Casamento Predatório

Capítulo 213

Casamento Predatório

Leah ofegava. Nem conseguia argumentar com os absurdos dele. O calor e o formigamento entre as pernas eram insuportáveis, e ela sentia como se algo estivesse inchando, prestes a explodir.

“Ah, espera, hmm, espera…!”, implorou desesperadamente, começando a chorar. Ishakan lambeu suas lágrimas.

“Diga meu nome.”

A saliva escorria de seus lábios entreabertos enquanto ela ofegava, e ele lambeu até aquilo.

“Me chame de Isha”, disse ele, e sua voz grave lhe deu arrepios. Seus lábios formaram o nome naturalmente, como se ela o tivesse dito muitas vezes antes.

“Isha…”

Ao som do apelido incrivelmente íntimo, seus dedos se moveram mais rápido, acariciando-a com mais intensidade, e embora seus olhos tivessem escurecido ao mencionar Blain, agora brilhavam. O ventre de Leah se contraiu e ela gemeu.

“Ah, ahh, hmm…!”

O prazer se acumulou, transbordou, e sua razão se estilhaçou. Seus quadris se sacudiram como os de uma fera com o ritmo frenético de seus dedos e palavras obscenas jorraram dela, palavras que nunca teriam passado por sua mente antes. –

“Ah, isso, é bom, hmmm, é tão bom, meu Deus…” Ela havia acabado de pedir que ele parasse, mas agora ela se agarrava a ele e implorava: “Mais, um pouco mais…!”

Seus quadris se moviam em ritmo inconsciente enquanto ela acariciava a masculinidade dele em suas mãos, e seu corpo enrijeceu, todas as novas sensações a empurrando ao limite. Leah teve um orgasmo, seus olhos vagos e desfocados.

“Ahhhhhh!”

Suas costas se arquearam para cima. Ofegando freneticamente, ela enterrou o rosto no peito de Ishakan enquanto todo o seu corpo tremia incontrolavelmente. Seus dentes afundaram repetidamente em sua pele firme e morena enquanto o prazer a devorava, e então ela esfregou o rosto nele, gemendo.

“Hmm, ahh, ahhhhhhh…”

Ela não conseguia pensar em nada. Ela havia esquecido que Blain existia. Suas paredes internas se apertaram em seus dedos enquanto ela tremia, e seu rosto normalmente pálido e inexpressivo estava corado enquanto ela olhava para Ishakan com olhos perdidos. Ela estava indefesa ao toque dele, tremendo.

O prazer era avassalador. Ela era tão sensível que conseguia sentir a menor sensação e seus dedos longos e duros ainda se moviam dentro dela, estimulando um prazer que beirava a dor.

“Chega… tire-os…”, implorou, quase soluçando, mas a resposta dele foi firme.

“Ainda não.”

Ele ainda não havia tocado seu clitóris inchado até agora, mas agora seu polegar pressionou sobre ele, e seus dedos se moveram dentro dela, estimulando ambos os lugares ao mesmo tempo. Um gemido envergonhado escapou dela com tanta estimulação, e ela começou a soluçar, agarrando sua masculinidade em suas mãos. Mas ele ainda não parou.

“Eu preciso ter certeza de que você nunca mais vai esquecer…”, sussurrou ele, e a mordeu no pescoço. Parecia que uma fera a havia mordido, e ela se contorceu, quase tendo outro orgasmo. Ele a estava torturando com prazer.

“Ah, ahhh…! por favor, pare, pare com seus dedos…!”, ela gritou, sacudindo a cabeça, e de repente fluidos jorraram de dentro dela, escorrendo por suas coxas. Ela teve outro orgasmo, e ela soluçou roucamente: “Oh, não…”

Sua visão escureceu, e ela soluçou como se uma barragem tivesse se rompido.

Sua masculinidade tremeu e se contraiu enquanto o sêmen jorrava dela, com tanta força que manchou sua barriga e seios. Nem passou pela cabeça dela tentar limpar. Ela não tinha mais forças. Seu corpo inteiro parecia estar em chamas enquanto Ishakan a beijava apaixonadamente, e Leah fechou os olhos.


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