Começando com o Nível SSS: Eu Ganho Uma Nova Habilidade a Cada Transmissão ao Vivo.

Capítulo 146

Começando com o Nível SSS: Eu Ganho Uma Nova Habilidade a Cada Transmissão ao Vivo.

Tradutor/Revisor: miggigibe


[Aviso: este capítulo possui conteúdo +18 explícito. Caso prefira não ler esse tipo de cena, pule para o Capítulo 148.]

O banheiro estava imóvel, e a casa inteira permanecia envolta em silêncio.

Dentro da banheira redonda, a água morna ondulava suavemente a cada pequeno movimento do corpo de Amanda, sentada entre as pernas de Kyle, com as costas pressionadas contra o peito largo dele.

O braço forte dele envolvia sua cintura com firmeza, mantendo-a segura no lugar.

A outra mão havia escorregado entre suas coxas abertas, os dedos explorando com delicadeza suas dobras mais íntimas.

— Nnngh…

Ela gemeu quando ele começou massageando devagar os lábios externos, deslizando as pontas dos dedos molhadas para cima e para baixo pela pele macia e inchada.

A água morna se misturava à própria excitação dela, tornando cada toque suave e sem esforço.

Amanda soltou uma respiração trêmula, a cabeça tombando para trás contra o ombro dele.

Seu corpo tremeu quando os dedos de Kyle subiram mais, encontrando seu ponto mais sensível.

No começo, ele circulou o clitóris com preguiça, aplicando uma pressão leve que fez os quadris dela saltarem.

A água espirrava gentilmente ao redor dos dois a cada movimento sutil das coxas dela.

— Como está se sentindo? — ele sussurrou, o rosto tomado por um sorriso ao vê-la choramingando e tremendo em seus braços.

— Muito bom… ah… por favor, não para… — ela implorou.

Bem, ele não planejava parar.

A mão livre dele percorreu o corpo dela, envolvendo um seio cheio e brincando com o mamilo rosado e rígido entre os dedos.

Kyle o apertou de leve, então acalmou a ponta sensível com carícias lentas enquanto a outra mão continuava a provocação entre as pernas dela.

Ele abriu mais suas dobras, o dedo médio traçando sua entrada antes de deslizar apenas um pouco para dentro, só para recuar e voltar a esfregar o clitóris em círculos lentos e deliberados.

Os gemidos dela ficaram mais altos, suaves e ofegantes no início, depois mais profundos conforme o prazer crescia.

— Kyle… — ela choramingou, a voz ecoando suavemente nas paredes de azulejo.

Dessa vez, ele empurrou o dedo mais fundo, entrando devagar em seu calor apertado.

As paredes quentes e aveludadas de sua buceta se contraíram ao redor dele quando Kyle curvou o dedo para cima, acariciando aquele ponto sensível dentro dela.

A água ondulava e espirrava ao redor do pulso dele a cada avanço.

Ele acrescentou um segundo dedo, abrindo-a com cuidado enquanto o polegar continuava esfregando círculos apertados sobre o clitóris inchado.

A respiração de Amanda se transformou em suspiros desesperados. Suas coxas tremiam, derramando mais água pela borda da banheira, uma mão agarrada à borda e a outra segurando o pulso dele.

A mão de Kyle em seu seio apertou com mais força, massageando a carne macia enquanto os dedos da outra mão entravam e saíam dela em um ritmo constante.

Ele variava o ritmo. Às vezes lento e profundo, às vezes mais rápido, sempre mantendo-a à beira do limite. Os sons úmidos dos dedos se movendo dentro dela se misturavam ao leve bater da água e aos gemidos cada vez mais altos de Amanda.

Os lábios dele roçaram seu pescoço, beijando e chupando de leve a pele úmida enquanto seus dedos continuavam a exploração implacável.

Cada curva, cada avanço, cada roçar provocante sobre o clitóris enviava novas ondas de prazer pelo corpo dela.

Amanda se arqueou contra ele, os quadris se movendo para encontrar a mão de Kyle enquanto a tensão dentro dela se enrolava cada vez mais apertada.

