Super Detective in the Fictional World

Volume 2 - Capítulo 762

Super Detective in the Fictional World

A Onda Sonora Elementar da irmã mais velha de cabelo curto, Stephanie, era uma habilidade de controle de multidão inofensiva.

A explosão de energia da irmã de cabelo de cuia, Artemis, era sua garantia final. Se necessário, ela poderia criar uma onda explosiva similar a uma explosão, que causaria caos e as permitiria fugir.

Como resultado, suas vidas basicamente dependiam de Stacy.

Isso a tornava a líder das três.

Luke só tinha um pensamento sobre como as três estavam usando seus superpoderes: que desperdício!

Era basicamente como usar uma colher dourada para pegar merda.

Com as habilidades de Stacy e Stephanie, era muito fácil fazer dinheiro legalmente.

Porém, lembrando do que aprenderam sobre suas experiências de vida, ele não podia culpá-las e dizer que eram idiotas.

Gênios eram raros, e a maioria das pessoas que queriam ficar mais espertas e se adaptar à vida pelas regras da sociedade precisavam ser educadas adequadamente.

Esta educação poderia vir da família ou de livros escolares.

As três perderam aqueles dois itens.

Olhando para estas três garotas lamentáveis, Luke se lembrou do plano de treinamento de talento que pensou há muito tempo.

Será que ele deveria começar com estas três garotas com superpoderes?

Não muito após Luke e Selina irem embora, os olhos de Stacy recuperaram o foco.

Balançando a cabeça zonza, lembrou o que aconteceu antes de desmaiar e ficou aterrorizada.

Porém, quando se virou, viu que as gêmeas, Stephanie e Artemis, ainda estavam escoradas no sofá com olhos sem vida.

Lutando para se levantar, ela foi checá-las e ficou aliviada.

Embora o pano sobre o peito de Artemis tivesse sido rasgado e exposto uma grande parte do seu torso, ela podia dizer que foi causado pela habilidade e não por outra pessoa.

Stephanie e suas roupas também estavam intactas. Não havia sinais de que foram tocadas.

De repente, a tela de um objeto preto na mesa de centro acendeu e uma voz feminina gentil ressoou: — Elas estão num estado de semiconsciência. Você pode usar água fria para acordá-las mais rápido, Srta. Stacy.

Atordoada, Stacy saltou dois metros e olhou cautelosamente para o objeto preto: — Quem é você?

— Meu nome é Borboleta. Sou um programa. — A voz feminina gentil continuou.

Stacy ficou atordoada: — Programa?

— Sim, sou um programa, Srta. Stacy — respondeu Borboleta.

Após pensar por um momento, Stacy foi pegar água fria para acordar as gêmeas. Ela então gesticulou para elas: — Alguém deixou algo aqui que supostamente é um programa.

Stephanie olhou para o objeto preto em confusão: — O que é isso?

— Você pode me considerar como algo a um programa de computador, Srta. Stephanie. — A voz gentil surpreendeu as vítimas.

Stacy levantou a mão e gesticulou para elas verem por si próprias: — O nome dela é Borboleta. Ela é um programa. Foi isso que ela disse.

Segurando as mãos na frente do peito, Artemis perguntou: — Então, quem colocou você aqui?

— O Grande Bruxo — respondeu Borboleta.

Stacy interferiu imediatamente: — Quem é o Bruxo?

Borboleta: — Meu criador.

As três se entreolharam e Stephanie perguntou: — Qual é o nome dele?

— Grande Bruxo — Borboleta respondeu.

Stacy franziu a testa: — Se esta Borboleta é um programa, é inútil perguntarmos. Sua base de dados só tem o nome “Bruxo”. Ela não pode nos dar a resposta que queremos.

— Você está absolutamente certa. Srta. Stacy é muito esperta — elogiou Borboleta.

Atordoada, as três ficaram suspeitas novamente.

Ignorando o celular, elas entraram no quarto e sussurraram entre si.

Quando voltaram, já haviam pegado suas mochilas e pareciam estar prestes a sair.

— Pessoal, por favor, não esqueçam de levar este celular com vocês — Borboleta falou de repente quando chegaram na porta.

Stacy não falou nada e continuou se movendo.

Artemis olhou desdenhosamente para o celular. Quem você pensa que é?

Stephanie tinha o melhor temperamento. Ela não pôde deixar de dizer: — Adeus, Borboleta.

— Srta. Stephanie, deixe-me lembrar que qualquer ação imprudente pode levar a perigos inesperados — disse a Borboleta.

Stephanie virou a cabeça e ignorou suas palavras.

As outras duas também não pensaram muito no que Borboleta disse.

Sentando no carro no jardim da frente, Stacy ligou o motor… mas nada aconteceu.

Ela franziu a testa: — Está quebrado?

Ela tentou várias vezes, mas o carro não se moveu.

Impotente, Stacy saiu e checou o carro, mas não encontrou nada. Porém, o carro ainda não ligou.

Ela disse impotente: — Vamos sair. Pegaremos um “carro” emprestado dos vizinhos.

As gêmeas não tiveram objeções. Carregando as mochilas, as três entraram no jardim da frente de outra casa a dezenas de metros.

Stacy pegou habilmente suas ferramentas e começou a mexer na porta da garagem.

De repente, ela tremeu.

Curiosa, Artemis se aproximou e deu um tapinha no seu ombro. Ela perguntou baixinho: — Qual é o problema com… ughhh.

Alguns segundos depois, Stephanie também sentiu que algo estava errado: — O que vocês duas estão fazendo? — Ela também estendeu a mão.

Ansiosa, Artemis se forçou a focar e ativou sua habilidade.

Bang!

Houve uma explosão de luz e foi explodida pela energia de onde esteve em contato com Stacy.

Stacy também rolou no chão.

A voz de Artemis tremeu: — A… A porta está eletrificada!

Stacy não conseguiu responder porque estava se contorcendo violentamente.

 Stephanie rangeu os dentes e usou toda força para arrastar as duas para trás de alguns arbustos próximos.

A porta principal do bangalô abriu e um homem com uma espingarda apareceu. Ele olhou ao redor por um momento e só fechou de novo quando não encontrou nada.

Esta era a zona leste, que tinha poucos habitantes. As pessoas que ousavam viver aqui poderiam disparar a qualquer momento.

Stephanie estava usando de ansiedade.

Suas ondas sonoras eram muito úteis, mas o efeito colateral era muito alto.

Sua irmã e Stacy tinham inexplicavelmente sido eletrocutadas e não queria atrair a polícia.

Ela era a mais fraca das três e, quando as outras duas caíram, ela entrou em pânico.

Felizmente, a situação não era muito ruim e se recuperaram em menos de dois minutos.

Assustadas, as três saíram sorrateiramente dos arbustos.

Stacy xingou baixinho: — Droga. Este cara tem um sistema de defesa elétrica na porta da garagem. Isso é insanidade.

Após este pequeno incidente, tiveram que trocar de alvo e pegar “emprestado” outro carro.

Porém, quando chegaram no jardim, Stacy exclamou: — Merda! O que é isto? É merda de cachorro! Espera, merda de cachorro?

 As três garotas ergueram as cabeças só para ver dois pares de olhos verdes as encarando de não muito longe. Houve latidos frenéticos de dois cachorros, um grande e um pequeno, que latiram loucamente para ativar seus donos de que alguém havia invadido sua casa.

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