Extra da Webnovel: Reencarnado com uma Habilidade de Cópia

Capítulo 91

Extra da Webnovel: Reencarnado com uma Habilidade de Cópia

A manhã seguinte não foi de vitória.

Sentiu-se… observado de uma maneira diferente.

Não do tipo óbvio — sem botas marchando em fileiras perfeitas, sem grade de contenção estacionada no pátio como um aviso. Essas unidades ainda estavam por perto, mas tinham recuado para as extremidades do campus, onde você podia fingir que não estavam lá.

Isso significava que a Supervisão tinha aprendido a pior lição possível:

Visibilidade não é controle.

Era uma prova.

Então eles passaram a não deixar mais evidências.

O Triângulo se abriu como sempre — sino, luzes do corredor, aquele azul institucional pulsando pelas paredes como se o próprio prédio tivesse um batimento cardíaco. Estudantes ainda caminhavam para a aula. Pessoas ainda tomavam café da manhã. Pessoas ainda treinavam.

Mas o ritmo tinha mudado.

Conversas agora aconteciam enquanto caminhavam, como se parar tivesse se tornado uma responsabilidade perigosa. Grupos de três se dividiam em dois e um antes de virar as esquinas. Pessoas sentadas em mesas com espaço entre elas — não por medo, mas porque estavam praticando um novo tipo de coordenação: aquela que não parecia nada.

Dreyden percebeu isso sem precisar dos Olhos da Verdade.

O jeito que as pessoas olhavam para as lentes no teto, como quem encara um espelho sem saber exatamente como está parecendo.

O jeito que alguém ria um pouco alto demais — e depois engolia o riso de volta.

O jeito que "normal" tinha se tornado uma apresentação.

E apresentações exigem plateia.


Lucas o encontrou perto da escadaria do pavilhão oeste, onde as janelas davam para o pátio e a via de trânsito externo.

No começo, ele não falou nada. Apenas encostou-se na parede ao lado de Dreyden e observou dois estudantes de Classe C trocarem chips de equipamento rapidamente, antes de se separarem em direções opostas.

"Você fica cansado de atuar como se estivesse calmo?" perguntou Lucas.

Dreyden não virou o rosto. "Eu não estou atuando."

Lucas sorriu de lado. "Essa é a parte assustadora. Você acredita nisso."

Um grupo de estudantes passou por eles. Dois de Classe B. Um auxiliar de Classe D. O estudante D falava — gesticulando as mãos, animado — e os de Classe B ouvíam sem interromper. Sem sarcasmo. Sem superioridade.

Parecia normal.

Mas não era.

Lucas seguiu o olhar de Dreyden. "Você também vê isso?"Murmu­rou. "Vejo."

"Então pare de fingir que não," disse Dreyden.

Lucas respirou pelo nariz, como quem queria discutir, mas não encontrava argumento.

As telas do painel de avisos do campus piscavam acima, com anúncios de horários de treinamento, rodadas na cantina, lembretes de preparação de masmorras. As mesmas bobagens de sempre.

Mas agora, cada anúncio parecia carregado de uma frase implícita:

E ainda estamos no comando.

Dreyden virou-se da janela. "Eles estão indo pelo caminho indireto."

Lucas franziu a testa. "Com base em quê?"

"Naquilo que eles não fizeram," respondeu Dreyden.

Lucas odiava respostas assim. Antes odiava. Começava a entender por que eram as únicas honestas.

"Como fica o jeito indireto?" perguntou Lucas mesmo assim.

A voz de Dreyden manteve-se tranquila. "Avaliações de desempenho. auditorias de mérito. atrasos no acesso aos dormitórios que parecem 'problemas técnicos'. 'Preocupações' dos instrutores sobre influência cruzada de rangos. Pressão de ligação familiar. Enquadramento social."

Lucas piscou. "Isso… é bastante coisa."

"É mais barato que forçar," disse Dreyden. "E mais limpo."

