
Capítulo 85
Casamento Predatório
“Só… ah… só mais uma…”
Ela se referia tanto às carícias dele em seu peito quanto às investidas implacáveis por baixo, mas Ishakan entendeu de outra forma.
“Só uma?” Ele riu, descendo a mão, o dedo pressionando o clitóris dela e fazendo seu corpo estremecer violentamente. Ele mexeu o dedo e sussurrou maliciosamente.
“Você é tão gulosa. Afinal, só tenho duas mãos.”
Ele estava a fazendo parecer uma mulher vulgar, mas quando ela abriu a boca para protestar, só gemidos escaparam.
Os arquejos ecoavam naquele lugar vazio, alto e claro. Ela tentou se mover, incapaz de suportar, mas estava presa pelas barras de ferro à sua frente e por Ishakan a penetrando por trás. O membro dele continuava se movendo dentro dela enquanto seus seios pulavam para cima e para baixo, e seu corpo tremia enquanto ele habilmente acariciava e beliscava seus mamilos.
Leah soluçava de dor. Em ponta de pé, suas coxas estavam cansando rapidamente, mas se ela se abaixasse um pouco, seria espetada pelo membro dele. Ela estava presa, sobrecarregada pelas sensações que sentia, e sua mente ficava em branco enquanto ele a empurrava até o ponto em que ela não conseguia mais suportar.
“……!”
Algo estava prestes a explodir dela. A pressão era demais, cada vez que o membro dele esfregava suas paredes internas, ela sentia como se algo fosse sair, que ela tinha que…
Leah chamou Ishakan urgentemente.
“Ishakan, haaa, espera…”
Ela desesperadamente agarrou o antebraço dele.
“Espera… espera, para… ah, não…” Ela implorou.
“O que você quer dizer com não? Você não gosta tanto assim?” Ele ofegou, ignorando-a enquanto ela o arranhava com suas unhas afiadas, penetrando-a implacavelmente. Ele curvou os quadris para deixar os sons mais úmidos, quase como se estivesse saboreando, e sussurrou: “você está muito molhada aqui embaixo.”
Era humilhante, mas ela tinha que lhe dizer a verdade. “Ishakan, acho que vou… fazer xixi…”
Ishakan lambeu suas bochechas encharcadas de lágrimas enquanto enfiada seu membro com mais força em suas paredes internas.
“Tudo bem. Faça.”
“Haaa… Por favor, pare…”
O dedo dele esfregou com mais força seu clitóris e o interior de sua vagina se contraiu enquanto ela balançava a cabeça de um lado para o outro, implorando desesperadamente. “Não… ah, o que você está fazendo? Eu não aguento mais, heukkkkkk!”
Um espasmo sacudiu seu corpo e seus pés cederam, seu corpo convulsionando enquanto ela deslizava sobre ele, espetada. Ela não conseguia mais, ele estava tão fundo!
“Ha, ahhhh!”
Seus quadris se contraíram para frente e um jato de líquido explodiu entre suas pernas, um fluido claro pingando no chão, escorrendo por suas pernas e coxas. Leah gemeu, chocada com a traição de seu corpo, ela não podia acreditar que tinha… não era como se ela fosse uma criança, era tão embaraçoso!
“Eu te pedi para parar!”, ela gritou. “Por quê…?!”
Não teria acontecido se ele a tivesse soltado. Ela estava atordoada com o que havia acontecido e confusa com o que seu corpo estava fazendo. Não era… xixi, não tinha cheiro, e então ela percebeu que Ishakan não havia falado por um tempo.
“Ishakan…?” Ela o chamou pelo nome.
Levou um momento para ele responder, sua voz um baixo tenso e estrondoso.
“Haa, Leah…”
Sua respiração estava pesada, ofegante.
“Eu te disse para não agir tão erótica…”
Suas mãos agarraram as barras de ferro enquanto ele gemia, fundo e agonizado, prendendo Leah entre seus braços, seus antebraços de cada lado do rosto dela. Veias inchavam em cada antebraço musculoso, os músculos tremiam, e em sua pegada as barras de ferro se curvaram com um rangido.
“Haa… me desculpa…” ele sussurrou, sua voz fraca de angústia. “Desculpa…”
Ela não esperava um pedido de desculpas. Leah respirou fundo. Isso parecia perigoso. Algo estranho estava acontecendo dentro dela, a tensão em sua voz se transferindo para seu corpo. No início, ela achou que estava imaginando, mas agora tinha certeza de que era real.
“Ish… Ishaken…” Ela estava realmente assustada, sua voz tremendo ao chamar seu nome. “Está… estranho lá dentro…”
Seu membro estava inchando. Muito.