O Cavaleiro em Eterna Regressão

Capítulo 444

O Cavaleiro em Eterna Regressão

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AVISO: Muitos dos romances foram removidos porque podiam causar violações, das quais não tínhamos conhecimento antes.

445. Queda de braço, bebida, orgulho, dever, responsabilidade, fim do Sabbath.

Era uma queda de braço.

— Ruben, Ruben!

Um homem chamado Ruben perdeu. Seu pulso pendeu para trás com um baque.

Alguns na multidão que tinham feito apostas gritavam por Ruben como se estivessem cuspindo sangue.

A disputa de queda de braço acontecia do lado de fora. Havia algumas mesas em frente ao bar, e o dono gritava com seu nariz vermelho.

— James venceu!

Alguém gritou. O alvoroço ficou ainda maior.

— Ei, me incluam nessa também!

Oara juntou-se à multidão sem hesitar. Encrid ficou parado e virou a cabeça para olhar para Aesia.

— Ela é assim mesmo. Acostume-se.

Enquanto falava, Aesia também se dirigiu ao grupo.

Não que ele desgostasse particularmente de andarem juntos.

Encrid também caminhou em direção ao bar.

O dono estava tão bêbado que era difícil dizer se estava vendendo bebida ou apenas bebendo, mas Oara o reconheceu.

— Não vale! É falta. Vem!

Um cavaleiro é respeitado por todos, mas ele não impõe isso aos seus amigos.

Um cavaleiro por acaso tem amigos?

O dono do bar parecia ser exatamente isso. Um dos amigos e conhecidos de Oara.

Ele falou com um bufo, e Oara protestou.

— Por quê?!

Só de olhar para os acessos de raiva dela, parecia uma mercenária que andava distribuindo golpes por aí há algum tempo, mas aquela mulher poderia matar todos ali com alguns poucos golpes.

— Ora, tudo bem por você? Você não pode apostar, certo?

disse o vitorioso James. Ele acariciou sua cabeça ruiva e careca. Parecia um polvo irritado. Não havia linha divisória entre a testa e o topo da cabeça.

— Ei, você consegue dizer isso mesmo depois de olhar para este pulso frágil?

Oara deu um chute em James, que estava sentado na frente dela, depois subiu na cadeira e falou.

O cara que foi atingido rolou pelo chão, mas levantou-se rapidamente.

— Ei, por que o chute?

— Porque você é irritante!

O homem assentiu diante da resposta firme.

Ele entendeu?

Encrid se perguntou e apenas observou.

O bar, após a suspensão da proibição, exalava uma vibe completamente diferente de quando ele o vira pela primeira vez.

Embora não fosse um festival, todos pareciam estar se divertindo e aproveitando bastante.

— Ah, me digam, não tem ninguém que me enfrentaria depois de ver este pulso? Sério?

— Sim, ninguém!

— Ah, você é uma cavaleira. Esqueceu?

O dono do bar também interveio. Oara desviou o olhar. Era o olhar de um caçador procurando alguém para dizer o que ela gostaria de ouvir.

Entre eles estava um soldado educado carregando um copo de bebida.

Era o amigo que estava implorando para que Crona fosse embora. Ela trabalhava em uma estalagem e parecia ter vindo até aqui a negócios.

— Ei, você também pensa assim?

Oara apontou para o soldado e disse. O soldado respondeu revirando os olhos algumas vezes.

— Não. Acho que devemos respeitar a vontade da Lady Oara.

Ele mostrou uma atitude astuta. Por fora, estava extremamente sério e parecia jurar lealdade com toda a sinceridade.

Oara disse com um rosto sorridente.

— Tragam esse garoto aqui e façam-no sentar.

Oara deu um leve salto no lugar, flutuando no ar por um instante, e pousou na cadeira.

Diante de suas palavras, as pessoas ao redor agarraram o soldado educado.

— Ei, por que, por que estão fazendo isso?

— Cale a boca e sente-se, seu idiota.

Oara disse com um sorriso, e logo o soldado se sentou à frente dela.

— É uma aposta! Se não gostar, desista. Se você derrotar a pessoa que eu indicar, receberá três moedas de ouro. Está dizendo que seria vergonhoso se eu mesma fizesse isso? Por isso não faço. Se a pessoa que você indicar vencer, você receberá três moedas de ouro. Mas, se eu vencer, você liderará a linha de frente na próxima onda.

— ... ... O quê?

Ao lidar com uma onda de demônios, ou com os demônios vindos do Reino Demoníaco, receber a ordem de ficar na linha de frente soava como um convite para morrer.

Todos riram disso.

O soldado se arrependeu de não ter saído com Jack Navalha quando ele o convidara mais cedo.

Claro, mesmo se recebesse essa proposta de novo, ele não aceitaria.

