Super Detective in the Fictional World

Volume 2 - Capítulo 800

Super Detective in the Fictional World

Stephanie imediatamente fez o que ele disse.

Stacy e Artemis olharam para a traidora. Elas não falaram que mostrariam ao Bruxo quem era o chefe quando o vissem? Ela estava agindo como um cão.

Infelizmente, elas não conseguiram pensar numa maneira de dar um lembrete a Stephanie e então só a seguiram.

Após se sentar, Luke olhou para as três garotas e falou: — Não sejam educadas, sentem-se onde quiserem. Borboleta, dê um copo de água gelada para elas.

Borboleta respondeu: — Sim, Grande Bruxo.

Olhando para as três garotas que ainda precisavam se sentar, Luke assentiu: — Vocês podem ficar de pé se quiserem. Vamos aos negócios.

— A Borboleta relatou os resultados do treinamento. Parece que vocês estiveram trabalhando duro. — Ele se escorou para ficar mais confortável: — Então, estou aqui para dar uma pequena recompensa.

Olhando para a estranha máscara sorridente, Stacy falou: — Não finja ser uma boa pessoa! Não queremos nenhuma recompensa. Precisamos é de liberdade.

Luke riu e balançou o dedo: — Não, Srta. Stacy, você está errada. Nunca falei que sou uma boa pessoa e nem preciso fingir ser uma na frente de vocês.

Olhando para a expressão feia de Stacy, ele continuou o ataque: — E vocês não são boas crianças. É uma perda de tempo dar liberdade. De qualquer forma, se continuarem fazendo o que quiserem, mais cedo ou mais tarde serão enviadas para uma prisão especial ou algum laboratório secreto. Naquele momento, vocês não terão mais nenhuma liberdade.

Stacy ficou com raiva: — Não é da sua conta.

Luke cruzou os braços: — Desculpe, mas não sou um membro do Serviço de Proteção à Criança. Vocês não têm direito de recusar a minha supervisão e nem a capacidade de recusar.

Quando falou, ele olhou para as gêmeas: — Além disso, Srta. Stacy, você também não tem direito de decidir por elas.

Stacy retrucou imediatamente: — Senhoritas, por favor, digam-me, estão realmente dispostas a apoiar incondicionalmente cada decisão da Srta. Stacy, incluindo correr o risco de serem pegas por divisões especiais no futuro e continuar a fazer todo tipo de coisa ilegal?

Havia uma cadência no seu sotaque britânico enquanto sua voz ficava mais gentil e menos agressiva, como um professor do jardim de infância falando com uma criança.

Os lábios de Stephanie se moveram, mas ela se impediu de falar algo. Ela abaixou a cabeça e não disse nada.

Sua irmã, Artemis, balançou a cabeça inconscientemente: — Não quero mais roubar e não quero a polícia… — Ela parou de repente e cobriu a boca em choque.

Ela não sabia por que diria o que estava pensando.

O rosto de Stacy ficou pálido quando se virou para ela: — Art, você…

Luke a interrompeu: — Você tem seus próprios desejos e quer fazer o que quiser. Elas têm seus próprios pensamentos e não querem ser criminosas. Elas ouviram você antes, então por que não pode ouvi-las agora?

Naturalmente, ela não lhes daria chance de se comunicar.

Quando hipnotizou com sucesso as três garotas da última vez, ele deu às gêmeas uma sugestão mental.

Sua pergunta de agora foi uma pista mental para as irmãs criarem coragem para dizer o que pensavam.

A irmã mais velha, Stephanie, era um pouco fraca, mas também a mais atenciosa. No final, ela não disse nada.

Artemis, por outro lado, era tão direta que seus pensamentos verdadeiros foram expostos num instante.

Diante da sua pergunta, Stacy abriu a boca, mas não sabia como responder.

Se não fosse por Luke, que era um forasteiro, ela teria conseguido convencê-las a ouvi-la.

Porém, Luke apontou de repente o problema de dominância e colocou na mesa.

Ela não podia gritar que era mais esperta e a melhor, então as gêmeas deveriam ouvi-la, certo?

Havia uma pessoa ainda mais esperta e capaz na frente delas que as capturou.

— Sejam amigas ou irmãs, você não tem direito de pedi-las para cometer crimes ao risco de serem aprisionadas ou até mortas — Luke falou sem pressa: — Caso contrário, esta amizade não valeria mais que merda de cachorro. Pelo menos, merda de cachorro pode ser limpa, mas esta amizade egoísta as prenderá e o perigo e o crime acompanharão vocês pelo resto da vida.

Stacy estava suando. Ela não era idiota.

Luke simplesmente estava dizendo que as três eram iguais.

Elas deveriam decidir o que fazer e o que não fazer juntas.

Se ela ousasse discordar, não teria argumentos porque Luke já havia definido isto como egoísmo.

Luke, por outro lado, riu internamente. Ela era realmente uma criança! Quantas pessoas não eram egoístas? Aqueles que não eram tinham que ser santos.

Ele nunca se importou em admitir que era uma pessoa egoísta.

Contudo, se quisesse algo, ele começaria com condições benéficas mútuas. Ele não as forçaria e nem usaria a amizade para “chantagear” seus amigos.

Nenhuma amizade poderia aguentar esta extorsão infinita.

Fazer a outra parte sentir que não era mais benéfico ouvir seu conselho facilitou para manter uma amizade mais profunda.

Dustin, Elsa, Elizabeth e seus outros colegas no departamento tiveram benefícios das interações com Luke e ele construiu amizades passo a passo.

Era difícil manter uma amizade vazia.

Na verdade, Stacy não era tão ruim.

Também foi por causa dos efeitos colaterais da Replicação Elementar que ela se tornou mais extrovertida e energética. Ela naturalmente assumiu a liderança neste grupo de garotas.

Se ela fosse esperta o bastante, ela não ficaria perplexa pelo sofismo de Luke.

O rosto de Stacy mudou entre vermelho e preto e Luke estava com medo dela explodir de raiva.

Pensando por um momento, falou: — Porém, elas também não querem que você as tranque desse jeito.

Luke riu: — Não sou amigo delas. Por que eu perguntaria a opinião de vocês?

O rosto de Stacy tremeu e ela queria explodir. Este Bruxo era ainda mais sem vergonha do que ela imaginava.

Luke observou Stacy, que estava prestes a explodir. Com muito interesse, finalmente comentou: — Okay, chega de piadas. Só estou dando uma chance de vocês mudarem seus destinos. É com vocês se querem ou não. Vocês não precisam pedir minha opinião.

Vendo que Stacy estava prestes a interferir de novo, ele colocou o dedo indicador nos lábios e gesticulou para ficarem quietas: — Vocês são talentosas e não precisam recorrer ao crime para sobreviver. Portanto, estou investindo em vocês adiantado, o que talvez produza retornos generosos no futuro.

As três se entreolharam.

Elas já não tinham família e estavam vivendo nas ruas enquanto enganavam as pessoas para sobreviver. Ninguém nunca havia conversado com elas sobre um assunto tão sério.

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