Os olhos de Lucas se apertaram um pouco. "Eles vão te isolar."

Dreyden não respondeu.

Aquela silêncio foi a própria resposta.

Lucas empurrou-se da parede. "Não vamos deixar isso acontecer."

"Nós?" Dreyden finalmente olhou para ele, de relance.

A mandíbula de Lucas tensionou. Aquele questionamento parecia simples. Não era. A proximidade tinha virado uma declaração. E declarações tinham consequências.

Antes que Lucas pudesse responder, um aviso soou nas interfaces deles ao mesmo tempo.

Não foi dramático.

Nem urgente.

Apenas o tom administrativo limpo que indicava que alguém tentava fazer coerção parecer coisa de papelada.

AVISO — REVISÃO DE ALOCAÇÃO DE RECURSOS

ASSUNTO: Anomalias no gasto com base em mérito

ESCOPO: Classe A-1 / Top 50 participantes

VIGÊNCIA: Imediatamente

AÇÃO: Consulta obrigatória com Supervisão de Recursos em até 72 horas

Lucas leu uma vez, depois outra.

Seus olhos se estreitaram. "Anomalias?"

A boca de Dreyden se elevou um pouco. Não um sorriso. Mais como uma confirmação de padrão.

"Agora chamam de anomalia a rápida escalada," murmurou Lucas.

"Chamam atenção uma anomalia," corrigiu Dreyden. "A escalada é só uma desculpa."

A percepção de sorte de Lucas coçou a cabeça na sua mente, como estática. Não cores. Não probabilidade.

Pressão.

Ele odiava quando sua habilidade ficava quieta, mas de um jeito que não era silêncio — como um alarme de fumaça que não grita, mas enche seus pulmões mesmo assim.

Zagan não falou.

Essa era a pior parte.

Porque, quando o demônio silenciava, significava que ele estava ouvindo.

Calculando.

Lucas abaixou a voz. "Isso é sobre você."

A resposta de Dreyden foi imediata. "É sobre todo mundo que mexeu primeiro."

Lucas engoliu em seco. "E o que fazemos?"

Dreyden olhou pelo corredor, observando os estudantes que se dispersavam ao redor da notificação como peixes ao redor de um anzol.

"Não vamos correr para defender," disse. "É isso que eles querem. Querem que a gente faça resistência para poder definir o que é resistência."

As sobrancelhas de Lucas se juntaram. "Então só… aceitamos?"

"Não," falou Dreyden, com tom plano. "Nós mudamos a aparência."

Lucas ficou boquiaberto.

Dreyden continuou, mais baixo. "Deixamos de ser legíveis."

Parecia filosofia, até você entender o que isso significava num lugar como o Triângulo.

Se a Supervisão não pudesse te nomear, não podia te punir de forma limpa.

Se não pudesse te punir de jeito limpo, teria que escolher entre força feia ou concessões silenciosas.

E a Supervisão odiava o que fosse feio.


No refeitório, as zonas ainda existiam.

Não fisicamente — sem marcas no chão, sem sinais — mas todos as conheciam. O Triângulo não precisava reforçar a segregação de classes de forma agressiva, quando os próprios estudantes a impunham.

Exceto que, agora, essas zonas invisíveis estavam… borradas.

As pessoas não sentavam mais misturadas como na primeira onda de desafio. Isso era óbvio demais. Muito limpo.

Em vez disso, estudantes se sentavam na fronteira.

Uma de Classe B na ponta de uma mesa que, na maior parte, era de Classe C.

Um auxiliar de Classe D perto de uma mesa de Classe A — não no centro, mas perto o suficiente para ser visto.

E toda vez que alguém se levantava, deixava um assento vazio como um convite pequeno.

Dreyden passou pela multidão usual de Classe A. Não se sentou lá.

Também não se sentou numa mesa mista.

Sentou-se sozinho.

Essa era a nova tática.

Não por querer solidão.

