
Volume 2 - Capítulo 921
Super Detective in the Fictional World
— Estou em Nova York. Então, Sr. Wilson, você não precisa de uma passagem da classe executiva esta noite e nem ficar em um hotel de quatro estrelas. Você pode dormir na sua cama e ter uma boa noite de sono — disse Luke lentamente.
Pausando por um momento, ele continuou: — Além disso, se não trabalhar mais, Sr. Wilson terá que se contentar com o mínimo de quinhentos dólares pela informação.
O rosto de Wade ficou triste e cheio de arrependimento por ter perdido o ouro: — Isso é muito ruim… Ah, quero dizer, isso é ótimo.
— Arranje a hora e o local, e envie os detalhes para mim. Preferencialmente antes das sete da noite no centro de Nova York. Não planejo pegar um voo de volta para Los Angeles para encontrar você lá. — Luke riu: — Somente quando o dinheiro estiver no seu bolso que pertencerá a você, certo, Sr. Wilson?
Wade: —… Okay.
Luke desligou.
Selina finalmente elogiou: — Como este cara sobreviveu até hoje? É só porque ele está cercado de pessoas com problema de audição que não foi morto?
— É claro que ele não se tornou um canalha assim em um dia — Luke falou sem pressa: — Leva de vinte a trinta anos para se tornar uma pessoa super mesquinha. Isto também pode ser considerado um talento inato.
Selina riu alto: — Quero saber quantos de seus colegas queriam matá-lo na escola. Mm, e os professores.
Luke: — Ele pode ter sido expulso antes disso.
A mensagem de Wade chegou rápido: — Bar da Escola da Irmã Margaret para Crianças Problemáticas. Sete da noite.
Os lábios de Selina tremeram quando leu o nome comprido do bar e viu a palavra “escola”: — Não me diga que esta é realmente a escola que o Wade frequentou? Ele não está sendo amaldiçoado por Deus?
Luke disse indiferentemente: — Você deveria confiar naquela pessoa mesquinha; não tem medo de ser amaldiçoada, porque muitas pessoas a amaldiçoam.
✦═══🌃 🔎 🌃═══✦
Após passar das seis, Luke e Selina saíram do carro.
Agora era preto-acinzentado e parecia ainda mais discreto. As placas também foram trocadas por falsas.
Luke e Selina ainda usavam roupas de hip-hop de jovens adultos. Eles também usavam bonés, óculos de sol e máscaras.
Luke e Selina acharam o velho bar em Harlem e entraram.
No momento em que Luke entrou, sentiu uma familiaridade.
Este local era similar ao bar em Los Angeles que conheceu Wade.
O cheiro de álcool, cigarros, suor e vômito encheu o ar no bar depenado. Todos os clientes tinham aparências ferozes e pareciam o tipo que devia ter sido enviado para a cadeira elétrica.
Eles foram ao balcão e pediram uma lata de Coca cada.
Não havia nada de incomum sobre o bartender de cabelos compridos, dentes salientes e óculos de aro preto. No entanto, o preço de uma lata de Coca demonstrava quanto este bar roubava.
Talvez fosse porque Luke e Selina não estivessem vestidos como os outros.
Luke enfiou e empurrou duas notas de vinte dólares num jarro de vidro no balcão e perguntou: — O Wade está?
O bartender olhou para ele: — Qual Wade?
Luke ponderou por dois segundos: — O mais mesquinho e mais sem vergonha.
O bartender respondeu: — Ele não esteve aqui ultimamente. Supostamente ficou obcecado por uma mulher negra tão grande quanto um hipopótamo, do tipo que pesa quase duzentos quilos.
Luke e Selina ficaram sem palavras. Sua boca está relacionada ao Wade?
Naquele momento, alguém se sentou no balcão: — Se você espalhar notícias falsas sobre minha esposa de novo, vou expor seu álcool falso.
O bartender bufou: — Assim você terá que beber água.
O homem pegou cinco dólares na caixa registradora do bartender: — Me dê um copo de uísque falso.
O bartender não se moveu: — Vinte e cinco dólares.
A pessoa respondeu: — Quem mandou você difamar minha esposa? Cinco dólares ou pegarei vinte e cinco dólares do seu jarro.
Impotente, o bartender serviu um copo de uísque, que era uma camada fina de líquido âmbar num copo meio cheio de gelo. Ele então empurrou o copo na frente do homem: — Wade, pegue leve. Não fique bêbado e volte para a casa errada, transe com a esposa errada.
Era Wade.
Ao ouvir isso, ele mostrou o dedo do meio para o bartender e depois ignorou. Ele sorriu e perguntou: — Chefe, encontramos-nos de novo. Quais negócios você tem desta vez?
Luke tomou um gole da Coca: — Alguém postou uma recompensa enorme ontem. Você sabe disso, certo?
Atordoado por um instante, Wade falou imediatamente: — Eu sei. Você não vai me pedir informações sobre aqueles mascarados, né? Não posso ajudar com isso. Aqueles mascarados são fofos. Eu os adoro. São eles que enchem esta cidade com um ar animado e alegre…
É claro, Wade não diria que tinha saído com uma máscara com o nome extravagante de “Executor da Justiça” após ver o vídeo do Batman.
É claro, após sentenciar os bandidos, todo o dinheiro ia para sua carteira; ele tinha um bom hábito de não desperdiçar nada.
No entanto, ele não queria imitar o Batman.
Batman era muito forte, mas ele era o “Fortão Wade”, que não era mais fraco que ninguém.
Então, ele traje um terno vermelho-escuro para mostrar que era diferente do Batman.
Na verdade, ele sentiu que havia pessoas demais imitando o Batman nas ruas e a armadura preta era comum demais. Não combinava com seu temperamento único e figura.
Porém, uma noite, quando saiu para “agir heroicamente”, ele encontrou algumas pessoas usando roupas vermelhas-escuras similares que estavam sequestrando criancinhas.
Ele ficou furioso na época. Ele sacou sua espada e matou aqueles sequestradores desgraçados antes de jogá-los no rio.
Além de usarem roupas similares, também tinham espadas longas nas costas.
Exceto pelas roupas levemente mais frouxas, estes caras pareciam similares ao Wade.
Wade, que se sentiu ter sido enganado por motivo algum, foi naturalmente cruel e matou o inimigo.
Após este encontro, Wade tomou uma decisão dolorosa.
No final, adicionou alguns toques de preto no seu “uniforme de batalha” — por exemplo, os olhos da máscara, que agora eram pretos.
O preto e vermelho e seu traje justo finalmente ajudaram Wade a escapar de sua crise de falsificação.
Então, quando Luke mencionou os mascarados, ele expressou decisivamente sua opinião.
Ele era um dos mascarados. Como ele poderia ajudar Luke a pegar estes “camaradas”? A menos… que ele pagasse mais!
Wade ficou animado. Desta vez, ele tinha que fazer este figurão pagar mais.
Luke falou: — Não, quero saber mais sobre os assassinos.
—… Então, você tem que me dar um preço que eu não possa recusar — Wade respondeu quase ao mesmo tempo.
Então, ficou atordoado: — O que você acabou de dizer?