O Cavaleiro em Eterna Regressão

Capítulo 488

O Cavaleiro em Eterna Regressão

488 Quer o feiticeiro mais velho tivesse acordado ou não, Encrid fez o que tinha[?25h que fazer.

As tarefas começavam com a técnica de isolamento de tensionar e passar óleo nos músculos, fazendo depois com que Luagarne golpeasse seu corpo com um bastão rombo.

Bum!

Mesmo tendo sido golpeado com força moderada, eu não conseguia respirar. Estava no ponto certo.

Está certo, dói; se não doer, não endurece.

De tanto ser atingido, parecia que uma vontade de rejeição havia sido ativada na parte golpeada.

Ainda não era certeza. Pensei que saberia se continuasse repetindo isso no futuro.

Por isso estou praticando minha técnica de golpes.

— Você tem algum hobby que combine com você?

Os gêmeos se aproximaram e perguntaram.

— Estou praticando como golpear de lado.

Quando Encrid respondeu meio de brincadeira, os gêmeos franziram a testa ao mesmo tempo.

Será que esse treino ajuda em alguma coisa?

Era inevitável que ficassem preocupados.

— Se qualquer outra pessoa seguir isso, vai acabar ficando doente.

Luagarne acalmou os dois com serenidade.

— Então o que você vai fazer, Honorável Guerreiro?

Desta vez era outro guerreiro do oeste. Um homem com três cicatrizes escuras que começavam na testa, passavam pelo olho esquerdo e desciam pela bochecha.

Diziam que ele tinha sido enganado pelo monstro Kabicat quando era jovem.

Desde então, o nome de Iza passou a ser Três Garras.

— Comecei com algo parecido com bolas de algodão e fui mudando gradualmente para algo mais firme.

Encrid respondeu, endireitando as costas.

Isso não era exatamente um segredo.

Mesmo quando Audin lhe contou, não disse nada sobre ser um ensinamento secreto ou algo do tipo. E aquilo não poderia ser uma técnica secreta.

Diziam ser uma bola de algodão, mas não era bem isso.

Não dava para chamar de fofo quando Audin o golpeava com o punho.

Pensando bem agora, aquilo era pura brutalidade.

Se eu faria de novo? Claro que sim, porque ganhei algo com isso. Mas se me perguntassem se eu gostaria de repetir?

Era um método de treino com o qual até Encrid teria dificuldades.

Doía demais, e eu não tinha a menor ideia do que poderia ganhar com aquilo.

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Foi Audin quem o incentivou de perto.

Depois de sentir os efeitos, achei que estava tudo bem.

— Mas acho que ainda assim vai doer.

Os gêmeos começaram a dizer bobagens e depois disseram algo ainda mais bobo.

Geomna-rae era o pai deles.

Havia uma história de que Encrid tinha salvado Geomna-rae.

— Obrigado.

À primeira vista, os dois pareciam capazes de matar uma vaca com as próprias mãos, mas, no fundo, pareciam inocentes.

.

Encrid não sabia, mas os gêmeos eram genuinamente gratos.

Na verdade, todos os ocidentais eram assim.

Se Rem não tivesse voltado, se Encrid não existisse, se Prock e Suin não tivessem se unido.

Se o pior tivesse acontecido, Geomna-rae teria queimado a própria vida para usar feitiçaria.

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Assim, ele poderia ter lutado como um guerreiro por um breve momento, mas logo teria secado e morrido como uma múmia

 em pouquíssimo tempo.

Esse era o preço por ir contra a ordem natural.

Também diziam que morrer é apenas morrer, mas se morresse daquela forma, seu carma o seguiria até o pós-vida, acompan

nhado de uma dor terrível.

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Sou grato por ele não ter deixado meu pai daquele jeito, e sou grato por ele ter salvado o Oeste.

— Certo.

Encrid ainda tratava aquilo como se não fosse nada demais. Ele não tinha o que dizer.

Bem, só porque salvei a vida de vocês, eu deveria esperar que me pagassem um preço em troca?

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Não era isso que eu queria.

O próprio Encrid fora quem recebeu primeiro.

Depois de terminar a técnica de isolamento pela manhã, pratiquei esgrima, passei um tempo com Luagarne e, ocasionalme

ente, treinei combate com Dunbakel.

