A Protagonista Feminina Realmente Te Ama

Capítulo 237

A Protagonista Feminina Realmente Te Ama

Sam só chegou em casa tarde da noite.

Parecia que uma longa jornada tinha finalmente chegado ao fim quando ele retornou ao seu pequeno quarto. Embora não tivesse decorações especiais ou qualquer toque de luxo, oferecia uma sensação excepcional de segurança.

As pessoas só podem viver em lugares familiares? Claro que não, algumas preferem um pouco de emoção.

Mas Sam preferia lugares que lhe dessem uma sensação de segurança.

Era como um lugar que permitia recomeçar, não importa o que você tivesse feito.

Amanhã era fim de semana e Sam não tinha planos específicos. Ele apenas deitou na cama, ouvindo o vento lá fora.

Ele suspirou, encarando o teto acima.

Então, esperou calmamente, não por alguém para chegar a essa hora, mas para que o sono tomasse conta.

Ele pensou nas muitas cenas que presenciou esta noite, com as figuras de Angel e Sophie constantemente se entrelaçando diante de seus olhos.

Dois estilos diferentes, sob luzes diferentes.

Angel era como uma pérola deslumbrante.

E Sophie era como o luar elusivo, impossível de agarrar.

Era difícil dizer quem era mais encantadora; talvez não houvesse muita diferença, afinal.

Pensando nisso, Sam sentiu-se incrivelmente sortudo. Que tipo de sorte seria conhecer essas duas e ter tantas interações?

Ele não sabia, mas justamente então, seu telefone tocou de repente.

Quem ligava era... Ava?

Sam atendeu o telefone, confuso sobre por que Ava ligaria para ele a essa hora.

Parecia que, ultimamente, as ligações de Ava para Sam eram sempre particularmente tarde.

"Ei, por que você ainda não está dormindo?", Sam falou suavemente ao telefone.

A voz de uma garota, carregada por congestão nasal, veio do outro lado.

"Você também não está acordado?"

"Sua voz soa estranha, você está resfriada?"

"Talvez um pouco... Tive dor de cabeça o dia todo", ela disse.

Sam falou com ternura: "Se você está resfriada, não deveria dormir mais cedo? Descansar é o mais importante."

Ao telefone, a voz de Ava carregava um leve tom de insatisfação.

"A esta hora, estou te ligando, meu irmão, enquanto estou doente. Você não deveria ficar comovido? Por que está me dando sermão em vez disso..."

Sam respondeu com um sorriso.

"Tudo bem, tudo bem, aprecio verdadeiramente a graciosa preocupação da senhorita Ava. Estou muito comovido. Agora, você poderia, por favor, dormir e descansar?"

"Mal começamos a conversar e você quer que eu vá dormir? Se não quer me ouvir falar, é só dizer, humph..."

Parecia que seu resfriado estava bem forte, já que até sua tentativa de irritação soava fraca.

"Quem disse que eu não queria te ouvir falar? Só estou preocupado com sua saúde. Agora é outono e está ficando mais frio. Você deveria usar mais roupas. Provavelmente usou pouco ontem, não foi?", disse Sam.

Ava respondeu descontente.

"Não estou usando pouco de jeito nenhum... não acredita em mim? Veja."

Ela então enviou uma foto pelo celular.

Sam abriu a imagem.

Era uma selfie de Ava.

Uma garota jovem e bonita, com um ar de frescor inocente.

Mas Ava não era mais apenas uma garotinha; seu corpo estava se desenvolvendo, alta e com porte de modelo.

O ponto principal era...

Na foto, ela vestia um vestido de alcinha, revelando suas clavículas e ombros, com suas marias-chiquinhas roçando neles.

E sob o vestido, ela usava meias brancas... Que tipo de roupa era aquela?

O fundo era claramente seu quarto, mas, sério, quem se veste assim em casa?!

Especialmente a pose tímida de Ava segurando o telefone no alto para a selfie, ela parecia inocentemente fofa. Mas, desse ângulo, era possível ver o início do seu decote, que, embora apenas em desenvolvimento, tinha um fascínio único.

Sam quase teve um sangramento nasal. Quem ensinou ela a se vestir e tirar fotos assim?

"Hmm? Por que você não fala, irmão? Você não gostou?"

Sam balançou a cabeça rapidamente: não, não.

Esta era sua irmã, embora não de sangue, mas Sam ainda tinha limites morais. Como ele poderia nutrir qualquer desejo?

"Parece bonito... mas não me diga que você sai vestida assim."

