O Cavaleiro em Eterna Regressão

Capítulo 973

O Cavaleiro em Eterna Regressão

973. Não importa o que digam

— Dizem que qualquer um enviado como lacaio usa uma espada, mas eu sou apenas um mensageiro. Eu agradeceria se você não me matasse. Esto[?25hu meio enfeitiçado agora, então nem sei o que estou dizendo.

Mesmo que ele não tivesse dito aquelas palavras, Enkrid não teria tomado uma atitude imediata. Agora, ele sabia apenas de olhar.

Não era um lacaio.

Ele era um mensageiro. Os demônios certamente possuem muitos talentos. Um feitiço que manipula o intelecto de uma pessoa para transmitir apenas o que quer dizer.

Compreendendo isso, eu simplesmente me sentei em uma cadeira de madeira dura, contemplando o outro com um olhar indiferente.

Rem se espreguiçou para um lado, enquanto Esther abotoou seu casaco de pele e olhou para cá.

À distância, eles pareciam não ter absolutamente nenhum interesse, mas ambos mantinham o olhar fixo deste lado.

Crys estava bem atrás de Enkrid.

— Não acho que ele seja exatamente um lacaio.

Crys murmurou, e Enkrid assentiu. Significava que, embora estivesse irritado com a natureza desprezível do demônio desgraçado que usava uma criança que mal tinha quinze anos, ele não o golpearia imediatamente.

Logo, os olhos do mensageiro reviraram e, restando apenas as pupilas brancas, ele perguntou:

— Você vai realmente lutar por essas coisas?

Era um tom que não combinava com a voz de uma criança quase crescida. Era um tom rígido e plano, desprovido de qualquer emoção.

Mesmo os demônios não sabiam como desistir. Além disso, cada ação que tomavam era imbuída de não apenas uma, mas de várias intenções. Isso era o que Crys havia antecipado. Enkrid também percebeu ao observar a situação se desenrolar.

Qual era o primeiro estratagema?

Eles plantaram a suspeita em Enkrid. Queriam que ele nutrisse desconfiança. Para ser preciso, queriam que ele perdesse o sentido de seu trabalho.

Ao forçar a situação para fazê-lo perceber a malícia inerente das Raças Inteligentes, eles mancharam o próprio ato de proteção. Como as palavras deles vieram de uma forma que não podia ser ignorada, Enkrid, Rem e Esther enfrentaram essa malícia de frente neste incidente.

Os lacaios eram uma parte do lado feio das Raças Inteligentes.

Não eram aqueles que haviam sido capturados à força, mas sim os que procuraram os demônios por conta própria, por ganância e benefício próprio.

Alguns daqueles que não têm Crona recorrem a agiotas, mesmo sabendo o que os espera. Embora possa haver alguns que fracassem por se recusarem a pagar o dinheiro emprestado e receberem ordens para fazer outra coisa, também existem aqueles que não agem assim. Na verdade, há mais pessoas que prejudicam os outros em benefício próprio.

O mundo não é habitado apenas por pessoas boas.

— O que você pensa quando vê aqueles que venderam os próprios filhos e mataram os pais em benefício próprio?

O demônio sussurrou pela boca do mensageiro: — Não fomos nós que ordenamos isso; foram vocês, a Raça Inteligente, que escolheram. Não é verdade? Olhe para isso, consigo ouvir as vozes em seus corações.

Enkrid respondeu pensativo.

— Acho lamentável.

Ao ouvir a resposta, o demônio pensou: “Esse desgraçado... por que ele parece completamente inabalado?”

Era exatamente como ele dissera. Enkrid não fora afetado. Aqueles que se tornaram lacaios vivem por ganhos tão pequen

nos que nunca sentirão a alegria maior que experimentariam mais tarde.

A alegria derivada de uma atitude altruísta é maior do que a alegria de viver para o própriobenefício. É assim que E

Enkrid enxerga as coisas. Portanto, ele é lamentável. Apenas isso.

