Super Detective in the Fictional World

Volume 2 - Capítulo 681

Super Detective in the Fictional World

Os criminosos foram pegos despreparados pelo ataque repentino.

Das duas pessoas abaixo, aquele na liderança se moveu com rapidez e disparou com precisão. Ele abateu cada criminoso com basicamente um ou dois disparos.

A policial não era tão boa no disparo, mas forneceu boa cobertura para a primeira pessoa.

Quanto ao atirador profissional que estava escondido no telhado e atirando na cabeça das pessoas, ele foi demais.

Ele esvaziou a Glock de dezessete balas em três segundos, explodindo a cabeça de sete criminosos e atingindo oito no peito.

Depois, após disparar a última bala do primeiro carregador, ele descarregou e enfiou outro carregador cheio que já estava segurando na mão esquerda. O carregou com um clique.

Uma série de disparos ressoou de novo.

Os criminosos no térreo não eram novatos, mas mercenários experientes.

Após vários camaradas morrerem, perceberam que os disparos estavam vindo da localização errada. Vários ergueram as armas e começaram a disparar.

Luke, todavia, estava muito calmo.

Ele já tinha travado as posições aproximadas dos criminosos e metade estava morta. Aqueles restantes eram os mais perigosos.

Este era um jovem para ver quem era mais rápido.

Contanto que Luke se movesse mais rápido que as armas dos criminosos, ele teria a vantagem nos disparos.

Uma vez que tivesse a vantagem, seria quase impossível perder num tiroteio a vinte metros.

Quando os seis criminosos levantaram as armas e atiraram, Luke disparou duas balas em cada.

Assim que os seis criminosos caíram, o tiroteio na rua terminou e as duas pessoas abaixo tiraram o prisioneiro da van e correram para um beco.

Talvez fosse por causa de como o homem na frente era chamativo enquanto se movia, mas um dos criminosos que Luke abateu inexplicavelmente não soltou o gatilho e uma bala perdida foi disparada.

O homem já estava na metade do caminho, mas ainda foi baleado na perna. Ele gritou e berrou “Filho da puta!” enquanto rolava no beco.

Luke ficou sem palavras. Que tipo de má sorte era esta? Somente metade da perna estava aparecendo e ele ainda foi baleado? Ainda bem que não foi no joelho.

Porém, esta não era uma pessoa comum. Arrastando a perna ferida, levantou-se e então balançou o braço para derrubar os dois criminosos que se aproximavam. Mesmo mancando, ele foi chamativo enquanto se afastava.

A policial recuou no beco e o seguiu.

Luke não parou de atirar. Ele esvaziou o carregador e derrubou os quatro criminosos que estavam tentando chegar no beco. Então, guardou a pistola e correu.

Após dar várias voltas no beco e caminhar quase um quilômetro, ele ficou na frente de um prédio de apartamentos. Saltando facilmente o muro, agarrou a escadaria de incêndio no segundo andar e subiu até o quinto.

Passando pelas duas janelas com menos de dez centímetros de largura, Luke segurou na beirada da terceira janela e estendeu a cabeça.

Alguém dentro estava dizendo impacientemente: — Ignore aquela maldita ligação. A única maneira de Dukhovich saber da nossa rota é porque tem um informante na Interpol. Preciso de alguém para tratar minhas feridas e você precisa de ajuda. Lembre-se, tem que ser um forasteiro.

Luke ouviu por um momento antes de bater na janela com um sorriso.

Eles apontaram imediatamente a arma para ele.

Ambos ficaram atordoados ao ver um grande sorriso e uma mão acenando fora da janela.

A policial ficou perdida.

Disparar atrairia a polícia e a outra parte não tinha atacado primeiro. Ela olhou inconscientemente para a pessoa ao lado.

O outro homem levantou a arma e franziu a testa. Encarando o rosto por um momento, perguntou: — Honduras?

Fora da janela, o sorriso de Luke ficou mais brilhante: — Como está sua futura esposa?

Assim que a pergunta saiu de sua boca, os lábios do homem tremeram, mas guardou a arma: — Deixe-o entrar. Ele não é um homem do Dukhovich.

A policial ficou surpresa: — Está falando sério? Sabe quantos assassinos e mercenários o Dukhovich contratou para matar você?

— Além disso, este cara que estava pendurado fora da janela parecia um assassino! — Ela murmurou consigo, mas sob os olhares dos dois, ainda abriu a janela hesitante.

Após abrir a trava, ela recuou imediatamente. Embora não tenha levantado a arma, ainda estava pronta para atacar.

Luke abriu a janela e entrou.

Ele assentiu para a policial vigilante: — Olá, linda senhorita. Como posso chamá-la?

A policial respondeu: — Você não deveria dizer primeiro?

Luke deu de ombros: — Me chame de Passado Descolado.

A policial: — Roussel!

Luke então olhou para o homem no sofá: — Há quanto tempo. A vida não está fácil, hein, Kincaid.

Naquele momento, a pessoa no sofá já tinha tirado a touca preta para revelar uma cabeça careca com a mesma tatuagem de árvore murcha e corvos.

Quando ouviu o nome que Luke deu, Kincaid curvou o lábio e confirmou mais uma vez que não estava enganado.

Pássaro Descolado foi o nome do bar em Honduras em que ele conheceu sua esposa, Sofia.

No dia em que conheceu Sofia, um jovem estava sentado ao lado e eles espancaram os gângsters no bar.

Embora não soubesse muito sobre este jovem e algo não estivesse certo com seu rosto, Kincaid entendia bem a situação.

Se enfrentasse este jovem agora, definitivamente perderia.

Luke agarrou uma cadeira e um banquinho e gesticulou para Kincaid.

Kincaid, muito conscientemente, colocou a perna direita com a bala no banquinho.

Quando Luke tirou algo da mochila, ele estalou a língua e falou: — Por que você precisa ser chamativo quando deixa a cena? Se você tivesse disposto a engatinhar aqueles últimos passos com a bunda para cima, não teria sido baleado, teria?

Kincaid percebeu algo de repente: — Foi você naquela hora?

No momento em que falou siso, a policial Roussel, que estava a alguns metros de distância, imediatamente mirou a arma em Luke.

Ouvindo isso, ela pensou que foi Luke quem disparou em Kincaid.

Luke, por outro lado, nem se incomodou em olhar. Ele colocou as luvas de borracha sem pressa e cortou a calça de Kincaid com um sorriso: — Deixe-me lembrar que você não deveria falar besteira sem prova.

Kincaid entendeu.

Fazia sentido ele ter saído da van, alguém tinha atacado os criminosos ao mesmo tempo e com uma pontaria assustadora.

Naquela hora, ele estava com pressa de sair do cerco e escapar. Ele não teve tempo para ficar no meio da estrada e olhar para cima.

Contudo, por mais experiente que fosse, ainda ficou admirado pelo atirador no telhado.

Disparar sem errar não era tão simples quanto os filmes faziam parecer.

Numa batalha real, um atirador precisava controlar a situação e seus oponentes não eram alvos fixos. Já seria extraordinário se seus disparos acertassem 20 a 30% das vezes.

Com a aparição de Luke, Kincaid lembrou-se de como os criminosos colapsaram como trigo sendo colhido e entendeu tudo.

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