
Capítulo 51
Família Moderna: Nova Vida
Capítulo 52 - Humilhação
Jay Pritchett dirigia sua caminhonete em uma velocidade ligeiramente perigosa, segurando firmemente o volante, a frustração evidente em seu rosto.
— Droga, por que demorou tanto para escolher uma roupa, Manny? O que você é, uma garota? — Jay reclamou, quase rosnando ao fazer uma curva fechada à direita.
Manny, sentado no banco de trás, não pareceu abalado pelo comentário de Jay.
— Você deve entender, Jay, que o traje de um homem é extremamente importante. Nunca se sabe quando se pode encontrar sua futura alma gêmea — Manny respondeu, ajustando levemente sua gola alta de tecido fino, como se estivesse se preparando para uma grande aparição.
— É um jogo de futebol americano, Manny, não um desfile de moda. E se houver alguma garota lá, elas estarão olhando para o Andrew — Jay zombou impacientemente, sem pensar muito em suas palavras.
Para ele, todos os olhos estariam em Andrew — seu neto favorito, embora ele nunca admitisse isso abertamente. Não porque se importasse em ferir os sentimentos dos outros três, mas porque não queria lidar com sua filha teimosa, Claire.
Desta vez, Manny não respondeu e simplesmente olhou pela janela, com uma leve carranca no rosto. Jay sempre o comparava a Andrew, e as comparações nunca eram a seu favor.
Seu pequeno gesto passou despercebido por Jay, cujos olhos permaneceram fixos na estrada, seus pensamentos focados no jogo, alheio à tristeza refletida nos olhos de Manny.
No entanto, Gloria, sentada no banco do passageiro, notou a expressão de seu filho.
Ela lançou a Jay um olhar acusatório. — Não seja tão malvado, Jay! — Gloria exclamou, seu forte sotaque colombiano carregado de reprovação.
— Ele é só um menino que quer estar bonito, por favor! — ela acrescentou.
— Ele pode estar bonito sem demorar mais de trinta minutos para escolher uma roupa — Jay murmurou mais para si mesmo.
— O quê? Fala mais alto — Gloria disse em um tom ameaçador.
— Nada... Desculpa, Manny — Jay disse, não querendo discutir. Ele não tinha tempo para isso, e sabia que Gloria era uma lutadora — essa discussão poderia durar para sempre.
Agora, o mais importante era não se atrasar para o jogo.
Gloria soube instantaneamente que o tom de desculpas de Jay era completamente falso. Ela tinha certeza de que ele nem percebeu o que tinha dito de errado, mas deixou para lá. Discutir agora não seria sensato.
Finalmente, eles chegaram ao estacionamento perto do estádio da escola. O problema era que estava quase completamente cheio. Depois de vários minutos de procura, encontraram uma vaga — longe do estádio — o que significava que teriam que caminhar uma boa distância.
Jay, é claro, praguejou sobre isso e apressou Gloria e Manny, sentindo que estavam andando em um ritmo de lesma.
— Por que você veio de salto para um jogo de futebol americano? — Jay perguntou, franzindo a testa ao olhar para os saltos altos vermelhos de Gloria. Ela estava andando devagar e com cuidado pelo estacionamento.
— É o último jogo da temporada regular. Eu tenho que estar bem vestida para a ocasião — e para as fotos quando derem os prêmios para o Andrew — Gloria respondeu com um leve sorriso.
Assim como Manny, ela também tinha demorado muito para escolher sua roupa.
As finais da temporada regular geralmente não têm cerimônias oficiais de premiação como as que são vistas nos playoffs regionais e estaduais.
No entanto, a escola de Andrew havia planejado uma pequena cerimônia de premiação individual para destacar os jogadores.
Isso porque, pela primeira vez em anos, a Palisades High School havia chegado aos playoffs regionais — não apenas se qualificando, mas terminando em primeiro lugar com o melhor recorde da história da escola.
