O Cavaleiro em Eterna Regressão

Capítulo 194

O Cavaleiro em Eterna Regressão

194. Cuide-se (2)

— Não é um pouco demais, capitão? Eu falo sério.

Kreis disse, com os olhos roxos e inchados. Encred respondeu enquanto[?25htirava as botas.

— Seus olhos eram azuis originalmente? O Rem é muito talentoso. Foi bem na boca do estômago. Eu quase não reconheci você.

Os olhos estavam tão inchados que as partes roxas mal podiam ser vistas. Suas bochechas também estavam consideravelmente inchadas de onde ele havia sido atingido.

Com certeza ele não fez por querer.

Eu realmente usei um pouco de força demais.

Ele deve ter tido um sangramento nasal, pois havia vestígios de sangue escorrendo de suas narinas.

Com as palavras de Encred, Kreis fungou, engoliu em seco e suspirou.

— O Rem não está um pouco estranho ultimamente?

Encred também reconheceu que ele estava sensível.

Dava para dizer que ele estava mais afiado do que o normal?

Ele costumava pegar o machado por coisas que antes teriam passado batido.

Constantemente.

— Fique de olhos bem abertos. Dá vontade de rachar sua cabeça com um machado.

Ou dizia algo assim para um soldado próximo que cruzasse seu caminho.

Casos de faíscas voando com Ragna eram frequentes.

— Ei, chato pra comer, quer ter a cabeça rachada?

Se Rem de repente dissesse isso,

— Cai dentro. Vou abrir sua cabeça e comer com mel.

Ragna respondia aceitando o desafio, e um treino sangrento entre os dois se seguia imediatamente.

A reação de Encred era diferente de antes. Antigamente, ele apenas os impediria, mas agora a observação vinha primeiro.

Havia muito o que ver e aprender no treino deles.

Se fossem observados de perto, os dois acabariam terminando a luta sozinhos.

Será que eles cresceram um pouco?

Ou deveríamos dizer que deixaram de ser crianças que vivem brigando?

— É bom suar um pouco. Vai me atacar?

Depois disso, era a vez de Encred. Assistindo à luta dos dois, ele trazia de volta o que aprendeu, refletia sozinho e colocava em prática o que havia treinado. Era realmente um momento divertido.

Diferente de antes, Encred estava mais intenso, e Rem também estava bastante sério.

— Os pés!

Se estivesse lento, ele reclamava dos pés.

— Olha por onde vai!

Rem às vezes desaparecia como se fosse mágica. Claro, ele conseguia isso com habilidade física, não com feitiços.

Embora Encred o perdesse de vista com os olhos, ele mal conseguia pegá-lo com seus sentidos.

Pang.

Brandindo a lâmina.

Jang!

Enfrentando o machado.

Estar sério era um bom sinal, e ele sempre se sentia revigorado após o treino.

Mas por que ele estava ficando tão sensível?

As brigas entre Rem e Ragna eram normais.

O pior era a relação comSaxony.

Do ponto de vista de Encred, parecia algo completamente inútil, mas será que era diferente para os dois?

Rem, que estava prestes a sair, e Saxony, que estava prestes aentrar, ficaram cara a cara na porta.

Nenhum dos dois saiu do caminho.

Rem começou a acariciar lentamente o cabo do machado, e Saxony deixou os braços caídos ao lado do corpo.

Nem mesmo Encred conseguia apenas assistir àquilo.

“É de dar vertigem.”

Como ele conseguia se meter entre os dois no passado?

O ar feroz e a ‘intimidação’ exercida por um quase-cavaleiro tinham que ser contidospara impedi-los.

— Parem.

Se ele adicionasse essas palavras,

— Hum.

Saxony limpava a garganta e saía do caminho, e Rem saía pisando duro, sem dizer uma palavra ou esboçar um sorriso.###TAG###

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Ele estava sensível. Muito sensível.

Claro, Rem não era o únicoque estava assim.

Ragna costumava transmitir uma vibração semelhante.

O mesmo valia para Saxony.

Deveria dizer que Auddin continuavao mesmo de sempre?

Rem saiu dizendo que ia patrulhar e que esperava encontrar uma mantícora passando por perto.

Auddin disse quefaria as orações e sermões da noite para soldados de outras unidades.

Havia um grupo de soldados com crenças religiosas profundas, e Auddin era um soldado muito respeitado ali.

Saxony estava ausente como sempre, e Ragna dormia em um canto da cama. Era a rotina de sempre.

Encred olhou ao redor do alojamento e abriu a boca.

— Parece que sim.

Essa era a resposta para a pergunta sobre a sensibilidade que Kreis fizera. Pensando bem, parecia verdade que Rem est

tava sensível.

— Ai, mas o que o comandante do batalhão te chamou para falar?

