se levemente para mim com aquele meio sorriso que eu conheço bem demais.
'A ironia de uma atriz que não quer se fantasiar no Halloween…'
Olhei para ele. Ergui uma sobrancelha. 'Tá querendo sofrer hoje? Porque você tá acumulando faltas, Pritchett.'
Ele soltou uma risadinha abafada e levantou as mãos em sinal de rendição. 'Estou em silêncio. Apenas humildade e respeito.'
'Tarde demais', falei enquanto caminhávsemos para a sala. 'Sem piedade.'
Terceira aula.
Nos sentamos na sala.
Bom, ele sentou. Eu fiquei em pé na frente dele, com a pasta na mão, parecendo um diretor de elenco pronto para arruinar o dia de alguém.
Ele não desistia, por mais rigorosa que eu fosse. O que era ao mesmo tempo impressionante e um sinal de alerta do quão teimoso ele conseguia ser.
E ele queria aplicar essa 'pegadinha' na tia Claire como se fosse uma produção teatral de alto orçamento. Nada de quedas desajeitadas ou mãos no peito estilo novela mexicana de baixo orçamento.
Ele queria que ela cresse — pelo menos por um segundo real — que o sobrinho estava morrendo bem na frente dela.
E sim, isso podia soar psicopático, mas eu gostava, e achava que a reação dela ia ser hilária se a gente conseguisse executar.
'Muito bem…' eu disse, soltando o ar devagar. 'Você já conhece a teoria. A gente praticou o controle corporal, a respiração curta, o tremor nas pernas. Desta vez quero ver tudo junto. Fluido e natural. Nada forçado.'
'A gente tem pouco tempo…' o Andrew assentiu, franzindo o cenho para o relógio. Ele sabia que o tempo estava curto.
'Então não vamos desperdiçar', falei. 'Visualiza a cena. Fecha os olhos.'
Ele fez o que mandei, obediente.
'Agora pensa nisso: você não sabe exatamente quando a sua tia vai aplicar a pegadinha dela. E essa é a graça. Você vai estar desprevenido. Talvez relaxado. Talvez ocupado. Talvez só andando. E de repente… pum. Susto.'
'Esse susto', continuei, 'é o seu sinal. O seu gatilho emocional para começar a atuação.'
O Andrew assentiu de novo, ainda de olhos fechados. Eu o observei. Ele tinha melhorado desde a primeira aula, não vou mentir.
Na primeira aula, parecia um robô recitando instruções médicas. Agora, pelo menos, parecia humano.
Mas eu também… conheço a Claire. Não muito bem, mas o suficiente para saber que ela é perfeccionista, controladora e percebe cada detalhe.
Ela não é fácil de enganar.
Quarenta minutos se passaram. Eu tinha dado mais dicas. Mais exemplos. Mais referências. Tentamos com som. Sem som. Repetimos a queda em câmera lenta. Tentamos de tudo.
Mas já passava das seis.
E, por causa do que o Andrew tinha dito mais cedo, ele precisava estar na casa da tia por volta das sete. Não restava mais tempo, ele precisava se arrumar, e insistir mais só ia sobrecarregá-lo.
Ele se deixou cair de costas no sofá, suspirando de frustração.
'Eu não vou dar conta disso', disse ele, sem drama, apenas com um cansaço real. 'Eu devia ter começado semanas atrás. Não cinco dias atrás.'
Fiquei quieta.
Não porque não tivesse nada para dizer.
Mas porque… ele estava certo.
'Se eu fizer isso agora e estragar tudo... a Claire não vai acreditar. E pior, vai rir da minha atuação horrível, de como minha pegadinha foi uma droga e a dela foi a vencedora deste ano...'
Ele passou a mão pelo rosto, fechando os olhos por um segundo. 'Prefiro deixar para o ano que vem. Ter mais tempo. Fazer direito. Uma pegadinha dessas só vale a pena se for executada perfeitamente.'
Continuei olhando para ele em silêncio, sentada na ponta do sofá em frente ao seu, com a pasta ainda aberta ao meu lado. 'E o que você vai fazer este ano, então?'
Ele abriu os olhos, olhou para mim e deu de ombros.
'Não sei. Alguma coisa improvisada. Um susto clássico. Jogar uma aranha de plástico nela ou me esconder num armário. Não vai ser muita coisa... Parece que o ano vai ser da Claire.'
Havia uma mistura de resignação e frustração na voz dele. Ele não gostava de perder.
Então eu não sei por que disse aquilo. Ou como aquilo sequer me veio à mente. Apenas saiu.
'Eu faço.'
O Andrew me olhou, confuso. 'O quê?'
'A pegadinha. O ataque cardíaco. Você não vai fazer. Eu vou. E você vai ganhar', esclareci, como se fosse a coisa mais óbvia do mundo.
'Como?' perguntou ele.
'Eu vou passar o Halloween com você…' respondi como se não fosse nada demais. 'Minha família nem comemora direito mesmo. Nunca ligaram para isso. E eu também não. Geralmente acabo assistindo a filmes de terror antigos, evitando abrir a porta para crianças chatas pedindo doce.'
O Andrew continuou me olhando como se estivesse processando a ideia.
Então, quando a sua tia fizer a pegadinha dela… eu vou estar do seu lado. E vou fingir o ataque cardíaco. Uma garota que não é da família. Apenas uma amiga da sua turma. Ela leva um susto. A culpa pode bater mais forte já que ela quase matou uma total desconhecida...' acrescentei com um sorriso, e o Andrew sorriu também, imaginando claramente a cena.
'Você faria isso? Achei que você não curtisse muito o Halloween.'
'Sim, mas tanto faz. Não é como se eu tivesse algo melhor para fazer', falei, dando de ombros. 'E, sendo sincera, quero ver a cara daquela mulher quando a alma dela cair no chão.'
O Andrew sorriu. 'Isso vai ser incrível. Valeu, Willa.'
'Não me agradece ainda', avisei. 'Se der tudo certo, você vai ficar me devendo uma.'