O Cavaleiro em Eterna Regressão

Capítulo 953

O Cavaleiro em Eterna Regressão

953. Gravação

Eitri observou Enkrid, que estava cativado[?25h ao vê-lo treinar como se um ano fosse um dia, e ouviu sua história. Ele ficou profundamente imerso e absorvido na vida de Enkrid, e pegou um martelo para forjar uma arma digna dele. Seu coração naturalmente se agitou enquanto martelava o ferro. Ele martelava o ferro em um horário fixo a cada amanhecer e mantinha seu corpo sempre em ótimas condições.

Você precisa estar sempre em ótimas condições.

O objeto que sai dessas mãos também é o melhor. Eitri estabeleceu uma regra de ferro e a seguiu à risca. No passado, ao forjar espadas, ele literalmente abusava de seu próprio corpo, mas desta vez não fez isso. Foi por isso que levou vários meses apenas para martelar o ferro que serviria de matéria-prima para a espada. Ele martelou aquele ferro de alta qualidade ao seu gosto e passou um tempo considerável moldando-o. Ele não estava preso ao tempo. Não se importava com a conclusão. Dedicou-se inteiramente a viver um dia fiel e pleno.

— Mestre, o Sir Enkrid retornou.

Mesmo ao ouvir as palavras de seu discípulo, ele não vacilou nem um pouco. Fez o que sempre fazia.

O mesmo todos os dias.

Nunca contei as vezes, mas o número de marteladas que eu dava todos os dias era sempre quase o mesmo. Martelei e martelei assim por meses. Só então a forma surgiu, e eu entreguei meu coração àquela forma. Se Enkrid tivesse visto o processo de forja de Eitri, diria que a Vontade havia sido infundida nela. Ele martelou a espada com determinação. Esquecendo o tempo, esquecendo a mim mesmo, ele entregou seu coração àquilo que desejava.

— Quer dizer que acabou?

Foram as palavras do discípulo. Ele parecia confuso com a notícia de que o trabalho estava concluído. Por fora, parecia incrivelmente comum, mas bastava uma pessoa para reconhecer o valor daquela espada.

* * *

Deve ser porque encontrei os barqueiros em meus sonhos com tanta frequência que o mundo mental dentro de mim se assemelha a uma margem de rio. Não havia necessidade de olhar ao redor. O cascalho cobria o chão e, de um lado, a água calma do rio levava algumas pedrinhas como ondas antes de deixá-las cair de volta. Estava bem na frente de Enkrid. Eu deveria chamá-lo de a personificação da espada? A espada, forjada por Eitri usando sua alma como martelo e seu corpo como bigorna, olhou para mim. Com dois olhos azuis e cabelos negros, ele não vestia nada além de uma única veste preta, fina e felpuda. Seu traje revelava seus músculos peitorais proeminentes, já que a parte frontal de seu peito estava aberta. Seria uma ilusão que as roupas que ele vestia pareciam pedra dura ou metal? De cima de seus ombros até as costas, uma capa fina escorria como se estivesse brotando. Somente depois que a capa verde-clara envolveu seu corpo foi que o homem, que parecia exatamente comigo, falou.

— Prazer em conhecê-lo.

Enkrid observou silenciosamente seu oponente. Inocente. Ele trazia à mente uma pureza imaculada e um campo de neve puramente branco.

Não importa a cor com que você o tinja.

Ele se torna dessa cor. Era como um recém-nascido.

Isso não está errado.

A lâmina está afiada, mas nunca cortou nada. O nome da espada é Hoje, uma arma gravada digna da própria vontade de Enkrid.

— O que você vai cortar?

Ele pergunta novamente. Enquanto pergunta, a veste de veludo no corpo do homem se transforma em uma lâmina. É uma lâm

mina fina e esguia. A nitidez visível dela supera facilmente a da Caminhada Noturna. Parecia que ele seria mais rápido do

o que qualquer um se começassem a correr ao mesmo tempo. Mesmo sem se aproximar, a pura força que emanavada espada deixo

ou um arranhão em sua bochecha.