Porque o sistema usava a proximidade social como uma coleira, e ele não ia deixar que puxassem ela.

Do outro lado do corredor, Lucas hesitou. Depois, sentou numa mesa de Classe C — igual ao que fazia antes, mas agora com uma casualidade treinada, como se tentasse parecer um hábito, e não uma declaração.

Uma estudante de Classe C olhou para ele e disse: "Bom dia."

Lucas assentiu. "Bom dia."

Sem aura de herói.

Sem discurso carismático.

Apenas normalidade.

Isso que tornava tudo perigoso.

Raisel sentou-se em outro lugar. Não perto deles.

Distância estratégica.

Ela não os rejeitava. Estava apenas recusando dar à Supervisão um esquema fácil.

Dhara parecia querer dizer algo, mas engoliu a palavra. Riven observava, invariável, como se estivesse mapeando o ambiente, igual a um predador que traça saídas.

Arlo, claro, não resistia à tentação.

Ele se aproximou com uma bandeja e sussurrou como se o mundo estivesse ouvindo. "Eles estão auditando méritos. Você acha que vão congelar contas?"

Lucas continuou comendo. "Para de falar assim."

Arlo piscou. "Do que, exatamente?"

"Que você tenta que a galera ouça."

Arlo se inflamou. "Não estou."

Os olhos de Lucas se dirigiram a uma lente no teto. "Então aprende a ficar mais silencioso."

Isso calou Arlo. Quase.


Ao meio-dia, a primeira ação "indireta" aconteceu.

Não foi dramática.

Nem barulhenta.

Foi uma mensagem.

Uma mensagem privada, que tinha como objetivo isolar.

DREYDEN STELLA — CITAR

SUPERVISÃO DE RECURSOS: CONSULTA

RAZÃO: discrepância na aceleração de mérito

LOCAL: Ala Administrativa, Sala 4E

HORÁRIO: 14:00 (OBRIGATÓRIO)

Obrigatório.

Uma palavra que soa rotineira.

Dreyden olhou por três segundos.

Depois ignorou.

Lucas percebeu a microexpressão de qualquer jeito. "Você recebeu uma também."

Dreyden não negou.

"Você vai," disse Lucas. Não foi uma pergunta.

Finalmente, Dreyden olhou para ele. "Se eu não for, vão registrar recusa. Se for, vão registrar conformidade."

A voz de Lucas ficou baixa. "Então eles vencem de qualquer forma."

Dreyden balançou a cabeça levemente. "Não. Eles vencem só se eu for sozinho."

O pulso de Lucas disparou.

"É isso que você tem medo," disse Lucas.

Dreyden não respondeu, e Lucas odiava que já soubesse que era verdade.

"Então eu vou," disse Lucas.

A visão de Dreyden se intensificou. "É sua escolha."

Lucas segurou o olhar. "Sim."

Por um instante, algo mudou entre eles — menos rivalidade, menos desconfiança, mais reconhecimento mútuo.

Era frágil.

O que significava que a Supervisão tentaria destruí-lo.


A ala administrativa, sala 4E, parecia qualquer outra sala de administração no Triângulo: limpa, iluminada demais, móveis escolhidos para parecer "neutros" e, portanto, sem contestação.

Uma mesa.

Dois assentos.

Um terminal de parede pequeno.

Sem janelas.

A pessoa sentada atrás da mesa não era um dos velhos do trio das sessões de monitoramento.

Isso era intencional.

Não queriam que parecesse "Supervisão confrontando anomalias".

Queriam que parecesse "um escritório útil fazendo seu trabalho".

Uma mulher com cabelo arrumado e um tablet sorriu como se tivesse treinado o gesto.

"Dreyden Stella," ela disse. "Obrigado por chegar na hora."

Lucas entrou logo atrás dele.

O sorriso da mulher vacilou.

Um instante.

Depois recuperou a expressão.

