Super Detective in the Fictional World

Volume 10 - Capítulo 935

Super Detective in the Fictional World

Pensando rapidamente, Gusman vacilou entre matar Norman e salvar seu negócio.

Os cinco membros da equipe de Norman estavam aqui.

Se quisesse agir, ele teria que matar os cinco agentes da DEA. Ele não podia ter o luxo da vingança da DEA.

Olhando para sua expressão, Norman sorriu.

Ele pegou apressadamente uma caixa de metal que tinha um terço do tamanho de uma palma do bolso do peito. Ele balançou ao lado do ouvido para ouvir o barulho.

Após abrir a caixa, tirou uma das sete ou oito cápsulas que estavam dentro e colocou na boca.

Um momento depois, levantou lentamente a cabeça e estalou os ombros. Seu rosto corou e a dor em seu braço esquerdo sumiu devagar.

Ele abaixou a cabeça e olhou para Gusman: — Me dê o dinheiro, ou encontrarei alguém para matar vocês!

A raiva de Gusman, que foi quase suprimida no começo, explodiu: — Você…

De repente, uma série de sirenes soou e rapidamente se aproximou deles.

Atordoado, todos olharam pela janela.

Gusman bateu na mesa e se levantou: — Norman, você nos vendeu?

Atordoado por um instante, Norman sorriu desdenhosamente: — Que ignorante.

Um dos lacaios do Gusman sussurrou na orelha dele: — Chefe, ele não chamaria os tiras se estivesse jogando sujo.

A cabeça esquentada de Gusman clareou um pouco e sentiu que tinha reagido de maneira exagerada.

Naquele momento, Norman falou de novo: — Esqueça. Um tolo como você deveria morrer assim que possível! Enviarei alguém para matar você e suas filhas amanhã!

Gusman finalmente não conseguiu mais suprimir a raiva. A voz em sua mente ficou mais alta.

Ele rugiu: — Vai se ferrar! Vai pro inferno! Mate-o!

Com um grito, Gusman sacou a pistola e atirou em Malky.

Malky, que virou a cabeça para persuadir o chefe, Norman, para não provocar a outra parte, não teve chance de reagir antes de colapsar.

Ele pareceu ver através de tudo. Com um sorriso estranho, sacou de repente o revólver que estava na cintura.

Pa! Pa! Pa! Pa! Pa! Pa!

Foram disparados seis tiros em Gusman.

Gusman, que foi o primeiro a atirar em Malky, estava um passo atrasado. Ele só teve tempo para atirar em Norman no estômago antes dos dois colapsarem.

A colisão entre os dois chefes foi como uma luta nos filmes de faroeste, atordoando ambos os lados por quase meio segundo.

Então, todos xingaram e pegaram suas armas.

Bang! Bang! Bang!

— Ah!

— Ahhh!

— Ahhh!

Disparos e gritos ressoaram e o cheiro de pólvora tomou conta da sala.

Dez segundos depois, todos no local colapsaram.

O cômodo ficou quieto de repente.

Os membros da gangue e os agentes da DEA tremeram e gemeram fracamente.

Só uma pessoa se levantou devagar.

Olhando para as pessoas ao redor, Norman caiu na gargalhada de repente: — Porra, todos vocês merecem morrer.

Após dizer isso, ele cambaleou e se escorou na parede: — Meu, é tudo meu. O dinheiro e os produtos são meus. Hahaha.

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Um momento atrás, uma fila de viaturas estava correndo na direção do tiroteio no distrito superior.

Alguém no carro gritou pelo comunicador: — Não precisam me dar carona, já consegui uma.

Dizendo isso, ele olhou para o oficial de patrulha no banco de trás, que tinha um sorriso amargo no rosto: — Desculpa, cara. Meu carro acabou de quebrar e está na oficina.

O que o oficial poderia dizer?

Ele conhecia o cara no banco do passageiro.

Vários policiais de Nova York ouviram falar dele, e este oficial não era exceção.

O cara acabou de envolvê-lo.

O oficial disse: — Apenas me chame de Kenny, Sargento John McClane.

Jonh falou: — Okay, Kenny. Quando chegarmos lá, procure um lugar para se esconder. Não seja um burrão e fique no meio da rua, entendeu?

Kenny: — Aprendemos a como lidar com tiroteios, Sargento McClane.

A expressão de John mudou enquanto sorria: — Então, quantas vezes você foi baleado? Você sabe quantos disparos uma pessoa pode levar sem morrer?

Kenny: —… Okay, vou me esconder.

Assim que falou aquilo, ouviu uma explosão de disparos.

John olhou inconscientemente para a esquerda e levantou a mão: — Tem um tiroteio aqui? Atrás daquele prédio?

O oficial de patrulha que estava dirigindo imediatamente girou o volante e entrou na rua lateral. Ele dirigiu em volta do prédio e as três viaturas seguiram logo atrás.

Três minutos depois, John saiu do apartamento com uma expressão confusa.

Tocando na pequena câmera do peito, ele pegou o celular e fez uma ligação: — Chefe, encontrei um problema aqui.

Dustin afastou relutantemente o olhar de Jennifer: — Fala.

Não era fácil ele encontrar uma oportunidade para tirar uma folga! Porra, John!

A Advogada Jennifer sorriu e beliscou seu rosto, antes de caminhar até o banheiro.

Olhando para os passos vacilantes, Dustin engoliu em seco e seu coração, normalmente firme, acelerou.

Porém, havia más notícias em seu ouvido, o que fez seu coração entristecer: — Achei um bando de corpos aqui. Quatro agentes da DEA, seis suspeitos de tráfico de drogas e um veterano da DEA chamado Norman Stansfield.

— O que está acontecendo? — A atenção de Dustin imediatamente se afastou da fresta da porta do banheiro e de Jennifer.

John olhou em volta antes de falar baixinho.

Ao ouvir o relatório de John, Dustin saiu da cama e vestiu as roupas.

Alguns minutos depois, Dustin assustou Jennifer, que jogou o gel de banho nele. Ele lhe deu um beijo e disse que tinha um caso para resolver antes de sair correndo do apartamento.

Jennifer ficou atordoada por um longo tempo antes de balançar a cabeça impotentemente: — Isso é trabalho.

É claro, ela não culpava Dustin.

Não era a primeira vez de Dustin saindo correndo.

Colocando gel de banho novamente, ela murmurou pensativa: — Qual é o caso da vez? Será que vamos conseguir?

Assim que falou aquilo, ela balançou a cabeça: — No que estou pensando? Aquela mulher Reyes não me deixará arrumar um grande caso com facilidade, a menos que queira que eu leve a culpa.

Naquela noite, a NYPD estava um caos, mas Luke e Selina já estavam tendo doces sonhos.

De manhã, Dustin chamou Luke ao departamento.

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