Kreis parecia satisfeito apenas por concordar com o que eu dissera, então não perdeu mais tempo falando sobre a sensi

ibilidade de Rem.

Na realidade, de que adiantava falar sobre estar sensível?

Ele era um cara tão louco.

Ignorar era a melhor resposta.

— Escoltar a delegação do contrato de mercenários dos Bandidos da Lâmina Negra.

Os olhos de Kreis se arregalaram com as palavras simples. Ao abrir os olhos, era possível ver a cor deles através do

 inchaço roxo.

Mas não dói? Parece que dói.

Mas Kreis não se importava com a dor.

Não, Kreis perguntou com uma expressão sombria, como se finalmente estivesse sentindo a dor.

— Você vai aceitar? Cavaleiro.

Não sei por que ele perguntou isso de repente, mas Encred assentiu.

A resposta para essas perguntas sempre era a mesma.

Ele também entendia a necessidade de confirmar duas vezes.

O sonho de se tornar um cavaleiro era realmente absurdo.

Agora que havia sido recuperado e costurado de volta, não parecia mais um sonho rasgado e despedaçado como antes.



Ainda assim, não era um caminho fácil.

Como se já não conhecesse Encred.

Kreis não fizera a pergunta para ridicularizar seu capitão ou para trazê-lo de volta à realidade.

Encred era um louco.

Se ele decidia fazer, ele fazia.

Se decidia buscar, ele conseguia.

Se decidia lutar, ele lutava.

“Ele não é normal.”

Se você vive assim, sua vida será curta. É natural que seja difícil passar dos 20 anos, mas a idade do capitão não er

ra 31 este ano?

Isso o fazia se perguntar como ele havia sobrevivido até agora.

De qualquer forma, ele era esse tipo de pessoa.

Uma pessoa assim se tornaria um cavaleiro. Como ele não era homem de desistir,Kreis pesquisou brevemente o processo

 para se tornar um cavaleiro do reino.

Que tipo de pessoa costuma se juntar aos cavaleiros?

Que tipo de pessoa pode se tornar escudeiro antes de se tornar um quase-cavaleiro?

A maioria deles são filhos de nobres. Ou conhecidos de figuras influentes. Se não for por poder e riqueza, há também

 a nobreza colateral.

E se você não for nobrenem filho de uma família decente?

Mesmo assim, às vezes, muito raramente, nascem gênios com talentos absurdos.

Essas pessoas podem ser reconhecidas pelo reino unicamente por suas habilidades e se tornarem cavaleiros. Claro, você

ê também precisa de um pouco de sorte.

“Então, esses casos são comuns?”

Absolutamente, com certeza não. Aqueles que eram chamados de gênios aqui e ali?

Se você encontrar pessoas que nasceram em famílias prestigiadas e aprenderam de forma sistemática e adequada desde a

 infância, muitas vezes acabará sendo derrotado.

O centro tem vantagem no aprendizado da esgrima e na descoberta de talentos.

Isso significa que o nível do centro é muito mais alto do que o da periferia; os ensinamentos, a orientação e os parc

ceiros de treino são todos de outro nível.

Como as pessoas talentosas se reuniam no centro, elas naturalmente se concentravam no palácio imperial, e, entre as q

que se reuniam, o talento se desenvolvia ainda mais.

Um verdadeiro gênio.

Portanto, a menos que você seja um gênio que depende puramente de suas próprias habilidades, geralmente essa seria um

ma tarefa impossível.

Geralmente, se você não for de uma grande família, é muito difícil se tornar um cavaleiro. Difícil. Doloroso. É um ca

aminho de adversidades.

Então, por outro lado, presumindo que você seja um gênio, o que é necessário para se tornar um cavaleiro?

Habilidade? Habilidade é algo que se dá como certo.

— Você não recusou, não é?

— Hum?

— A missão. Você não a rejeitou, certo? Não, né? Provavelmente não. Você precisa fazer isso. Com certeza, sem falta.###TAG###<



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O que é necessário além da habilidade é o mérito.

Vestígios de trabalho árduo pelo país.

A conquista logo se torna honra, e a honra prova o valor do indivíduo.

[?25l

Como um forasteiro, e ainda por cima um ex-mercenário, a primeira tarefa para se tornar um membro da ordem dos c [?25havale

eiros era, na opinião de Kreis, o mérito, e não a habilidade.

Então, se ele realmente quer se tornar um cavaleiro...

— Me diga. Você rejeitou? Não fez isso, né?

A missão mencionada pelo comandante do batalhão poderia não ser muito agradável para Encred.

Era assim que Kreis via as coisas.

Escolta da delegação?

Quem era esse enviado?

A mente extraordinária de Kreis leu o contexto a partir das palavras simples de Encred.

Ele iria, estava óbvio. Aquele bastardo nobre de meia-pataca e um escolta com olhos estranhos.

