
Capítulo 83
Casamento Predatório
Seus quadris tremeram enquanto a ponta arredondada o penetrava lentamente. As mãos ao lado do corpo se moveram, assumindo o controle, e seu arquejo reverberou pela sala.
“Hnnnnn…”
Ela não conseguia se acostumar ao tamanho dele, por mais que tentasse, e enquanto ele se movia dentro dela, ela o olhou para cima, os olhos marejados. Mas o homem não tinha misericórdia e nenhuma intenção de parar. As mãos de Ishakan massagearam seus quadris, envolvendo suas nádegas redondas, tentando fazê-la relaxar.
“Você precisa se abaixar mais, eu nem cheguei na metade.”
Seus olhos escureceram. Ela tinha certeza de que pelo menos metade dele já estava dentro dela; sentia-o até o estômago, não havia mais espaço. Mesmo agora, era inacreditável pensar que todo ele havia cabido antes. Seus olhos brilhavam enquanto ela se mantinha sobre ele, já certa de que não aguentaria mais, mas Ishakan não tinha intenção de deixá-la ir.
Dedos longos se moveram entre suas pernas e Ishakan retraiu seu membro ereto e úmido, esfregando-o contra ela. Suas mãos apertaram o antebraço dele em pânico.
“Não…” Ela sussurrou.
“Você está apertando meu ferimento.” Ishakan disse, agarrando seu braço enfaixado. Leah apressadamente retirou a mão e ele aproveitou a oportunidade para se esfregar nela novamente.
“… Ah…. Isha…kan…”
Seus dedos eram implacáveis, esfregando forte, torcendo, beliscando o botão excitado entre suas pernas. Era uma sensação insuportável, flutuante e formigante, como se um pequeno inseto a estivesse torturando. No momento em que ele parou, a força em suas pernas a abandonou e ela se sobressaltou quando seu membro deslizou sobre seus tecidos úmidos.
“……!”
Ela jogou a cabeça para trás, os olhos arregalados enquanto arfava, seus braços e pernas se contraindo em um espasmo trêmulo. Saliva umedeceu seus lábios, mas ela nem conseguia fechar a boca. Tudo o que podia fazer era tremer.
Ishakan se aproximou. Sugou sua língua. Por um tempo ela se perdeu em seu beijo voraz, e quando voltou a si e olhou para baixo, pôde ver sua barriga se projetando com o contorno de seu membro.
As lágrimas que ameaçavam transbordar, e ela lamentou sua estupidez. Era uma loucura desejar algo tão insano e avassalador, e ela engoliu os soluços, enterrando o rosto no peito de Ishakan. Mas por mais patética que ela parecesse, ele não lhe deu descanso. Sua impaciência por ela era muito mais urgente e sua cintura se movia para cima e para baixo, uma batida rítmica a atacando. Aos sons obscenos, Leah instantaneamente atingiu o clímax.
“Uhhhh…”
Seu corpo se arqueou com um prazer tão intenso que ela se sentiu machucada. Mas antes que esse primeiro clímax terminasse, outra onda de prazer se seguiu quando Ishakan mergulhou imprudentemente nela, abandonando qualquer ilusão de paciência. Seu grande membro golpeava seu estômago, esfregando tudo dentro dela, acariciando seus pontos favoritos, penetrando tão fundo que era assustador. Seus olhos brilharam enquanto ela movia seu corpo com o dele, seus quadris batendo contra os dele. Em desafio à escuridão ao seu redor, sua visão brilhou em branco.
Lutando, suas mãos agarraram as grades de ferro frio da janela. Ela tentou segurá-las, buscando algum controle, mas estava experimentando um prazer além dos limites de seu corpo, tão vasto que era impossível até mesmo gemer. Ela se sentia como se estivesse em chamas e súplicas escaparam de sua boca.
“Por favor, por favor…”
Ishakan mordeu seu pescoço com força suficiente para deixar marcas de seus dentes.
“O quê, o quê!?” ele rosnou irritado.
“Por favor, pare…”
“Você quer que eu pare?” Ele provocou maliciosamente.
“Sim… uhh… por favor…” Ela implorou, lutando para controlar seu corpo e seus sentidos destroçados.
“Por quê… eu não coloquei lá dentro há um minuto…” Ishakan olhou para seu rosto enquanto ela soluçava e implorava, mas nunca parou. Sua mão agarrou sua monte de Vênus e torceu seu mamilo, e mais lágrimas escorreram de seus olhos.
“Oh, ah…!”
Seu corpo se contraiu e uma umidade pegajosa escorria até suas nádegas. Ishakan a beijou enquanto ela lutava, sussurrando para ela enquanto lambia suas lágrimas.
“Diga que você quer que ele esteja dentro…”
Ela nunca teria dito isso se estivesse em seu juízo perfeito, mas estava fora de si, e ela disse, as palavras frenéticas.
“Dentro… por favor… Ishakan…!”
Suas palavras o levaram à loucura. A besta se libertou de suas amarras e seu membro penetrou fundo, mais fundo. Leah beijou suas bochechas, mordeu seus lábios, suas unhas cravando-se em seus ombros enquanto ela cedia a seus movimentos selvagens.
“Oh, Deus… Acho que vou morrer… por favor…”
Sua cabeça se inclinou para trás enquanto ela implorava, sua barriga se contraindo enquanto ele a penetrava mais forte. As sobrancelhas de Ishakan se franziram enquanto ele a agarrava, seu rosto contorcido.
“Tudo bem…”
Sêmen quente jorrou dentro dela. O corpo de Leah se arqueou e ficou rígido enquanto o líquido enchia suas entranhas, e ela desabou sobre o corpo de Ishakan, suas mãos se contorcendo enquanto ela gemia. Seu corpo inteiro tremia em um clímax doloroso e sem fim, e mesmo enquanto ela se contorcia, ela sentiu ele inchar dentro dela novamente.
Leah olhou para a besta voraz diante dela.
“Você me disse que ia me ajudar, não foi?”
Embora ele já a tivesse [email protected] duas vezes, seus olhos dourados queimavam de desejo. Ele a ergueu, e quando ele saiu dela, filetes de líquido escorriam por suas coxas.
Ishakan lambeu os lábios. “Eu ainda não recebi ajuda suficiente.”