Nesse meio-tempo, também lutei com Geomna-rae.

Ele não era nada ruim. Lutava com um machadoem uma mão e uma lança na outra, demonstrando habilidade com ambos.

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— Quem você acha que ensinou o Rem?

— Disseram que você aprendeu sozinho.

— Aquele maldito desgraçado.

— Eu reconheço e concordo com esse ponto.

Em vez de duelarem, eles fortaleceram brevemente a amizade discutindo assuntos em comum.

Também era divertido xingar o Rem. Geomna-rae era, no fundo, um homem alegre. Os ocidentais costumavam ser assim.



A luta terminou e vi todos os guerreiros honoráveis, todos eles, curvando a testa até o chão.

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Havia muitos que expressavam gratidão, incluindo os gêmeos.

Também havia várias mulheres que diziam que se casariam comigo bastando eu pedir.

Luagarne balançou a cabeça ao vê-las.

— Esqueçam.

[?25l

Quando me disseram que havia uma beldade de cabelos pretos e uma fada no lugar para onde eu iria voltar, desis [?25h[?25lti de t

todas elas.

[?25h

Embora Ziva ainda mostrasse uma vontade inflexível, isso não significava muita coisa.

Rem não era visto desde que ouvi falar que o feiticeiro mais velho tinha acordado.

Encrid não tinha nada melh[?25l[?25l[?25lor para fazer, então começou a treinar, mas havia muitos ocidentais reunidos ao seu redor.###TAG###<



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Cada um de nós treinava o próprio corpo, então observávamos o treino alheio e duelávamos.

— Iá!

— Toma!

— Eia!

Entre eles, havia crianças brincando de lutar segurando dois bastões de madeira.

Ao lado delas, as meninas estavam reunidas de um lado, brincando calmamente de algo que parecia casinha.

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— Querido, por onde andou e por que só voltou agora?

Uma menina batia nas costas de um menino de cabelos grisalhos com a palma da mão. Eu me perguntei se aquilo podia ser

r chamado de brincadeira de criança, mas, pelo teor da conversa, era.

Era exatamente como a história de Rem e Ayul.

Aquilo provavelmente continuaria sendo uma lenda transmitida pelo boca a boca.

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A história de um marido que fugiu no meio da noite, sobreviveu para voltar para casa e agora está flertando com a esp

posa novamente.

‘Até que o título é bom.’

Achei que seria interessante criar uma história assim.

Se ser um bardo fosse seu sonho, ele teria cumprido sua vocação como contador de histórias, mas não era o caso, então

o Encrid apenas brandiu sua espada.

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Então, ele parou por um instante.

Estava tendo pensamentos aleatórios.

Encrid deixou a ponta da Aker fincada no chão, deixando que os fragmentos de pensamentos flutuassem em sua mente.



‘O que foi aquela alucinação daquela vez?’

Foi quando lutei contra os apóstolos.

— Você vai simplesmente tentar cortar um oponente liquefeito? Quanta ignorância.

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Eu tinha ouvido isso. Quando se está no campo de batalha, é comum ouvir alucinações auditivas ou ver ilusões.

[?25h

No meio de um combate feroz, uma vez vi um cara lutando ao meu lado gritar pela mãe e sair correndo, apenas para ser

 empalado pela lança de um inimigo e morrer.

O medo e o pavor fariam você ver a ilusão e o empurrariam pelas costas.

Dunbakel também demonstrou algo semelhante ao lutar no Domínio Mágico da Floresta Cinzenta. Ele foi consumido pelo me

edo e fugiu.

[?25h

Então, aquilo foi uma alucinação? Só isso?

‘Não.’

Encrid nunca tinha visto ou ouvido visões antes. Ele nunca estivera com a mente abalada ou confusa.

A sólida muralha mental baseada em sua força de vontade nunca havia sido derrubada. Portanto, a menos que fosse um fe

eitiço, não havia motivo para ser tentado por ilusões.

Então, o que seriam aquelas alucinações?

Não sei. Não ouvi mais nada depois daquilo.

Então, o que eu deveria fazer?

Ignorei. Decidi fazer isso.

Em vez disso, pensei nos itens que tinha levado comigo após a luta.