Dois dedos firmes se curvavam dentro dela, esfregando aquele ponto sensível a cada movimento, enquanto o polegar pressionava e circulava seu clitóris inchado sem piedade.

— Você está sugando meus dedos com tanta força — Kyle sussurrou quente contra o ouvido dela, a voz profunda enviando arrepios por sua espinha. — Tão molhada e apertada para mim, amor. Se solta agora… deixa eu ver você perder o controle.

— Nnnghaaaah!

A tensão dentro dela se rompeu com violência. Amanda gozou com um grito agudo e sem fôlego, o corpo inteiro tremendo sem controle nos braços dele.

Sua buceta se contraía ritmicamente ao redor dos dedos que ainda a penetravam, inundando-os com calor renovado. Por um instante, sua visão ficou branca, o prazer puro explodindo dentro dela como uma onda.

Suas costas se arquearam com força, os seios saltando enquanto os quadris se sacudiam descontrolados, fazendo água espirrar por todos os lados.

Kyle continuou estimulando-a durante cada espasmo poderoso, sussurrando elogios suaves contra seu ouvido.

— Não se segura… não tem ninguém aqui além de nós…

Ele a manteve firme enquanto o orgasmo a atravessava, prolongando aquele prazer intenso até que o corpo dela finalmente desabou de volta contra seu peito, trêmulo e exausto.

Sua respiração vinha em suspiros pesados e irregulares enquanto a água morna continuava ondulando suavemente ao redor deles.

Amanda permaneceu mole contra o peito de Kyle por um longo momento, de olhos fechados, a respiração voltando aos poucos ao normal.

A água morna batia de leve ao redor dos dois enquanto as ondas intensas de prazer se apagavam em um arrepio suave e luminoso. Ela se sentia completamente relaxada nos braços fortes dele.

Mas então sentiu.

A ereção dele ainda pressionava com firmeza sua lombar, latejando de necessidade.

O calor e a rigidez a fizeram morder o lábio. Mesmo depois de se segurar por tanto tempo enquanto a satisfazia, ele continuava duro e à espera.

Amanda levou uma mão para trás e envolveu a grossura dele com os dedos, dando uma carícia lenta e provocante. Kyle gemeu baixo ao toque dela.

Sem dizer nada, Amanda se virou dentro da banheira para encará-lo. A água espirrou quando ela se moveu, montando no colo dele com intenção clara nos olhos.

Ela o queria dentro dela.

— Amanda, você acabou de gozar com muita força — Kyle murmurou, a voz baixa e cuidadosa. Suas mãos se acomodaram nos quadris dela. — Descansa se precisar. Eu posso esperar.

Mas Amanda balançou a cabeça. Ela sabia o quanto ele tinha se segurado por ela, o quanto havia prolongado pacientemente seu orgasmo enquanto permanecia rígido e dolorido. Recusava-se a fazê-lo esperar mais.

— Eu quero você agora — ela sussurrou, erguendo-se sobre os joelhos.

Amanda posicionou a cabeça inchada do pau dele em sua entrada escorregadia e desceu devagar sobre sua espessura.

Um gemido profundo escapou dos dois quando a buceta quente e apertada dela se abriu ao redor do comprimento dele. Centímetro por centímetro, Amanda desceu até Kyle estar completamente enterrado dentro dela, preenchendo-a de forma perfeita.

A água ondulou violentamente ao redor dos corpos unidos quando ela se acomodou por inteiro no colo dele, os seios pressionados contra o peito dele.

Kyle sorriu para ela.

— Isso me lembra nossa primeira vez… você também insistiu em ficar por cima naquela hora.

Amanda, apesar de ainda estar sem fôlego, murmurou:

— Porque eu sabia que só conseguiria aguentar a dor se estivesse olhando para esse rosto lindo.

Kyle soltou uma risada baixa enquanto abraçava a cintura dela e movia levemente os quadris, arrancando um gemido de Amanda.

Com a voz rouca, ele sussurrou:

— Só não espere que eu seja tão gentil quanto naquela vez.

Comentários