Ele amava uma mulher q

que fazia um trabalho extra emum beco e sonhava em tirá-la de lá e se casar com ela.

Ela não vendia seu corpo.

[?25l

>

Ele sabia que, por enquanto, ela só permitia que ele ficasse ao seu lado.

— Ei, seu moleque, você só morre um [?25ha

 vez, não duas! E você quer se casar com a Rowena? Está achando difícil sem a Crona?

Oara disse.

— Ei, vai, f

faz isso.

— Seu covarde, se está com medo disso, desista da Rowena!

O soldado ficou furioso com os gritos ao

 seu redor.

— Vocês não vão calar a boca?!

Ele gritou e depois perguntou com um olhar cauteloso.

— Você

ê vai indicar alguém da Ordem dos Cavaleiros?

— Não.

Oara balançou a cabeça.

— Oh, a Lady Oara também n

não vai participar?

O soldado perguntou novamente.

— De jeito nenhum.

A cabeça de Oara se moveu vertica

almente desta vez.

O soldado era cauteloso. Não, ele fingia ser cauteloso. Encrid sabia que o soldado já havia se d

decidido.

Mesmo assim, ele abriu a boca como se estivesse intimidado ou com dificuldades. Ele tinha essetipo de pe

ersonalidade por natureza.

Ainda assim, não parecia ruim.

Como eu poderia dizer... ele era um garoto realment

te transparente. Dava para ver claramente o que ele estava pensando.

Oara cruzou os braços e esperou com um sorriso

o largo.

— Vou pedir ao Oliver.

Diante dessas palavras, vários soldados vaiaram.

Entre os soldados, Enc

crid viu um homem cujos antebraços eram duasvezes mais grossos que os dos outros.

Era um homem baixo, de corpo ata

arracado e queixo grosso.

Embora fosse menor que Oara, ele era o homem mais forte de Mil Tijolos[1], o Escudeiro Ol

liver dos Cavaleiros.

— Não tem problema?

O soldado perguntou, observando a situação. Era compreensível que e

ele perguntasse isso, já que havia escolhido um escudeiro em vez de alguém da Ordem dos Cavaleiros.

Oara balançou a

a cabeça.

— Aceite o desafio, então quem eu devo indicar?

Oara fingiu estar preocupada como o soldado.

>O Escudeiro Oliver tocou no ombro do pobre soldado. O soldado se levantou de seu assento e Oliver se sentou.

Parec

cia que ele nascera com aquela força desde jovem.

Oara apoiou o queixo e fingiu estar preocupada, então olhou para

 Oliver e perguntou:

— Oliver, você perderia?

— Eu não perco.

Oliver respondeu imediatamente, e Oara as

ssentiu como se tivesse decidido.

— Escolhi o meu campeão. Apresente-se!

O dedo dela apontou para o lado de A

Aesia. Ou seja, Encrid.

— Sou eu?

Encrid, que estava assistindo, hesitou por um momento e perguntou novamente

e.

Oara falou sem prestar atenção à resposta que interrompeu o fluxo de forma tão precisa.

— Então devemos ma

andar Aesia? Não consegue ver esses pulsos frágeis?

Parecia ser um hábito dela erguer seu pulso delicado.

— S

Se estiver com medo, pode cair fora. Se fizer besteira, pode se machucar.

Oliver disse. O oponente tinha uma grande

e reputação como matador de demônios. Mas ele não perderia em força bruta.

Aqueles olhos estavam cheios de pensamen

ntos assim.

Encrid olhou para ele por um momento, depois deu um passo à frente.

Oara sorriu e se afastou.

>

Encrid, sentando-se, olhou para Oliver.

— Acho que você não precisa se preocupar, ninguém vai se machucar. Ah,

 você, não eu, porque eu vou pegar leve.

— Pegar leve?

A expressão de Oliver endureceu com a provocação leve

 de Encrid.

— Eu disse que não machucaria você.

— É mesmo?

A testa de Oliver ficou vermelha de veias sa

altadas, sem qualquer sinal de riso. Ele era um cara de veias muito grossas.

Seus antebraços também eram grossos.###TAG###

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Encrid arregaçou as mangas. Era possível ver os músculos definidos escondidos sob a camisa fina.

Seus braços,

, treinados com técnicas de isolamento, não eram finos, mas pareciam mais finos que os de Oliver.

Mas eram músculos

s compactados, tensionados e de uma qualidade diferente, graças à técnica de isolamento e aos ensinamentos de Audin.

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— Agora, comecem!

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Oara gritou. Era a hora das apostas. O número de espectadores dobrou em relação a antes. Todos

s se reuniram ao redor, incluindo os que estavam treinando, os que estavam jogando conversa fora e os que estavam apenas

 rolando dados de um lado.

