Super Detective in the Fictional World

Volume 2 - Capítulo 702

Super Detective in the Fictional World

Jenny riu e bateu nele várias vezes: — Besteira. Sempre fui legal com meus empregados.

Luke pensou imediatamente numa má ideia: — Não, é melhor ser mais imponente. Somente então a CEO Gwenis será mais como uma rainha!

Assim que falou isso, ele foi socado de novo.

Os dois riram por um tempo e se livraram do clima pesado antes de Jenny explicar a situação na empresa.

A “vingança” da Srta. Beth contra a família possibilitou que a Empresa de Celulares Titanium começasse as vendas dois meses mais cedo.

Porém, ela era apenas uma acionista majoritária na empresa e não era a única que tomava as decisões.

Não era um problema Beth suprimir seu pai e irmão cruéis.

Contanto que houvesse benefícios o bastante, os outros acionistas da Island Dragon não negariam sua operação de vingança.

Beth deve ter tido muitas reuniões privadas. No mínimo, ela precisava garantir que os lucros da empresa não caíssem, ou quem sabe, até aumentassem.

Contudo, foi graças ao fato de que a Srta. Beth era a acionista majoritária que a Família Thompson sempre conseguiu os componentes telefônicos da Island Dragon por preços relativamente menores.

A vingança da Srta. Beth se alinhava ainda mais com o interesse dos outros acionistas.

Só foi por causa disto que a produção dos componentes da Empresa de Celulares Titanium foi adiantada.

O chip do celular necessário para o celular Titanium tinha um requisito de desempenho alto e os lucros que a Island Dragon poderia fazer também eram maiores.

Ao mesmo tempo, a empresa também fez um pedido para componentes de roteador sem fio com a Island Dragon.

A Corporação Weyland também fez um pedido idêntico.

É claro, a Island Dragon sabia que a Corporação Weyland estava trabalhando com os celulares Titanium.

Isto também mostrava que as vendas dos celulares provavelmente disparariam.

Assim, Beth queria que a Empresa de Celulares Titanium aumentasse seu pedido.

Foi por isso que Jenny estava com pressa para encontrar Luke.

Ela tinha expectativas muito conservadoras para o fornecimento inicial de celulares Titanium.

O primeiro lote de duzentos mil celulares poderia ser aumentado lentamente para quinhentos mil no mercado em um ano.

O pedido da empresa também aumentaria com sua previsão.

Beth, todavia, queria que Jenny pedisse pelo menos um milhão de chips de uma vez.

Luke pensou por um momento antes de assentir: — Claro. Não importa se tiver mais.

O produto que criou era apenas uma imitação do Apple 4, que as pessoas vendiam os rins para comprar na sua vida passada.

Levaria alguns meses ou meio ano para vender um milhão de celulares.

Jenny sorriu amargamente: — Com qual dinheiro? Este é um estoque que se expandiu inúmeras vezes de uma vez. Não temos tanto dinheiro?

Luke: — O Weyland não está pensando em investir? Esse dinheiro deve ser o bastante, certo?

Jenny respondeu: — Mas o momento é apertado. Se quisermos o investimento do Weyland, definitivamente sairemos perdendo.

Luke: — Está tudo bem. No máximo, penhorarei minhas ações na mina de ouro. Aquilo também vale muito.

Jenny: — … Esqueça. Negociarei com a Weyland.

Ela sabia que Luke já tinha transferido suas ações na mina de ouro e não queria tocar nelas.

Ela queria que a empresa fosse o resultado do seu trabalho duro e o de Luke, não só dele.

A essa altura, a questão foi basicamente resolvida.

Jenny sabia que Luke não estava interessado em disputa financeira, então parou de falar sobre isto.

Escorando um no outro, eles pegaram a taça de vinho e discutiram sobre o trabalho baixinho.

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No dia seguinte, às cinco da manhã.

Após o café da manhã, Selina perguntou casualmente: — A Srta. Jenny procurou por você para falar sobre trabalho de novo?

Luke assentiu e falou sobre a briga na Família Thompson e sobre a empresa e como podem lançar mais cedo.

Selina ficou atordoada por um momento: — Sério?

Um momento depois, ela exclamou de repente: — Então, podemos usar a internet a qualquer hora e em qualquer lugar no futuro…

Luke levantou o dedo para contar que não disse nada.

Ele não disse nada diretamente, mas Selina esteve com ele por muito tempo e seu celular falso tinha funções similares. Era só que, sem acesso a uma base de dados mais ampla, não poderia demonstrar seu potencial total.

Quando o celular sem fio fosse lançado, certas funções do celular falso seriam exponencialmente aprimoradas.

No entanto, este era um assunto sensível demais. Pelo menos, as pessoas como eles que tinham ações na empresa não poderiam falar nada.

Com isto, Luke poderia compensar pelas falhas em sua rede de informações.

Ele tinha o sistema fazia pouco tempo e não tinha mão de obra, conexões e fundos o bastante.

Era ingenuidade pensar em estabelecer uma rede de informações de primeira classe em um ano, já que poderia levar décadas ou até gerações para construir.

Antes de decolar de verdade, o celular seria seus olhos e ouvidos e não chamaria muita atenção.

Quando outras pessoas obtivessem informações, a maioria precisaria ser trocada por benefícios.

As informações que Luke precisava, por outro lado, eram para ganhar pontos de crédito e experiência.

Ele ia fazer tudo que podia para se tornar um buraco negro onde as informações entravam e não saíam. Ele engoliria secretamente as informações úteis e não tocaria em nada que não fosse relacionado a isto.

Para sua situação atual, a única coisa que precisava era de pontos de experiência e crédito.

O dinheiro e o poder não eram o bastante para ele assumir riscos enormes.

Permanecer discreto era a rota para a sobrevivência.

Nos dias seguintes, Luke e Selina passaram a maior parte do tempo em Los Angeles. Ocasionalmente, dariam uma volta em outras partes da Califórnia.

Eles se disfarçaram quando saíram para investigar.

Luke se vestiu como um adolescente do hip-hop, enquanto Selina colocou o vestido boêmio que ele comprou.

Luke parecia com um latino-americano, enquanto Selina era mais como uma garota branca.

Eles encontraram metade das famílias das garotas e crianças desaparecidas e perguntaram o que aconteceu na época.

Enquanto coletavam mais informações, os fatos começaram a tomar forma.

Embora não fosse apoiado por provas sólidas e parecesse irrealista, os dois estavam cientes de que, contanto que a prova de um caso fosse produzida, a maioria dos outros seria verdade.

Após visitar os pais de uma criança desaparecida em Sacramento, Luke e Selina voltaram.

Enquanto estivessem fora, Dollar e Gold Nugget ficariam em casa para manter Claire em segurança.

Naquele momento, havia somente os dois no carro.

Fora da janela estava o sol da tarde escaldante. Havia somente manchas verdes na vasta cor amarela e estava muito quente.

Selina, todavia, não ligou o ar-condicionado. Ela abriu a janela e Luke dirigiu numa velocidade de setenta quilômetros por hora.

O trabalho estava corrido, mas não podiam se deixar levar pelo ritmo rápido da vida. Isso faria o trabalho e a vida virarem uma tortura.

Quanto mais investigavam, mais sombrios se sentiam.

Luke estava bem. Afinal, ele viu o QG da Gangue Bubblegum, que era ainda mais sombrio.

Selina, por outro lado, precisava de algum tempo para ajustar a mentalidade.

O vento quente soprou pela janela aberta e seu cabelo de cavalo balançou.

— O que você vai fazer se encontrarmos uma evidência sólida? — ela perguntou de repente.

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