Super Detective in the Fictional World

Volume 2 - Capítulo 882

Super Detective in the Fictional World

Como a polícia poderia matar legalmente um suspeito na sala de interrogatório? Claro, era o mesmo truque que Luke usou uma vez para induzir o suspeito a pegar a arma.

Este método poderia ser significativamente simplificado — ele poderia colocar a arma na mão do suspeito e, então, com o som de um disparo, o mundo ficaria em paz.

O oficial envolvido no máximo seria rebaixado após uma investigação.

Contanto que não houvesse gravações e fosse insistido que o suspeito infeliz estava armado, quaisquer dúvidas seriam enterradas.

Luke falou solenemente: — Somos oficiais da lei. Naturalmente, temos que seguir rigorosamente as regras do departamento. Só estou lembrando isso a você.

Joe: … Você está de sacanagem? Acha que não estamos familiarizados com este negócio? Só não usamos normalmente.

Saindo com uma cara de desdém, Joe murmurou consigo. Este cara não é tão ingênuo quanto parece.

Lembrando de como tinham atacado mais de cinquenta bandidos com John, Joe sentiu que era natural.

Se um detetive esquisito assim fosse limitado pelas tradições, já teria sido morto por criminosos há muito tempo.

 John retornou muito rápido.

Ele ficou chocado com a eficiência do departamento.

Na maioria das vezes, eles ainda tinham que recorrer a ele para encontrar um suspeito.

Desta vez, ele só espancou um segundo bandido e nem tinha conseguido informações úteis antes de ser avisado para voltar para interrogar um suspeito.

Entrando na sala de interrogatório, olhou na direção da sala de observação: — Quem está lá?

Joe respondeu: — Não se preocupe. É o Luke, a Connie e a Selina.

John perguntou: — Onde está o chefe?

— Ele falou que está relatando ao diretor e que não aparecerá pela próxima hora — falou Joe.

John cerrou os punhos e olhou para o suspeito: — Ele está nos subestimando, não é? Siga com as velhas regras.

Olhando para os punhos de John, que pareciam sacos de areia, Joe engoliu em seco: — Espera, preciso lembrar que da última vez fui eu?

Atordoado, John olhou para ele: — Foi?

Joe: — Meu rosto ficou inchado por uma semana. Tive que tomar dieta líquida por vários dias e perdi uns dois quilos. Você esqueceu?

John bateu na testa: — Desculpa. Talvez eu ainda esteja de ressaca da noite passada.

Joe: — Cale a boca! É meia-noite e a noite nem terminou ainda. Fique aqui. Eu falei para ficar aqui.

John: — … Calma. Ainda temos que investigar o caso.

Joe disse: — Não se preocupe, seu rosto ficará inchado por três dias, no máximo.

John: — Okay, três dias. — Com isso, ele fechou os olhos e ficou na frente do Joe.

Bang!

— Porra! — John xingou e recuou até atingir a parede: — Você definitivamente está se vingando. Ficarei inchado por mais de três dias.

Joe retraiu lentamente o punho: — Também foi isso que você me falou da última vez.

Esfregando a bochecha inchada, John se endireitou e pegou sua arma: — Okay, vamos ao trabalho.

Joe pegou uma chave do bolso e caminhou até o suspeito perplexo: — Mire direito. Não me atinja.

John sorriu: — Não se preocupe. Sou bom nisto.

O suspeito olhou para a chave e percebeu o que estavam fazendo. Ele gritou em horror: — Não! Não venha aqui! Não, não!

Se fosse qualquer outro momento, ele teria pensado que estavam atuando.

No entanto, ele foi preso como suspeito por agredir um policial. Além disso, ele realmente nocauteou um policial com um bastão, o que significava que o homem não estava brincando.

Na sala ao lado, Luke e Selina estavam chupando um pirulito e assentiram entre si enquanto cruzavam os braços na frente do espelho.

Luke suspirou em admiração: — Olhe como ele é profissional. Levando um soco e enquadrando o suspeito antes de seguir para o próximo passo. Como esperado de um detetive experiente, ele tem movimentos sólidos.

Selina, todavia, franziu a testa: — Se fizéssemos o mesmo, você me bateria ou eu bateria em você? Não quero meu rosto inchado por uma semana.

Luke deu de ombros: — Apenas me bata. Sou mais resistente.

Selina assentiu satisfeita: — Tudo bem, treinarei o controle da minha força para deixar inchado por dois dias. O problema é que eu não acho que usaremos isto com frequência.

Luke expressou casualmente: — Ter outra opção não é ruim. Não pode ser leve demais ou não verá o efeito.

Connie: — Vocês dois…

Luke se virou e sorriu para ela: — Melhoraremos mais rápido se aprendermos com nossos veteranos.

Connie ficou sem palavras.

O que aconteceu em seguida era simples.

Já acusado de agressão e enfrentando a possibilidade de ser morto a qualquer momento, o suspeito entrou em colapso.

Na verdade, ele tomou a decisão certa.

John realmente planejava matar ou ferir gravemente o cara.

Ele estava apostando no fato de que, no final das contas, ainda era um suspeito.

O suspeito não tinha tais chances.

Porém, o que o interrogatório revelou não foi nada bom.

Eles pertenciam a uma gangue chamada Crânio de Sangue e eram lutadores profissionais.

Seu chefe se chamava Billy Jordan.

Atacar Walter foi uma ordem que seu chefe, Billy, deu.

A Crânio de Sangue era apenas um bando de bandidos que viviam na área do Brooklyn. Havia cinquenta membros centrais e mais de cem capangas espalhados.

Havia pelo menos centenas destas gangues em Brooklyn e nenhuma delas estava relacionada diretamente ao Rei do Crime.

Não havia como pegar o Rei do Crime com suas declarações.

Dustin já tinha aparecido na sala de interrogatório e ouviu as confissões dos dois membros da Crânio de Sangue com uma expressão sombria.

Luke se aproximou e falou baixinho: — A pessoa que planejou isto é muito cuidadosa e limpa bem os rastros. A menos que o Billy nos diga quem é a pessoa, isso não terá nada a ver com “ele”.

Dustin com certeza sabia a quem Luke estava se referindo.

Após um breve silêncio, disse: — Chamem todos os detetives de licença. Relate ao departamento imediatamente. Diga ao John para sair. Ele liderará a operação. Quero que a Crânio de Sangue desapareça de Nova York até amanhã de manhã.

Luke respondeu: — Sim, senhor.

Embora fosse o melhor lutador sob Dustin, John era mais adequado como comandante nesta operação em larga escala. Afinal, ele estava familiarizado com as pessoas do Departamento de Detetives e poderia fazê-los dar o seu melhor.

Dustin também estava vendendo um favor às raposas velhas e astutas, para que pudessem vingar Walter com as próprias mãos.

Após uma noite ocupada, os funcionários do departamento fizeram hora extra.

Eles tinham que lidar com muitas ligações, confissões e mandados de prisão.

No entanto, ninguém reclamou.

Um detetive veterano do departamento foi gravemente ferido. Se o departamento não respondesse, nenhum dos membros da gangue em Nova York os levaria a sério.

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