
Volume 2 - Capítulo 739
Super Detective in the Fictional World
Este era apenas um prelúdio para o show da noite do Batman, então o surgimento do Batman no Hospital Sr. Post seria razoável.
Ele tinha que continuar agindo para tornar ainda mais razoável.
Saltando do prédio novamente, Luke ouviu levemente a voz da mulher no celular após correr do beco: — É da televisão? Vi o Batman. Duzentas pratas por uma pista, certo? Além disso, ele me salvou. Você falou que uma entrevista custa mais, certo?
Seus lábios se curvaram.
Ele não era contra as pessoas usando notícias do Batman para fazer dinheiro. Aqueles que estavam tentando fazer renda extra normalmente tinham dificuldades na vida.
Ele ajudou estas pessoas, mas também estava os usando.
Era compreensível que alguém se aproveitasse da oportunidade para fazer algum dinheiro.
Ele não era um figurão; Batman não era uma manifestação de suas convicções, mas um disfarce que poderia ser usado.
Ele precisava que estes resgatados espalhassem a palavra e gerassem mais discussão para aumentar a popularidade para que fosse mais fácil dele agir no futuro.
Por exemplo, esta noite!
Boom!
Não muito longe, houve uma colisão alta quando uma escavadora atingiu um caixa eletrônico na rua.
Os bandidos comemoraram animados: — Isso é incrível! É assim que se faz!
— Se apresse, pegue tudo.
— Dinheiro. Deve ter muito dinheiro.
Luke balançou a cabeça impotente. Este era um caixa eletrônico, não a porra de um cofre. O máximo que os caixas eletrônicos poderiam ter era de centenas de milhares. Eles realmente usaram uma escavadeira para roubar um caixa eletrônico.
Porém, estas pessoas provavelmente também roubaram a escavadora.
Pensando de outra forma, roubar um caixa eletrônico e não um cofre era mais compreensível. Havia poucas pessoas no mundo que tentariam entender o ponto de vista de outra pessoa.
Luke entendeu os assaltantes; esperançosamente, eles o entenderiam mais tarde.
No distante céu noturno, os holofotes de vários helicópteros já haviam aparecido e estavam se aproximando rapidamente.
Luke circulou no ar e planou para baixo.
O criminoso que estava dirigindo a escavadora percebeu de repente que a luz de uma lateral havia desaparecido e que algo estava bloqueando sua visão.
Ele virou a cabeça e viu um gigante preto do lado de fora e uma mão entrando.
— Ahhhh! — Com um grito seco e estranho, ele foi puxado e jogado no teto do carro de seus cúmplices.
O grupo de bandidos, que estava animado um momento atrás, se calaram de repente. Olhando para o gigante saltando da escavadeira, eles rangeram os dentes e gritaram: — Bat-Bat-Bat-Batman!
Luke franziu a testa em desagrado. Que falta de educação. O que diabos era Bat-Bat-Bat-Batman?
Ele agarrou as roupas de dois bandidos que estavam perto e os levantou. Eles olharam para aqueles olhos vermelhos enquanto a voz mecânica fria ressoava: — Vocês, culpados!
Todos os bandidos gritaram: — Não, não! Poupe-nos!
Eles eram todos “fãs leais” do Batman.
Após assistir TV nos últimos dias, todos sabiam que, contanto que o Batman “sentenciasse” os criminosos que pegou, pelo menos um osso seria quebrado.
Crack! Crack!
Os dois bandidos pularam enquanto seguravam as mãos, mas ficaram aliviados em segredo.
Somente os dedinhos de suas mãos direitas foram quebrados, que era a punição mais leve e uma espécie de aviso do Batman.
Olhando para o cúmplice deitado no teto do carro, que só conseguia gemer levemente, sentiram que era ótimo não saber como operar a escavadeira.
Dirigir a escavadeira poderia lhes render vários ossos quebrados.
Os bandidos restantes se entreolharam por um momento antes de fugirem em todas as direções.
Luke passou a mão na cintura e arremessou dois batarangues.
— Ah!
— Ah!
Dois gritos soaram e os dois líderes que estavam supervisionando o assalto caíram, segurando as coxas.
Luke colocou os batarangues no bolso e saiu.
Ele só poderia dar uma punição leve a estes bandidos. Embora pegar um caixa eletrônico com uma escavadeira tenha causado uma agitação, não feriram ninguém.
— Dustin já enviou quatro oficiais para a entrada do banco — Selina falou.
Luke: — Entendido.
O programa IA o lembrou com sua voz fofa: — Senhor, a armadilha foi armada. Você quer ativar?
Enquanto Luke estava torturando aqueles bandidos com a escavadeira, ele ainda estava prestando atenção nesse lado. Ele mandou imediatamente: — Confirmar. Ative a armadilha.
Boom!
Uma coluna espessa de fumaça subiu a centenas de metros de distância.
Luke virou a cabeça para o barulho e sorriu.
Batman notou o hospital.
Batman ia combater o crime.
Batman disparou o gancho.
Batman voou.
No ar, Flegg olhou em palavras para os helicópteros não muito longe: — Por que estes paparazzis têm narizes tão aguçados?
O membro da equipe ao lado riu: — Qualquer um que avise do paradeiro do Batman receberá uma recompensa de duzentos dólares. Qualquer um que teve contato direto com o Batman receberá quinhentos dólares se concordar com uma entrevista. Tem recompensas maiores, tipo aqueles que tiverem uma interação real com o Batman. Os paparazzi agora têm todas as pessoas de Los Angeles na mira. Eles são muito mais populares que a gente.
Flegg ficou sem palavras.
Confie nas massas, mobilize as massas! De pessoa a pessoa! Estas eram realmente palavras sábias.
Uma agência secreta como a sua não poderia competir com a televisão.
— O que o Batman está fazendo agora? — Flegg perguntou.
O membro da equipe disse: — Segundo a equipe de logística monitorando os programas de TV, ele primeiro resgatou uma mulher sendo roubada, depois impediu alguns bandidos que estavam roubando um caixa eletrônico.
Flegg: — Parece que ele não está muito ocupado hoje. Se prepare, vamos tentar entrar em contato com ele hoje…
Boom!
Flegg e sua equipe se viraram: — O que está acontecendo?
O olheiro na frente do helicóptero respondeu imediatamente: — Parece que é… no Hospital St. Post. Parece ter sido uma explosão e há muita fumaça. Pode haver um incêndio.
Flegg franziu a testa: — O quê?
Da rede de informações, também houve notícias de um “ataque terrorista” suspeito no Hospital St. Post de tarde, mas ele não acompanhou os detalhes.
Uma explosão comum, mesmo que fosse um ataque, não era da sua alçada.
O olheiro falou: — Chefe, o Batman foi para o Hospital St. Post. Parece que a explosão chamou sua atenção.
Flegg assentiu impotente: — Siga-o, o Sr. Batman é alguém que ajuda os outros. Ele definitivamente dará uma olhada se ocorreu uma explosão.
No entanto, vendo que os helicópteros da TV também escolheram fazer a mesma coisa, ele suspirou de novo: — Realmente quero usar um RPG para destruí-los.
Seu membro da equipe expressou: — Chefe, seríamos julgados na corte militar e executados.
Flegg: — Eu sei, por isso não peguei um RPG.