Casamento Predatório

Capítulo 212

Casamento Predatório

Lentamente, Leah abriu as pernas, mantendo-as afastadas com os dedos. O ar tocava sua pele rosada exposta e os olhos dele se fixaram nela, fazendo-a corar de vergonha e excitação. Umidade a cobria e ela sentia uma intensa sensação de formigamento lá dentro.

“Ah…”

Ela sentia o líquido escorrendo de seu interior. Ishakan passou os dedos suavemente sobre ele, espalhando a umidade por seus lábios inferiores inchados.

“Você já está excitada?” Ele perguntou com um sorriso enquanto seus dedos úmidos penetravam lentamente sua vagina. As coxas de Leah tremeram com a sensação daqueles dedos longos e firmes se movendo dentro dela. “Você está molhada.”

Ela queria se defender, mas não conseguia argumentar. Ela estava tão molhada que qualquer um poderia pensar que tinha se mijado. Suas paredes internas apertadas se agarravam aos dedos dele, apertando-os. Era uma tentativa de repelir os invasores, mas ele não recuou. Em vez disso, ele apenas penetrou mais fundo.

Quando seus dedos longos estavam profundamente dentro dela, ele começou a deslizá-los para dentro e para fora, seus dedos se contorcendo rápida e freneticamente para estimular seu prazer. Cada vez que eles chegavam fundo dentro dela, seu corpo todo formigava e sua respiração saía ofegante, um som escapando de sua garganta.

“Hmm, ahhhh…” Leah gemeu, a cabeça balançando de um lado para o outro. Suas mãos, que estavam segurando suas pernas afastadas, escorregaram.

“Hmm, não consigo, segurar mais…!” Ela disse desesperadamente.

“Então toque nisso…” Ishakan mudou de posição, colocando algo em sua mão e rindo de sua expressão surpresa.

Leah havia aceitado sem pensar, e agora ela boqueava em choque.

Meu Deus, o que é isso? Uma cobra…?

Ela só tinha visto o membro de Blain antes, e uma Mirael gemendo frequentemente declarava que era maior que o de qualquer outro homem. Mas não era páreo para a virilidade de Ishakan. Ela nunca tinha visto nada parecido e o encarou como se fosse uma cobra venenosa.

“É seu,” Ishakan disse a ela, e ela sentiu o calor escaldante dele em sua mão. “Você gosta disso.”

Ele era tão descarado enquanto ela permanecia imóvel, tão desorientada que ela nem conseguia argumentar, boquiaberta para seu membro em sua mão. Um gemido escapou dele enquanto ele lentamente esfregava seu membro contra sua palma. A visão daquele membro imenso em sua pequena mão branca era absolutamente obscena. Leah sentiu como se seu rosto pudesse pegar fogo.

“É, isso, é, é excessivo…” Ela gaguejou. Ela nem conseguia pronunciar as palavras. Mas então ela olhou para ele.

“……”

Aquilo não era apenas paixão em seus brilhantes olhos dourados. Eles estavam cheios de afeição. Ele estava deitado de lado ao lado dela, deslizando lentamente os dedos para dentro e para fora dela.

“Mexa sua mão, Leah,” ele gemeu, e quando ela começou a esfregá-lo desajeitadamente, ele gemeu novamente, a testa franzida de prazer.

Sua outra mão deslizou sobre suas nádegas, acariciando suas costas até alcançar seu pescoço e trazê-la para perto para um beijo. Enquanto se beijavam famintos, seus dedos continuavam deslizando para dentro e para fora dela, e um terceiro dedo se juntou aos dois primeiros dentro dela.

Ele expirou com um fôlego quente e lambeu seus lábios. Leah pegou seu membro com ambas as mãos, tonta de paixão. Mas quanto mais intenso o prazer, mais culpa ela sentia, e o nome de Blain continuava surgindo em sua cabeça.

As emoções a inundaram, tão complexas e confusas que ela finalmente explodiu em lágrimas. Ishakan parou imediatamente.

“Está doendo?” Ele perguntou suavemente, e ela sacudiu a cabeça. Não doía. Aí estava o problema. Ela não sentia nenhuma repulsa, apenas um prazer selvagem e assustador. Ela estava tão confusa que a verdade jorrou incontrolável.

“Estou fazendo isso… traindo meu noivo…”

A boca de Ishakan se contorceu. Seus dedos deslizaram novamente para dentro dela, alcançando fundo.

“Você está errada.”

“Ahh…!” O gemido escapou dela enquanto seus dedos se moviam freneticamente dentro dela. Era como se ele estivesse apenas a provocando antes, e ela estava inundada de prazer, seus dedos fazendo um barulho úmido enquanto se moviam. Seu corpo se contraiu e suas mãos se apertaram, agarrando seu membro, o que produziu um jato claro de sêmen.

Ela queria deixá-lo ir, mas Ishakan fechou uma mão sobre ambas as mãos dela, movendo-as em uníssono com as carícias de seus dedos dentro dela.

“Você não sabe de nada…” Ele sussurrou olhando em seus olhos. “Você não deveria dizer isso.”


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