"Risadinha, e se eu saísse?"

"Então eu quebraria suas pernas", disse Sam severamente.

Em momentos cruciais, Sam, claro, tinha que cumprir seu dever de irmão, garantindo que Ava não se machucasse ou fosse lev

Sam só chegou em casa tarde da noite.

Parecia que uma longa jornada tinha finalmente chegado ao fim quando ele voltou para seu pequeno quarto. Embora não tivesse decorações especiais ou qualquer toque de luxo, oferecia uma sensação excepcional de segurança.

As pessoas só conseguem viver em lugares familiares? Claro que não, algumas preferem um pouco de emoção.

Mas Sam preferia lugares que lhe dessem uma sensação de segurança.

Era como um lugar que lhe permitia recomeçar, não importava o que ele tivesse feito.

Amanhã seria fim de semana, e Sam não tinha planos específicos. Ele apenas deitou na cama, ouvindo o vento lá fora.

Ele suspirou, encarando o teto acima.

Então, ele esperou silenciosamente, não por alguém para chegar a essa hora, mas para que o sono tomasse conta.

Ele pensou nas muitas cenas que testemunhou esta noite, com as figuras de Angel e Sophie constantemente se entrelaçando diante de seus olhos.

Dois estilos diferentes, sob luzes diferentes.

Angel era como uma pérola deslumbrante.

E Sophie era como a luz do luar, esquiva e impossível de agarrar.

Era difícil dizer quem era mais encantadora; talvez não houvesse tanta diferença, afinal.

Pensando nisso, Sam sentiu-se incrivelmente sortudo. Que tipo de sorte seria conhecer essas duas e ter tantas interações?

Ele não sabia, mas justamente então, seu telefone tocou de repente.

Quem ligava era... Ava?

Sam atendeu o telefone, confuso sobre por que Ava ligaria para ele àquela hora.

Parecia que, ultimamente, as ligações de Ava para Sam eram sempre particularmente tarde.

"Ei, por que você ainda não está dormindo?", Sam falou suavemente ao telefone.

A voz de uma garota, pesada devido à congestão nasal, veio do outro lado.

"Você também não está acordado?"

"Sua voz soa estranha, você está resfriada?"

"Talvez um pouco... Tive dor de cabeça o dia todo", disse ela.

Sam falou suavemente: "Se você está resfriada, não deveria dormir mais cedo? O descanso é o mais importante."

Ao telefone, a voz de Ava carregava um leve tom de insatisfação.

"A esta hora, estou ligando para você, meu irmão, enquanto estou doente. Você não deveria ficar comovido? Por que está me dando sermão em vez disso..."

Sam respondeu com um sorriso.

"Está bem, está bem, agradeço de verdade a gentil preocupação da senhorita Ava. Estou muito comovido. Agora, por favor, você poderia ir dormir e descansar?"

"Acabamos de começar a conversar e você quer que eu vá dormir? Se você não quer me ouvir falar, é só dizer, hmph..."

Parecia que seu resfriado estava bastante forte, já que até sua tentativa de irritação soava fraca.

"Quem disse que eu não queria te ouvir falar? Estou apenas preocupado com sua saúde. Agora é outono e está ficando mais frio. Você deveria usar mais roupas. Você provavelmente usou pouca roupa ontem, não foi?", disse Sam.

Ava respondeu insatisfeita.

"Eu não estou usando pouca roupa... não acredita em mim? Veja."

Ela então enviou uma foto pelo telefone.

Sam abriu a imagem.

Era uma selfie de Ava.

Uma garota jovem e bonita, com um ar de frescor inocente.

Mas Ava não era mais apenas uma garotinha; seu corpo estava se desenvolvendo, alta e com porte de modelo.

O ponto principal era...

Na foto, ela estava usando um vestido de alcinha, revelando suas clavículas e ombros, com seus rabos de cavalo duplos roçando neles.

E sob o vestido, ela estava usando meias brancas... Que tipo de roupa era aquela?

O cenário era claramente seu quarto, mas, sério, quem se veste assim em casa?!

Especialmente a pose tímida de Ava, segurando o telefone no alto para uma selfie, ela parecia inocentemente fofa. Mas, daquele ângulo, era possível ver o início do seu decote, que, embora ainda em desenvolvimento, tinha um fascínio único.

Sam quase teve um sangramento nasal. Quem a ensinou a se vestir e a tirar fotos assim?

"Hmm? Por que você não está falando, irmão? Você não gostou?"

Sam rapidamente balançou a cabeça, não, não.

