Getting a Technology System in Modern Day

Capítulo 546

Getting a Technology System in Modern Day

"Então, está tudo definido mesmo?" perguntou Rina, apontando para a lista das pessoas elegíveis para a participação na cerimônia de casamento.

"Ah, espera... tem uma menina que pediu meu autógrafo quando eu estava na 'turnê pela Europa'. Aliás, será que ela resolveu o desafio que dei pra ela...?" Aron olhou ao redor e percebeu as expressões estranhas das outras pessoas à mesa com ele. De repente, percebeu o quanto o que tinha dito poderia ser mal interpretado e gaguejou: "V-vocês! Quem vocês pensam que eu sou!? Nossa!"

Ela era a atendente da recepção quando fiz o checkout no hotel, me reconheceu e pediu um autógrafo. Seria só isso, não fosse o fato de Nova ter investigado seus dados e descoberto que ela era uma engenheira talentosa, então criou uma questão que, se a menina acertasse, ela ganharia algumas recompensas de Nova."

Ele estremeceu ao imaginar a recepção fria que esperava de Rina mais tarde. Mesmo quase convencido de que tudo não passava de brincadeira, tinha uma suspeita fundeada de que dormiria sozinho naquela noite.

Todos ficaram em silêncio por alguns segundos, até que Sarah tossiu, tentando disfarçar a risada, e o silêncio foi quebrado pelos sorrisos contidos de todos. Todos, exceto Aron, que não ficou nada impressionado por ter sido o alvo da piada.

{Ela confirmou, senhor. Ela trabalha atualmente na Hephaestus e foi uma das engenheiras que ajudaram nos retoques finais nos projetos da cidade-forte,} disse Nova, enquanto a risada dos amigos de Aron ecoava ao fundo.

"Coloque ela na lista para uma chance de participar do meu casamento pessoalmente," disse Aron.

{Sim, senhor,} ela respondeu. Ela adicionou a garota à lista e perguntou, {Ela está na lista, senhor. Mais alguém?}

"Acho que é só isso, não é?" disse Aron, balançando o olhar pelos outros à mesa. Todos balançaram a cabeça, indicando que estavam de acordo com as listas como estavam.

"Parece que tudo está resolvido," disse Rina com um sorriso de satisfação no rosto.

Todos que ela queria que assistissem ao casamento já estavam na lista de convidados; até seu pai, que ainda cumpria pena na prisão, receberia a permissão para assistir à cerimônia. Era um privilégio concedido a todos os presos que mantinham bom comportamento e não estavam à beira da execução por seus crimes.

"Se não há mais nada, então nos despedimos de vocês, dois pombinhos apaixonados. Rina e eu temos um compromisso que não envolve seu mundo romântico," disse Aron com um sorriso travesso. Ele pegou a mão de Rina e saiu do cômodo, deixando Felix e Sarah em seu próprio mundo cor-de-rosa.

Última coisa que Aron ouviu ao sair da sala foi Sarah perguntando a Felix: "Então, quantos filhos você quer?"

Rina colocou a mão na boca e preocupou-se rindo baixinho enquanto Aron lhe enviava o arquivo de som enquanto caminhavam pelo corredor.

……

Um helicóptero de aparência peculiar pousou no topo de um arranha-céu de luxo em Istambul, atraindo a atenção de todos que o viram. Apenas uma pessoa poderia ser passageira daquela aeronave, e todos sabiam quem era por causa do ostentoso selo imperial na porta.

O selo privado do imperador estava acima do selo imperial, exibido em toda sua majestade, e todos entendiam seu significado ao primeiro olhar. Afinal, já tinham visto aquilo mais de uma vez, e toda vez era por uma ocasião muito importante ou um evento que mudaria a vida de muitas pessoas.

Os helicópteros também tinham um estilo meio próprio, uma espécie de tradição imperial. Apesar de todas as aeronaves apresentadas pelo império, vindas ou não de empresas do próprio imperador, ele preferia viajar nesse modelo de helicóptero sempre que possível.

Não era o mais avançado, nem o mais rápido ou fortemente armado, e nem mesmo o mais luxuoso. Na verdade, era uma versão mais antiga, fora de uso desde que surgiu a tecnologia de platina de gravidade. Mas tinha um ponto forte: parecia que o próprio Imperador do Império Terrano preferia usá-lo.

"Sejam bem-vindos à Casa da Esperança, Majestades e Vossas Altezas," saudou um homem de ascendência indiana, estendendo a mão para receber Aron, Rina e Henry.

"Você não parece muito contente em me ver, Jai. Até está suando um pouco," disse Aron, sorrindo.

"Para ser justo, Vossa Majestade, não nos avisaram que chegaria a tempo. Tive que abandonar tudo e correr até aqui," riu Jai Chakrabarti, CEO da Fundação Coeus, puxando um lenço de bolso que tinha na jaqueta e limpando o suor do rosto com ele.

"Então, está escondendo alguma coisa?" Aron sorriu malicioso.

"Infelizmente, Vossa Majestade, vou ter que desapontar. Não há nada para esconder, nem publicamente, nem em particular."

"Então, qual é a dessa cara feia, homem? Esqueça essa expressão, relaxa um pouco, vai?" Aron deu um tapinha no ombro dele.

"Precisamos de um tempo para preparar tudo para recebê-lo, Vossa Majestade. Uma visita surpresa do imperador de toda a humanidade provavelmente é a última coisa que esperamos em um dia comum."

"Aqui moram centenas de crianças, Jai. Se a condição do lugar não é visível a olho nu, sem aviso prévio, isso quer dizer que o ambiente nem deveria ser habitável para elas," a voz de Aron ficou séria ao continuar, "Então, é isso mesmo, Sr. Chakrabarti?"

"Vamos lá, pode ver por si mesmo, Vossa Majestade," disse Jai, apontando para o elevador que os aguardava durante toda a conversa.

"Vamos lá, então. Vamos dar uma olhada?" Aron pegou a mão de Henry e envolveu sua outra braçada em volta da cintura de Rina, seguindo Jai até o elevador, enquanto a proteção imperial de Aron se manifestava por todo o bairro, tornando aquela região uma das mais seguras do planeta.

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