Ou devo esmagá-lo?

Sua aparência mudou no momento em que falou. Era o mundo da mente. Antes mesmo que a mudança de forma pudesse ser per

rcebida, apenas o resultado foi sentido. A intensidade feroz da lâmina afiada havia desaparecido sem deixar vestígios, su

ubstituída por um homem grande o suficiente para olhar de cima até mesmo para Audin. Seu casaco de veludo agora se asseme

elhava a umamassa sólida feita de puro metal negro. Tinha se tornado mais espesso e mais duro.

— Devo encurralá-lo e trancá-lo para que você não possa fazer nada?

Muda novamente com as palavras. Desta vez, as roupas develudo se transformaram em grades e envolveram os arredores.

 Através delas, surgiu um padrão em forma de olho, que parecia avaliar tudo.

É bom apenas seguir o fluxo.

As roupas felpudas do homem sorridente se transformaram em penugem macia. Mesmo se um gigante balançasse sua maça, pr

rovavelmente só se sentiria a maciez.

— Na verdade, não sou uma espada, nem sou nada. Apenas um pedaço de metal. Um pedaço de metal inofensivo.

Enquanto o homem com as roupas de veludo curvava silenciosamente o corpo com as palavras seguintes, ele parecia infin

nitamente pequeno. Não importa como eu olhasse, a imagem daquela espada agora era a manifestação de sua verdadeira forma.

. Uma espada com uma lâmina afiada devia estar escondida sob as roupas de veludo curvadas. Eu podia sentir isso. Rápida e

e afiada, pesada e destrutiva, meticulosa e resistente, fluindo suavemente e enganando de novo e de novo.

‘Hoje.’

É o nome de uma espada. Por que foi batizada de Hoje? O que significa Hoje?

O fim do dia.

O fim do dia, portanto, esta lâmina é o limite do dia.

Um dia em que você pode ser qualquer coisa.

Alguns vão desperdiçar este dia. Outros vão suportar um dia mais difícil do que nunca. Para outros ainda, pode ser o

 dia mais feliz de suas vidas. A maioria passará o dia de hoje exatamente como o de ontem. Ao perceber o nome dado à espa

ada, ele compreendeu o que a espada podia fazer. Enkrid saiu do mundo interior. A lâmina não tremia mais. A lâmina reta d

deleitava-se no silêncio. Tudo bem. Porque, se necessário, ela se moveria conforme o desejo de seu mestre sempre que prec

ciso.

É, prazer em conhecê-lo.

Enkrid abriu a boca. Ele estava falando com a espada. Era uma resposta a um comentário feito por outra pessoa. Como h

havia apenas duas pessoas que podiam falar ali, e nenhuma delas tinha aberto a boca, devia ter sido aquela espada que rea

almente falou. Era uma conclusão simples, mas clara. Foi assim que pareceu a Esther. Para ela, o encontro entre Enkrid e

 a arma gravada não pareceu dramático. Pareceu-lhe que ele simplesmente segurou a espada e, de repente, disse que estava

 feliz em vê-la. Ela é uma bruxa que conjura feitiços. Aos seus olhos, aquela não era uma espada mágica.

— É uma Espada Ego?

Esther perguntou. Às vezes, ferreiros que trabalham com metais mágicos vão além da mera excelência e sopram uma consc

ciência para dentro da espada. Existem espadas que detectam a maldade e vibram, e existem espadas que podem determinar a

 direção mesmo em florestas escuras onde o sol nunca nasce. Na realidade, porém, como na maioria dos casos em que uma esp

pada fala ela está habitada por pensamentos malévolos, a maior parte das Espadas Ego está mais próxima de armas amaldiçoa

adas.

— Não.

