Super Detective in the Fictional World

Volume 2 - Capítulo 799

Super Detective in the Fictional World

Na sua viagem a Dallas, Luke enfureceu um super figurão, Mefisto, que já estava na lista vermelha-escura de 3 estrelas de inimigos.

Se o velho voltasse para a Terra em dez anos, a primeira coisa que provavelmente faria era encontrar uma maneira de matar Luke.

Da próxima vez, o velho não seria tão idiota ao usar ataques mentais de novo.

Naturalmente, Luke tinha que trabalhar duro.

O sistema lhe deu quase três mil pontos de crédito e experiência por impedir o ataque da noite.


Experiência do Anfitrião: 10.200 / 100.000

Crédito: 29.000


Esta colheita valeu a pena pelo trabalho que teve a noite toda.

Os próximos dois dias foram pacíficos.

Nenhum criminoso apareceu para lançar um ataque durante o segundo show beneficente em Los Angeles.

Luke, todavia, não desistiu.

Naquela noite, ele e Selina saíram de novo e destruíram vários ninhos de gangues em sequência.

O diferente foi que estas gangues estavam envolvidas com vendas de armas no mercado negro, e explosivos também estavam no seu escopo de operação.

Selina não sentiu nada enquanto observava Luke espancar estes caras até chorarem.

Quem sabia quantas mortes foram causadas pelas armas e munição que venderam? Não os matar já era muito misericordioso.

Quebrar sete ou oito ossos era uma coisinha de nada. Afinal, os ossos poderiam se recuperar. Esse era o que o Destruidor de Joelhos de LA pensava.

Naquela noite, eles se sentaram no terraço de um prédio e aproveitaram a vista noturna de Los Angeles enquanto chupavam pirulitos.

Eles não eram famosos, então não estavam com medo de ser descobertos. Se fossem descobertos, seriam considerados cosplays.

O trabalho era importante, mas também era importante ajustar suas mentalidades.

— Já limpamos metade das maiores gangues do mercado negro de LA, mas não temos pistas. Será que os caras por trás do ataque compraram explosivos de outro lugar? — ela perguntou.

Após um breve silêncio, Luke assentiu: — É possível. Foram feitas verificações naqueles três. Eles são de DC e não contataram ninguém daqui. Os cúmplices dos quais falaram estão bem escondidos. Faz sentido eles não terem conseguido produtos de uma gangue de LA.

Selina suspirou: — Então, fizemos todo este trabalho por nada?

Luke riu: — Nada. Pelo menos sabemos que estes caras são muito cautelosos. Apenas preste mais atenção no futuro.

Quando falou, ele olhou para a notificação do sistema.


Experiência do Anfitrião: 15.500 / 100.000

Crédito: 34.300


Ele conseguia ganhar 50% da experiência e crédito com Selina como colega de equipe. Como isso poderia ser uma perda de tempo?

Nos últimos dias, Robert, o xerife aposentado que estava viajando, finalmente espancou alguns bandidos. Somente então Luke conseguiu determinar a porcentagem de experiência que conseguiria de um colega de equipe de 1 estrela.

Dez por cento!

Luke só conseguia um décimo da experiência e crédito dos colegas de equipe de 1 estrela.

Baseado no estilo de vida relaxado de Robert em Shackelford, ele não ganharia muitos pontos de experiência e crédito como Selina fazia em uma semana, mesmo que trabalhasse por um ano.

Porém, em termos de números, qualquer colega de equipe era raro.

Luke foi realmente sortudo de conseguir treinar Selina, uma colega de equipe de 3 estrelas.

Suas personalidades eram compatíveis e não tinham visões conflitantes na vida e conseguiam se entender.

No caminho, a confiança entre eles aprofundou lentamente até finalmente alcançar o nível de 3 estrelas.

Dustin, Elsa, Elizabeth e Harrelson provavelmente ajudariam Luke quando ele precisasse, mas não haviam alcançado o nível de colega de equipe.

