
Capítulo 679
Advento das Três Calamidades
"...!"
A dor se infiltrou em todos os cantos do seu corpo.
Ela atravessou seus ossos, rasgou seus músculos e, por fim, rasgou sua mente.
Lázaro sentia a dor intensamente.
Era aguda, e fazia um calafrio subir por cada canto do seu corpo.
Ele queria gritar.
Gritar até ficar sem ar, até parecer que tinha arrancado os próprios pulmões do peito.
No entanto, em um recanto mais tênue, uma figura apareceu, acalmando sua dor.
Aconchegando-a.
'...Já passei por coisas muito piores. Isso é nada. Você consegue suportar facilmente.'
'Fui torturado por um dragão durante seis meses. Fui envenenado por uma criatura estranha. Suporte tanta dor que até arranquei meus próprios cabelos por causa dela. Passei dias sem comer, vivendo ao lado de mortos. Perdi alguém muito querido. Tive que deixar ir alguém que amo.'
'O que você está vivendo... Não é nada.'
'Com minha ajuda, você consegue aguentar. Você—'
Não.
Lázaro cerrava os dentes e afastava todas as vozes.
Essa tentação.
Essa lembrança...
Ele tinha que deixar ir completamente.
Ele tinha que se tornar alguém por si mesmo.
BUM—!
"Ukh!"
Mas, mesmo sabendo disso, ele hesitou.
Ele tinha medo do que estava por vir. Tinha medo da dor que iria sofrer. Tinha medo de possivelmente se perder nela.
Ele não era Julien.
Ele... não era real desde o começo.
Isso era óbvio.
Por mais que Julien tentasse se forçar a ser alguém diferente, uma grande parte dele rejeitava a ideia. Não se torna alguém do dia para a noite.
Para algum grau...
Lázaro era apenas uma encenação.
Era como Azarias e Davi. Um personagem fictício que deveria ser descartado após o 'ato' acabar.
Cada personagem tinha sua motivação.
Sua própria profundidade.
...Mas e Lazarus?
Ele não tinha profundidade verdadeira. Era apenas um comerciante vindo de longe, com o único propósito de experimentar coisas novas.
Era apenas uma entidade que deveria existir por um instante breve.
Porém...
Em algum ponto, começou a desenvolver seu próprio ego.
Sua própria identidade.
Começou a se tornar alguém diferente de Julien.
Começou a viver verdadeiramente como uma entidade distinta.
Enquanto as emoções de Julien ainda às vezes persistiam, elas não eram necessariamente suas.
Julien e Lazarus estavam começando a se tornar duas pessoas diferentes.
...E foi essa criação de identidade que assustou Lazarus.
Porque ele sabia que, quando tudo isso acabasse, seguiria a experiência. Ele se tornaria apenas uma memória passageira do momento em que Julien decidiu ser alguém diferente.
E isso...
Isso o assustava ao extremo.
[Medo]
Sintindo o tremor no peito, a cabeça de Lazarus lentamente se ergueu para encarar à sua frente.
Para o enorme olho que se projetava diante dele.
Mesmo com sua presença esmagadora, tão imensa que parecia capaz de esmagá-lo com um olhar, o que realmente deixava Lazarus irado era a ideia de desaparecer completamente, como se toda sua existência fosse só uma pedra no caminho para a evolução de Julien.
'Eu não quero ser assim.'
'...Realmente não quero que minha existência pareça tão pequena.'
'Tão sem sentido.'
[Parece que você está vacilando, humano... Será que realmente consegue resistir para sempre, como sugeriu?]
Quando tentáculos surgiram do chão e se enrolaram ao redor de seu pescoço e torso, Lazarus só pôde assistir e sentir-se sendo lentamente dilacerado de ambos os lados, seus órgãos e carne espalhando-se pela água.
A dor voltou a atingí-lo, e sua mente se dirigiu ao lugar de conforto que existia dentro de sua cabeça.