A escola estava muito feliz e organizou esta cerimônia de premiação para celebrar o time e incentivá-los a manter seu forte desempenho nos playoffs regionais — e, quem sabe, talvez até se classificar para os playoffs estaduais pela primeira vez na história.
— Você também, mãe? — Manny pensou, sentindo uma estranha mistura de ciúme e frustração. Embora ele nunca admitisse em voz alta, algo dentro dele se agitou ao ver sua mãe, tão entusiasmada e animada com a carreira atlética de Andrew, apoiando-o tanto.
Gloria nem sequer entendia as regras do futebol americano antes, e agora parecia uma especialista. Além disso, seu relacionamento com Andrew sempre foi bom — ele os havia aceitado e incluído na família antes de qualquer outra pessoa.
Como Manny não se interessava por nenhum esporte e Gloria era uma entusiasta, ela naturalmente concentrou sua energia em Andrew nessa área — sem perceber que seu próprio filho se sentia excluído.
Manny não queria admitir, mas não podia evitar sentir ciúmes de como toda a atenção da família estava centrada em Andrew.
Eles finalmente entraram no estádio, que estava quase lotado e fervilhando de energia. O estádio de 2.000 lugares, que antes era difícil de encher, agora estava completamente cheio todas as sextas-feiras, sem falta.
Enquanto Jay, Gloria e Manny caminhavam pelo corredor em direção aos seus lugares, as pessoas começaram a reconhecer Jay instantaneamente.
Alguns lhe lançaram sorrisos e acenaram em saudação, enquanto outros o chamavam entusiasticamente.
— Ei, Jay! Finalmente chegou!
— Os garotos já estão se aquecendo! Embora Andrew não esteja em lugar nenhum.
— E ele não está com você?
Os pais dos jogadores e os frequentadores regulares já conheciam bem Jay — ele era o avô de Andrew, afinal.
Jay cumprimentou a todos com um sorriso e sua voz rouca habitual, seu mau humor anterior desaparecendo em um instante.
Um homem se aproximou de Jay com um sorriso. — Jay! Sua família já está aqui e em seus lugares! Deixe-me levá-lo até eles — ele disse, entregando a Jay uma cerveja gelada.
— Oh, ótimo. Mostre o caminho, Matthew — Jay respondeu com um sorriso ao aceitar a cerveja. O homem, Matthew, fazia parte do comitê esportivo da escola.
Ele levou Jay, Gloria e Manny aos seus lugares, que ficavam bem na linha de 50 jardas — uma visão perfeita do campo.
Cameron, Mitchell e Lily já estavam lá, assim como toda a família Dunphy.
Phil estava sentado ao lado de Luke, que estava devorando rapidamente uma bandeja de nachos com queijo. — Devagar, amigão! Não vão acabar — mastigue direito — Phil disse, entregando a Luke um refrigerante para evitar que ele engasgasse.
Alex estava lendo um livro, completamente alheia à atmosfera do estádio. Haley estava absorta em seu telefone, embora, ao contrário de Alex, ela estivesse realmente esperando o jogo começar.
Claire estava conversando com a mãe de Archie sobre o quanto seus filhos iriam esmagar o time adversário. Ela havia se tornado amiga de Mary (a mãe de Archie) porque ela era tão competitiva quanto Claire e queria que seu filho dominasse seus rivais.
Jay cumprimentou a todos brevemente e se sentou. Ele também cumprimentou os pais de Reggie, Archie, Kevin e Steve — especialmente os pais.
— Ótimos lugares, hein? — disse Fred, pai de Archie, com um sorriso.
— Sim, a vantagem de ter jogadores estrelas no time — Jay comentou, soltando uma risada seca enquanto olhava para o campo.
— Reggie é do jeito que é graças a Andrew. Se ele estivesse sozinho, seria uma bagunça total, mas Andrew sabe como mantê-lo na linha — disse Marty, pai de Reggie, com uma pequena risada.
Seu filho era um desastre na escola — rebelde, notas ruins e constantemente se metendo em problemas.
