
Capítulo 145
Começando com o Nível SSS: Eu Ganho Uma Nova Habilidade a Cada Transmissão ao Vivo.
Tradutor/Revisor: miggigibe
[Aviso: este capítulo possui conteúdo +18 explícito. Caso prefira não ler esse tipo de cena, pule para o Capítulo 148.]
— Estou entrando — Kyle disse, abrindo a porta devagar.
Amanda tinha entrado primeiro para preparar a água do banho.
Quando ele abriu a porta, uma onda de vapor passou por seu rosto.
Um piso branco e limpo surgiu sob seus pés, seguido por um banheiro amplo à frente.
Ele entrou e viu a namorada sentada na borda da banheira redonda, com a mão dentro da água, verificando a temperatura.
Só que os olhos dele não permaneceram na mão dela por muito tempo.
Amanda estava envolta em uma toalha branca, justa ao corpo. O tecido macio se agarrava às curvas dela, deixando o leve volume dos seios aparecer por cima, corado e convidativo.
As coxas torneadas estavam completamente expostas, lisas e brilhando com a umidade do vapor.
A toalha era comprida o bastante para cobrir sua intimidade, mas, a cada movimento sutil dos quadris enquanto testava a água, ela subia de modo provocante, atraindo o olhar de Kyle sem que Amanda percebesse.
O vapor se prendia à pele quente dela, fazendo seus ombros ganharem um tom rosado suave.
Os longos cabelos negros grudavam em mechas úmidas no pescoço e na clavícula, enquanto algumas gotas desciam pelo peito.
Ela ergueu os olhos para ele com um pequeno sorriso, sem perceber o quanto parecia absolutamente irresistível naquele momento.
Felizmente, Kyle também estava com uma toalha enrolada na cintura, ou sua ereção crescente seria impossível de esconder.
— É bem espaçosa, o suficiente para nós dois — Amanda disse, olhando para ele com um sorriso lindo.
Kyle ergueu a mão grande e segurou delicadamente o rosto dela. Amanda se inclinou contra seu toque, os olhos suaves.
— Quer que eu ajude a esfregar suas costas? — ela perguntou.
Ele pensou por um momento, então assentiu. Não tomava um banho decente havia dois dias e estava ansioso por uma limpeza completa. Um pouco de ajuda parecia perfeito.
Amanda o guiou até o banco no meio do banheiro. Pegou o chuveirinho e direcionou o jato quente pelas costas dele.
Haaah.
Kyle soltou um suspiro profundo enquanto o calor aliviava seus músculos tensos.
Enquanto o enxaguava, Amanda não conseguiu deixar de admirar o quanto as costas dele tinham ficado largas e fortes. Os treinos recentes haviam definido bem seus músculos, que se flexionavam de leve sob a água corrente.
Ela passou a mão pela pele quente dele, sentindo a própria respiração ficar instável. O calor se acumulou entre suas coxas enquanto o desejo despertava dentro dela.
Tudo que queria era empurrá-lo para baixo e cavalgá-lo até os dois ficarem sem fôlego e exaustos.
Mas ela tinha prometido ajudá-lo a se limpar, então se conteve e se concentrou na tarefa.
Amanda pegou a esponja ao lado e despejou nela uma quantidade generosa de sabonete líquido. Mas a vontade de sentir a pele dele diretamente era forte demais.
Deixando a esponja de lado, esfregou o líquido cremoso entre as palmas e pousou as mãos nas costas dele.
O sabonete escorregadio se espalhou com facilidade sob seu toque enquanto ela começava a massageá-lo contra os músculos dele.
— Hm? Você pode usar a esponja — Kyle disse, embora não houvesse protesto real em sua voz.
As mãos macias e nuas dela eram boas demais deslizando por suas costas.
— Não… tudo bem.
A voz dela tremeu, mas suas mãos não.
Amanda continuou deslizando as mãos ensaboadas pelas costas largas dele, pressionando com firmeza os músculos tensos em movimentos lentos e circulares.
Seu coração acelerava a cada toque, o calor da pele dele sob suas palmas fazendo seu pulso latejar entre as pernas.
Ela apertou as coxas uma contra a outra, esfregando-as de leve enquanto o calor crescia fundo dentro dela.
Então se inclinou para a frente, pressionando os seios cobertos pela toalha contra as costas dele enquanto passava os braços ao redor de seu corpo.
Suas palmas escorregadias deslizaram pelo peito dele por trás, espalhando a espuma quente sobre os peitorais firmes em círculos lentos e deliberados.
Ela sentia o coração dele sob as pontas dos dedos, forte e cada vez mais rápido.
Suas mãos desceram, seguindo os contornos do abdômen dele enquanto sua própria respiração ficava irregular.
Amanda esfregou as coxas mais uma vez, tentando aliviar a dor crescente entre elas.
A toalha ao redor de seu corpo se afrouxara com o movimento, a borda superior escorregando para baixo e expondo mais do decote macio enquanto ela se esticava para alcançá-lo.
Kyle soltou um gemido baixo quando os dedos dela deslizaram de modo provocante por seu abdômen, parando pouco acima da toalha em sua cintura.