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Eram as coisas que o apóstolo havia cravado no solo e as que saíram do corpo daquele desgraçado.

Entre elas, havia um objeto peculiar.

Era uma taça de prata. O exterior tinha a forma de raízes de árvore gravada em relevo. Era tão elaborado que parecia

 que deveria haver uma árvore no topo da taça.

But there was no tree, and instead the inside of the glass was dyed purple.

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Era a mesma cor do sangue do gigante.

— Tem um cheiro ruim.

Como Dunbakel dissera, havia um odor de mofo. Era um cheiro um tanto desagradável, mas também um cheiro que permaneci

ia gravado na mente.

— Posso dar mais uma cheirada?

Quantas vezes Dunbakel já tinha dito aquilo?

Qualquer um perceberia que havia algo de muito estranho com Dunbakel, com a taça de prata gravada com raízes, ou com

 ambos, quando ele de repente quis cheirá-la depois de passar o dia todo atordoado e cochilando.

— Ficou maluco?

Encrid tentou convencê-lo com palavras amigáveis. E, aproveitando o embalo, também usou as mãos e os pés.

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Chutou a canela dele com o pé esquerdo e golpeou sua testa com a palma da mão direita.

Uma variação da esgrima mercenária valenciana, estendendo ambas as mãos ao mesmo tempo.

Dunbakel se esquivou do pé, mas não da mão, e foi atingido na testa, caindo para trás com um gemido. Até ele, pensand

do bem, deve ter achado aquilo um pouco estranho.

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— Que estranho. Não consigo parar de pensar no cheiro, sinto que preciso cheirar de novo. Dá vontade de fugir com ela

a.

— Controle-se.

— É, entendi.

Encrid convenceu Dunbakel usando apenas seus bons punhos, e ele foi persuadido mais facilmente do que o esperado.



A taça de prata gravada com raízes de árvore viera do peito do apóstolo.

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Como era um objeto da seita herética, parecia ter certa nobreza por fora.

Em outras palavras, mesmo que você morresse de pancada, aquilo não parecia ser algo vindo do reino dos demônios.



— Seria melhor encontrar um sacerdote de verdade para lidar com isso. Não se trata de bruxaria. É melhor levar com vo

ocê.

Rem dissera o mesmo. Naturalmente, Encrid acabou ficando encarregado de cuidar do objeto.

Não era porque Dunbakel não tinha autocontrole.

— Às vezes, há coisas que cativam as pessoas apenas pela presença delas. Esta parece ser uma dessas coisas.

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Luagarne, que estivera observando a cena e depois se acalmou, comentou isso.

‘Uma relíquia corrompida, então?’

Se eu voltar para o continente e deixá-la em qualquer templo, eles não dariam um jeito nisso?

Ou talvez eu devesse procurar um sacerdote virtuoso.

Um sacerdote virtuoso, porém, não seria fácil de encontrar.

Porque eles não são tão comuns quanto um ladrão consciente, um bandido de bom coração ou um rei que pensa primeiro em

m seu povo.

[?25h

Por outro lado, e se for apenas um sacerdote capaz de usar poder divino? Esse tipo deve ser mais fácil de achar.



‘Audin deve conhecer alguém.’

Ele é um cara que passa o dia inteiro rezando. Parece evitar sacerdotes sempre que eles vêm à cidade, mas talvez conh

heça alguém.

Então seria melhor perguntar a Audin mais tarde.

Também havia vários itens que pareciam ser artefatos mágicos, e enfiei todos na mochila.

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Parecia que tínhamos mais bagagem do que quando partimos, e isso não era ilusão.

Também havia os itens recebidos da cidade de Oara.

E também alguns espólios obtidos nos combates no Oeste.

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Deveria chamar de espólio? Parecia que eles só pegavam coisas difíceis de lidar.

Há também a coleção de Carmen de lâminas transparentes que será entregue a Saxony.

‘Se eu continuar acumulando bagagem por um ano desse jeito, vou precisar de uma carroça em vez de uma mochila.’

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E isso não era exagero.

— Viagens longas exigem sorte.

A mãe de Ziva, junto com várias outras mulheres, deu a ele pulseiras feitas de couro, tecido e cabelo.

Era uma pulseira para dar sorte e um artefato mágico para afastar insetos.

