
Volume 2 - Capítulo 922
Super Detective in the Fictional World
Luke tomou outro gole da coca sem pressa: — Não forçarei você a ferir aqueles mascarados “fofos”. Só me importo com os assassinos.
Wade ficou sem palavras. Que diabos?
Só então se lembrou de que, embora os vigilantes não fossem populares com a polícia, os assassinos sem dúvidas eram alvos mais adequados. A pessoa na sua frente, por acaso, era um policial.
Ele só não sabia por que o policial da LAPD veio roubar o trabalho da NYPD.
Porém, não tinha nada a ver com ele.
Luke tomou outro gole da Coca e balançou a garrafa na mão enquanto observava o líquido borbulhar: — Investigue cada assassino e procure especialmente pelos perigosos. Cada pessoa valerá de cem a mil dólares.
— Tão pouco? — Wade gritou.
Luke riu: — Esta é uma taxa de informação. Só quero informações de suas aparências, corpo, origem e pseudônimos. Não estou pedindo para matá-los.
Wade ouviu e calculou em seu coração.
A recompensa enorme desta vez chamaria a atenção de pelo menos centenas de assassinos que queriam ficar ricos, e alguns definitivamente eram poderosos.
Ele não precisava investigar tudo sobre a outra parte, como onde estavam ficando.
Contanto que fosse algo que ouviu, poderia relatar a este homem importante. Ele pode até conseguir aumentar a taxa de informação.
Pensando nisso, ele sorriu: — Isso não é pouco demais? Chefe, que tal aumentar um pouco?
Luke: — Acha pouco demais? Então, calcule minha comissão da última vez. No seu ramo, deve ser entre dez e trinta por cento. Ficarei no meio disso, vinte por cento. Da última vez, você ganhou pelo menos sete dígitos; calcularei a menor quantidade de um milhão, então vinte por cento de duzentos mil…
Wade perguntou inconscientemente: — Metade de trinta não é quinze?
Luke ergueu a sobrancelha: — Então, você vai me dar cento e cinquenta mil?
Ao ouvir que, do nada, ganhou uma dívida de seis dígitos, Wade levantou decisivamente as mãos em rendição: — Okay, acho muito razoável o preço que está oferecendo. Mal posso esperar para trabalhar. É um acordo, baby!
Com isso, ele terminou o copo de uísque numa golada e fugiu.
Segurando a Coca, Luke se levantou e falou para Selina: — Vamos lá.
O barman ao lado falou de repente: — Também posso fornecer informações. Que tal usar o preço que mencionou?
Luke riu: — Não está com medo de o Wade ir atrás de você?
O barman bufou: — Ele é bom em matar pessoas. Quando se trata de procurar por informações, ele é muito pior.
Luke assentiu e olhou para os clientes no bar: — Não vai me vender as informações deles, vai?
O barman deu de ombros: — Se for possível, não me importo, mas as pessoas aqui provavelmente não têm nenhuma credencial de assassino. Caso contrário, por que eles viriam beber aqui?
Luke perguntou: — Quanto tempo você precisa?
O barman respondeu: — Você pode vir depois de amanhã.
Luke assentiu: — Feito. — Ele estava prestes a sair.
O barman o parou de novo: — Espera.
Luke: — Hm?
O barman: — Você é novo, então tenho que aceitar um depósito. Lembre-se, é um depósito.
Luke jogou um rolo de dinheiro no jarro de vidro: — Então, você tem que trabalhar mais. Nem o depósito pode acabar.
Observando Luke e Selina, o barman pegou o rolo de dinheiro do jarro e colocou sob o balcão.
— Um cliente de quem Wade pode ganhar favores é realmente muito rico — murmurou o barman.
Luke lhe deu o super rolo padrão de cem dólares, que dava dois mil dólares.
No seu ramo, um depósito era cinquenta por cento da quantia, mas só aqueles com boa credibilidade e capacidade poderiam conseguir. Normalmente, era vinte por cento no começo.
Em outras palavras, Luke havia reservado dez mil dólares para ele.
Este era um acordo raro.
Pensando nisso, o barman rapidamente foi para trás do balcão e pegou o celular.
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Assim que Luke chegou no laboratório, Robert ligou: — Cheque o fax, enviei o esboço.
Luke atendeu e olhou para o fax que acabou de receber: — Caracolzinho, compre esta imagem com os alvos suspeitos na base de dados. Me avise se encontrar algo.
Após receber as instruções, ele olhou para o esboço e murmurou: — Tem uma aparência feroz, mas aura de figurão. Ele provavelmente é mais popular que o Robert.
O homem no esboço tinha olhos pequenos, um grande nariz, um rosto trapezoide e cabelo curto. Ele tinha uma expressão fria e um corpo forte.
Sim, era um esboço corporal completo.
Após examinar o esboço por um momento, Luke sorriu: — As habilidades artísticas da Catherine melhoraram de novo. Ela é muito boa!
Colocando o esboço no inventário, ele adicionou mais dois pontos em sua Força Mental para chegar a 39.
Olhando para o número 39, ele falou expectante: — Conseguirei provar o sabor do 40 amanhã.
Quando Luke e Selina foram descansar em casa, Manhattan estava animada à noite.
Havia pessoas em vários pontos de vantagem elevados em Clinton e Harlem.
De vez em quando, um casal trocaria olhares pelo binóculo.
No começo, ainda conseguiam manter o entendimento tácito.
Eles eram profissionais que vieram pela recompensa de dez milhões. Poucos queriam perder tempo com outros profissionais.
Porém, quando os dois assassinos se viram por acaso pelos binóculos, ocorreu um caso de “confirmação de que é meu arqui-inimigo”.
Não havia muitos assassinos profissionais bem-humorados, então começaram a atirar sem hesitar.
Após uma série de disparos intermitentes, um homem caiu do quinto andar e atingiu a rua.
Logo, as viaturas chegaram.
Os moradores que chamaram a polícia mencionaram que a vítima tinha um rifle sniper.
Quando o operador ouviu a ligação, pensou que era piada.
Havia muitas pessoas nos Estados Unidos com armas, mas aqueles com rifles de ponta eram fanáticos ou profissionais.
Logo após as viaturas checarem, eles relataram a situação à sede.
A vítima usava preto e estava totalmente equipada. Era caro, mas não no estilo da polícia ou do exército.
Junto do rifle SIG SSG, era nítido que não era um colecionador ou fã.
Estas pessoas só aproveitariam sua coleção em casa. Eles só atirariam algumas vezes no campo de tiro, e não subiriam até o telhado de seu apartamento no meio da noite para disparar no relento.
Quando a polícia chegou no campo de batalha, a cena lentamente ficou caótica.
Finalmente, após o segundo par de assassinos vingativos começar a brigar e ferir um policial por acidente, a polícia de Nova York se enfureceu como um gato que levou um chute no traseiro.
Duas equipes da SEU (Unidade de Serviços de Emergência, um tipo de SWAT de Nova York) também chegaram, prontas para guerrear com os profissionais.
A maioria dos assassinos escolheu recuar.
Não havia recompensa em matar a polícia e seu alvo não estava em lugar algum. Eles tinham que ser loucos de mexer com a NYPD.