Os mamilos rígidos dela roçaram as costas dele através do tecido fino, e Amanda não conseguiu se impedir de pressionar o corpo ainda mais perto, perdida na sensação daqueles músculos quentes e ensaboados sob suas mãos ansiosas.
De repente, Kyle segurou o pulso dela e perguntou:
— Qual é a sua ideia, garota? Você não ia só me lavar?
Amanda protestou, embora o rosto vermelho sugerisse que ela não queria falar. Queria fazer outra coisa naquele momento.
— Eu pensei… que a parte de baixo também precisava de limpeza.
Kyle sorriu e se levantou devagar do banco, ficando de pé diante de Amanda ajoelhada.
Seu corpo alto a cobriu por completo com a sombra, e seus olhos escuros a encararam com diversão e desejo evidente quando ele disse:
— Então vá em frente e faça o que precisar.
Amanda engoliu em seco ao ver o volume empurrando a toalha.
Ela sabia que tinha despertado a fera, embora só quisesse lavar as costas dele. Não, de verdade…
Mas agora que o deixara naquele estado, não podia fugir da responsabilidade.
Suas mãos foram até a cintura dele, os dedos se prendendo à toalha.
Com um puxão suave, ela a desenrolou e deixou cair.
O pau dele saltou livre imediatamente, bem diante do rosto dela.
Completamente ereto, ele latejava com força, a cabeça inchada já vazando.
A visão a deixou tonta de tesão. Sua buceta se contraiu com força, e ela quase gozou ali mesmo, as coxas se apertando desesperadamente.
Kyle olhou para o rosto corado dela, a respiração irregular.
— Continue — ele ordenou, com a voz grave e rouca.
Amanda lançou um olhar rápido para o frasco de sabonete líquido, confirmando que era seguro para áreas íntimas.
Ela despejou uma quantidade generosa na palma, esfregou as mãos até ficarem escorregadias e então avançou.
Seus dedos o envolveram. O calor do pau de Kyle pulsou contra sua palma enquanto ela começava a ensaboá-lo devagar, subindo e descendo em movimentos longos e firmes.
A espuma cremosa cobriu cada centímetro marcado por veias enquanto ela o masturbava com movimentos deliberados e provocantes.
Amanda ergueu os olhos para ele com inocência, os olhos grandes encontrando os dele enquanto continuava a mover a mão para frente e para trás.
Ela continuou acariciando-o com a mão ensaboada e escorregadia, deslizando ao longo de sua espessura em um ritmo constante. Mas Amanda conhecia bem o namorado.
Provocação lenta jamais seria suficiente para satisfazê-lo. Com uma respiração suave, ela levou a outra mão até ele também, envolvendo-o com as duas.
Seus dedos se sobrepuseram enquanto ela passou a trabalhá-lo com ambas as mãos, bombeando com firmeza da base até a ponta inchada.
A pressão extra e o aperto duplo fizeram Kyle gemer profundamente, os quadris avançando contra o toque dela.
Enquanto Amanda se inclinava para mais perto, concentrada em dar prazer a ele, a própria toalha finalmente se soltou com todo o movimento.
O nó na frente cedeu, e o tecido branco escorregou por seu corpo, acumulando-se ao redor dos joelhos.
Seus seios ficaram livres, cheios e macios, os mamilos rosados rígidos e sensíveis no ar quente e úmido.
O toque mais frio do banheiro na pele exposta apenas os fez enrijecer ainda mais.
Ela não parou nem tentou se cobrir. Em vez disso, a sensação de estar nua diante dele alimentou ainda mais seu desejo.
Amanda o masturbou mais rápido com as duas mãos, girando levemente os pulsos a cada movimento para cima, os polegares roçando a cabeça sensível todas as vezes.
A espuma cremosa produzia sons úmidos e escorregadios que ecoavam suavemente pelo banheiro enquanto ela o trabalhava com intenção.
Seus seios balançavam de leve no ritmo dos braços, os mamilos rígidos e corados.
Ela ergueu os olhos enevoados para ele, os lábios entreabertos, enquanto as mãos continuavam trabalhando o comprimento dele sem piedade.
A respiração de Kyle ficou áspera e irregular. Seus músculos se tensionaram, e a mão dele desceu para repousar na cabeça dela, os dedos se enfiando nos cabelos úmidos.
Amanda manteve o ritmo implacável, acariciando-o mais rápido e apertando com mais força ao redor de sua grossura.
Ela o sentia inchar ainda mais em suas mãos, latejando com força enquanto se aproximava do limite.
Com um gemido baixo e gutural, Kyle finalmente gozou. Jatos espessos de esperma dispararam sobre o peito e os seios dela, cobrindo suas curvas e parte de seu rosto enquanto ela continuava extraindo dele cada espasmo poderoso.
Amanda só reduziu o ritmo quando ele começou a relaxar, as mãos ainda deslizando gentilmente por ele, espalhando o gozo quente misturado ao sabonete por seu comprimento.
Kyle soltou um longo suspiro.
Aquilo era o paraíso.
Ele olhou para a namorada coberta pelo seu gozo.
O rosto dela estava vermelho, os olhos carentes.
Amanda precisava da atenção dele, e Kyle estava mais do que disposto a dar toda ela.