Super Detective in the Fictional World

Volume 2 - Capítulo 698

Super Detective in the Fictional World

Após entregar a tarefa para Elizabeth e Billy de analisar os arquivos, Luke e Selina voltaram ao centro de Los Angeles para trabalhar no caso.

No caminho, viram dois cosplayers de preto e branco atuando na rua.

Embora suas roupas fossem falsas e os movimentos desleixados, todos podiam dizer que estavam fazendo — Batman contra Anjo do Julgamento!

Isto era o que fãs de todo o mundo estavam fazendo nos últimos dias.

Olhando para o Anjo do Julgamento, que estava batendo as asas como galinha branca, e o Batman, cujas asas de morcego retratavam o diabo do Natal, Selina perguntou de repente: — A Europa foi muito perigosa?

Luke sorriu: — Não, foi muito tranquilo.

Selina assentiu: — Este mundo está ficando cada vez mais perigoso. Até vampiros apareceram. Não seja descuidado.

Luke riu: — Segurança em primeiro lugar. Eu que te ensinei isso.

Selina ponderou por um momento.

Os riscos que uma certa pessoa tinha basicamente não eram riscos para ele.

Naquele momento, no porão de uma certa mansão em Malibu, Tony estava olhando para o vídeo e fotos que coletou.

— Pensei que fosse algo místico após toda a comoção, mas acabou sendo um traje de voo biônico. — Olhando para a figura branca voando para longe, ele curvou o lábio: — Há rumores de que o exército esteve construindo algo assim por anos. Mesmo que fossem um bando de idiotas trabalhando, seu progresso deve ser melhor que este anjo. Hm, ou talvez não.

Mesmo assim, seus olhos estavam fixos na imagem: — Jarvis, rode dez vezes mais devagar.

— Pare — ele disse.

Tony observou quando uma figura indistinta preta correu para o tribunal com uma enorme caixa branca nas costas.

Um momento depois, o Anjo do Julgamento apareceu no telhado com Dukhovich.

Ele observou por um momento: — Jarvis, procure por outras imagens desta pessoa no vídeo.

O homem negro rapidamente se escondeu atrás de uma árvore e o Anjo do Julgamento branco saiu.

Tony caiu na gargalhada: — O anjo é negro? Se aquelas pessoas que o chamam de anjo soubessem.

Rindo, ele mandou: — Jarvis, procure por informações desta pessoa.

Após uma breve busca, Jarvis relatou: — O alvo não aparece perto de nenhuma câmera e o vídeo e fotos são vagos. Existe uma pessoa na base de dados cujas características faciais e físicas combinam em oitenta e dois vírgula três por cento.

Tony não pensou demais.

Havia um limite para quanto vídeos e fotos poderiam se aproximar.

Para simplificar, o vídeo era em 720p. Não podia virar um vídeo 4K.

Tony poderia rodar muitas simulações usando software, mas inevitavelmente haveria divergências.

— Jabal Santos, descendente de africano e latino-americano e um membro de gangue em Nova York. Ele desapareceu numa briga de gangue cinco anos atrás. — A voz de Jarvis soou e um perfil e identidade apareceram na tela.

Tony ficou atordoado: — Membro de gangue?

— Segundo as informações, ele é apenas um gângster normal sem nenhuma especialidade. Ele foi preso sete vezes, quatro com acusações de roubo, duas por agressão agravada e uma por tráfico — Jarvis relatou.

Tony balançou a cabeça: — Isso não faz sentido. Por que um bandido de Nova York iria à Europa como mensageiro da justiça? O Dukhovich matou sua família?

Jarvis respondeu: — Jabal Santos foi abandonado num orfanato em Nova York quando era bebê. Não há informações de seus pais. Ele passou por quatro lares adotivos quando estava crescendo, mas todos são na América.

Tony deixou a suspeita de lado por enquanto: — Quando eu for dormir, descubra qual é o relacionamento entre os membros da família e Jabal.

Jarvis: — Senhor, você não dormiu por trinta e duas horas. Você quer que eu comece a investigar agora?

Tony balançou a mão: — Espera, tenho outra ideia. Deixe-me…

— Srta. Potts está esperando você fora do laboratório, senhor — Jarvis o lembrou de novo.

Tony guardou as partes que acabou de pegar: — Tudo bem, farei uma pausa.

Mesmo assim, não tirou o olhar da caixa branca na tela. Lembrando da função retrátil de uma arma extraterrestre que comprou há pouco tempo, se sentiu inspirado de novo.

Ele precisava se apressar e mandar a Pepper embora sob algum pretexto depois e voltar para trabalhar em suas novas ideias!

Murmurando consigo, Tony saiu do laboratório.

Naquele momento, no hemisfério sul, uma equipe de exploração estava fazendo uma pausa na Floresta Amazônica.

Wade falou: — Espero encontrarmos a pessoa certa desta vez. Merda, meu pau vai crescer cogumelos se ficarmos aqui por mais tempo.

O membro da equipe não prestou atenção nele: — Então precisamos preparar algo em troca da informação.

Wade: — Não podemos dar algumas bolas de vidro? Alguém não fez isto antes, trocar bolas de vidro por ouro… Verdade, eles têm ouro aqui?

O membro da equipe disse: — … Talvez, e existem muitas minas de joias.

Wade: — Quanto às joias…

O membro da equipe expressou: — Capitão, não esqueça nossa missão.

Wade assentiu e acenou com impaciência: — Eu sei. Eu peguei o dinheiro, então a missão vem primeiro.

Após isso, perguntou: — A propósito, se eu conseguir algumas joias em troca, estará tudo bem, certo?

O membro da equipe: — … Você pode tentar.

Meio-dia depois, Wade xingou enquanto era arrastado de um amontoado de cabana de palha por dois membros da equipe: — Droga, estes nativos realmente querem dólares? Eles não são uma tribo? Como sabem o que é dólar?

Os lábios do membro da equipe que ainda estava na cabana tremeram. Você não sabe que muitos americanos vieram aqui antes? Os nativos sabem que coisas boas podem ser trocadas com dólar.

Ele então espremeu um sorriso e gesticulou para o intérprete ao lado: — Então, se nos der algumas dicas úteis, estamos dispostos a pagar dez mil dólares…

— Droga, não espere que eu tire do meu dinheiro. Meu pagamento não inclui isto… — rugiu o capitão.

O sorriso do membro da equipe enrijeceu, mas imediatamente se alegrou. Felizmente, os nativos não entendiam inglês.

— Americano, seu líder não parece amigável conosco e ele não quer pagar? — Um nativo baixinho ao lado do chefe perguntou de repente.

O membro da equipe: — Hã?

Olhando para sua expressão, o baixinho zombou: — Você sempre acha que pode usar vidro para conseguir ouro e pedras preciosas de nós. Seu capitão não é o primeiro idiota que tenta isso. Diga-me, você é idiota igual a ele?

O membro da equipe sorriu amargamente: — É claro que não. Sou o encarregado do dinheiro.

Caso contrário, provavelmente já teriam pedido um segundo lote de fundos da empresa mesmo antes de embarcarem no helicóptero.

A empresa definitivamente continuaria dando dinheiro, mas se esta missão não funcionasse, a empresa poderia arrancar até a última gota deles.

Receber alto salário de um capitalista nunca foi fácil.

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