— Mas está certo apostar no Senhor Oliver?

— O oponente é um cavaleiro. Um matador

r de demônios.

— Você não sabe? A Lady Oara disse que nem mesmo ela conseguiria vencer o Senhor Oliver em força bru

uta!

— E daí? O Senhor Oliver pode esmagar a mão de um demônio quando se trata de queda de braço! Você não conhece

 o Oliver, o Antebraço Gigante?

A maioria das apostas foi para Oliver. Encrid não se importou.

Alguém colocou

u uma caneca de cerveja ao lado dos dois. O copo de estanho estava cheio de um líquido dourado e espuma.

Oliver deu

u um gole, expirou e apoiou os cotovelos na mesa.

Baque.

À primeira vista, ele parecia um golem de pedra feit

to em forma humana por algum mago maluco.

Encrid também bebeu do copo ao seu lado. Era uma cerveja encorpada, amarg

ga, mas com um toque de nozes. E também muito refrescante.

Depois de beber a cerveja, Encrid também ergueu a mão e

 segurou a de Oliver.

Pelo que viu e sentiu, era como o braço de um golem de pedra. Era duro e pesado a ponto de pa

arecer absurdo.

Oliver fez contato visual e Encrid looked down.

Ele observou em silêncio e se concentrou em s

seu interior.

Será que ele não se importava em perder por não ter espírito competitivo? Será que era por não ser co

ompetitivo e ser descontraído?

Era o oposto.

Encrid era um homem que morderia e resistiria até vencer.

>Em outras palavras, ele odiava absolutamente perder.

Bastava usar toda aquela força, toda aquela vontade, para ven

ncer da próxima vez.

Então, se ele pudesse vencer agora mesmo, não tinha a menor intenção de perder.

Quando o

o barulho ao redor diminuiu, Oara falou.

— Comecen.

Oliver e Encrid usaram suas forças ao mesmo tempo.

>Creck.

A mesa gemeu sob a pressão, mas não desabou.

Oliver usou o que poderia ser chamado de força monstruos

sa.

Deveria realmente descrever assim?

A julgar pela força de preensão, provavelmente seria avaliado como cap

paz de realmente esmagar a mão de um demônio.

No entanto, a pessoa sentada à sua frente era um ser humano que, junt

to com as repetições de hoje, havia aprendido a arte do isolamento com um monstro ainda pior que Oliver.

Encrid fez

z seu poderoso coração pulsar forte e até mobilizou a Vontade.

Uma onda de força percorreu todos os músculos de seu

u corpo.

Ele nunca tivera tanta força em toda a sua vida.

'Golpe de um Gigante'.

Ele até usou as habili

idades que aprendeu ao usar a espada.

Para usar os termos de Rem, era a força do leite de um gigante.

— Keuuu

uuuuu!

Um gemido escapou dos lábios de Oliver.

Creck.

A mesa tremeu. Mesmo sendo feita do tronco cortad

do de uma árvore sólida e inteira, surgiram rachaduras.

O braço de Oliver se inclinou para o lado, só um pouquinho.

.

Bam!

Por fim, a mesa rachou e a parte que apoiava os cotovelos de Oliver cedeu.

Mesmo com partes da m

mesa quebradas e sem funcionar direito, Oliver tentou resistir.

— É um empate?

Um dos soldados murmurou.

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Encrid parou naquela posição.

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Oliver recuperou o fôlego. Depois de resistir por um momento, Oliver soltou o aper

rto.

Encrid também relaxou as mãos. Os soldados estavam observando.

— Eu perdi.

Oliver declarou.

>— Não!

Um dos soldados gritou. Era o amigo de Rowena.

Aqueles que perderam a aposta, em vez disso, caíram na

a gargalhada. Eles comemoraram.

— Caramba, você é forte.

— Oppa[2], você tem bastante energia à noite?

>Alguns soldados soltaram piadas.

— Que pergunta é essa?

Quem mais aceitaria isso?

— Soldado, vou lhe d

dar mais uma chance. Que tal tentar vencer na bebida?

Oara estendeu a mão para ajudar o soldado frustrado. O pobre

 coitado não sabia dizer se aquela mão era de um demônio ou de um anjo.

— Vamos nessa.

A vontade do soldado a

ardeu e Encrid assentiu para ele.

Já que decidiram se divertir juntos uma vez, não seria uma má ideia ir até o fim.

.

Uma música solo começou a tocar.

Encrid tomou uma bebida cujo nome não conhecia.

Os olhos do soldado

 reviraram no quarto copo, e ele apagou exclamando: 'Eu te amo, Rowena'.

Os soldados que viram isso riram.

En

ncrid riu baixo, colocou o copo no lugar e disse:

— Próximo.

Ele não tinha a menor intenção de perder na bebi

ida.