"E Lucas Væresberg," acrescentou de forma suave, como se fosse normal para o estudante número um, o garoto dourado, aparecer sem aviso.

Lucas sentou-se sem ser chamado.

Dreyden não se sentou imediatamente.

Olhou para o terminal na parede.

Mostrar uma única coisa: GRAVAÇÃO ATIVA.

Não escondido.

Visível.

Um lembrete.

"Estamos gravando," disse Dreyden.

"Sim," respondeu a mulher, ainda sorrindo. "Procedimento padrão para consultas envolvendo alocação de recursos."

"Quem tem acesso?" perguntou Dreyden.

O sorriso dela se apertou. "Partes autorizadas."

Lucas inclinou-se um pouco para frente. "Quer dizer equipe, ligações familiares, administração, talvez instrutores."

A mulher não negou.

Dreyden finalmente se sentou, relaxado na postura, não na mente.

"Vamos direto ao ponto," disse calmamente. "O que você quer?"

A mulher piscou, como se não estivesse acostumada a ser tratada assim.

"Queremos garantir justiça," ela disse.

Lucas soltou um riso abafado. E não queria. Escapou antes que percebesse.

Os olhos dela se dirigiram a ele. "A Triângulo funciona por mérito. Aceleração rápida pode indicar—"

"—que alguém está melhorando," completou Dreyden. "Ou que alguém está sendo alvo."

A expressão dela desapareceu completamente desta vez.

Só por um segundo.

Depois, ela tocou no tablet e apareceu uma projeção.

Gráficos.

Padrões de gasto.

Curtas de crescimento de ranking.

Depósitos de mérito.

No papel, parecia neutro.

Mas a linha destacada — aquela que brilhava um pouco mais — era de Dreyden.

"Suas aquisições e gastos de mérito mostram uma concentração incomum," ela disse. "Precisamos verificar se seus recursos não estão sendo agrupados de uma forma que viole o protocolo."

Os olhos de Lucas se estreitaram. "Agrupados?"

Dreyden inclinou a cabeça. "Quer dizer Maya."

A sala ficou muito quieta.

Os dedos dela pausaram acima do tablet.

Ela não disse o nome Maya.

Mas Dreyden disse.

E agora o nome pairava no ar.

Registrado.

Era assim que a Supervisão agia: provocando você a revelar suas próprias conexões.

Lucas olhou para Dreyden, irritado.

Ele não devolveu o olhar.

Deixou o silêncio se prolongar o suficiente para que ela sentisse.

Depois falou.

"Eu gasto meus méritos," disse Dreyden, com voz controlada. "Em compras aprovadas."

"E a quantidade," respondeu ela.

"A Triângulo recompensa o rank," disse Dreyden. "Eu rankei."

"Isso não explica—"

"Explica sim," interrompeu Dreyden, ainda calmo. "Você não está aqui porque está confusa. Está aqui porque meu crescimento é inconveniente."

Lucas apertou a mão na borda da mesa.

Dreyden continuou, como se narrasse um problema de matemática.

"Forçaram a não funcionar. Então, estão mudando para modelagem narrativa por fricção de recursos."

A mandíbula dela se fechou. "Seu jeito de falar é inadequado."

Dreyden sorriu levemente. "Então me corrija com fatos."

Ela olhou para ele por um longo momento. Depois tocou de novo no tablet.

"A partir de imediatamente," ela disse, com tom um pouco mais frio, "os Top 25 participantes passarão por revisão reforçada. Inclui retenções de gastos aleatórias."

Os olhos de Lucas se arregalaram. "Retenção de gastos? Vocês podem congelar compras?"

" Temporariamente," ela respondeu.

Claro que falou isso.

Temporariamente.

Sempre temporariamente.

Dreyden recostou-se. "Então, vão reter recursos e chamar isso de justiça."

"Vamos garantir estabilidade."

O riso de Lucas ficou mais agudo desta vez. "Estabilidade. Outra vez."