Julien.
Sua mente viajava em direção à entidade conhecida como Julien.
'Ajude-me...'
'Tire a dor de mim.'
'Dói demais. É...'
Lazarus tentou falar com os lábios, sua mente parando alguns momentos antes de alcançar Julien. Ele queria desesperadamente buscar o consolo que era Julien, mas sabia que sua vida estava contada.
Que aquilo seria seu fim.
Por isso, ele se conteve.
Na dor. Na respiração. Na mente.
Ele queria ser ele mesmo nos últimos momentos.
Por isso, decidiu esquecer.
Por isso, decidiu deixar Julien ir.
...E foi justamente aí que a dor se tornou real.
[Ainda de pé?]
A voz de Xa'hurl veio caindo sobre ele como um sussurro de morte.
Ela provocou arrepios no corpo de Lazarus enquanto um tentáculo se levantava e alcançava seu pescoço, fechando-se ao redor dele e lentamente apertando, deixando-o sem ar.
'Não consigo respirar!'
Com o desaparecimento de Julien, o peso da dor tornou-se real para ele.
'Não consigo respirar...!'
[Corte o ciclo, e eu te deixo ir. Vejo que você está vacilando. Posso continuar por muito tempo. Será que você...]
'Não, eu não consigo...'
'Não consigo fazer isso por tanto tempo!'
Só de pensar em passar por todo esse tormento, Lazarus quis desistir.
Agora, ele estava sozinho.
Uma simples personagem vazia, sem traumas ou algo do tipo para ajudá-lo a lidar com a dor.
"Hhaaaa—!"
Em determinado momento, Lazarus gritou.
Novamente se recuperando e vendo o enorme olho à sua frente, Lazarus gritou. A dor começava a consumir sua mente.
Ele mal podia se segurar.
Estava começando a perder o próprio controle.
'Faça isso parar. Faça isso parar. Faça isso parar. Faça isso parar. Faça isso parar. Faça isso parar. Faça isso parar. Faça isso parar. Faça isso parar. Faça isso parar. Faça isso parar. Faça isso parar. Faça isso parar. Faça isso parar. Faça isso parar. Faça isso parar. Faça isso parar. Faça isso parar. Faça isso parar. Faça isso parar. Faça isso parar. Faça isso parar. Faça isso parar.'
Como alguém consegue continuar fazendo isso...?
Como alguém pode se submeter a tanta dor sem perder a cabeça?
"Haaaaa!!"
[Gosto de ver isso.]
Xa'hurl parecia aproveitar a dor e o sofrimento de Lazarus. O humano tinha mudado. Sua fachada tinha desmoronado.
Ele não era mais aquele humano sereno e calmo de antes.
Era uma casca do que já foi.
Quase... como uma pessoa completamente diferente.
Xa'hurl aproveitou-se disso e o torturou ainda mais.
BUM!
De rasgar seu corpo, arrancar membro após membro. Sufocá-lo. Queimá-lo... Xa'hurl fazia de tudo.
"Haaa! Haaaa——!"
Lazarus foi submetido a todo tipo de tortura, seus gritos ecoando nas profundezas do Abismo, com somente as duas entidades ouvindo seus gritos de desespero.
Em algum momento, Xa'hurl se esqueceu de tudo ao seu redor.
Passou a gostar de torturar o humano.
"Huekk..."
Ele cambaleou no chão, segurando a areia com as mãos enquanto cerrava os dentes.
'Preciso fazer isso parar. Não aguento mais.'
Mas, mesmo querendo parar, não podia.
Parar significava a morte dele e de Julien.
Significava o fim de tudo.
Julien não permitiria isso.
Ele estava preso.
'Droga! Drokk! Drokkkkk!'
Lazarus começou a socar a areia com força.
BUM! BUM!
A areia voava por toda parte.
[Raiva]
Uma raiva fervia no peito enquanto sentia o ressentimento por toda aquela situação.