Esses dois seriam os protagonistas.

A necessidade de pelo menos um pelotão de escolta seria substituída pelo poder militar de Encred.

Por quê? Por que se dar ao trabalho de colocar Encred ao lado daquele nobre?

“Há algo que eles estão visando.”

O objetivo é bem claro. É controle. Querer matar, ou algo parecido.

Se houver algum problema, o nobre notará e fará algo a respeito.

“Será por isso?”

Marcus era uma raposa. O que era um belicista?

Na opinião de Kreis, o comandante do batalhão era uma raposa entre as raposas.

O que aconteceu foi que acabei me envolvendo com algum tipo de bandido.

O campo de batalha contra Azpen, a batalha da Pérola Verde. Após sua atuação lá, Encred matou mil gnolls. Ele abateu

 o líder da colônia e matou um membro do culto.

Apenas na noite anterior, ele também derrotou dez guerreiros poderosos da Espada Negra.

Auddin também matou a Mantícora.

No processo, ele se apropriou do corpo da mantícora, mas os superiores não disseram nada. Eles pensavam que, se queri

iam algo em troca, precisavam ceder em algo.

[?25l

O comandante do batalhão enterrou tudo isso, começando pelos gnolls. Não, ele não tornou público, apenas mant [?25h[?25l[?25l[?25leve em s

sigilo.

Ele deixou as pessoas acreditarem, mas também permitiu que os boatos se espalhassem.

Por quê?

Porque eles não gostavam de Encred? Isso seria possível?

“Por que você dobra os joelhos e se agacha no chão?”

Para pular mais alto.

Esconder e enganar. Há apenas uma coisa que pode ser ocultada: as habilidades de Encred e da Companhia Louca.

[?25h

O benefício de esconder isso.

A cabeça de Kreis girava. Qualquer outro ficaria de cabeça quente, mas para ele aquilo era fácil.

Por que não seria?

Para sobreviver no passado, ele se movia pensando em muito mais do que isso.

Comparado àquela época, agora era seguro e tudo o que ele precisava fazer era se sentar e pensar.

Se continuar pensando assim, a resposta surgirá.

O que lidera o campo de batalha no continente atual?

São os guerreiros chamados ‘cavaleiros’ que destroem estratégias e táticas.

Entre os mercenários, não havia aqueles chamados de soldados ‘nível cavaleiro’?

Entre as diferentes raças, há aqueles com títulos semelhantes aos de cavaleiros, então não foi daí que surgiu o termo

o ‘classe de cavaleiro’?

Portanto, um pequeno número de soldados de elite.

Esse tem sido o cerne da nossa estratégia por muito tempo.

Claro, não existe comandante que confie em um único cavaleiro e comemore em um campo de batalha de grande escala.



De fato, mesmo na batalha anterior contra Azpen, o fluxo geral do campo de batalha mudou com a vitória do exército pe

ermanente da Guarda de Fronteira, que foi apenas uma batalha nos arredores.

“É a guerra.”

Dizem que tudo isso é preparação para a guerra. Se você ocultar as habilidades do seu aliado, será um golpe fatal par

ra o oponente.

“Esta é a primeira jogada para isso.”

O inchaço nos olhos de Kreis parecia ter diminuído.

Era o que parecia aos olhos de Encred.

“Estão brilhando.”

Os olhos do comandante do batalhão que ele vira antes brilhavam ainda mais.

— Se você tivesse recusado... ...

Como assim recusar?

— Eu disse que iria.

— Uau, graças a Deus. Isso é importante agora, afinal.

— Eu sei.

— Não, não parece ser só isso. A escolta desta delegação não é uma simples escolta.

— Ele provavelmente quer que eu mate aquele bastardo.

Kreis piscou com as palavras de Encred. Seus dois olhos azuis inchados falavam por si.

Ah, ele não era burro.

— Seu olhar está meio atrevido?

— Sim?

— Nada não.

Não dava para bater mais em um cara que já estava tão surrado assim. Encred deixou para lá.

— É uma conquista pública, um passo para me tornar um cavaleiro. Eu sei.

Por isso é importante.

Marcus tem mais conexões do que se imagina e é um homem de alta posição.

Embora a missão que ele mencionou não estivesse diretamente relacionada ao serviço público,

Ele sabia que isso não começaria nem terminaria dessa forma.

Não era por saber a razão ou por adivinhar.

Era apenas um pressentimento.

Intuição e sexto sentido.

Depois que seus sentidos ficaram mais aguçados e sensíveis, às vezes ele sentia uma intuição aguda em sua mente.



Foi assim dessa vez também.

Essa situação não podia ser ignorada.

Portanto, não havia motivos para recusar.

