O Maior de Todas as Lendas

Volume 4 - Capítulo 305

O Maior de Todas as Lendas

Os jogadores do Porto não conseguiram convencer o árbitro a mudar sua decisão, apesar dos protestos. No fim, o pênalti foi marcado para o Paços de Ferreira, que comemorou com entusiasmo a sorte inesperada.

Tudo estava a favor deles, e estavam a caminho de vencer um dos jogos mais importantes da temporada… se conseguissem converter o pênalti e segurar o resultado até o fim.

Costa, o jogador do Paços de Ferreira que cobraria a penalidade, posicionou a bola e recuou.

{O Porto não acredita na péssima sorte!}

{Já estavam dois gols atrás, conseguiram diminuir a desvantagem com dificuldade e agora enfrentam outro desafio que pode aumentar o prejuízo.}

{O jogador do Paços de Ferreira vai tentar ampliar a vantagem, o que pode ser decisivo para a vitória, mas o Porto espera que o goleiro defenda a penalidade.}

*Fweeeeee*n/o/vel/b//in dot c//om

Costa correu para a bola com tranquilidade, apesar da pressão, e tocou a bola por cima no meio do gol, mas Agustín Marchesín já havia mergulhado para a esquerda.

{Pênalti fantástico!}

{Tocado por cima no meio. Uma cobrança quase desrespeitosa!}

{Como se abrir dois gols de vantagem não fosse suficiente, ele ainda humilha o goleiro com estilo!}

{Paços de Ferreira em vantagem por três a um, e o Porto enfrenta mais uma batalha difícil para evitar a derrota.}

{Ainda há tempo para uma reviravolta, mas o Paços de Ferreira não vai facilitar. Conseguirão segurar a vantagem contra um time de dragões desesperados?}

A equipe do Paços de Ferreira ignorou os comentários que pareciam duvidar deles e comemorou o gol. Estavam vivendo o momento e fariam o possível para continuar celebrando ao final da partida.

#78º minuto…

Fazia quase vinte minutos que o Paços de Ferreira havia aberto novamente dois gols de vantagem sobre o Porto, e o Porto tentava diminuir o placar, mas sem sucesso. O tempo estava acabando.

No entanto, o Porto não era um time que desistia facilmente e continuava buscando o gol.

No campo de defesa do Paços de Ferreira, Otávio, que havia entrado no lugar de Marko Grujic, passou a bola para Manafá, que a lançou para a direita, onde Jesus Corona esperava.

Jesus Corona recebeu a bola, driblou o marcador e avançou pela lateral direita.

Rapidamente invadiu a área e cruzou para Manafá.

Manafá recebeu a bola de costas para o marcador, mas estava em posição desconfortável e não conseguiu chutar. Então, olhou significativamente para Otávio, que se aproximava da área, e tocou a bola de calcanhar para ele.

A bola passou entre as pernas do jogador que o marcava e sobrou para Otávio na entrada da área. Otávio não hesitou e finalizou com força.

A bola voou rasteira, com potência, em direção ao canto inferior direito, entrando no gol apesar da defesa do goleiro.

{Gol!}

{Não demorou muito, alguns minutos atrás ele estava no banco, e já marcou!}

{Estão a um gol de diferença novamente!}

{Alguns podem dizer que é tarde, mas para o Porto, não há tempo como o presente!}

{Eles estão de volta na disputa! E agora? O que acontece agora?!} berrou o comentarista ao ver a bola entrar no gol.

O gol do Porto surpreendeu o Paços de Ferreira, mostrando que eles não podiam relaxar se quisessem vencer o jogo. Principalmente agora que o Porto havia marcado um segundo gol.

***

*Fweeeeeeee*

{Apita o árbitro! Fim de jogo!}

{O Porto perdeu!}

{Em uma reviravolta surpreendente, o Porto foi derrotado por um adversário muito mais fraco. Foram superados no primeiro tempo e a recuperação na segunda etapa não foi suficiente.}

{Eles tentaram, tentaram, tentaram, mas o gol não saiu e eles perderam.}

{Esta é a segunda derrota da temporada e os coloca na oitava posição na tabela, algo que ninguém esperava deste time.}

{Eles precisarão se recuperar dessa derrota nos próximos jogos, caso contrário, suas chances de conquistar algum título nesta temporada podem escapar.} O comentarista finalizou sua transmissão enquanto os jogadores deixavam o campo.

Os jogadores do Porto foram para o vestiário, enquanto Sérgio Conceição seguiu para a entrevista pós-jogo, querendo resolver rapidamente as pendências da noite antes de voltar para o Porto.

Ele precisava de conforto e mimos da esposa antes de responder à diretoria do clube no dia seguinte.

Na entrevista, as perguntas começaram a surgir, e como ele esperava, algumas perguntas irritantes que o colocavam como culpado estavam entre elas.

“Você”, indicou com os olhos para o repórter à sua frente.

“É a segunda derrota do Porto na Liga NOS nesta temporada. O que você diria que aconteceu? As mudanças que você fez no time podem ser responsáveis por esse desempenho ruim?”, o repórter não hesitou em disparar uma série de perguntas para o treinador do Porto.

“Derrotas acontecem o tempo todo no futebol e por muitos motivos. O que aconteceu aqui não é algo que eu possa explicar, pois, embora seja verdade que houve uma mudança significativa na nossa formação e esquema tático, posso dizer com segurança que, exceto por alguns erros, meus jogadores se saíram bem.”

“Nossos adversários simplesmente jogaram melhor e isso resultou na nossa derrota”, respondeu Sérgio Conceição, isentando todos da culpa.

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