Ele não começou a rejeitar apenas o monstro à sua frente.
Começou a rejeitar Julien.
'No final... só estou sofrendo por você!'
'...Toda essa dor. Essa tortura... Só estou sofrendo para te fazer melhor.'
'Foda-se!!!'
O corpo de Lazarus começou a tremer. O peso de sua insignificância finalmente o atingia, e a fúria que vinha com ela o dilacerava por dentro.
BUM!
Quanto mais morria, mais sua raiva e ressentimento aumentavam.
'PARE! Faça parar esse sofrimento!'
Lazarus queria alcançar Julien. Queria ajudá-lo a parar a dor, mas seu ódio também o impedia.
'Não, eu não vou deixar que você seja parte de mim nos meus últimos momentos!'
'Vou desaparecer como Lazarus e apenas Lazarus!'
'Só isso!'
"Hhhaaa—!"
BUM!
O tormento persistia. Lazarus era usado como um joguete, com Xa'hurl manipulando-o de todas as maneiras possíveis, só para ver até onde ele aguentaria.
O tempo passou assim.
Lazarus morreu repetidas vezes, seus gritos ecoando nas profundezas do Abismo enquanto seu corpo se desintevia na areia, apenas para o ciclo recomeçar novamente.
A dor nunca cessava.
Ela continuava dos ciclos anteriores, invadindo sua mente e consumindo seus pensamentos.
"...Eukh!"
Deitado na areia, Lazarus não queria se levantar.
Sentia-se péssimo.
Não, ele era péssimo.
Sentia nojo de si mesmo.
Pelo... quanto todos os seus esforços no fim seriam inúteis para ele mesmo.
Pela insignificância que era.
[Nojo]
'Eu me odeio. Por que faço isso? Por que estou fazendo isso por ele...? O que ganho com isso...?'
'Sou lixo.'
'Sou... lixo inútil.'
Mas, mesmo na repulsa, Xa'hurl nunca parou.
A tortura continuou.
[Venha, humano. Não quebre tão facilmente. Ainda tenho um longo caminho antes de me divertir de verdade.]
Nesse ponto, Lazarus começava a ficar anestesiado com tudo isso.
'Pare... faça parar...'
Estalos! Estalos—!
Viu os tentáculos surgindo de todos os lados, rasgando seus braços e pernas, lançando o que restava de seu corpo na areia enquanto sangue começava a escorrer de seu corpo.
Ele olhava para seu sangue escorrendo na água, sua mente ficando cada vez mais turva a cada segundo.
Em meio a esse cenário, sua mente começou a se acalmar.
Enquanto seus pensamentos se dispersavam, uma ideia repentinamente surgiu.
'Mesmo que eu desapareça agora, ninguém vai notar.'
Ele não tinha ninguém.
Sem família. Sem lar. Sem... um verdadeiro sentido de existência.
O único que restava era um nome e um título.
Lazarus.
O comerciante viajante de longe.
Era tudo que ele tinha que marcava sua existência.
E o pensamento...
Dói tanto.
[Tristeza]
Ele era nada. Um ninguém. Uma encenação.
Uma entidade criada com o único objetivo de crescer.
Ele sabia.
Saber tudo isso, e a ideia o quebrou.
Doe mais do que qualquer dor que ele tivesse sofrido.
'Eu não quero desaparecer.'
'...Não quero que minha existência seja tão inútil.'
'Eu não quero. Eu não quero. Eu não...'
O peito de Lazarus estremecia mais uma vez, e enquanto sua consciência se apagava, ele abriu os olhos novamente para o mesmo olho opressor que o assombrava há algum tempo.
Lazarus olhou para o olho sem muita esperança, preparado para sua morte inevitável.
Mas...
"....."
[Surpresa]
Olhando para o enorme olho, Lazarus notou várias pequenas esferas flutuando dentro dele.
Esferas...?