— Você vai proteger até mesmo pessoas assim?

O demônio ainda se recusava a desistir. Ele enterrou uma adaga no coração de Enkrid mais uma vez.

Perguntou se as próprias pessoas que Enkrid tentava proteger não eram todas assim. Perguntou se era certo empunhar um

ma espada por esse tipo de gente.

Enkrid permaneceu impassível mais uma vez.

O mundo experimentado pelo espadachim loiro que havia feito dois furos no próprio estômago deve ter sido semelhante.###TAG###<



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No começo, ele foi simplesmente cativado pela alegria de empunhar uma espada.

Depois, deve ter ponderado sobre o que poderia fazer com seu talento excepcional.

Após muita reflexão e deliberação.

Ele deve ter lutado pelo bem dos outros, e deve ter lutado impulsionado por suas próprias emoções.

Depois de matar pessoas repetidamente dessa forma, quando olhou para trás, para o que havia protegido,

aquele lugar estaria cheio de seres inteligentes muito mais hediondos, vis, perversos e miseráveis do que aqueles cha

amados de demônios.

De repente, Enkrid deduziu uma mudança no estado de espírito do espadachim loiro e encontrou o olhar do demônio.



Eram duas pessoas se e[?25l[?25l[?25l[?25l[?25lncarando através do corpo de uma criança.

Qual dos cinco seria aquele ali do outro lado?

Quem quer que fosse, não importaria.

Eu protegeria até mesmo alguém assim?

Enkrid respondeu:

— Não. Se houver alguém de quem eu não goste, eu lhe darei uma surra, e se eu desgostar ainda mais, eu o cortarei.###TAG###

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— Então você não é diferente de nós! Se mata pessoas para conseguir o que quer, qual é a diferença entre nós? Nós tam

mbém estamos apenas avançando em direção ao que desejamos; não matamos pessoas às cegas!

Ele não faz nada que não esteja alinhado com seu propósito. Essa era uma característica do Senhor do Reino Demoníaco.

. Era uma declaração reconhecendo isso, uma afirmação e um discurso apaixonado. Foi uma observação comovente. Era um apel

lo que demonstrava uma influência comparável à de Krang.

À medida que se continuava ouvindo suas palavras, o demônio parecia um buscador nobre. Com suas palavras seguintes, E

Enkrid despedaçou a imagem mental que o buscador havia construído através de seu poder de persuasão.

— No momento, vocês são os de quem eu mais desgosto.

— Você sequer me ouviu? Se o que você quer e o que nós queremos é o mesmo...

— Seus bastardos malditos.

— Escute, seu lunático. O mundo que você quer...

— Tudo o que vocês fazem é realmente nojento.

— ...Então você não está ouvindo.

O demônio desistiu da persuasão. Ele se comunicaria melhor com uma rocha que estivesse passando do que com ele. Pelo

 menos uma rocha ouviria em silêncio, escutando repetidas vezes, sem cuspir xingamentos.

A postura de Enkrid era clara.

— Não, não vou ouvir. Não importa o que você diga, eu não vou ouvir; apenas direi o que tenho a dizer.

Por que ele não foi abalado pelas palavras do demônio? Provavelmente havia muitos motivos, mas se tivesse que escolhe

er um, era porque não havia esquecido as coisas pelas quais passara ou as pessoas que conhecera. O mercenário fanfarrão e

e sem pernas que cuidava de uma criança órfã; o vendedor de maçãs que compartilhava suas maçãs podres; a velha garçonete

 que assava batatas para ele mesmo não tendo nada para si; a velha que cozinhava ensopado para todas as crianças da aldei

ia.

A mercenária que o escondeu por preocupação com o irmão mais novo; o mestre de esgrima que se estabelecera na cidade

 costeira; e Ger e Pit, a quem conhecera no grupo de mercenários.

Que benefício eles tinham em estender a mão para ele?

‘Nenhum.’