Eitri sabe que tipo de espada eu criei. Eu a martelei bem, derramei meu coração nela e a fiz para responder à vontade

e de seu mestre em qualquer forma. É por isso que não misturei prata verdadeira e metal negro, mas em vez disso obtive o

 melhor dos ferros verdadeiros para fabricá-la. Não é uma espada com consciência própria. Ainda assim, o fato de eu conve

ersar com aquela espada deve-se a uma profunda comunhão. Esther observou em silêncio. Era certamente um espetáculo intere

essante. Enkrid pousou a espada e desviou o olhar. Seus olhos passaram pelas mãos de Eitri. Como as mãos de todos os ferr

reiros, ambas estavam cobertas de cicatrizes. Não importa o que dissesse, seu tom não revelava confiança ou um senso de f

fé inabalável. Um artesão que faz objetos não é um artista. Ele meramente forjou a espada mais adequada para a pessoa que

e a usaria.

— Vou levá-la.

Disse Enkrid.

— Fiz uma bainha usando o ouro negro enviado pela Flor Negra ali e a meada de linha enviada da cidade de Kirhais.



Eitri também falou apenas o que queria dizer, como se fosse a coisa mais natural do mundo.

— Isso é excelente.

Esther acrescentou: — Dei-me ao trabalho de misturar prata verdadeira e ouro e tecer tudo junto com um feitiço para c

criar e enviar este metal, apenas para pensar que nem sequer tinha sido tocado. A bainha é verde-escura. É tão profunda q

que um tom sutil de verde se revela apenas sob a luz do sol. Enkrid embainhou a espada. A sensação dela se fechando com u

um estalo foi tão satisfatória que lhe causou arrepios. Além da gravação, o artesanato e o acabamento por si só eram sufi

icientes para chamá-la de uma obra-prima entre obras-primas.

Eitri.

Enkrid maravilhou-se repetidas vezes. Ele havia criado uma espada tão magnífica quanto uma arma mágica sem recitar um

ma única linha de encantamento. A arma gravada atual era uma que não podia sequer ser usada sem Usuke.

Eu deveria chamá-la de uma espada destinada exclusivamente a empunhar a Vontade?

Hoje era esse tipo de espada. Sem a necessidade de magia ou feitiços, era uma espada, lâmina e cabo destinados a exis

stir para a Vontade, aceitar a Vontade e usá-la. O acabamento desprovido de qualquer ornamentação, e o mar sentido em cad

da elemento. Apenas ao segurá-la por um momento, a maior diferença em relação a outras espadas era claramente sentida.###TAG###

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Devorar a Vontade infinitamente.

Era uma espada que se assemelhava a ele mesmo, uma espada que engolia a Vontade assim que ela era inserida, como se e

estivesse em harmonia com o Usuke dentro dele.

* * *

— Aquilo? Uma espada?

Quando voltei ao Campo de Treinamento dos Cavaleiros, não foi estranho ver todos, incluindo Rem, prestando atenção em

m mim. O soldado de patente mais baixa, que costumava fechar os olhos diante de lâminas e flechas voadoras, agora era um

 cavaleiro e capitão que se erguia diante deles. Eu sabia desde o início que ele era uma pessoa diferente por si só, mas

 agora muita coisa havia mudado. Era natural que a atenção estivesse voltada para ele.

— É.

Enkrid respondeu e desembainhou sua espada. Nem a astúcia mostrada pela Caminhada Noturna, nem a leveza exibida por P

Penna podiam ser vislumbradas.

— Bem, gostaria de testá-la?

Rem deu um passo à frente primeiro. He balançou seu machado, e Enkrid ergueu sua espada para apará-lo. Enquanto ele f

fingia reflexivamente a direção de seus pés e golpeava com a espada, Rem percebeu o truque com uma velocidade de reação i

instantânea e brandiu seu machado. Comparado ao treino de alguns dias atrás, isso era apenas um aquecimento leve, mas, do

o ponto de vista do observador, na verdade havia muito mais a aprender deste lado.

