Super Detective in the Fictional World

Volume 2 - Capítulo 926

Super Detective in the Fictional World

A condição mental do homem e o cheiro nele claramente indicavam que tinha usado drogas.

Luke viu muitos policiais corruptos e horríveis, mas era raro ver um lixo como este.

O Big Nick e seus homens da Polícia do Condado de Los Angeles podiam ser considerados boas pessoas comparados a este cara.

Pelo menos o Big Nick e os outros não usam drogas, muito menos matavam quatro pessoas ou crianças de cinco anos.

Usar drogas num caso e matar pessoas — seria estranho se esta pessoa não fosse um psicopata.

Saindo pela porta, o olhar de Luke parou por um momento na porta do apartamento 6D, à direita. Ele falou algo ao oficial antes de subir as escadas até o terraço.

Um momento depois, ele desceu e partiu.

Quando retornou ao Shake Shack, viu as duas garotas paradas ali com duas grandes sacolas de papel.

Olhando para a hora, Luke bateu na testa.

Quarenta minutos haviam se passado e ele perdeu a hora marcada.

Ele saiu do carro e se aproximou rapidamente. Nikki e Monica o viram também. Elas queriam acenar, mas perceberam que não podiam.

Luke se aproximou e pediu desculpas: — Sinto muito por me atrasar. Desculpe pelo problema.

Nikki simplesmente perguntou: — Terminou tudo?

Luke assentiu: — Por enquanto. Ah, verdade, pode me entregar.

Dizendo isso, ele pegou as duas sacolas de comida de Nikki.

Monica curvou o lábio: — Você não deveria pegar uma de cada uma de nós?

Luke respondeu com um sorriso: — Você não disse que é boa em esportes? Você é boa em correr, nadar, luta livre e basquete. Você deveria levar mais algumas sacolas.

Monica revirou os olhos com raiva: — Mas devia ser justo, certo? Apoio à igualdade de gênero.

Luke deu ombros: — Então, se você é forte, deve fazer mais. Se eu tivesse três mãos, definitivamente ajudaria pegando uma das sacolas.

Monica: —… Você só está dizendo isso porque não tem uma terceira mão, certo?

Luke riu e abriu a porta do carro. Ele colocou rapidamente a comida dentro e então pegou as sacolas de Monica.

Naquele momento, ele notou algo incomum: — Onde… está o almoço de vocês?

Nikki e Monica olharam inconscientemente para as mãos vazias e voltaram aos sentidos.

— Merda, esqueci.

— Só compramos o seu.

Luke sorriu e abriu a porta de trás: — Parece que preciso tratar vocês. Senhoritas, por favor, entrem.

Em menos de dez minutos, Monica estava sentada num tapete no parque e comendo um cheeseburger de cogumelo. Sua voz estava abafada quando disse: — Você é realmente bom de conversa. Você me faz comer fast food na grama do parque parecer melhor que um restaurante três estrelas Michelin.

Comendo um hambúrguer de bife, Luke expressou com um sorriso: — Quando estava em Los Angeles, nunca pensei que o sol fosse precioso. Algumas vezes, até reclamava de ser brilhante demais. Agora que estou em Nova York, sinto que vale a pena abrir mão dos edifícios construídos pelo homem para apreciar as belas paisagens da natureza.

Nikki ficou curiosa: — Você é de Los Angeles? Você veio aqui para estudar?

Luke respondeu: — Eu cresci no Texas. Estou aqui a trabalho. Se não trabalhar, posso me tornar um vaqueiro na minha cidade.

Nikki e Monica não acreditaram nele.

Luke não parecia com um vaqueiro.

Os três conversaram e almoçaram.

Após o almoço, Luke perguntou quais eram os planos das garotas.

Era final de semana e elas iam fazer compras. Elas não precisavam se apressar para chegar a outro lugar, então Luke não precisava levá-las a lugar algum.

Eles se despediram.

Após Luke ir embora, Monica se virou e partiu com Nikki: — Vamos lá. Falamos que íamos fazer compras. Eu não vi a roupa íntima que preciso ainda.

Enquanto estava sendo arrastada, Nikki olhou para trás com relutância: — Parece que ele não tem sentimentos por mim.

Monica sorriu quando ouviu isso: — Você não tem o número dele?

Nikki: — Você tem também! Mas ele não age como aqueles caras que nos cortejam. Quando perguntei quando ele estaria livre para sair, ele falou que estava ocupado e que precisava fazer hora extra até de noite. Na sua idade, por que ele precisaria fazer hora extra de noite? Ele não é um nerd. Isso não é rejeição?

Monica revirou os olhos: — Esqueça! Tenho certeza de que ele não tem intenção de me perseguir porque não sou o tipo que ele gosta. Porém, você ainda tem chance. Pelo menos, ele não estava rejeitando você quando falou aquilo.

Ao ouvir isso, Nikki ficou curiosa e segurou o braço de Monica: — Como você sabe?

Monica: — Porque acho que ele é de uma família rica.

Nikki ficou atordoada: — Hã?

Monica: — Não estou familiarizada com o modelo da SUV, mas um estudante comum pode comprar aquilo? Segundo, ele está usando um celular Titanium. É um estilo que nem foi liberado no site oficial. É bem provável que ele tenha pedido diretamente da fábrica. Não consigo dizer a marca de suas roupas, mas o trabalho e os materiais são ótimos. Eles podem ser feitos sob medida. Os óculos de sol são de um modelo novo que a Gucci liberou na primeira metade do ano. Eles custam mais de mil dólares.

Dizendo isso, ela olhou para Nikki com um leve sorriso: — Alguém assim trabalharia como entregador? Ele pode estar aprendendo a administrar o negócio de casa.

Nikki ficou surpresa: — Por que não notei nada? Como você é tão observadora?

Monica beliscou Nikki com força, fazendo sua melhor amiga cobrir as costas com dor: — O que está fazendo?

Monica: — Você ainda tem cara para dizer isso. Quando estava comendo, seus olhos não saíam daquele rosto lindo. Você conseguia ver outra coisa? Você também continuava falando por cima de mim. Eu quase morri de tédio. O que mais eu poderia fazer?

Nikki ficou sem palavras, mas voltou aos sentidos. Ela relatou imediatamente: — Você olhou para o carro, celular e roupas, e ainda tem coragem de me criticar? Eu nem prestei tanta atenção, sua pessoa mesquinha!

— Ah, quem é que está falando mal dos outros! Você quer levar uma surra de novo, não é? — Monica ficou furiosa.

As duas garotas riram e brigaram na rua e, por um instante, deixaram Luke, o instigador, de lado.

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Após Luke entrar no carro, o sorriso em seu rosto desapareceu.

Se não fosse pela conversa tranquila com as duas garotas animadas suprimindo seu humor, ele realmente teria sentido que mataria imediatamente aqueles agentes sujos da DEA, especialmente o líder.

— Puxe as informações do Norman Stansfield — ele falou.

O sistema exibiu rapidamente um perfil no painel de controle.

— Leia seu histórico. Cheque o número de reclamações que recebeu e o motivo delas — ele continuou.

O sistema imediatamente começou a ler o perfil de Norman Stansfield numa voz feminina gentil.

Este Normal era o homem de meia-idade no terno bege que estava na cena do crime. Ele também era o líder da equipe da DEA.

Luke zombou ao ouvir o histórico do homem.

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