— Não, yo achei que você recusaria de novo dizendo que isso atrapalharia seu treino. Você está certo. Conquistas públ

licas, agora mesmo, é preciso cuidar disso mais do que de qualquer outra coisa. O que é mais importante do que a habilida

ade é o mérito. Na verdade, provavelmente existem pessoas assim entre os cavaleiros, não? Aqueles que entraram na ordem d

dos cavaleiros apenas colocando o mérito em primeiro lugar? Por mais formidáveis que sejam os Cavaleiros do Manto Vermelh

ho, eles não podem escapar do poder político.

Podia ser cínico, mas Encred também pensava assim.

— Então, decidi levar dois de vocês.

Se houvesse a chance de matar, ele mataria?

Ou agiriam de acordo com a situação?

Até onde Marcus havia planejado?

Então, qual seria a escolha de Encred?

Ele decidiu aceitar a missão.

Então, as coisas mudariam dependendo de suas escolhas.

— Quem são os dois?

Kreis perguntou.

— Você não é um deles.

Encred deu um tapa na cabeça do olhudinho e virou o rosto.

Esther provavelmente o seguiria mesmo se ele não dissesse nada.

— Ah, eu não posso. Estou ocupado.

Finn recusou primeiro.

Um patrulheiro era necessário para este trabalho?

Ele achava que não. Um bom patrulheiro é sempre um ótimo companheiro, mas ele sentia que não precisava de guia desta

 vez.

— Vou levar Rem e Ragna comigo.

Ele estava preocupado com o temperamento dos dois. E manteria Saxony e Rem afastados.

Se mantivesse Rem e Ragna ao seu lado, não haveria grandes incidentes.

Felizmente, Saxony e Auddin estavam agindo com calma.

Kreis assentiu e falou diante da escalação calculada:

— Então a decisão é matar todo mundo.

— ...Hum?

Encred não pretendia fazer isso. A missão era a missão, e ele planejava se ater à escolta superficialmente.

[?25h

— Falando no Rem, você precisa contê-lo bem até saírem da unidade e ninguém estar olhando. Ah, e como vamos ter que e

enterrar o corpo, vou colocar uma pá dobrável na minha mochila.

Hum.

Encred estava prestes a dizer não, mas lembrou que, há alguns dias, pensara que Rem não deveria se encontrar com aque

ele bastardo nobre.

Bem, eles poderiam contê-lo de alguma forma.

Não era como se Rem não ouvisse de jeito nenhum.

— Então, quando vocês partem?

— Amanhã.

Fiu.

Kreis tentou assobiar, mas falhou porque seus lábios estavam muito inchados.

— Isso é urgente.

Kreis, que falou em vez de assobiar, murmurou rapidamente que valia a pena.

Encred estava pensando em como seria levar um prisioneiro como guia.

Se ele levasse Rem e Ragna consigo, não haveria problemas em termos de força militar.

Mais do que tudo,

Encred olhou para a palma da mão.

Calos eram visíveis. Era uma palma que havia se rompido e cicatrizado repetidamente devido a incontáveis golpes de es

spada, resultando em uma mão feia e distorcida.

As impressões digitais nas pontas dos dedos estavam gastas em alguns pontos.

Ao treinar o estilo de adaga, ele usava muito as pontas dos dedos.

Querer algo em troca de seus esforços, desejar algum tipo de recompensa.

Isso é natural para os seres humanos. E se, depois de tanto aguentar, você finalmente conseguisse alcançar essa recom

mpensa com a ponta dos dedos?

“Nada mal.”

Encred murmurou por hábito.

Porque ele havia ganhado confiança através do que construiu ao longo do tempo.

Porque ele não se limitava a repetir o dia de hoje.

Não havia hesitação em sua cabeça.

Ele estava apenas avaliando o amanhã novamente.

Um caminho para seguir em frente e caminhar.

Por haver placas de sinalização, o destino estava mais visível do que antes.

Além do treino, ele certamente não tinha intenção de ignorar as conquistas.

Ele não hesitaria em se colocar na vanguarda do campo de batalha.

Não era mais o tempo em que precisavam lutar desesperadamente apenas para sobreviver.

Mesmo ao enfrentar um gnoll.

Mesmo quando dava um passo à frente de uma espada negra.

Ele se sentia animado.

Era divertido. Sinceramente, era divertido demais.

Aquele momento em que você dá um passo à frente em vez de se esconder atrás dos outros.

— Eu quero me tornar um cavaleiro.

Quando era jovem, a primeira vez que expressou seu sonho, Encred sonhou.

Estar diante de alguém.

Estar na vanguarda do campo de batalha.

Estar na vanguarda do campo de batalha e em uma posição para provar suas habilidades era uma prova de força diferente

e de antes.

A origem do seu sonho de ser cavaleiro era apenas um garoto que se imaginava lutando no campo de batalha.

[?25h

O menino nascido em uma aldeia rural finalmente alcançou parte de seu sonho e continuava avançando.

Fantasia,

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