— Hmm, você está tentando encobrir o engano com sua velocidade de resposta?

Clemen resmungou, e Aurelia, que estava ao lado dele, acrescentou:

— Às vezes, reconhecendo o truque desde o início, eles estendem o machado primeiro.

Não importa o que os espectadores estivessem dizendo, Enkrid não sentia necessidade de se adaptar à nova espada.



A espada que segurei pela primeira vez na minha vida.

Eu diria que parece que a estive empunhando o tempo todo? Ela é tão familiar e acostumada à minha mão. Isso é verdade

e mesmo que nada seja como antes, a começar pela tira de couro enrolada no punho. Se a Caminhada Noturna costumava correr

r solta em minha mão como uma espada demoníaca, hoje parecia uma parte do meu corpo.

Isso é um pouco estranho, não é?

Rem falou enquanto brandia seu machado horizontalmente. Os sentidos de um bárbaro que empunhava feitiçaria estavam ma

ais aguçados do que nunca. Ele sentiu que a arma gravada de Enkrid era diferente daquelas que havia enfrentado anteriorme

ente. Saxen, que observava de lado, sentiu o mesmo. Assim que Rem recuou com uma única palavra, como se encerrasse o duel

lo, vários feixes de luz voaram da mão de Saxen. Embora sua mão estivesse claramente vazia, ele de alguma forma havia sac

cado e lançado lâminas, mirando no peito, abdômen e coxas de Enkrid. As três lâminas voaram com um atraso de tempo. A que

e mirava no peito vinha em linha reta, a que mirava nas coxas vinha em curva. A lâmina que voava a uma velocidade interme

ediária mirava o abdômen. Enkrid acelerou seus pensamentos e expandiu o escopo de sua percepção. Uma teia de sentidos afi

iados capturou as lâminas voadoras e, erguendo a espada, ele defletiu as três.

Ta-da-dang!

— Esse desgraçado não disse uma palavra.

Rem soltou algo que parecia uma reclamação, dirigida a Saxen. Ele era um sujeito que se movia sem fazer barulho para

 começar, mas, após o duelo anterior, estava ainda pior. Ele estava brandindo sua espada como bem entendia, sem qualquer

 pista ou aviso. A faca de arremesso que ele acabara de lançar parecia semelhante. Enkrid deixou as palavras de Rem entra

arem por um ouvido e saírem pelo outro. Não havia tempo para responder. A lâmina, ao defletir as três adagas, agarrou-se

 firmemente ao seu punho, parecendo que ele segurava um galho fino. Ela sugava a Vontade infinitamente, e assim como a Vo

ontade dentro dele se transformava, a natureza da espada também mudava. Sendo leve, era rápida. Era Saxen quem vinha desf

ferindo um golpe vertical de adaga por trás depois de lançar as três facas. Embora teria sido difícil detectar esse movim

mento mesmo para um cavaleiro comum, Enkrid girou seu corpo meia volta sobre o pé esquerdo e brandiu sua espada para cont

tra-atacar.

Ting.

Assim como parecia que as lâminas estavam se chocando, a adaga atingiu o chão e curvou-se para o lado.

Espada Fluida.

Ele misturou uma espada rápida com uma fluida, refinando-a para uso ofensivo. Teria sido um golpe oculto de Saxen? Te

endo-o reconhecido, não foi difícil aparar. A Vontade muda. He se move para traçar linhas retas. Move sua espada como se

 tudo isso fizesse parte de seus cálculos. Ele ergue uma prisão com a lâmina. É a Prisão de Lâminas, uma derivação do Cor

rte de Cinzas. Se o Corte de Cinzas corta o ponto de partida, a Prisão de Lâminas encurrala e aperta o ataque uma vez ini

iciado. Saxen segurava duas adagas nas mãos e girou no lugar. Dezenas de lâminas voaram em sincronia com seu giro. Enkrid

d, no entanto, desviou todas uma a uma, cravando-as no chão do campo de treinamento.