Luke especulou que foi porque seu relacionamento com eles ainda era pequeno.

Eles eram adultos com suas próprias visões; era difícil formar um relacionamento tão rápido. Tudo só poderia ser deixado para o tempo.

Além disso, embora a taxa de contribuição para colegas de 3 estrelas fosse alta, também era difícil treinar um.

Ele não perderia muito tempo perseguindo dolorosamente colegas de equipe de alto nível.

No estimo do desenvolvimento sustentável, a melhor escolha de Luke ainda era o velho ditado: lance uma rede, pegue mais peixe e escolha o melhor.

Contanto que ele tivesse vários colegas de equipe de 1 estrela, também poderia ganhar um fluxo generoso de pontos de crédito e experiência, que era mais eficiente que recorrer aos próprios esforços.

O tempo era justo para todos.

Não importa quão forte Luke fosse, havia apenas 24 horas no dia; ele não tinha um segundo a mais que ninguém.

Pensando isto, lembrou daquelas três pirralhas.

A garota copiadora, Stacy, e as gêmeas Cassidy já estavam treinando na base temporária por uma semana. Era hora de ele fazer uma aparição ou os galos na cabeça da Srta. Stacy jamais sumiriam.

Na noite seguinte, Luke foi à base temporária sozinho.

Na porta, ele tocou a campainha.

Ding Dong!

A campainha tocou e, por um momento, não houve reação das três garotas que ainda estavam treinando.

Elas estavam neste local remoto fazia uma semana e não receberam visitantes.

Somente quatro ou cinco ladrões tinham vindo tentar invadir, mas antes que as garotas pudessem fazer algo, Borboleta os eletrocutou com as medidas defensivas elétricas do quintal.

Enquanto lidava com os ladrões, Borboleta os informava com consideração: — Senhoritas, tem um lixo lá fora que precisa ser jogado fora.

As três então sairiam e jogariam os ladrões azarados no lixo no canto da rua, onde dormiriam por algumas horas.

Naquele momento, a campainha tocou de repente. Stacy, que estava focada em treinamento de combate, não conseguiu reagir a tempo.

Stephanie, que estava lendo um livro, estava um pouco mais atenta. Ela ficou atordoada por um instante antes de exclamar: — Foi a campainha?

— Sim, Stephanie. O Grande Bruxo está lá fora. Você precisa que eu abra a porta? — A voz gentil da Borboleta ressoou.

Na casa, as três garotas ficaram atordoadas, antes de o caos tomar conta.

A casa normalmente ficava completamente trancada e ninguém de fora conseguia ver dentro.

Era verão e não havia vizinhos aqui. Para facilitar o treinamento, elas estavam usando muito pouca roupa.

Encontrar o misterioso “Bruxo” desta forma as deixou muito inseguras.

Em menos de dois minutos, as três colocaram shorts e camisetas. Elas se reuniram na porta e se entreolharam.

Stephanie perguntou: — Você pode abrir a porta e deixá-lo entrar?

Artemis não falou nada. Stacy rangeu os dentes: — Estava esperando por ele faz tempo. Hmph! Borboleta, abra a porta.

— Sim, Srta. Stacy — respondeu a Borboleta.

A porta abriu silenciosamente e uma figura sombria estava na frente.

Quando viu as três garotas, ele tirou seu chapéu do Zorro e se curvou levemente: — Boa tarde, senhoritas. — Era um claro sotaque britânico.

As três garotas não disseram nada e apenas o encararam.

— Posso entrar? Vocês devem ter muitas perguntas — falou o recém-chegado sem pressa enquanto colocava o chapéu.

Stephanie assentiu atordoada: — É claro.

Os cantos da boca de Luke se curvaram atrás da máscara. Esta garota com o rugido do leão era a mais suscetível e era muito adequada como um ponto de ruptura.

Após entrar, a Borboleta fechou a porta.

Luke gesticulou: — Vamos nos sentar e conversar, que tal?

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