
Volume 2 - Capítulo 740
Super Detective in the Fictional World
Só levou pouco mais de dez segundos para Luke cobrir uma distância de quinhentos metros e foi direto para uma sala cheia de fumaça no hospital: — Ative imagem termal.
A cena na sala imediatamente apareceu em suas lentes.
Olhando para as duas figuras na sala, Luke sorriu: — Peguei vocês. — Ele então atravessou a janela quebrada.
Mesmo que os dois tivessem acabado de ser atingidos pela granada de atordoamento, suas reações não foram ruins. No momento em que Luke entrou, eles dispararam sem hesitar.
Luke não esquivou ou evadiu enquanto se aproximava da pessoa mais próxima.
Ambos exclamaram: — Batman! — E seus movimentos desaceleraram por um instante.
Luke agarrou o homem e o arremessou pela janela como uma bola de boliche.
O homem voou da janela como uma bala de canhão e Luke se virou, com a capa cobrindo as costas.
A última pessoa puxou o gatilho inconscientemente, mas ele estava xingando internamente.
As balas comuns eram inúteis contra o Batman! Esta era a verdade que muitos criminosos provaram pessoalmente.
Agora, era sua vez de sentir.
A figura preta, que era grande como uma colina, não era nada desajeitada. Na verdade, era extremamente rápido. A capa piscou e uma palma enorme disparou de trás para agarrar o pescoço da pessoa.
Bang!
Agarrando o homem, Luke acelerou e saltou pela janela.
Bang!
Houve uma queda quando Luke pousou na pequena praça no meio do hospital.
O homem que ele arremessou ainda estava mancando e tentando muito escapar.
Luke sorriu. Quer correr? Você vai aparecer na televisão esta noite.
Passos estrondosos ressoaram por um instante antes de desaparecerem.
O homem que estava correndo se virou, só para ver uma sombra enorme planando.
Puta merda! Você não tem vergonha! O homem xingou internamente.
Eles sempre foram aqueles que intimidavam pessoas comuns com suas vantagens físicas. Agora que encontraram um super-herói que os intimidava com sua vantagem de equipamento, eles imediatamente se sentiram desesperados.
Uma sombra enorme o envolveu e uma mão agarrou seu pescoço antes de levantá-lo.
O cenário ao redor girou rapidamente e, em menos de dez segundos, os dois se encontraram na praça em frente ao hospital.
Ao mesmo tempo, vários pilares brancos de luz vieram do céu e envolveram os três.
Quando o helicóptero da televisão chegou, procurando pelo Batman, o viram segurando dois criminosos.
Quase todos que viram as duas pessoas seguradas pelo Batman concordaram inconscientemente com este cenário.
Luke jogou um deles no chão e pisou. Levantando o outro, ele declarou friamente: — Forasteiros, vocês são culpados!
Suas expressões mudaram. Eles sabiam a fala do Batman, mas agora estava os chamando de “forasteiros”.
Luke agarrou um batarangue da cintura e cortou o braço direito do homem.
Entre os gritos, o braço que caiu, explodiu e desapareceu.
No helicóptero, os paparazzi filmando ficaram atordoados.
Flegg também ficou atônito.
O que estava acontecendo? Algo não parecia certo.
Incontáveis pessoas estudaram as operações do Batman.
Todos concordaram com um ponto: mesmo que estivesse deliberadamente fazendo um show, o máximo que fazia era quebrar os ossos dos criminosos e não tinha intenção de torturá-los.
Por que ele cortou o braço do homem?
Ainda mais ultrajante foi o que aconteceu com o homem. Por que o braço explodiu e desapareceu quando foi cortado?
Luke, contudo, não parou. Ele mudou para a outra pessoa e cortou seu braço esquerdo com o batarangue novamente.
Jogando os dois no chão, ele pisou em suas outras mãos e falou friamente: — Forasteiros, este mundo pertence aos humanos, não a vocês, insetos nojentos, sugadores de sangue.
Os dois vampiros gritaram e não disseram nada. Luke pisou em suas mãos um após o outro.
Os paparazzi nos helicópteros ficaram atordoados.
Era raro o Batman usar estes métodos brutais, mas eles não tinham certeza se era realmente brutal.
Afinal, os dois homens que tiveram os braços cortados eram realmente estranhos. Eles não pareciam humanos.
Dois helicópteros pousaram perto da praça e quatro pessoas saíram de cada lado.
Luke olhou ao redor e sorriu internamente. Eles eram todos velhos conhecidos.
A pessoa à direita correu mais rápido e gritou de longe: — Batman, não somos hostis. Só queremos conversar.
Luke virou a cabeça.
Alguns segundos depois, o líder do outro lado também gritou: — Batman, posso ter alguns minutos do seu tempo?
Luke falou: — Mostrem-me suas identidades.
As duas partes ficaram atordoadas, mas tiraram as identidades.
Naquele momento, Flegg hesitou, mas o homem do outro lado avançou e entregou a identidade: — Olá, Batman. Sou Phil Coulson, um agente do FBI.
Flegg xingou internamente, mas só pôde dar um passo e entregou sua identidade: — Sou Rick Flegg, um agente do FBI.
Luke sorriu secretamente, mas perguntou: — O FBI enviou dois agentes ao mesmo tempo?
— Não somos do mesmo departamento. — Essas foram as palavras de Flegg.
— É apenas um problema pequeno com a coordenação interna. — Essas foram as palavras de Phil.
O olhar de Luke pausou na identidade em sua mão por um instante quando olhou para o sobrenome familiar — Coulson.
Uma sensação estranha surgiu em seu coração. Havia milhares de pessoas chamadas Phil, mas Coulson da SHIELD… Ele deve ser aquele, certo?
Que piada!
Mas agora não era hora de pensar sobre isto.
Ele entregou a identidade: — O que vocês querem?
Flegg falou: — Eles e conversar com você.
Phil o esperou terminar antes de expressar: — Mesma coisa, mas posso esperar vocês terminarem.
Luke olhou para Flegg: — Sobre o que você quer falar comigo?
Atordoado, Flegg olhou inconscientemente para Phil. Por um momento, houve silêncio.
Phil, todavia, sorriu e gesticulou para ele prosseguir.
Flegg sorriu amargamente. Coulson era de fato uma raposa astuta e velha.
Ele então falou: — Queremos falar com você em particular. É inconveniente aqui.
Luke se virou para Phil: — E você?
Phil entregou um cartão com um sorriso: — Talvez possamos entrar em contato e trabalharmos juntos no futuro.
Luke não pegou o cartão, mas olhou para ele: — Tudo bem, memorizei o número. Algo mais?
Um toque de arrependimento cintilou nos olhos de Phil, mas sua expressão não mudou: — Vamos levar um deles conosco.
Antes que Flegg pudesse dizer algo, Luke concordou: — Claro.
Flegg engoliu suas palavras.
Luke olhou para Flegg e apontou para os dois em seu pé: — Você sabe o que eles são?
Phil ficou quieto.
Flegg só pôde balançar a cabeça diante do olhar.
Ele tinha uma ideia aproximada, mas não tinha tanta certeza.