Diziam que se colocassem boas intenções e a tecessem juntas, ela se tornaria um artefato mágico eficaz, e foi exatame

ente o que aconteceu.

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Todas as que a confeccionaram trabalharam juntas para transformá-la em um item mágico.

Boa sorte ao estrangeiro e honorável guerreiro.

O antebraço de Encrid estava cheio de pulseiras coloridas feitas de fios. Eram grandes o suficiente para serem usadas

s no braço, acima do cotovelo.

Além disso, ele recebeu alguns peixes secos de aparência estranha, cuja carne era tão dura que era de se perguntar co

omo haviam sido secos.

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A cauda era crocante e os olhos haviam sido removidos da cabeça, de modo que parecia algo que se podia segurar e bran

ndir por aí.

Enquanto ele olhava para aquilo, perguntando-se se serviria como substituto de uma arma romba, o amigo que lhe deu o

 peixe seco disse:

— É peixe seco pescado em um grande lago. Não parece incrível? Fazendo assim, fica mais fácil de carregar.

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Enquanto falava, ele cortou a cabeça e a cauda e as colocou em um saco de pano seco. Em seguida, abriu a carne pelas

 laterais e puxou as espinhas secas com os dedos.

Olhando para o corpo aberto com aquele cuidado simples, dava para adivinhar a forma de preparo. A cabeça, a cauda e a

as vísceras haviam sido removidas, e apenas a carne fora seca.

Não parecia ser defumado.

‘O vento sopra agradavelmente.’

Era um método chamado "punggeon"[1].

Se fosse na costa, seria salgado e seco na brisa do mar, mas parecia que eles tinham desenvolvido o próprio método al

li.

Derveria dizer que é uma forma de secagem por tempestades de areia? Não sabia os detalhes e nem tinha curiosidade.###TAG###

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— É só desfiar assim.

O homem mostrou a ele como fazer.

Era um alimento seco levado no bolso, apenas com a carne desfiada.

— Fica uma delícia quando fervido na água.

Embora fosse peixe seco, quase não tinha cheiro. Até o leve odor que exalava estava longe de ser cheiro de peixe.

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— Não tem um cheiro bom? Salpique um pouco de ervas em pó por fora. Vai te dar água na boca.

O homem com quem conversava disse, limpando o nariz.

Encrid apenas ouviu.

De qualquer forma, já que tinham lhe dado, ele deu uma mordida. Ao mastigar, sentiu um sabor único. Era uma comida qu

ue se hidratava com a saliva.

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Era dura, mas mastigável. Ele já a tinha comido cozida, mas aquela era a primeira vez que a comia crua.

A primeira textura foi um pouco estranha. Quanto mais mastigava, mais macia ela ficava, até que finalmente derretia e

em uma mastigação suave.

Quanto mais ele mastigava, mais saborosa ela ficava.

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Ouviu dizer que era um alimento precioso que não era qualquer um que podia carregar.

Peixes secos cozidos em água para fazer ensopado podiam ser preparados de qualquer jeito, mas se quisesse carregá-los

s assim por aí, era preciso tomar vários cuidados para evitar que apodrecessem.

Era surpreendente que existisse uma comida que pudesse ser conservada por um ou dois anos.

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Era semelhante ao pemmican comumente consumido no continente, mas era mais leve e fácil de comer.

O pemmican tinha um cheiro ruim ao comer, e o gosto também não era dos melhores.

Diziam que, no campo de batalha, a combinação de pão preto com pemmican misturado com areia era mais ameaçadora do qu

ue o próprio inimigo.

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Comer um pemmican velho daqueles? Ele comeria se sentisse que ia desfalecer de fome imediatamente, mas até Encrid sen

ntia sua língua ficar áspera.

Claro, se não houvesse comida suficiente, comer em silêncio era a atitude adequada para um soldado que sobrevivia no

 campo de batalha.

— O que achou? Hahaha.

O amigo que lhe entregou a comida sorriu calorosamente.

Diziam ser um alimento consumido pelos caçadores ativos naquela região, por ser altamente nutritivo e portátil.

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Era uma história interessante que havia algo mais na comida além da tradição.

O amigo que a entregou também contou uma história bastante interessante.

[1] - Punggeon: Método tradicional coreano de secagem ao vento.

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