Super Detective in the Fictional World

Volume 2 - Capítulo 878

Super Detective in the Fictional World

Logo, os quatro membros de Molly foram amarrados com ela deitada no sofá.

Mesmo assim, ela ainda estava se debatendo para pegar a pasta com o revólver.

— Luke… — O coração de Richard doeu quando olhou para sua filha.

Luke levantou a mão e falou: — Não a manterei amarrada. Essa é a única coisa que posso fazer por enquanto. Além disso, também preciso ligar para um psiquiatra profissional para checar a condição da Molly. Ela tratou a Molly antes. Você concorda?

Richard e sua esposa, Novena, olharam para sua filha se debatendo e o revólver na mesa. Após um silêncio breve, Richard assentiu com grande dificuldade: — Concordo. Mas… pode manter em segredo?

Ele olhou para o revólver de novo.

Luke respondeu: — Ela é uma psiquiatra profissional. Ela não divulgará casualmente informações do paciente.

Ele então saiu do apartamento para chamar Haley.

Após Luke explicar brevemente o que aconteceu, Haley imediatamente disse que chegaria logo.

Não era por ser coração mole, mas porque parecia que Molly estava sob alguma hipnose de alto nível.

Nem todos podiam realizar tal hipnose avançada.

Na verdade, 99,99% dos psiquiatras nunca viram esta hipnose avançada.

Para eles, pessoas normais, estes eram produtos da imaginação que só existiam em filmes.

Haley era uma mulher extremamente conhecedora com capacidades extraordinárias. Ela só ouviu de algo assim de alguns figurões no círculo por acaso.

Agora, um caso real apareceu diante de seus olhos. Como ela poderia deixar escapar pelos seus dedos?

Assim que colocou o casaco e pegou as chaves, uma voz feminina veio de trás: — Haley, você não tirou folga hoje?

Enquanto arrumava as roupas, Haley disse rapidamente: — Margaret, tenho boas notícias para você. Lembra do Detetive Luke de Los Angeles? Ele trabalha com sua amiga, Elsa. Ele está procurando por mim.

Margaret ficou atordoada: — Ele está aqui numa viagem de negócios?

Haley sorriu: — Não; ele e sua chefe, Elsa, se transferiram para a NYPD. Está feliz?

Margaret falou: — O quê? Elsa está aqui? Então…

Sabendo o que Margaret estava pensando, Haley assentiu: — Você pode falar com eles. Eles são pessoas confiáveis e manterão seu paradeiro em segredo. Vamos discutir isto quando eu voltar de noite, okay?

Margaret disse: — Isso é ótimo. Estive com você por meses. Sinto que estou presa.

Haley abriu a porta: — Você não fez um novo amigo na escola? Além disso, estar na prisão é melhor que no caixão.

Ao ouvir isso, Margaret estremeceu, como se tivesse medo da imagem de si mesma num caixão.

Ela só voltou a si após a porta fechar: — Não, você não pode ver nada se estiver morto! Contudo, ficar sozinho debaixo da terra é realmente assustador.

Ela estremeceu de novo: — Não pense sobre isso. Deixe-me pensar em como surpreender a Elsa.

Após a ligação, Luke entrou no apartamento e acenou para Jessica: — Srta. Jones, por favor, saia.

Jessica levantou a cabeça em confusão: — O quê?

Luke: — Preciso conversar com você em particular.

Após uma breve pausa, Jessica se levantou e saiu, mas seus passos eram hesitantes.

Parados no canto em que as escadas estavam, Luke perguntou diretamente: — Você tem algo a dizer sobre o que aconteceu?

Jessica mordeu o lábio: — O que quer dizer?

O sorriso no rosto de Luke sumiu. Ele falou indiferentemente: — Concordei com você antes que deixar a família da Molly ir embora era uma boa escolha, mas acontece que estávamos errados. Fugir não resolverá o problema e só causará mais tragédia. Portanto, tenho que perguntar isto: Srta. Jones, você tem alguma outra pista do Killgrave?

Os lábios de Jessica tremeram e ela inconscientemente se abraçou, como se estivesse com frio.

Luke observou a jovem linda em silêncio.

Ela tinha lábios vermelhos, pele macia, cabelo negro cacheado. Era uma beldade que a maioria das pessoas apreciaria.

Ela usava um suéter preto, jaqueta de couro preta, cachecol grande cinza e um par de jeans apertados.

Junto da maneira que tremia levemente, ela parecia ainda mais lamentável e podia ativar facilmente o desejo de um homem de protegê-la.

Luke, todavia, não sentiu nada.

Ele viu várias mulheres lindas, de estrelas famosas como Jennifer Perry e Sheerah, a jovens ricas como Jenny e Karen Thompson, e por fim, conviveu com detetives como Elizabeth e a Agente Palmer.

Sem falar que havia Selina, cujo físico e temperamento continuavam a melhorar. Ele era muito resistente a mulheres lindas, especialmente no trabalho.

O fato de que Killgrave quase causou uma tragédia de família sob seu nariz deixou Luke ainda mais chateado.

Ele não extravasaria sua raiva na mulher na sua frente. Ela devia ser uma das vítimas de Killgrave, mas ele precisava saber o que o lunático estava tramando.

Será que ele fez algo assim antes?

Jessica não disse nada por um longo tempo.

Luke continuou a pressioná-la: — Srta. Jones, você viu o que aconteceu agora há pouco. Pelo bem da família de Molly, acreditei em você quando disse que não sabe de nada. Contudo, todos vimos isso pessoalmente; é mais perigoso para nós não sabermos nada sobre o Killgrave.

Olhando para as mudanças na expressão de Jessica, ele continuou: — Não quero forçar você a me contar nada, mas pelo menos me diga as pistas que está disposta a contar. Não perguntarei mais nada.

Jessica abaixou a cabeça e escorou na parede atrás dela, seus dedos dos pés arranhando inconscientemente o chão.

Um momento depois, ela finalmente respondeu: — Seu nome é Zebediah Killgrave. Ele tem uma habilidade especial de controlar outras pessoas e fazê-las fazer o que ele quer que façam.

Ela ficou quieta de novo.

Ponderando por um momento, Luke perguntou: — Quão eficaz é este controle? Alguém lembra o que aconteceu quando estava sob seu controle?

Jessica tremeu de novo e entoou de repente: — Main Street, Birch Street, Higging Drive, Colbart Lane…

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