Eles haviam agido unicamente por compaixão pelos outros e de acordo com o que consideravam honrado e correto.

[?25h

As mãos estendidas e a gentileza daqueles que permaneciam em seu coração ainda estavam vivas na memória.

Embora o calor que ofereciam pudesse não ser mais quente que o sol, era uma fogueira que nunca se apagaria, por mais

 fria que fosse a noite de inverno.

O mundo não era tão sombrio. Quando as nuvens escuras passam, o sol nasce. Era a ordem natural das coisas.

[?25h

Bem naquele momento, a chuva que caía parou. Como se fosse mágica, o céu se abriu. O sol brilhante espreitou sobre a

 terra molhada.

— Espere. Eu definitivamente irei te encontrar.

Enkrid simplesmente expressou sua vontade, independentemente do que eles dissessem. Embora estivesse dizendo apenas o

o que queria desde o início, era como se tivessem entrado na conversa apenas para transmitir essa mensagem. O demônio est

talou a língua. O mensageiro desmaiou, soltando um suspiro ao fazê-lo.

— Você realmente faz coisas inacreditáveis.

Rem pegou o corpo do mensageiro, deitou-o de lado e falou. Esther apenas zombou.

Ele queria que o coração dele fraquejasse diante da malícia? Um humano como Enkrid certamente não faria isso.

[?25h

E ele não fraquejou.

O primeiro estratagema do demônio foi instilar desconfiança e suspeita em todas as raças inteligentes, tornando suas

 próprias ações sem sentido, mas foi inútil.

Enkrid acreditava que, se ele varresse aquelas coisas com sua espada, Krang cuidaria do mundo por trás, ao lado dos j

justos e íntegros, em vez daqueles mergulhados em tal malícia.

Bem, ele não estava pedindo para ele cuidar do mundo inteiro desde o início; começaria com a família e o lar, depois

 sua cidade e, finalmente, seu país.

Seria um mundo onde todos pudessem pelo menos sorrir, à medida que se espalhasse do pequeno ao grande.

Pelo menos, um mundo sem guerra. Ele estava imerso em pensamentos. Crys abriu a boca com olhos vagos. Seu olhar desfo

ocado era um sinal de que estava se concentrando em seus pensamentos.

— Isso é traiçoeiro.

Crys, murmurando baixinho, reuniu seus pensamentos enquanto olhava fixamente para o vazio com a boca entreaberta. A r

recente operação para aniquilar os lacaios, o mensageiro caído à frente e o mago que acabara de enfrentar. À medida que t

todas essas coisas se embaraçavam e se entrelaçavam em sua mente, ele vislumbrou as intenções dos demônios.

— Com isso, parece que ganhamos mais um inimigo.

Foi o argumento dele, proferido mais uma vez. Crys respirou fundo e continuou.

— Parece que era isso o que ele pretendia desde o início. Afinal, ele se tornou um inimigo da sociedade mágica conhec

cida como Astrail.

O lacaio do demônio astutamente atraiu o Mestre de Astrail para a briga. Com isso, os cavaleiros loucos da Guarda da

 Fronteira ganharam um inimigo.

Astrail é uma sociedade mágica secreta. Se eles fizerem alguma jogada, a dor de cabeça será várias vezes pior do que

 é agora. E o Império ainda permanece.

Matar todos os lacaios? Esse é o fim? Não. Um método de lucrar mesmo com o fracasso — era assim que o Senhor do Reino

o Demoníaco agia.

Claro, para Enkrid, nada disso importava.

Se os de Astrail fossem o tipo de bastardos que habitualmente cometiam tais atos, seriam pessoas das quais se livrar

 de qualquer maneira.

— Não se preocupe. Quando virem os vestígios desta luta, não se atreverão a desafiá-lo.

Esther falou com convicção. Ela carregava o codinome de Bruxa da Luta, a Bruxa Guerreira, um título que lhe foi dado

 porque desprezava os bruxos comuns.

— Eu os ensinei a lidar com isso, no entanto.