Azuis, vermelhas, verdes, roxas...
Embora pequenas, eram de fato esferas.
Lazarus já tinha vivido tudo isso antes.
Ele sabia exatamente o que estava vendo.
Sem perceber, Xa'hurl continuava a observar o humano enquanto se preparava para atacá-lo. Mas, justo quando ia, Lazarus abriu a boca, suas palavras fluindo na água.
"Você deve ser capaz de sentir emoções, né?"
[O quê...?]
Levando a cabeça para encarar a gigante criatura, Lazarus levantou ligeiramente a mão, e as esferas dentro do corpo da besta aumentaram.
Eles cresceram de tamanho, e o enorme olho tremeu levemente.
[O quê você está fazendo? O—]
Lazarus cortou as palavras da besta de sua mente.
Ele continuou manipulando as esferas à sua frente. O que separava os monstros primordiais dos outros monstros não eram apenas seus pensamentos. Era a capacidade de sentir emoções.
Xa'hurl não era diferente.
Ela podia sentir emoções.
Lazarus tinha plena clareza disso ao olhar para as esferas dentro do corpo de Xa'hurl. Algumas eram maiores, outras mais difíceis de manipular.
Mas para Lazarus, isso não importava.
Nesse momento, ele tinha plena certeza de que seu objetivo tinha sido alcançado.
Ele tinha dominado totalmente o quinto nível.
Agora, podia soltar.
Poderia... partir.
Mas isso não era o que ele queria.
Ele não queria partir assim.
BUM!
"Huek—!"
De trás, um tentáculo emergiu, atravessando seu peito e soltando uma nuvem de sangue na água. Lazarus sentiu sua força escorrer, seu corpo ficando mole enquanto olhava fortemente à frente.
Para o sangue que se esparria na água escarlate.
Sua mente começou a se acalmar enquanto olhava para o sangue.
Algo nele foi acionado.
'Eu me vi crescendo.'
'Senti cada mudança, cada experiência moldar quem sou.'
'Aprendi a ser alguém diferente, alguém que precisei ser.'
'Mas, no fim, nada disso importa.'
'Todos esses momentos irão desaparecer.'
'Perder-se-ão junto com eu mesmo.'
'Assim como meu sangue se mistura na água carmesim.'
'Insignificante.'
'É assim que sou.'
'Mas, mesmo sendo insignificante, deixarei minha marca.'
Porque...
Até alguém tão insignificante quanto eu quer deixar uma marca para trás.
E assim.
Aberrando novamente os olhos e encarando o grande olho à sua frente, Lazarus levantou a mão fracamente.
As esferas cresceram, e o ambiente tremeu.
[O que você está fazendo!?]
BUM!
Ele morreu momentos depois.
Nem foi torturado dessa vez.
Simplesmente foi morto com um movimento rápido.
Ao abrir os olhos novamente, a esfera vermelha dentro do corpo de Xa'hurl era maior.
Lazarus levantou a mão, e a esfera cresceu.
Mas, ao mesmo tempo que agia, tentáculos saíam de todos os lados.
[Morra!]
Lazarus morreu mais uma vez.
Mas sua morte foi apenas momentânea.
Lazarus ressurgiu novamente, e repetiu o processo.
Ele morreu.
De novo.
E mais uma vez.
E... de novo.
Continuou morrendo repetidas vezes, seu corpo se despedaçando e sendo assassinado das formas mais grotescas.
Mas, mesmo na morte, manteve seu objetivo.
Continua crescendo a esfera vermelha.
Quer deixar uma marca.
Ao fazer crescer a esfera vermelha, viu também a roxa começando a se expandir.
Lazarus mexeu na esfera roxa também.
Sua controlabilidade dependia totalmente de quão bem ele conhecia a emoção.
Medo e Raiva.
Ele as conhecia bem.
Desde o medo de sua insignificância, até a raiva que sentia por ela.