Essa era sua irmã, embora não de sangue, mas Sam ainda tinha limites morais. Como ele poderia nutrir qualquer desejo?

"Parece bonito... mas não me diga que você sai vestida assim."

"Risadinhas, e se eu sair?"

"Então eu quebraria suas pernas", disse Sam severamente.

Em momentos cruciais, Sam, claro, tinha que cumprir seu dever de irmão, garantindo que Ava não se machucasse ou fosse desviada do caminho.

"Por quê?"

"Bobagem, em primeiro lugar, você não está com frio usando isso no outono? E quem sai vestida assim? Não venha com essa história de liberdade de vestimenta. É melhor tomar cuidado se você ousar sair assim."

"Hmph, por que você está me dando sermão? Eu estava apenas experimentando em casa e tirei uma foto. Eu não saí com ela."

Embora Ava bufasse, seu tom era claramente alegre.

O que tem para ficar feliz? Gosta de ser repreendida?

"Que bom, então. Cuide-se esses dias, use mais roupas, entendeu?"

"Entendi~ Por que você é tão implicante, irmão? Eu nunca tinha notado antes."

Do outro lado da linha, a garota que estava deitada na cama falando suavemente estava descalça, balançando as pernas sobre a cama.

Seu rosto jovem e bonito mostrava uma timidez incomum enquanto ela estava deitada, uma mão segurando o telefone e a outra enrolando as pontas do cabelo.

Ouvindo a voz de Sam vindo do telefone, "Como sou seu irmão, é normal que eu seja implicante, não é? Não posso simplesmente não me importar com você."

Os olhos de Ava se estreitaram levemente, parecendo um pouco apaixonados. Seus olhos estavam sorrindo, mas ela fingia estar descontente.

"Quem pediu para você se importar comigo? Hmph, cuide de si mesmo primeiro. A propósito, quando é suas férias de inverno?"

"Acabou de virar o outono, as férias de inverno ainda estão a meses de distância, no que você está pensando?"

"Hmph, só estou preocupada que você volte de repente sem me avisar... Tenho planos de viagem para o inverno, não estrague meu cronograma."

"Entendi, então não voltarei nessas férias de inverno."

Sam disse isso com uma risada, pensando que Ava entraria em pânico e o impediria.

Mas, inesperadamente, uma voz encantada veio pelo telefone: "Você não vai voltar? Isso é realmente ótimo~"

Ava parecia realmente um pouco feliz?

O que está acontecendo?

Sam perguntou, intrigado: "Você realmente não quer que eu volte?"

"Sim, por que se dar ao trabalho de voltar? É tão frio no inverno, e toda essa ida e vinda é um incômodo. Além disso, as férias de inverno não são tão longas."

"Está bem, então."

Sam sentiu-se um pouco estranho com a resposta dela, mas talvez isso fosse apenas um comportamento típico de garota adolescente — aqueles pensamentos não eram algo que ele pudesse compreender totalmente.

O que ele não sabia era que, do outro lado do telefone, Ava já tinha feito seus próprios preparativos com bastante antecedência.

Olhando para as datas que ela havia marcado especificamente em seu calendário, um sorriso curvou os cantos da boca de Ava.

Ela se virou, deitando na cama e encarando o teto.

Suas pernas extremamente longas e perfeitamente proporcionais estavam levemente dobradas nos joelhos.

Seus dedos dos pés tocavam levemente o lençol.

"Vou dormir agora."

"Está bem, vá dormir cedo e beba bastante água morna."

"Nossa, que resposta de cara super sem noção, irmãozão."

"Não posso evitar, sou apenas um cara simples que não é lábia."

"Sim, claro, não acredito nisso nem por um segundo. Enfim, boa noite!"

"Boa noite~"

Depois de desligar o telefone, Ava piscou, cruzando as mãos sobre o peito.

Com um sorriso, ela contemplou o teto acima.

"Espere pela grande surpresa que tenho para você, irmão bobo~"

Nesta ligação, Sam não tinha dito nada de especial, e a conversa deles pareceu bastante comum.

Sam suspirou profundamente, finalmente sentindo um pouco de sono.

Um novo dia.

Em uma manhã de sábado ensolarada e deslumbrante, Sam virou uma nova página em seu calendário.

Ele fez uma tigela de aveia e fritou dois ovos.

Após o café da manhã, Sam trocou de roupa.

Uma camiseta branca simples combinada com uma jaqueta preta.

Sem precisar de muitos adornos, o belo Sam era o suficiente para ser o centro das atenções em qualquer ambiente.

