
Volume 2 - Capítulo 732
Super Detective in the Fictional World
Os policiais que chegaram, sabiam que um dos seus estava sob ataque e que a situação era crítica.
Então, quando os reforços chegaram, não perderam tempo e simplesmente sacaram as armas, prontos para matar os criminosos.
— Avançaremos juntos! Somente quando completarmos o trabalho é que receberemos os oitenta por cento restantes! — rugiu o líder mascarado.
Vendo seu chefe sair da escadaria, os criminosos não hesitaram mais.
“Avançaremos juntos” ou “Avancem” — estas eram duas operações diferentes, sem falar que o chefe mencionou o dinheiro!
Os sete ou oito criminosos saíram levemente. Movendo-se numa fila única, avançaram na direção do apartamento de Jennifer.
Dustin sorriu amargamente e gritou no celular: — Luke, você vai vir ou não? Estou prestes a conhecer Deus.
Ouvindo o grito de Dustin, Luke xingou internamente e escalou mais rápido.
Naquele momento, só tinha chegado ao terceiro andar.
Os criminosos finalmente entraram e começaram a averiguar o apartamento com seus rifles.
Pa! Pa! Pa! Pa!
Quatro criminosos levaram tiros na cabeça.
Luke exerceu força com a mão esquerda, a Glock na direita ainda apontada para a porta enquanto se levantava.
Os outros três criminosos seguiram inconscientemente os disparos.
Pa! Pa! Pa!
Suas cabeças também foram explodidas.
Luke entrou no apartamento: — Limpo! Chefe, onde você está?
A porta do banheiro foi aberta e Dustin olhou com o rosto coberto de sujeira: — Se chegasse um segundo depois, você estaria coletando meu corpo.
Luke riu: — Eu terminei aqui. Vou descer agora… Hã?
Sua expressão mudou e ajudou rapidamente Dustin a se levantar e o empurrou para o lado. Ele também entregou a Glock e os carregadores: — Proteja a porta.
Dustin ficou atordoado.
Luke caminhou até a banheira e ajudou Jennifer a se levantar.
As costas de Jennifer estavam expostas e havia uma poça de sangue.
Dustin rangeu os dentes: — Droga. Jennifer, você foi baleada!
Jennifer forçou um sorriso: — Está tudo bem. Foi só um machucado…
Infelizmente, mesmo que estivesse se escondendo na banheira, ainda foi atingida por uma bala.
Luke, todavia, se virou e olhou para Dustin: — Chame a ambulância!
Então, se virou novamente e falou com um sorriso: — Mulheres bonitas não deveriam se machucar.
Os olhos de Jennifer estavam nublados: — Quem é você? Você é o detetive Rei das Mortes? Não consigo ver seu rosto claramente.
Luke rapidamente a deitou no chão e rasgou a roupa ao redor da ferida: — Você deve estar vendo coisas porque sou lindo demais. Não me elogie tanto.
Jennifer murmurou: — Não, mas você parece com um garoto de quem tive paixonite na escola. Ele também tinha cabelos pretos e um rosto sorridente.
O coração de Dustin apertou.
Não era que estivesse com inveja.
Luke tinha cabelos loiros e Jennifer era uma pessoa de boca fechada.
Dizer algo assim para um estranho como Luke antes da batalha só podia significar uma coisa: sua consciência estava começando a apagar.
E, como aconteceu após ser baleada, normalmente significava sangramento massivo.
Luke franziu a testa e tirou um par de luvas de borracha da mochila: — Jennifer, pode falar sobre o garoto?
Ele então falou para Dustin: — Se a ambulância não chegar em dez minutos, ela pode morrer.
A mão de Dustin tremeu e disparou duas vezes.
— Chefe, não perca mais tempo. Seu fígado e os vasos sanguíneos foram cortados. Só posso parar o sangramento por enquanto — Luke falou baixinho.
Dustin pegou rapidamente o celular e discou um número: — Aqui é o Dustin, apartamento dois mil trezentos e quatro na Rua Cicero. Faça o que puder para trazer uma ambulância em dez minutos. É uma ferida de bala e sangramento no fígado.
O outro lado falou algumas palavras e Dustin rugiu: — Ela não pode aguentar tanto, se apresse e mande alguém.
O outro lado não falou mais nada.
Era uma idiotice argumentar agora.
Cada momento desperdiçado era uma chance a menos de salvar Jennifer.
Luke pegou rapidamente a pequena bolsa de primeiros socorros e usou em Jennifer.
Ele só sabia parar o sangramento temporariamente. Não havia como realizar uma cirurgia profissional aqui; desacelerar o sangramento era o máximo que podia fazer.
Ele tirou as luvas e colocou numa bola plástica. Carregando Jennifer do banheiro, a colocou no sofá da sala: — Vou tirar os criminosos da escada para os paramédicos poderem chegar aqui. Chefe, monitore a condição dela. Me chame se algo acontecer.
Com isso, ele saiu.
Dustin ficou de guarda na porta, mas sua mente ficou confusa quando olhou para Jennifer, que estava deitada no sofá.
Quando Luke desceu as escadas, se comunicou com Selina e falou para dizer aos policiais fora do prédio para abrir fogo.
Os criminosos restantes estavam distraídos pelo tiroteio intenso e, antes que pudessem reagir, Luke disparou sob a cobertura deste poder de fogo concentrado.
Antes que os criminosos soubessem, caíram um atrás do outro.
Após recarregar a M686 duas vezes, Luke disse a Selina pelo fone: — Okay, avise-os para parar. Eles podem entrar e tirar os corpos. Não bloqueiem o caminho dos paramédicos depois.
Após esperar dez segundos, Luke gritou: — LAPD. Vocês podem entrar agora.
Ele estendeu a mão no topo das escadas e balançou o distintivo. Após confirmar que não havia nenhum indivíduo nervoso, ele saiu e disse: — Um civil foi baleado e está em condição crítica. Tirem os corpos para não bloquearem a maca.
Com isso, ele subiu.
No apartamento de Jennifer, no quinto andar, Luke checou de novo e perguntou: — Onde estão os paramédicos?
Dustin ligou de novo e falou impacientemente antes de desligar: — Levará cinco minutos.
Luke franziu a testa.
Neste ritmo, as chances de algo acontecer com Jennifer ainda eram bastante altas. Afinal, levaria tempo para a ambulância chegar ao hospital.
Entretanto, havia bolsas de sangue de emergência na ambulância que poderia compensar pelo sangue perdido de Jennifer.
Naquele momento, Luke levantou a cabeça e olhou para a porta.
Um homem de meia-idade com óculos de aro dourado entrou cautelosamente: — Com licença, policiais, o que aconteceu… Huh, Jennifer?
Luke olhou para o homem que gritou de choque e entrou no apartamento: — Você é?
— Bruce Banner. — O homem de meia-idade estava um pouco ansioso: — Jennifer, qual é o problema?
Luke perguntou: — Como você conhece a Jennifer?
— Ela é minha prima. — Quando Bruce viu as roupas rasgadas e ensanguentadas de Jennifer, seu rosto contorceu: — Ela está ferida?
Luke falou: — Os criminosos a balearam. Ela está perdendo muito sangue.
— O quê? — Bruce avançou rapidamente para averiguar a ferida de Jennifer.