Super Detective in the Fictional World

Volume 2 - Capítulo 869

Super Detective in the Fictional World

Haley parou e pensou por um momento antes de continuar: — Este homem é bastante ousado. Ele não mandou a Molly ficar quieta. Então, deve ser uma questão de tempo até a Molly nos contar o que aconteceu nos últimos meses, incluindo se ela sabe sobre ele. — Luke assentiu silenciosamente.

— Ele é um lunático ou está confiante nas suas habilidades de hipnose? É melhor ter cuidado se o investigar. Suas habilidades de hipnose podem ser muito boas e definitivamente têm um efeito muito mais forte que o de um psiquiatra normal.

Luke ergueu a sobrancelha: — Você pode interromper a hipnose que ele colocou na Molly?

Haley hesitou por um longo momento antes de assentir: — Posso tentar e ir com calma. No final das contas, o tempo está do nosso lado.

Luke assentiu: — Obrigado.

Todos estavam prestes a sair.

Naquele momento, uma jovem se aproximou. Ela analisou as pessoas na porta e seus olhos finalmente pararam na Christine: — Com licença, você é a enfermeira Christine Palmer?

Christine assentiu: — Sou. Em que posso ajudar?

A jovem gesticulou para ela e se afastaram. Ela perguntou baixinho: — A garota chamada Molly Johnson está aqui?

Christine ficou atordoada: — Você é?

A jovem respondeu: — Seus pais me contrataram e estive procurando por ela faz um tempo. Ouvi que tem uma mulher que combina com sua descrição que foi trazida aqui ontem, então vim checar.

Após uma breve hesitação, Christine acenou para Luke e os outros.

Quando se aproximaram, ela os apresentou à mulher: — Este é o Detetive Coulson, Detetive Hayek e a Dra. Haley. Eles devem conseguir te ajudar.

A jovem franziu a testa e se virou desconfortavelmente, sua expressão não era ótima quando olhou para Luke e Selina.

Luke estendeu a mão: — O que você quer com a Molly?

— Jessica. — A jovem ignorou a sua mão e simplesmente deu o nome antes de ir direto ao ponto: — O que você quer com a Molly?

Luke olhou para Christine e Haley e, após uma troca de olhares, falou: — Srta. Jessica, preciso confirmar sua identidade e propósito primeiro.

Jessica repetiu o que ela falou a Christine.

Luke assentiu: — Pode provar isto?

Franzindo a testa, Jessica pegou uma foto do bolso: — Seus pais me deram isto.

Luke olhou para a foto de uma família feliz na frente de um bolo de aniversário. A garota no meio era realmente a Molly Johnson.

Virando a foto, viu uma frase: Feliz quinze anos, bebê. Que você seja feliz sempre.

Após entregar a foto para Selina, ele olhou para Jessica e perguntou: — Jessica, você tem o número dos pais da Molly, certo?

Jessica hesitou e assentiu.

— Pode me dar? — pediu Luke. — Você a encontrou. Seus pais provavelmente ainda te pagarão, mas não posso entregar a Molly porque você não é a guardiã dela, posso?

Jessica olhou para ele por um momento: — Onde está seu distintivo? Preciso confirmar sua identidade.

Sorrindo, Luke mostrou o distintivo.

Após certificar-se de que Jessica viu claramente, ele pegou de volta.

Selina fez o mesmo: — Este é o meu.

Jessica só olhou para o distintivo dela antes de desviar o olhar.

O distintivo de Luke já servia, então não se incomodou se Selina mostrasse o dela.

Jessica tirou o cartão de negócios: — Este é o número dela. O nome do pai é Richard Johnson e sua mãe é Novena Johnson.

Luke deu o cartão para Selina e entregou a foto para Jessica: — Molly está no quarto, mas está em mau estado. Você terá que pedir a opinião delas de quanto tempo pode conversar e do que pode falar.

Ele gesticulou para Christine e Haley, que estavam ao lado, então caminhou para ouvir a conversa entre os pais de Selina e Molly.

Por outro lado, Jessica conversou com as senhoras por um tempo antes de ser levada ao quarto.

Recorrendo à sua audição aguçada, Luke não ouviu Jessica fazer muitas perguntas. Após confirmar a identidade de Molly, ela saiu e perguntou a condição dela para as duas.

— O homem se chamava Killgrave? — Jessica perguntou de repente. — Alguém que gosta de usar terno e tem um sotaque inglês?

Todos imediatamente olharam para Jessica.

Após um momento de silêncio, quando Luke não falou nada, Haley disse primeiro: — Não sabemos quem “ele” é ainda, mas é possível que tenha um sotaque inglês. Quando Molly o mencionou, ela usou certas frases que claramente eram em inglês.

Notando o olhar estranho no rosto de Jessica, Luke perguntou de repente: — Srta. Jessica, você sabe quem é ele?

Jessica estremeceu e sua expressão mudou por um momento. Ela se virou de repente e saiu: — Desculpe. Tenho algo para fazer.

Ela cambaleou e quase caiu.

No entanto, ela não parou. Ao invés disso, acelerou e logo desapareceu no final do corredor.

Christine olhou para Luke: — Não vai pará-la?

Luke balançou a cabeça e olhou para Haley: — O que você acha?

Uma expressão pensativa passou pelos olhos de Haley: — Ela deve saber de algo. Sua reação… foi um pouco excessiva.

Seus olhos encontraram os de Luke. Após um breve silêncio, ambos desviaram o olhar.

Luke disse: — Tudo bem, pelo menos encontramos os pais da Molly.

Haley expressou de repente: — Isto pode ser um pouco problemático.

Christine ficou intrigada: — Qual é o problema?

Luke explicou impotente: — Os pais da Molly já estão num avião de volta de São Francisco. Eles podem chegar ao hospital de tarde. Será com eles se a Molly fica ou não.

Christine ficou confusa: — Sua filha desapareceu em Nova York, mas eles foram para Los Angeles? Eles moram em Massachusetts, certo?

Luke: — Eles estavam procurando pela Molly nos últimos meses. Eles corriam sempre que ouviam que o corpo de uma garota era encontrado na Califórnia.

Após um silêncio momentâneo, Christine assentiu: — Pelo menos eles podem relaxar agora.

Para uma filha ainda estar viva, reunir-se com seus pais era melhor do que acabar sendo um cadáver com somente os restos para se despedir.

Após isso, Luke falou com Haley por um tempo para aprender sobre o “ele” que Molly mencionou.

Havia só algumas informações, mas a explicação de Haley foi muito detalhada e levou quase meia hora para terminar.

— Isso é tudo que posso fazer por enquanto. — Haley exalou. — O resto é com você, Luke.

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