Marty não tinha ideia de como fazê-lo se comportar, já que estava sempre ocupado trabalhando. Ele viu o talento de seu filho nos esportes, mas graças a Andrew, Reggie tinha disciplina — ou pelo menos era o que Marty pensava, a julgar pela forma como seu filho se portava.
— Será que todo mundo realmente tem que falar dele como se ele fosse o Jesus Cristo do futebol americano? — Manny pensou, claramente exasperado pelo fluxo interminável de elogios a Andrew.
— Nós realmente temos que assistir ao jogo? Já sabemos o resultado — Alex comentou, desviando os olhos de seu livro. Ela tinha que gastar duas horas de sua vida neste jogo e preferia estar em casa, estudando em paz sem todo o barulho.
— Oh, Deus — Haley suspirou, finalmente olhando para cima do telefone para olhar para Alex.
— O quê? — Alex respondeu bruscamente, seu tom hostil.
— Você não tem vida social fora dos jogos de sexta à noite de Andrew, e agora quer pular esses também? Se você parar de assistir a esses jogos, vai se transformar em uma eremita que só vive entre a casa e a escola — Haley disse com um sorriso provocador.
— Uma completa solitária — ela acrescentou.
— Eu não sou uma solitária. Eu só prefiro fazer algo produtivo em vez de desperdiçar meu tempo com algo tão previsível — Alex disse, cruzando os braços.
— E quanto a você? Você sequer sabe o significado da palavra "produtivo"? Isso pode ajudar a melhorar suas notas e sua vida em geral — Alex retrucou, aumentando a discussão até que Claire teve que intervir, gritando mais alto do que ambas.
Naquele momento, Pippa chegou com seus pais, junto com Leonard e Howard, que haviam garantido esses lugares por serem amigos de Andrew.
Cam e Mitch cumprimentaram calorosamente os pais de Pippa enquanto eles se sentavam ao lado deles.
— Onde está Andrew? — Pippa perguntou a Leonard e Howard, notando que Andrew não estava se aquecendo com o resto do time.
Jay, Claire, Phil e todos os outros pararam de falar e se viraram para olhar para Leonard e Howard, que de repente se sentiram um pouco nervosos sob o peso de todos os olhares repentinos.
— Ele já deveria ter saído... — Leonard respondeu. Eles já haviam gravado a primeira parte do vídeo, e Andrew já deveria estar no campo.
— Talvez ele esteja apenas entrando no clima certo para destruir esse time — Howard comentou, lembrando-se de quão intimidador Andrew havia sido quando alguém chamou seus pais de estranhos.
— O que você quer dizer? — Cam perguntou com uma leve preocupação.
Felizmente, Howard não precisou responder porque um rugido surgiu do estádio. Todos se viraram para o campo, e lá estava ele — Andrew correndo para o campo em um ritmo moderado.
— Ele está bravo — Haley comentou.
— Sim... Você notou? A testa dele está constantemente franzida — Cam disse, e Haley assentiu várias vezes.
— Oh... Você tem razão. Eu não tinha notado, é quase imperceptível — Pippa acrescentou do lado, semicerrando os olhos para dar uma olhada melhor no rosto de Andrew. Ela viu uma ruga quase imperceptível em sua testa, algo incomum para ele.
Haley olhou para Pippa por um momento, não disse nada e voltou seu olhar para o campo. O aquecimento terminou e a apresentação das líderes de torcida, liderada por Regina, começou.
Havia 1.700 pessoas assistindo ao jogo da Palisades High School, com o resto sendo visitantes da escola rival.
Regina brilhou. Todo o foco da apresentação estava nela, e todo o estádio aplaudiu enquanto ela executava perfeitamente a coreografia intrincada que haviam preparado.
Howard não perdeu um segundo, apontando sua câmera para as líderes de torcida e gravando todo o show.
— Tarado — Lauren murmurou, percebendo através da câmera que Howard estava dando zoom em uma área que o fazia parecer um esquisito.