O olhar da mulher se dirigiu a ele rapidamente. "Sr. Væresberg, isto não—"

Lucas levantou-se lentamente, a cadeira arranhando o chão.

"Quer estabilidade?" disse em voz baixa. "Então pare de atuar surpreso quando as pessoas começarem a construir ao seu redor."

A mulher se fechou.

Dreyden permaneceu sentado, calmo, o que de algum modo parecia mais ameaçador do que a raiva de Lucas.

"Obrigada pelo seu tempo," disse Dreyden.

Ele se levantou e saiu.

Lucas o acompanhou.

Nenhum deles bateu a porta.

Não precisavam.

O dano já tinha sido registrado.


Do lado de fora da ala administrativa, Lucas respirou fundo como se tivesse segurado a respiração por uma hora.

"Vão congelar recursos," disse Lucas.

"Não tudo," respondeu Dreyden. "Suficiente para forçar a dependência."

O tom de Lucas ficou mais baixo. "Estão tentando te fazer voltar para o centro. Pedir desculpas por exceções. Provar que você precisa delas."

"Sim."

Lucas olhou fixamente para ele. "E o que fazemos agora?"

Dreyden olhou para o torre central. As luzes estavam constantes. Sempre constantes. Instituições adoram fingir que nunca tremem.

"Vamos deixar a fricção deles ficar cara," disse.

Lucas franziu a testa. "Como?"

O olhar de Dreyden se moveu, rastreando estudantes, câmeras, corredores, padrões.

"Construímos redundância," disse. "Paramos de confiar em trajetórias oficiais. Paramos de ser uma linha que eles podem cortar."

A percepção de sorte de Lucas piscou novamente — branco, branco, branco — como se todos os possíveis futuros estivessem uma névoa.

Ele odiava isso.

E mesmo assim… sentia menos como um destino inevitável e mais como uma frente de tempestade.

"E a Maya?" perguntou Lucas.

A mandíbula de Dreyden se contraiu só um pouco.

"A Maya precisa permanecer invisível," disse. "Se a Supervisão a vir, vão enquadrá-la como a causadora."

Lucas hesitou. "Ela… está bem? Depois do que aconteceu — do caso Wendy?"

A expressão de Dreyden ficou mais dura. "Ela não é frágil."

Lucas desviou o olhar. "Não era isso que eu quis dizer."

Dreyden não suavizou. "Sei."

Um instante passou.

Depois, Dreyden acrescentou, mais baixo: "Mas ela está carregando muita informação. E a Supervisão vai querer isso."

Lucas engoliu em seco. "Então precisamos protegê-la."

Dreyden olhou para ele novamente. "Proximidade é sua escolha."

Lucas assentiu uma vez. "Sim."

Ele quis dizer isso.


Bem longe do anel principal do Triângulo, em um lugar que não está em nenhum mapa público, Maya encarava uma rede de fios e gráficos que só ela conseguia interpretar agora.

Não porque tivesse câmeras.

Porque tinha pessoas.

Não soldados leais. Não seguidores doutrinados.

Apenas estudantes que aprenderam a passar informação de lado sem que ninguém dissesse nada.

O aviso de revisão de recursos da Supervisão pulsava na sua interface com uma marca de tempo.

Ela não sorriu.

Ela não entrou em pânico.

Simplesmente… ajustou sua postura na cadeira como quem se prepara para uma prova longa.

"Eles estão indo atrás do bolso," murmurou.

Seus dedos pairaram sobre uma linha na rede — uma possibilidade, uma intervenção.

Ela não puxou ainda.

Não ainda.

Você não vence sistemas empurrando-os.

Você vence sistemas deixando que eles extrapolem e, depois, mostrando a todos o formato do alcance.

Ela sussurrou na sala quieta, para ninguém e para tudo.

"Ok," ela disse suavemente. "Mostre os dentes. Vamos ver quantas pessoas deixam de fingir que você não morde."

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