Super Detective in the Fictional World

Volume 2 - Capítulo 880

Super Detective in the Fictional World

Haley parou e perguntou de repente: — Você não planeja matar o Killgrave, planeja?

Se fosse qualquer outro policial, ela poderia não ter tais pensamentos.

Porém, quando Luke e Selina salvaram ela e sua irmã, Margaret, eles mataram quatro bandidos armados e então aproveitaram a pesca e o banho de sol próximo aos corpos.

Juntando o que Luke falou sobre ser bom com arma, Haley acabou pensando nisto.

Luke sorriu: — Tenho que detê-lo e enviar para você?

Eu realmente quero isso! Haley pensou consigo.

Uma pessoa extraordinária como Killgrave seria um ótimo objeto de pesquisa. Haley estava bastante interessada nele.

Pedindo para morrer? No campo profissional, qualquer um que não tivesse mentalidade de buscar a morte não alcançaria o auge.

Por exemplo, não seria fácil para Luke ser promovido como detetive sem arriscar ser baleado.

Se Luke soubesse o que ela estava pensando, ele definitivamente a caracterizaria como uma lunática.

É claro, ele nunca daria a Killgrave a chance de viver.

Ele estava determinado a obter as habilidades deste cara; até Jesus não conseguiria manter Killgrave vivo.

Após uma breve conversa, os três voltaram.

Haley estava aqui para dizer que a papelada foi arrumada; por enquanto, eles tinham concluído a tarefa.

O casal ia ficar aqui mais um tempo. Eles queriam garantir que sua filha fosse bem tratada, então já tinham ido com o funcionário checar o ambiente.

Assim, três carros foram ao sanatório, mas só um ficou.

Os dois apressaram-se para o apartamento de Molly para reunir quaisquer filmagens que poderiam conseguir antes de retornarem para casa.

Após o jantar, Luke transformou a gravação em arquivo de vídeo e deu para o Caracolzinho analisar.

Ele não tinha mais que encarar a gravação por horas. De qualquer maneira, eles tinham Killgrave como alvo claro, então o Caracolzinho foi encarregado de achar a pessoa.

Às nove da noite, Selina tinha concluído a primeira fase do treinamento. Como de costume, Luke estava trabalhando na nova armadura dela.

Naquele momento, alguém ligou.

Vendo que era Dustin, Luke atendeu: — Chefe, qual é o problema?

Dustin não era o tipo de ligar sem motivo. Ele e Luke raramente se falavam no celular fora do trabalho.

Isto significava que algo definitivamente aconteceu.

— Venham ao Geral Metropolitano. — A voz de Dustin estava firme.

— Okay. — Luke guardou as coisas na oficina e perguntou: — O que aconteceu?

Após um breve silêncio, Dustin respondeu: — Walter está na emergência.

Luke não pôde deixar de dizer: — O quê?

Dustin falou: — Mais cedo, ele foi atacado pelo “máscara negra” em casa. Ele está com sangramento cerebral e tem múltiplas fraturas.

— WTF! — Luke xingou.

Que porra de piada era esta?

O verdadeiro “máscara negra” era o Demolidor. Luke operou pessoalmente o homem alguns dias atrás; seria ótimo se pudesse se mover e se levantar agora.

Então, este Demolidor não descansou e, em vez disso, arrastou o corpo ferido para atacar Walter, que estava investigando as explosões; isto não lhe beneficiaria em nada.

Walter era um policial ajudando a limpá-lo da suspeita nas explosões. Não seria difícil investigar o caso. O Demolidor machucaria o próprio “colega de equipe”?

Além disso, segundo a informação atual, o Demolidor nunca atacou a polícia.

O único policial que disse ter sido atacado pelo máscara negra era da 15ª Delegacia.

Considerando o relacionamento entre a 15ª Delegacia e o Rei do Crime, só eles sabiam exatamente do que se tratava o ataque.

Dustin falou: — Sim. Supostamente, a esposa do Walter ouviu o barulho e viu o “máscara negra” ferir o Walter antes de fugir. Porém, acho que suas palavras só provam que ela viu um homem de preto fugindo da sua casa.

Luke: — Então, vou ver como o Walter está primeiro.

Dustin disse: — Tudo bem; estou do lado de fora da sala de operação da emergência.

Naquele momento, Luke saiu da oficina e desligou. Ele chamou Selina e Gold Nugget e foram direto ao hospital.

Quando chegaram ao hospital, Luke descobriu que algumas pessoas já estavam lá, incluindo John McClane.

O parceiro de Walter, Ricky, correu mais cedo. Suas roupas estavam desgrenhadas e seu rosto estava cheio de fúria enquanto fazia o melhor para conversar com Dustin baixinho.

O homem de meia-idade, Joe, e Connie, a policial loira, também estavam aqui e cercaram Dustin com expressões feias.

Luke se aproximou só para ouvir o furioso Ricky: — Por que não podemos emitir um mandado? Aquele cara já atacou a polícia antes.

Dustin respondeu: — Você está me pedindo para emitir a prisão daquele “máscara negra”, mas o máscara negra que feriu o Walter é apenas um homem cobrindo a cabeça com algo preto. Ricky, você é um policial há bastante tempo; preciso lembrar o problemão que será se fizermos suposições antecipadas sobre o alvo?

Ricky expressou: — Eu sei, mas isto definitivamente tem algo a ver com o máscara negra. Contanto que o peguemos, conseguiremos conseguir informações dele, seja ele o criminoso ou um rival.

Dustin: — Um mandado já foi emitido mais cedo pela prisão do máscara negra. Alguém o pegou? Qual é o sentido de emitir outro? Para verificar que somos iguais ao lixo da 15ª Delegacia?

Ricky ficou perplexo.

Foi a 15ª Delegacia que emitiu aquele mandado e todos internamente sabiam qual era o problema.

Naquele momento, Luke interrompeu esta cena desconfortável de conflito interno: — Chefe, como está o Walter?

Dustin balançou a cabeça: — Ele ainda está sendo tratado. Só consegui perguntar aos paramédicos que o enviaram aqui. Sua condição não é boa.

Luke franziu a testa. Não ser boa significava se aposentar devido a ferimentos leves ou morrer devido a ferimentos graves.

Pensando rapidamente, ele falou decisivamente: — Chefe, posso ir à casa do Walter? Aquele é o melhor local para começar a procurar por pistas.

Dustin ficou aliviado.

Ele já queria dizer isso, mas Ricky estava agitado ao ponto da loucura pelas feridas graves do Walter. Todos costumavam trabalhar para o Walter e não era apropriado para Dustin dizer as palavras ou pensariam que ele era cruel.

Somente outra pessoa poderia trazer o assunto.

Ao ouvir isso, Dustin assentiu imediatamente: — Ricky, leve o Luke e a Selina lá e veja se consegue encontrar alguma pista. Joe, vá ao departamento de inteligência e cheque as imagens ao redor da casa do Walter. Vou avisá-los. Connie, fique aqui e me avise assim que tiver notícias do Walter. John, venha comigo ao departamento e pegue sua arma e distintivo de volta.

Todos trocaram olhares por um momento, antes de Luke falar: — Temos que nos apressar. Não confio na equipe forense. Eles levarão dias para confirmar algo.

Ele se moveu após isso, levando Ricky, a pessoa mais agitada, consigo, e todos os outros também saíram.

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