— Quando você chegou aqui?! — Howard perguntou, assustado, percebendo que Cara, Lauren e Zach agora estavam sentados à sua direita.
— Há pouco tempo. Nós fomos pegar comida e bebida — Lauren respondeu com uma careta ao ver que Howard não havia parado de gravar e ainda estava dando zoom.
A apresentação terminou quando as líderes de torcida ergueram uma faixa de papel gigante, e o time fez sua entrada, liderado por Andrew.
Depois disso, o time rival entrou, e o jogo começou. O árbitro chamou os dois capitães do time para o centro do campo para o lançamento da moeda. O vencedor escolheria se atacaria ou defenderia.
Andrew escolheu cara. Caiu em cara. Sem hesitar, ele escolheu começar no ataque.
— Nós vamos fazer um kickoff. Eu preciso que vocês me protejam... — Andrew disse, cercado pelo time ofensivo, todos ouvindo atentamente. Eles acenaram seriamente, não surpresos com a confiança absoluta de seu capitão.
Ele deu algumas instruções, e eles se prepararam para receber o chute.
Um touchdown de retorno de kickoff acontece quando o jogador que pega a bola consegue escapar de todos os defensores e corre para a end zone do oponente sem ser derrubado.
Esse tipo de jogada é espetacular e rara, já que o time que chuta geralmente tem a vantagem na cobertura e tenta impedir retornos longos. No entanto, se o retornador for rápido, ágil e tiver bons bloqueadores, ele pode conseguir.
O chutador adversário enviou a bola voando pelo ar com um chute poderoso.
Andrew, posicionado na linha de 5 jardas de seu próprio campo, fixou seus olhos na espiral perfeita descendo em sua direção. Sem hesitar, ele pegou a bola firmemente e imediatamente começou a correr.
Seus bloqueadores reagiram instantaneamente. Reggie e Kevin abriram caminho com bloqueios duros, derrubando os primeiros defensores tentando fechar a brecha. Andrew desviou do primeiro tackle com um corte brusco para a esquerda, então mudou de direção com um movimento explosivo, deixando outro defensor para trás.
A multidão explodiu em aplausos enquanto Andrew acelerava. Seus passos eram imparáveis, e sua velocidade só parecia aumentar. Ele girou habilmente para escapar de outra tentativa de tackle.
No momento em que cruzou a linha de 50 jardas, apenas dois defensores estavam em seu caminho. Archie abriu o caminho com um último bloqueio esmagador, e Andrew viu sua oportunidade.
Ele acelerou o ritmo, deixando o último homem para trás.
— TOUCHDOWN! Eu nunca pensei que testemunharia um touchdown de retorno de kickoff logo no início do jogo! Apenas dez segundos! — o comentarista gritou, pulando de sua cadeira empolgado.
O relógio mostrava apenas 10 segundos, e a Palisades School já estava na frente.
O estádio enlouqueceu. Apenas dez segundos de jogo, e Andrew já estava na end zone, segurando a bola com força enquanto seu time corria em sua direção para comemorar.
Das arquibancadas, Jay se levantou com um sorriso orgulhoso, batendo palmas com entusiasmo. Gloria também se levantou, gritando palavras de incentivo em espanhol.
Phil levantou Luke em seus ombros, gritando alto. Alex olhou para cima de seu livro com um leve sorriso. — Previsível — ela murmurou. Ela já sabia que o time adversário não tinha chance contra seu primo.
— ISSO AÍ! MANTENHA ESSA INTENSIDADE, ANDY! — Claire gritou, ansiosa por mais ação. A mãe de Archie sentia o mesmo.
— Você gravou isso? Ou ainda está filmando as líderes de torcida? — Clara perguntou a Howard, que tinha sua câmera apontada para o campo.
— Eu gravei... — Howard respondeu.
Pippa e seus pais se juntaram às celebrações ao lado de Mitchell e Cam.