Com esta luta, Enkrid cruzou facilmente uma certa linha. Agora, mesmo o conjurador mais experiente não ousaria falar

 descuidadamente na frente daquele homem.

Os golpes de espada de Enkrid tornavam sem sentido a maioria dos feitiços usados por magos. Até mesmo feitiços de esc

cudo perdiam seu poder diante de sua espada. Se um mago revelasse sua energia mágica para reforçar o exterior de um escud

do, Enkrid simplesmente a cortava; se um mago ocultasse o fluxo de magia em seu interior, Enkrid estilhaçava o escudo enf

fraquecido com pura força.

— Estou entre a cruz e a espada.

Essa é a conclusão.

— Então você está dizendo que não há nada com que se preocupar agora?

Crys falou e recuperou o fôlego. Certo, o que eu poderia fazer mesmo se me preocupasse?

Primeiro bandidos, depois cultistas, seguidos por uma guerra civil. Monstros de tamanho poder atacam como ondas inces

ssantes.

Nosso único trabalho é enfrentar e superar cada uma dessas ondas, superando-as repetidamente.

Enviado do Império.

Crys mudou sua linha de pensamento. Ele não podia eliminar toda a ansiedade, mas colocou de lado as preocupações inút

teis concentrando-se em outras coisas proveitosas. Era algo que aprendera ao passar o tempo com Enkrid.

* * *

— O Comandante dos Cavaleiros Loucos vai cuidar disso pessoalmente?

Learvan assentiu à pergunta do companheiro. Learvan conhecera Enkrid antes de se juntar à Guarda da Fronteira.

[?25h

Durante a Guerra Civil, ele o havia observado e murmurado internamente que ele era seu herói e, mais tarde, até apren

ndeu uma coisa ou duas com ele. Cada detalhe daquele processo permanecia vívido em sua mente. Se ele tivesse que citar um

m momento que nunca esqueceria até o dia de sua morte, conhecer Enkrid certamente estaria na lista.

— Acho que não posso ficar de fora.

Um colega falou. Diante dessas palavras, minha cabeça não se moveu facilmente para cima ou para baixo. Já não tínhamo

os treinado juntos antes?

Naquela época, tinham me dito que eu precisava fortalecer mais os pulsos. Que tipo de esgrima é essa que faz seus pul

lsos doerem e tensiona os músculos do antebraço quanto mais você colide as lâminas?

Parecia que eu estava golpeando a muralha de um castelo com uma única espada de aço. E porque colidíamos em ângulos t

tão astutos, parecia que eu estava brandindo a espada como uma clava em vez de uma lâmina.

Achei que estivesse meio morto duelando com ele e acompanhando seu treinamento daquela forma. Mesmo depois de ver aqu

uilo, Enkrid me ensinou métodos de treino para fazer quando eu estivesse com dor, em um tom indiferente. Ele

até me disse coisas como descansar com todas as minhas forças para ajudar meu corpo a se curar mais rápido, pensando

 bem nas coisas.

Ele demonstrou sinceridade e, embora não precisasse, deu o melhor de si. Foi por conhecer essa atitude de dar tudo de

e si que eu estava com medo agora.

Learvan sabia de um fato que não era exatamente um segredo, mas não era muito conhecido pelo mundo. Enkrid era um per

rvertido maluco por treinamento.

— Eu queria ver como você treina mesmo em tempos normais.

Enquanto isso, vários colegas demonstravam um espírito competitivo.

A Guarda Real é um grupo daqueles que desejam trilhar o mesmo caminho dos Cavaleiros, embora não sejam uma ordem de c

cavalaria.

Eles tinham grande orgulho de sua filiação, pois eram selecionados somente após passarem por um processo exaustivo.###TAG###/p>###TAG###

Não que pretendessem desafiar a reputação dos Cavaleiros Loucos, mas sim que eram certamente dignos de reconhecimento

o por si mesmos. Ao ouvir tais palavras que revelavam confiança, Learvan considerou se deveria recusar o convite de hoje.