Lazarus controlou as duas esferas enquanto Xa'hurl ficava cada vez mais frenético.
[Pare com suas ações sem sentido! Tudo que faz só me irrita!]
Lazarus não deu ouvidos às palavras da besta.
Mesmo com a tortura piorando, continuou com sua encenação.
Ele ia desaparecer de qualquer jeito.
Que importância tinha mais essa tortura?
BUM!
Ele morreu novamente.
Porém, ao morrer, viu isso.
As fissuras no poder indomável da criatura.
O vermelho crescia mais, assim como o roxo.
Estavam crescendo apenas as duas esferas.
E, conforme o ciclo se repetia, a esfera roxa começou a superar a vermelha.
[Pare.]
Não demorou para ela tomar completamente o lugar da vermelha.
[O quê está fazendo...? Pare imediatamente.]
Lazarus conseguiu ouvir traços de medo na voz dela.
Inicialmente, não foi claro, mas à medida que os ciclos continuaram, o medo se intensificou cada vez mais.
[E-parar isso... Quanto tempo vai continuar...?]
"Por... o tempo que puder."
[Pare isso.]
"Não."
[E-pare isso.]
BUM!
Sentindo seu corpo sendo novamente rasgado, Lazarus acordou vendo o olho tremer diante dele.
Passo.
Fez mais um passo em direção à criatura.
Dessa vez, a criatura não o atacou.
Na verdade, ela tremeu.
[E-e faça parar. N-não... se aproxime mais.]
Todo o seu corpo agora era roxo.
Passo.
Lazarus deu outro passo.
Foi preciso tudo o que tinha para se mover.
Embora estivesse fisicamente bem, sua mente não estava.
Ele era destruído. Partia ao meio.
Ele... estava desaparecendo.
'Ainda não.'
Passo.
Ele deu outro passo.
Enquanto fazia isso, memórias do passado surgiram na sua mente.
Ele não viveu uma vida longa.
Só meio ano.
Mas nesse tempo, viveu muitas coisas.
Desde as belezas escondidas da Dimensão Espelho, até a luta dos que estavam lá dentro. Criou uma loja, vendeu mercadorias e até conheceu uma Deusa.
Também conheceu An'as.
...Seu assistente. Um homem que precisava crescer.
Um homem em processo de se desenvolver.
Os lábios de Lazarus se curvaram levemente.
An'as... Ainda precisava crescer bastante.
Mas tudo bem. Ele estava indo muito bem nisso.
Não precisava mais dele.
Depois, veio Anne.
Ele não a conheceu por muito tempo, mas nos momentos que a conheceu, ela ajudou-o a aprender bastante.
A única razão para ele conseguir respirar debaixo d'água foi por causa dela.
Ela também lhe ensinou a andar sobre as águas.
Foi apenas meio ano, e mesmo assim, viveu tanto.
Passo.
...'Ah.'
Antes que Lazarus percebesse, estava bem diante do olho.
Ele não se movia.
Simplesmente o encarava.
Lazarus entendeu que não havia como derrotar a criatura primordial.
Ele era pequeno demais para isso.
Mas vendo-o tremer enquanto permanecia diante dele, Lazarus soube que estava perto de alcançar seu objetivo.
Levantou a mão.
E...
...
...Estendeu a mão em direção ao olho.
...
Seus dedos tocaram.
Ele sentiu.
E...
...
...Ele depositou tudo o que tinha nele.
...
...
O ambiente congelou naquele momento.
Lazarus ficou imóvel, o corpo bem diante do olho enquanto ele parava. Até que seus lábios se puxaram suavemente para cima.
E então...
Seus olhos se cerraram, e o silêncio tomou conta de tudo.
Lazarus desapareceu no silêncio.
Era apenas um personagem qualquer.
Uma entidade insignificante.
Mas, mesmo na sua insignificância, deixou sua marca.
Foi assim Lazarus.
O comerciante viajante de longe.
[Alegria]