— Hmm.

Saxen soltou um breve gemido e recuou, apenas para o Amor e Misericórdia de Audin investir contra ele por trás mais u

uma vez. O passo era tão silencioso quanto o de Saxen, porém pesado. Parecia que um desmoronamento havia ocorrido, soterr

rando-o pelas costas. A "Hoje" de Enkrid mudou de natureza mais uma vez. Tornou-se pesada e lenta, adicionando uma onda a

a ela. Zzzzzzz. A lâmina uivou ao colidir com o Amor e Misericórdia que se aproximara por trás. O poder contido naquele c

corte horizontal simples parecia capaz de fender a crista de uma montanha. Audin recuou pouco antes de a lâmina atingir a

a manopla. Ele foi fiel ao seu instinto. Julgou que entrar em um combate direto agora seria uma derrota. Com isso, Audin

 encerrou sua vez, e Ragnar sacou seu Nascer do Sol para abrir a cabeça de Enkrid ao meio.

Uou!

O Enkrid partido pela lâmina cheia de calor se dispersa como uma miragem. É uma imagem residual criada por um breve m

movimento de pé. Além dessa imagem residual, um único ponto atinge a testa de Ragnar novamente. Ragnar apara a espada com

m a face do Nascer do Sol.

Clang!

O som nítido de lâminas se chocando ecoou. Enquanto bloqueava, Ragnar segurou a Ilchul de forma invertida, estendeu o

o braço e a brandiu. Mesmo uma técnica que beirava a luta corporal era diferente quando empunhada por Ragnar. Era uma esp

pada segurada de forma invertida, então endireitada e brandida como se a estivesse lançando. O calor contido na Ilchul va

arreu os arredores de forma explosiva. Era um moinho de vento de lâminas girando nas direções vertical e horizontal.



— Aquele idiota.

Rem resmungou novamente por trás. A espada de Enkrid se transformou em seda macia, seguindo sua vontade. Girando-a, e

ela prendeu o calor que emanava do Nascer do Sol e o enviou para cima.

Kwaaaah.

Um frenesi se espalhou. Ragnar também parou por aí.

— Você se tornou ainda mais um monstro.

A avaliação de Rem foi a conclusão. Há um ditado entre os espadachins de que, se você usa uma arma que se ajusta perf

feitamente à sua mão, sua habilidade parece ter melhorado notavelmente. Esse era exatamente o caso de Enkrid naquele mome

ento.

— Hmm.

Era hora de se maravilhar com Eitri mais uma vez. Ele absorve a Vontade infinitamente, transformando-a para responder

r conforme lhe agrada. Parecia que a lâmina havia se tornado outra versão de si mesmo, lutando ao seu lado. Se a arma gra

avada que ele usava antes era uma espada lendária que parecia perfeitamente ajustada à sua mão, esta era simplesmente...###TAG###<



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Outro eu.

Na verdade, a arma gravada, a arma que havia gravado a si mesma, penetrou profundamente na minha pele.

— Um visitante chegou. O que devemos fazer?

Assim que o teste terminou, um soldado se aproximou e disse:

— Quem?

Clemen virou a cabeça e perguntou.

— Disseram que vieram para um desafio.

O apelido de "Matador de Monstros" e o nome de "Matador de Balrog" estão se espalhando juntos. Embora o nome "Cavalei

iro Demoníaco" seja o mais amplamente conhecido entre eles. Nesta situação, é realmente raro alguém me procurar especific

camente.

— Disseram que ele está desafiando o Capitão Enkrid.

Se fosse um oponente comum, teria sido barrado no nível dos soldados. Ele não é um oponente comum, e é por isso que c

chegou até aqui.

— Mande entrar.

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