.

— Se o outro lado for proativo, ele será ainda mais proativo, certo?

Exatamente. Enkrid era esse tipo de pessoa.

— Eles estão agindo assim porque querem morrer hoje?

Aesia, dos Cavaleiros do Manto Vermelho, murmurou ao seu lado. Bem ao lado dela estava o Visconde Andrew Gardner, tid

do como o principal entre os jovens nobres em ascensão. Ele interveio, respondendo às palavras de Aesia:

— Minha barriga de repente começou a doer.

Learvan sentiu uma sensação de afinidade com os dois em sua conversa. Além disso, aqueles dois nem sequer se importav

vam se alguém estava ouvindo ou não.

— Você está tentando agarrar a oportunidade primeiro com palavras como essas?

Foi o chefe da Guarda Real quem deu um passo à frente para falar. Ele também não tinha experiência em treinar com Enk

krid.

A cavaleira de cabelos alaranjados riu das palavras dirigidas a Aesia. Com um amplo sorriso no rosto, ela respondeu:###TAG###<



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— Por que você não vai primeiro?

O capitão assentiu às palavras dela. Ao remover o elmo cinza-escuro que costumava ser seu símbolo, uma mecha de cabel

lo castanho caiu desalinhada sobre suas sobrancelhas. Ele entrou no Campo de Treinamento Real.

À exceção dos que estavam de serviço, a maioria da Guarda Real havia se reunido ali.

Enkrid atraiu os olhares deles. Ao lado dele, Rem, o matador de nobres dos Cavaleiros Loucos, suava enquanto brandia

 seu machado, enquanto, de um lado, uma bruxa conhecida pelo codinome “Flor Negra” estava sentada ociosamente tomando chá

á.

Um homem bonito de olhos grandes, sentado em frente à bruxa, olhou para ele e falou:

— Chegaram.

Havia vinte Guardas Reais no total, além de Aesia e Andrew.

Um total de vinte e duas pessoas reunidas porque Enkrid as chamara para treinar.

— Então...

O chefe da Guarda Real deu o primeiro passo à frente. Há algo a ser aprendido apenas duelando com alguém assim.

[?25h

— Aprendi uma coisa ou duas.

Ele removeu seu elmo, pegou uma lança de treino com uma haste de ferro e apontou para frente. O básico do combate com

m lança é bloquear, pressionar e estocar.

Ao usar a haste longa para desviar um ataque e pressionar a arma do oponente para baixo, não há oportunidade de se de

efender contra uma estocada subsequente.

“Como vou me aproximar?”

Enquanto o chefe da Guarda Real considerava dezenas de possibilidades, Enkrid avançou a passos largos.

“Ele só vai avançar direto?”

O capitão da Guarda Real ficou confuso. Ainda assim, ele não podia recuar. Escolheu atacar. A punta da lança foi este

endida direto para frente, e Enkrid agarrou a haste com as próprias mãos. A estocada dele atingiu o ombro esquerdo de Enk

krid e parou.

Enkrid segurou a haste com a mão direita, puxando-a de volta enquanto erguia o joelho. A força de um cavaleiro é vári

ias vezes maior do que a de um soldado comum. É comparável à de um orc. Aquele joelho atingiu o abdômen do capitão da Gua

arda Real com força, fazendo suas pernas flutuarem no ar.

Bam!

— ...Ugh!

Um grito irrompeu um pouco tarde. Foi porque ele havia perdido o fôlego. Enkrid girou a pelve com o homem ainda dobra

ado sobre os joelhos e o arremessou para o lado usando apenas a força da região lombar.

Baque.

O som do peso de um homem adulto atingindo o chão ecoou.

— Falta de força muscular, curso de treinamento de força adicionado.

Disse Enkrid.

— Confirmado.

Rem, que estivera brandindo um machado, respondeu enquanto limpava o rosto com uma toalha.

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