
Volume 10 - Capítulo 937
Super Detective in the Fictional World
Luke achou engraçado: — Há quanto tempo, Bell. Como tem estado?
A motorista era Bell, a rainha da corrida, que conheceu da primeira vez que esteve em Nova York.
Luke esteve usando a Direção Elementar este tempo todo, o que era especialmente adequado para perseguição policial.
Bell também estava animada: — Nada mal. Você está aqui numa viagem de negócios de novo?
Enquanto falava, ela continuou olhando para ele pelo retrovisor.
Felizmente, Luke pediu por uma velocidade de até cinquenta quilômetros por hora, o que era como dirigir um brinquedo para Bell.
Luke sorriu de novo e pegou seu segundo número pessoal.
Colocando o cartão na bandeja de dinheiro: — Fui transferido para a NYPD. Você pode me ligar se precisar de algo.
Bell exclamou: — Meu Deus, você foi transferido para Nova York? Quando foi isso? Por que não ligou? Não mudei meu número…
Luke a interrompeu rapidamente: — Faz pouco tempo. Acabei de me estabelecer. Faz poucos dias desde que comecei a trabalhar.
Bell parou de reclamar.
Trabalhar sempre era a coisa mais importante.
Por que ela tinha uma boa impressão de Luke? Era tudo porque era jovem, lindo e generoso.
Eles tinham acabado de se conhecer e Luke já tinha pago uma corrida de cem dólares antes mesmo de falar com ela.
Como Bell não poderia ficar feliz com dinheiro e conversar com um velho amigo?
Animada, Bell dirigiu mais devagar.
Caso contrário, com suas habilidades de direção e a performance do carro, ela poderia chegar em Clinton em dez minutos.
— Por que está indo para Hell’s Kitchen? — Após conversar por um tempo, ela finalmente se lembrou deste ponto.
Luke respondeu: — Minha casa fica lá.
As mãos de Bell tremeram e o carro balançou: — Quê? Por que está morando naquele lugar de merda? Ei, se não tem dinheiro, pode vir para nossa casa. O contrato de aluguel do imóvel está prestes a vencer e posso pedir ao Jesse para adiar o pagamento do aluguel por dois meses…
Luke só podia apreciar seu entusiasmo: — Bell, acabei de te dar cem pratas pela corrida.
Atordoada por um momento, Bell bateu na testa: — Tá, sou uma idiota. Você provavelmente não está no vermelho, ou teria pego o metrô ou ônibus.
Luke: — Mas obrigado pela preocupação. Moro num bom lugar. Não se preocupe, sou policial.
A expressão de Bell mudou quando ouviu a segunda metade das palavras: — Ei, é porque você é policial que acho perigoso você viver lá! Os irlandeses, russos, mexicanos e motoqueiros não são amigáveis com policiais. A patrulha nem ousa entrar em Hell’s Kitchen à noite.
Luke inclinou a cabeça e pensou por um momento.
A gangue irlandesa? Parecia que eles haviam sido aleijados.
A máfia russa? Eles basicamente desapareceram depois da explosão.
O cartel mexicano? Luke ainda tinha mais de duas toneladas de produto em seu inventário do Anjo da Morte e ele precisava arrumar tempo para jogá- los no oceano.
Gangue de motoqueiros? Ele não os viu recentemente.
— Bell, sua informação precisa ser atualizada — ele provocou.
Bell ficou atordoada: — Sobre o quê?
Luke apontou para si: — Tenho informações internas. As pessoas que mencionou desapareceram.
Franzindo a testa, Bell pensou por um momento: — Isso mesmo. Esqueci que muitos gângsteres morreram lá recentemente. As gangues em Brooklyn e Queens estão falando sobre isto.
Luke perguntou: — Oh? Eles planejam entrar em Hell’s Kitchen?
Se fosse o caso, isso seria ótimo, ele pensou consigo.
Bell balançou a cabeça: — Não. Eles falaram que milhares de membros de gangues morreram lá recentemente, que Hell’s Kitchen reabriu e os ingredientes são os membros da gangue. Só um lunático ousaria entrar. Acho que, se quiserem entrar, terá que ser junto de dezenas de milhares.
Luke sorriu.
Isso era verdade.
Como chef, ele tinha que ser cauteloso e meticuloso. Alternando entre cozinhar em fogo brando e saltear, ele precisava dar o seu melhor para transformar essas cebolinhas em experiência e pontos de crédito.
Enquanto conversavam, o carro chegou.
Mesmo que Bell desacelerasse deliberadamente, ela ainda foi muito mais rápida que o táxi normal.
— Me chame quando precisar de um carro, okay? — Bell gesticulou para ele.
Luke fez um gesto de “OK”: — Não se preocupe. Definitivamente chamarei você se sobrar algum dinheiro.
Bell revirou os olhos, mas não pôde deixar de rir. Essa era a melhor coisa sobre conversar com pessoas espertas.
Olhando para as costas de Luke, ela disse: — Venha jantar quando tiver livre. Jesse sente sua falta também.
Luke simplesmente acenou, mas murmurou consigo: — Jesse? E se ele achar que estou aqui para roubar seu docinho?
Isso realmente seria um teste de resistência mental.
Quando chegou ao escritório de advocacia, ainda estava muito animado, mas a longa fila de alguns dias atrás desapareceu.
Quando Luke entrou, uma jovem afro-americana estava correndo com todo tipo de arquivo e documentos em suas mãos, conversando sem parar com os clientes no escritório.
A garota foi a primeira a notar Luke. Ela parou de trabalhar e se aproximou: — Está aqui para pedir pelo serviço comunitário? Venha comigo.
Atordoado por um momento, Luke balançou a cabeça com um sorriso: — Estou aqui pelo Foggy e o Matt.
A garota não parou. Ela simplesmente se virou e disse: — Só o Sr. Foggy está aqui. O Sr. Matt não está hoje.
Luke soltou um “oh”. Ele esperava essa resposta.
Se o Advogado Matt fosse um pouco mais forte, ele deveria estar em casa agora se recuperando.
Se ele fosse um pouco mais cauteloso, ainda poderia estar escondido na casa segura de Luke.
— Então, irei encontrar o Foggy — ele disse casualmente e caminhou até o escritório.
A garota falou rapidamente: — Espera, o Sr. Foggy está muito ocupado. Você tem que esperar na fila se quiser conversar com ele.
Ela olhou rapidamente para a dezena de pessoas no escritório.
Luke achou divertido: — Mas não estou aqui a negócios.
A garota disse impotente: — Você ainda tem que ficar na fila ou então…
Ao ouvir a conversa, as pessoas na sala olharam, como se estivessem desconfiadas dos concorrentes.
Sempre haveria pessoas lutando por qualquer coisa que fosse de graça. Luke deu uma risadinha internamente.
Ele perguntou: — Então, posso procurar pela Karen?
A garota respondeu: — Okay, vou chamar para você. — Ela então entrou no escritório.
Logo, Karen saiu e o cumprimentou com um sorriso: — Luke, você veio?
Luke assentiu: — Estou aqui para checar a situação.
Karen assentiu rapidamente: — Vamos conversar lá dentro. Acontece que o Foggy está procurando por você.
Desta vez, as pessoas não reagiram muito.
Embora Karen fosse a única recepcionista aqui, ela servia como a secretária.
Muitas das inscrições tinham que passar por ela e ninguém queria mexer com ela.