Casamento Predatório

Capítulo 84

Casamento Predatório

A noite escura era um abismo sem fundo de desejo diabólico e pecaminoso.

Eles já haviam feito aquilo duas vezes e a fome do homem ainda não estava saciada. Leah não se surpreendeu com a sua lascívia insaciável; ela achava que conhecia o quão voraz ele era, o quão vigoroso. Mas agora ela percebia o quão incredivelmente ingênua tinha sido. Ajudá-lo? Ela havia entrado na toca de uma fera faminta e se oferecido em bandeja.

Sua masculinidade era incansável. Quantas vezes ele a desejaria antes de se satisfazer? Duas, três, quatro? A fera estaria satisfeita ao amanhecer? Soluçando, Leah deu um tapa em seu ombro, protestando sem palavras.

“O quê? Você se entediou dessa posição? Quer que eu te pegue de costas?”, perguntou Ishakan, que sabia que não era esse o problema. Virando-a, ele a empurrou contra as barras de ferro, a dureza esmagando seus seios enquanto seu corpo a penetrava por trás. As barras estavam frias contra sua bochecha enquanto Leah respirava fundo e levantava os quadris. Ishakan a agarrou e deslizou sua masculinidade sobre ela, roçando em sua umidade.

Um prazer ardente percorreu seu corpo. Um leve beijo roçou seu ombro, enviando faíscas por ela, o início de um fogo que ela pensava estar completamente apagado.

Ishakan apertou seu seio e sussurrou: “Você engordou um pouquinho.”

Embora estivesse sonolenta e quase dormindo, Leah enrijeceu, surpresa. Cerdina estava distraída, então Leah tinha comido à vontade. O efeito em seu corpo devia ser óbvio. Ela sentiu vergonha instantaneamente e agarrou as barras, desejando poder se cobrir. Ela precisava ter cuidado e se controlar…

Seus cílios tremeram enquanto ela piscava, hesitante, e finalmente perguntou baixinho: “Isso é ruim…?”

A simples pergunta fez seu coração bater forte. Ela esperava que ele risse com despreocupação e listasse todos os defeitos de seu corpo imperfeito. Ela queria que ele apontasse cada lugar onde ela tinha engordado, para humilhá-la com sarcasmo e…

Era melhor que ela estivesse de costas para ele. Ele não conseguia ver sua impaciência e ansiedade enquanto ela esperava por sua resposta. Mas Ishakan apenas afastou seus cabelos para revelar seu pescoço branco e delgado e o cobriu suavemente com beijos.

“O quê?”, ele perguntou bruscamente.

“Eu engordei, então…”

Ishakan lambeu sua orelha e sussurrou: “Eu gosto muito mais assim. Se você engordasse um pouco mais aqui, você seria ainda mais perfeita.”

Sua língua lambia e seus dentes mordiam uma e outra vez, a saboreando enquanto ele lhe dizia de dúzias de maneiras o quanto a achava incrível. Seus ombros se encolheram de vergonha e suas entranhas se reviraram, seu coração batendo tão forte quanto antes de ela fazer a pergunta. Mas ela se sentiu estranhamente completa, a ansiedade e o nervosismo desaparecendo.

“……”

Ela pressionou seu rosto quente contra as barras de ferro frias, e Ishakan não teve tempo para mais conversas ociosas. Sua masculinidade estava inchada ainda mais e abrindo caminho para o centro de seu corpo, a abrindo. Um gemido profundo ecoou na noite silenciosa enquanto sua respiração quente tocava seu pescoço, e seu corpo se moldava contra o dela enquanto ele a golpeava com tanta força que ela se ergueu na ponta dos pés, quase levantada do chão devido à diferença de altura.

Agarrando seus mamilos inchados, ele apertava, torcendo-os, um movimento obsceno de ordenha. A dor e o prazer a invadiram, ele estava a atacando por cima e por baixo e ela não conseguia suportar, era demais. Tremendo, ela engoliu em seco e conseguiu implorar.

“Ahhh… não meus seios…”

“Você não quer isso, você não quer aquilo.” Ishakan apertou ambos os mamilos e um gemido escapou dela enquanto ela tremia na ponta dos pés. Sua voz soou atrás dela. “Me ajude com isso, Leah. O que posso fazer?”


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