— Você viu isso, Lily? Esse é o seu irmão! — Cam exclamou orgulhosamente, apontando para o campo.
— Ela está dormindo, Cam... — Mitchell disse com uma expressão estranha. Ele não tinha certeza do que era mais estranho — que Cam não tivesse percebido que os olhos asiáticos de sua filha estavam fechados ou que Lily conseguisse dormir com todo o barulho.
Enquanto isso, nas arquibancadas, Haley era a única que não compartilhava a empolgação geral. Ela bateu palmas mecanicamente, sem esforço, seus olhos fixos em Andrew. Algo não estava certo.
— Isso é estranho... — Haley pensou. Ela nunca tinha visto Andrew jogar com tanta agressão logo de cara.
O momento mais perturbador — se é que poderia ser chamado assim — veio quando ele alcançou a end zone, embora quase ninguém tenha notado.
Andrew não sorriu. Ele não ergueu os braços em vitória. Ele nem sequer mostrou o leve sorriso feliz de comemorar com seus companheiros de time correndo em sua direção.
Seu rosto estava sério. Frio.
Haley estava certa. Andrew tinha uma intensidade que logo todos começaram a notar.
O primeiro quarto terminou, e o jogo foi uma goleada absoluta: 24 a 0 a favor da Palisades High School. Andrew jogou tanto no ataque quanto na defesa. Até agora, ele não havia errado um único passe e havia participado de todas as jogadas de pontuação.
Ele também teve um número impressionante de tackles altamente eficazes. Cada vez que Andrew dava um tackle, o impacto ecoava pelo estádio — golpes duros, quase brutais que faziam as pessoas desviarem o olhar ou exclamarem, "Oof!"
O quarterback adversário — aquele que havia chamado seus pais de estranhos antes — se tornou o alvo principal de Andrew. Ele foi derrubado várias vezes, batendo no chão com força e se levantando com dor.
Todo o time adversário, e até mesmo os espectadores, começaram a perceber que Andrew não estava jogando para vencer — ele estava jogando para destruí-los.
Até mesmo Claire, que antes queria ver sangue e gostava de ver seu sobrinho demolir o time rival, começou a sentir pena deles.
Os jogadores da Jefferson High School pareciam exaustos e derrotados, e os rostos de seus pais mostravam angústia. E este era apenas o final do primeiro quarto — ainda faltavam mais três.
— Isso é estranho... Será que eu perdi meu senso de euforia depois de tantos touchdowns? — Claire murmurou, braços cruzados.
O segundo quarto começou, e levou apenas 30 segundos para a Palisades School marcar outro touchdown — um passe perfeito de Andrew, pego por Alan, que comemorou entusiasticamente.
Os companheiros de time de Andrew notaram que algo estava errado, mas era melhor para eles. A pena era para os perdedores.
Se eles pudessem esmagar seu oponente e estabelecer recordes de vitórias incríveis, melhor ainda para eles.
Enquanto isso, o quarterback adversário, que Andrew havia derrubado várias vezes, começou a lançar passes erráticos sob pressão, seu corpo tremendo toda vez que via Andrew chegando.
Ele se lembrou do que havia dito a Andrew e se arrependeu — talvez ele não devesse ter sido tão arrogante.
— FIM DE JOGO! PALISADES VENCE COM 80 PONTOS A 0 CONTRA JEFFERSON! — o locutor declarou em espanto, sua voz cheia de incredulidade. O estádio explodiu em aplausos.
O técnico David se aproximou, sorrindo com satisfação. — Ótimo trabalho, Andrew. Você estava mais empolgado do que o normal hoje. Por que tanta intensidade? — ele perguntou, um tanto curioso, notando que algo parecia diferente em seu quarterback estrela.
Andrew tirou o capacete e sorriu levemente, voltando ao seu entusiasmo e boa energia habituais. — Sério? Eu joguei como sempre jogo... Deve ser que o outro time é fraco demais — ele respondeu.