Sam então chamou um táxi direto para a mansão da família Angel na Cherry Blossom Avenue.

O tempo estava fresco e refrescante, e a entrada do pátio parecia muito silenciosa, desprovida de cantos de pássaros, como se aquele lugar estivesse intocado por qualquer barulho ou ostentação.

Sam bateu na porta.

Ainda não era meio-dia, então parecia bastante cedo.

Surpreendentemente, não foi a prima de Angel, Selena, quem abriu a porta, mas Elowen, vestida com um terno e com o cabelo puxado para um rabo de cavalo alto, parecendo meticulosa.

"Por favor, entre." Ela abriu a porta, sua expressão tão impassível quanto a de um robô enquanto olhava para Sam.

Sam foi pego de surpresa. "Por que você é quem está abrindo a porta? Onde está a Selena?"

Elowen respondeu sem qualquer expressão. "A senhorita Selena e a senhora voltaram para sua cidade natal."

"Então, só a Angel está aqui?"

"Sim."

Oh, não!

Sam de repente teve um pressentimento muito ruim. Se nem Selena nem Celeste estivessem por perto... quem poderia parar Angel se ela de repente 'enlouquecesse'?

Será que tudo isso foi planejado?

"Entre, não faça a senhorita esperar", disse Elowen.

Sam assentiu e passou pela entrada.

"Bang."

Ele então ouviu o som da grande porta se fechando atrás dele.

Sam estava segurando seu telefone, tendo enviado sua localização para Isabella e Sophie apenas cinco minutos antes.

"Onde ela está?"

Sam não viu Angel e olhou para Elowen.

Elowen disse calmamente: "Ela está no estúdio, Sr. Sam. O senhor pode ir direto, não precisa bater."

"Está bem."

Elowen ficou a uma certa distância e não seguiu Sam de perto.

Não havia som vindo do estúdio, e Sam estava curioso. Como aquela garota poderia estar com disposição para ficar no estúdio em um momento como aquele? Seria algum tipo de ritual pré-batalha necessário?

Ele abriu a porta, e a luz inundou o ambiente.

Angel estava sentada em uma cadeira alta, usando um par de botas Doc Martens e meias pretas adornadas com letras, que envolviam suas pernas esbeltas e bem torneadas.

Seus shorts, mais parecidos com shorts de proteção, eram muito curtos e cobertos por uma camiseta de contraste preto e branco ligeiramente mais longa. Ela usava um colete preto que lhe dava um ar de sofisticação.

Seu longo cabelo liso caía sobre os ombros, fazendo-a parecer uma empresária capaz e perspicaz, com um toque de aura de rainha.

Esta foi a primeira vez que Sam viu Angel vestida assim. Foi inesperado, mas igualmente deslumbrante.

"Acordou cedo para pintar? É isso que artistas diligentes fazem?"

Sam brincou com um sorriso, incapaz de ver o que Angel estava pintando do seu ângulo, mas ela parecia bastante concentrada.

Angel olhou para Sam.

"Não é nada, apenas um hábito. Eu sempre pinto algo nas manhãs de fim de semana; isso me acalma muito."

"Você às vezes fica perturbada?", perguntou Sam curioso.

Angel sorriu casualmente. "Claro, você também não tem momentos de culpa e medo?"

Sam tossiu sem jeito. "Mas o que você está pintando?"

Angel não parou os movimentos da mão, continuando a pintar enquanto falava.

"Apenas pensei em uma cena interessante e decidi esboçá-la."

"Sério? Que interessante, deixe-me ver."

Sam caminhou para ficar ao lado de Angel, então ele viu o conteúdo no papel.

O desenho era simples, ainda não colorido, mas o conteúdo e alguns detalhes já eram discerníveis.

Um homem e uma mulher, ajoelhados no chão, abraçando-se.

Parecia comovente, mas... por que ambos estavam segurando uma faca atrás das costas um do outro, até mesmo esfaqueando o coração um do outro?

O rosto de Sam endureceu instantaneamente, e ele se virou para olhar para Angel. "O que isso significa?"

Angel deu a Sam um sorriso encantador.

"Eu achei interessante. Pessoas que se entendem, gostam uma da outra, confortam uma à outra, também são as que machucam uma à outra. Não é fascinante? Amor e destruição... é um tema interessante, não é?"

É realmente tão interessante assim?

A questão principal era que o homem na pintura parecia o Sam.

E a mulher... não parecia muito com a Angel, mas se assemelhava a Sophie...

O que exatamente ela estava tentando fazer?

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