Super Detective in the Fictional World

Volume 2 - Capítulo 738

Super Detective in the Fictional World

Bruce Banner, cujo nome real era Robert Bruce Banner, tinha PhD em física nuclear do Instituto de Tecnologia da Califórnia e atualmente estava trabalhando no campo de física nuclear na universidade de Culver.

Quando viu isto, Luke sentiu que o homem tinha que ser aquele Banner.

Após ler a pesquisa do homem, teve ainda mais certeza.

Naturalmente, o Dr. Banner não divulgaria os detalhes da pesquisa ao público.

Porém, pelo nome do projeto, dava para perceber que envolvia radiação gama.

Mas, sim, este cavalheiro ainda era apenas Bruce Banner.

Aquele grandão verde que espancava todos que via provavelmente ainda não tinha aparecido.

Luke não se preocupou com isto.

Era difícil que um médico doutorado com conhecimento extraordinário desistisse da pesquisa em que era bom e ainda mais desistisse para sempre.

Este eram os Estados Unidos.

Não era fácil para um pai dizer ao filho o que fazer. Várias pessoas saíam de casa aos dezoito e havia muitos que não conversavam mais com a família depois disso.

Luke não era um santo.

Porém, no final, ele suspirou. Se houvesse uma chance, ele deveria avisar Bruce Banner para prestar atenção à sua segurança durante o experimento.

Se Banner sobrevivesse realmente a isto, então essa era a vontade dos céus.

O mundo continuava girando e não parava para ninguém.

Além disso, com o cérebro do Dr. Banner, ele ainda poderia fazer enormes contribuições mesmo sem virar um certo Hulk verde.

Após o jantar, Luke recebeu uma ligação de Dustin: — Luke, os oficiais no hospital e a equipe da SWAT saíram. Ficaram somente quatro oficiais da patrulha.

Luke curvou os lábios: — Eles realmente estão com pressa. A Elsa organizou tudo?

Dustin respondeu: — Sim, mas não podemos evitar isto por muito mais tempo. Eles têm muitos ouvidos.

Luke indagou: — Ninguém da Segurança Interna?

Dustin respondeu: — Não. Pedi para a Elsa ficar de olho. Os explosivos plásticos que os criminosos estavam carregando não estão na lista de evidências e a filmagem da sua câmera foi eliminada.

Luke não ficou decepcionado e zombou: — Eles realmente estão por toda parte. Terminei minhas preparações. Vamos ver se aqueles dois lerão as notícias online no tempo livre.

Dustin perguntou: — Tem certeza de que isto funcionará?

Luke: — Se tornarmos a evidência pública, funcionará. Infelizmente, será muito difícil de liberar pela mídia. Se não funcionar, arrumarei alguém para desaparecer com a Jennifer por um tempo.

Após um breve silêncio, Dustin falou: — Obrigado.

Luke: — Está tudo bem.

Ele desligou e riu.

O Batman veria isto? É claro que veria.

O Batman também seria a primeira pessoa a ver as notícias online.

Após o jantar, Luke e Selina se separaram.

Antes de Selina entrar no carro, Luke a lembrou: — Lembre-se de registrar tudo de incomum. Não mostre seu rosto. O Dustin tomou as providências, não tem perigo.

Selina entrou no carro e assentiu: — Tudo bem. Além disso, Gold Nugget está comigo.

Luke deu de ombros e falou antes de sair: — Segurança em primeiro lugar.

Quando Selina partiu, Gold Nugget latiu levemente.

Ela balançou a cabeça imediatamente: — Não entre na ação. Vai ter muito barulho no hospital esta noite. Você não ouviu que o Luke quer aqueles caras na TV? Você quer estar na TV também?

Gold Nugget imediatamente se deitou e estremeceu.

Ele sabia bem quão aterrorizantes eram as consequências de aparecer na TV, especialmente para uma cabeça de cachorro alienígena.

Quando anoiteceu, o Hospital St. Post ainda estava brilhante e barulhento.

Poucas pessoas morreram no terremoto da noite passada, mas muitas estavam feridas. Cada hospital agora estava sobrecarregado e o St. Post não era exceção.

Se escondendo no teto do apartamento, Luke cantarolou: — La da da, it’s the motherf…

De vez em quando, ouvia uma notificação no fone: — Nenhum alvo suspeito avistado.

Selina estava encarregada dos dois drones perto do hospital. Ela fornecia informação e as gravações para que Luke pudesse focar no seu plano.

Ele estava olhando para a filmagem no celular falso, que mostrava um grupo de criminosos focados numa discussão.

Estes caras ambiciosos estavam se preparando para roubar um banco a duzentos metros.

Ouvindo o plano, Luke calculou a hora e falou suavemente: — Caracolzinho, comece a contagem de dez minutos e lembre-me da hora.

O programa esperto que havia sido modificado hoje e finalmente recebido um nome, imediatamente projetou uma contagem regressiva: — Sim, senhor.

Luke também saltou do teto e planou.

— Não se mova. Entregue todo o dinheiro. — Um bandidinho estava segurando uma arma tensamente e suas mãos estavam tremendo. Claramente, ele não estava familiarizado com o dinheiro.

Outro bandido falou, infeliz: — Ei, eu não falei? Não aponte aleatoriamente a arma para as pessoas. Você não sabe quantas vezes já aconteceu de disparos acidentais ocorrerem? Não quero ser enviado ao hospital por sua causa. Mantenha abaixada e levante de novo se ela resistir, okay?

O bandidinho abaixou apressadamente a arma: — Sim, sim, sim. Vou me lembrar.

O bandidão hesitou por um momento e tirou a arma dele: — Você pega o dinheiro. Eu segurarei a arma.

O bandidinho soltou uma exclamação e foi chutado no traseiro pelo bandidão: — Se apresse. Esta é sua cerimônia de iniciação.

O bandidinho estendeu as mãos trêmulas: — Não se mova, ou ele atirará.

A mulher que estava sendo roubada tinha uma expressão de desespero: — Só tenho troco na minha bolsa, pode pegar e ir embora?

Uma sombra cobriu este canto do beco e os três olharam.

Um gigante preto caiu do céu e pousou com um baque.

— Não, eles precisam aprender uma lição — falou o gigante preto quando socou o bandido novato no estômago: — A sociedade não é uma escola e não é tão educada quanto professores. Lembre-se desta lição.

Dizendo isso, ignorou o bandido novato que estava vomitando no chão e foi até o bandido veterano com a arma.

O rosto do bandido enrijeceu: — Batman! Batman!

Luke pegou a arma dele e tirou o carregador antes de segurar a arma com as mãos.

Com um som desagradável, a pistola foi torcida numa pilha de metal.

— Você, culpado — ele declarou baixinho e apertou o dedo indicador direito do bandido.

O bandido veterano agarrou a mão direita e gritou.

— Será a mão esquerda da próxima vez. — Após isso, Luke checou a filmagem e disparou seu gancho antes de voar.

A mulher correu do beco.

Ela não estava com medo destes dois bastardos azarados. O Batman estava aqui e ela não acreditava que eles ousariam atacá-la de novo.

Olhando para os dois feixes de experiência e crédito lamentáveis, Luke soube que, mesmo que não viesse, os dois no máximo pegariam o dinheiro e iriam embora; a vida da mulher não estava em perigo.

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