— Eu vou.

Oliver se apresentou novamente. Ele apagou logo após um único copo. Embora fosse forte de corp

po, era fraco para bebida.

Oara também bebeu um licor forte, e Aesia tomou um vinho de frutas suave.

Alguém a

ao lado jogava dados, e outra pessoa contava piadas obscenas.

Encrid, que por acaso ouviu as duas mulheres conversa

ando, mentalmente fez uma careta diante da piada pesada.

Rem também se juntou a eles no meio do caminho.

— Po

or que todo mundo está animado, menos eu?

Ele também se misturou com os soldados. Em pouco tempo, Luagarne e Dunbak

kel estavam com ele.

A frente do bar virou uma bagunça, como se algum tipo de festival estivesse acontecendo.

###TAG###

p>— Não é divertido?

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Oara perguntou.

Encrid respondeu, meio bêbado:

— É bom.

Era exatamente o que

e ele sentia.

O sol se pôs e o crepúsculo iluminou a cidade. Os soldados conversavam em meio ao entardecer.

A

Alguns dos soldados que estavam de guarda gritaram: 'Por que vocês estão tão animados hoje?'

— Seus azarados!

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p>Outro soldado viu aquilo e zombou.

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O comandante que liderava cem homens chegou a lamentar e reclamar na frente de

e Oara.

Um dos líderes de esquadrão disse que respeitava Encrid, mas acabou se complicando quando Oara o repreendeu

u, dizendo: 'Então você não me respeita?'

Entre eles, houve um que disse ter se apaixonado por Aesia à primeira vis

sta, mas logo caiu na gargalhada.

Era realmente adorável.

O entardecer, a cidade, os soldados, tudo.

Oa

ara andava de um lado para o outro bebendo e ouvindo as queixas deles.

Para compensar a mesa quebrada, ela saiu da

 cidade por um tempo e voltou carregando uma árvore grande que havia derrubado.

— Tragam a plaina!

Ela mesma

 entalhou a mesa com um cinzel, mas sua habilidade não era tão grande assim.

Então, a pequena sargento que ele vira

a na cabana de madeira antes apareceu, pegou a marreta e começou a esculpir a mesa. Ela era boa nisso.

Todos se div

vertiram e beberam bem.

— Eu gosto desta cidade.

Oara disse, bêbada. Encrid, que ficara por lá alguns dias, t

também concordou.

Em contrapartida, desertores continuavam a aparecer. Nesta cidade, apenas os que realmente a amav

vam permaneciam.

— O último bastião protegendo contra o Reino Demoníaco, não é incrível?

Eles tinham orgulho.

.

— Se nós cairmos, todos os que vivem nos vilarejos logo atrás morrerão. Vocês sabem disso? Se o território do Rei

ino Demoníaco se expandir mais um pouco, toda esta área será destruída.

Eles tinham senso de dever.

— Este é

 o meu trabalho, então eu o faço. Algum problema com isso?

Eles tinham senso de responsabilidade.

A área de f

fronteira do Reino Demoníaco estava sempre cheia de ameaças; portanto, se você não fosse forte, não conseguiria sobrevive

er.

E não se tratava apenas do corpo, também envolvia a mente.

— Nossa, isso é bom!

Oara gritou, e Encr

rid, também bêbado, brindou com ela.

A noite de bebedeira passou assim.

Encrid voltou para seus aposentos par

ra dormir, enquanto Rem se juntou aos outros e bebeu muito.

Ele já estava dormindo.

Ruagarne também recebeu u

uma refeição especial feita de insetos e bebeu álcool.

— Estava uma delícia.

Ela estava satisfeita e, antes q

que percebesse, Dunbakel já estava encolhido em um canto, dormindo e ressonando.

Encrid também fechou os olhos.

>

O barqueiro perguntou no sonho:

— É divertido?

Era uma pergunta cem vezes mais desconfortável do que ouvi

ir que algo sinistro estava por vir.

Ele estava prestes a abrir a boca para dizer algo, mas seus olhos se abriram.###TAG###<



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Agora ele já estava acostumado a acordar no mesmo horário.

Ele saiu, se aqueceu e suou; Ruagarne saiu logo d

depois, e Dunbakel apareceu ainda mais tarde.

— Vocês nem dormem?

E por volta do meio-dia, Oara veio novament

te.

A vestimenta era parecida com a de ontem, mas ela segurava uma espada fina e longa.

— Fim do Sabbath.

>

Ela disse. Era um som muito bem-vindo de se ouvir.

fantasia.

[1] - Mil Tijolos: Nome da fortaleza frontei

iriça (Thousand Bricks).

[2] - Oppa: Termo em coreano usado por mulheres para se referir a homens mais velhos com q

quem têm intimidade.

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